domingo, 30 de abril de 2017

Seleção para Professor Substituto/Temporário da FUNECE


Neste 30 de abril de 2017, estive no Centro de Humanidades da UECE realizando a prova dissertativa para Professor Substituto/Temporário da Fundação Universidade Estadual do Ceará (FUNECE). Tentarei ingressar na docência da área de Gestão de Pessoas (Setor 29 da CESA - Centro de Estudos Sociais Aplicados). 



Saí para fazer a prova da casa do sogra, então tive que pegar dois ônibus e enfrentar uma chuva rápida que caiu sobre a cidade. Quase que eu chego todo molhado ao local de prova!

Foram 20 inscritos, e a prova terá tema sorteado dentre 10 assuntos abaixo:

1. Visão sistêmica e integrada da gestão de pessoas
2. Recrutamento e seleção de pessoas nas organizações
3. O processo de treinamento e de desenvolvimento de pessoas nas organizações
4. Gestão de carreiras: o papel da empresa e o papel do empregado na gestão de carreiras
5. Gestão por competências nas organizações
6. Cultura e clima organizacional
7. Gestão da qualidade de vida no trabalho
8. Inteligências múltiplas e inteligência emocional no trabalho
9. A espiritualidade nas organizações
10. Gestão, Cidadania e ética nas organizações


Vamos ver no que vai dar... O assunto sorteado foi o 2 - Recrutamento e seleção de pessoas nas organizações. Escrevi três páginas e espero que tenha um bom resultado, que me possibilite a experiência de ir para a 2ª etapa que será uma prova didática.

UPDATE 16/05/2017 - Saiu o resultado, fui reprovado!

sábado, 29 de abril de 2017

2º aninho do Pedro Lucas

Após um dia longo e festivo, finalmente chegamos na comemoração de aniversário do Pedro Lucas.
Festa com o tema Patati & Patatá foi animada com um pula-pula que fez a festa da criançada. Estava tão cheio, que não consegui comer nada, apenas tomar um suco de murici, pois fazia tempo que não via suco dessa raridade.
Ganhamos lembranças, doces, mas infelizmente chegamos depois dos parabéns... Ou seja, fomos a duas festas e não cantamos parabéns em nenhuma...

2º aninho do Samuel

Na noite deste 29 de abril de 2017, estivemos na casa do Fábio e Mariana celebrando o segundo aniversário do Samuel, primogênito dessa família linda. Como fomos convidado para dois aniversários na mesma data, tive que chegar cedo em um, e atrasar no outro, para conseguir participar das duas festas.

Então já virou tradição, haja visto que no primeiro aninho do Samuel, também fomos os primeiros a chegar... Nesse ano chegamos quando o casal ainda organizava os preparativos finais e pudemos ajudar carregando mesa, arrumando, e inclusive indo comprar as 17 pizzas que foram servidas na festa!

Não pude cantar parabéns, mas admirei a beleza da mesa com o tema Mickey Mouse. Enquanto alguns convidados sequer tinham chegado, já tivemos que nos despedir... Ganhamos lindas lembracinhas e deliciosos bolos de pote!


Smurfs na Areninha Iguatemi

Na tarde desse sábado, 29 de abril de 2017, levei as crianças para desfrutarem da apresentação dos Smurfs na Areninha Iguatemi. Com um roteiro simples e educativo, inspirado nas histórias dos azuzinhos.

A criançada curtiu bastante a apresentação, que tinha o Desastrado aprontando, o Ranziza resmungando, o gênio dando soluções, a Smurfette sendo capturada pelo Gargamel e o Papai Smurf dando sábios conselhos.

Enquanto assistimos o teatro, a esposa foi comprar presentes para os aniversariantes dos quais iríamos para as festas.

Aniversário do Robson na Barraca Saturno


Neste ensolarado sábado, 29 de abril de 2017, fomos convidados pelo Robson (Ninho) e pela Lyly (Nutella) para celebrarmos o aniversário do Robinho na Barraca Saturno, na Praia do Futuro.

Houve um churrasco colaborativo, onde cada convidado contribuiu com um pouco, para ser servido um lauto almoço. Os aniversariantes providenciaram os acompanhamentos e as bebidas foram comandadas na barraca. Também contribui levando grelhas que foram um sucesso!

Tomamos bastante sol, desfrutamos do mar que estava ótimo para banho e se divertimos muito na companhia do Fabrício, do Rian e do Renan na água... Fizemos castelo na areia, encontramos estrela do mar, foi muita diversão.


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Guardiões da Galáxia Vol. 2 em IMAX


Guardiões da Galáxia Vol. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2, EUA, 2017), de James Gunn é a continuação do sucesso Guardiões da Galáxia (2014), filme que deu forças ao universo Marvel nos cinemas, e que se mostra tão divertido quanto o primeiro. O filme cumpre seu papel de entretenimento de alta qualidade, abordando o tema de relações familiares, destacando a relação pai e filho e a relação entre irmãos, com um humor sagaz e peculiar desses heróis que eram desconhecidos, mas que caíram no gosto do grande público. A seleção musical não é tão marcante quanto no volume 1, no entanto está mais uma vez bem encaixada. O elenco continua à vontade nos papéis. São cinco cenas pós-créditos, então não saia antes do fim da projeção!
No filme, vemos Ego (Kurt Russell) o pai de Peter Quill (Chris Prattnos anos 80 em pleno Missouri, na época da geração do Senhor das Estrelas. Então o longa pula 34 anos e vemos os Guardiões nos créditos de abertura, que ao serem contratados pelos Soberanos para impedir o roubo de poderosas baterias, os heróis enfrentam uma criatura intergaláctica gigante, numa cena bem humorada, onde o destaque é dado ao baby Groot (Vin Diesel) dançando. Rocket (Bradley Cooper) o desbocado guaxinim rouba as baterias que eles foram contratados para protegerem, o que leva os Soberanos a persegui-los noutra cena bem dinâmica, até eles serem salvos pelo Ego, que os leva ao Planeta Vivo. 

A relação pai e filho é a linha mestre do roteiro, que talvez peque em não construir um vilão consistente, focando mais nas diversas relações familiares, seja na participação de todos nos cuidados com o baby Groot, ou nas divergências entre Peter e Rocket, que rendem sempre boas sequências. As irmãs Gomora (Zoe Saldana) e Nebulosa (Karen Gillan) ganham destaque, pois ambas foram impactadas pela criação do pai (Thanos) e isso permeia algumas cenas envolvendo as personagens, colocando a família em foco, ao abordar personalidades distintas que precisam se aceitar e se respeitar. Destaque para o personagem Yondu (Michael Rooker) e Mantis (Pom Klementieff) e Stakar (Sylvester Stallone).

A direção e o senso de humor de James Gunn tornam o filme bastante agradável, com referências a cultura pop, como por exemplo numa cena onde surge o Pac Man. O elenco como um todo se destaca. Chris Pratt mantém o carisma do primeiro filme, Gamora está bem como par romântico. Groot com uma fofura inacreditável rouba cada cena que participa. E Drax (Dave Bautista) está bem como o valentão que não sei porque, me lembra muito o personagem Sargento Pincel, interpretado por Roberto Guilherme nos Trapalhões. 



A trilha sonora é mais uma vez nostálgica e certamente será muito escutada ao longo do ano. Nomes como Fleetwood Mac, Sam Cooke, George Harrison, Looking Glass e Cat Stevens fazem parte da trilha, sendo que desta feita, as músicas chegam a compor a narrativa da trama. A canção "Brandy You're a Fine Girl" toca ao abordar a ligação entre Peter e seu pai Ego, "My Sweet Lord" apresenta o verdadeiro Ego e "Father and Son" emociona o público ao Peter perceber quem foi seu verdadeiro pai. Se o primeiro filme faturou ao redor do mundo US$ 773 milhões, é provável que este chegue ao bilhão de bilheteria. A dublagem está correta, não compromete. Merece ser visto incontáveis vezes, especialmente em IMAX!


Se divirta com o trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2:

domingo, 23 de abril de 2017

Encontro CODL Pós Prova - 2ª Etapa CCO 2017

Neste 23 de abril de 2017, após participarmos da 2ª Etapa do XIII CCO - Graça Ellert / XI Troféu Fortaleza de Orientação, nos reunimos na casa da Clara para nos confraternizamos, debatermos sobre a prova, comermos churrasco, tomarmos banho de piscina e afins.


O Daniel foi o churrasqueiro, o Samuel o ajudante e eu o provador de carne oficial! Teve pão de alho, linguiças, carne de porco, de boi, bacon e queijo assado, além de farofas, arroz e baião! As crianças desfrutaram do momento de lazer na piscina, no parquinho, interagindo e se divertindo. A segunda geração do CODL promete ser tão boa quanto a primeira!

Lamento apenas a ausência de muitos componentes do clube, mas ficamos na esperança que estejam presente nas próximas etapas e que se repita a ideia do encontro, como já houve nas duas primeiras etapas do CCO 2017.


2ª Etapa do XIII CCO - Graça Ellert / XI Troféu Fortaleza de Orientação

Neste 23 de abril de 2017, estive participando da 2ª Etapa do XIII CCO - Graça Ellert / XI Troféu Fortaleza de Orientação, realizado na Fazenda Trapiá em Maranguape/CE, e muito bem organizado pelo Clube de Orientação Fortaleza, que tão bem divulgou a etapa nas redes sociais, esta prova que valeu pelo campeonato cearense. Destaco os vídeos pré prova que foram lançados e que iam nos dando o gostinho do que seria proporcionado na prova.

Cheguei cedo ao local e fiquei na mesa do clube para distribuir os Sicards dos atletas e vender os prendedores de Sicard e Bússola, que proporcionaram ao CODL arrecadar fundos que serão direcionados a FECORI para honrar os compromissos financeiros. Estaremos com ações similares em cada prova de orientação, não visando o lucro, mas contribuindo com a Federação, uma vez que nenhum de nossos atletas assumiu o compromisso mensal de se tornar um colaborador efetivo.

O dia estava quente, mas no percurso foram disponibilizados pontos de água, embora só os tenha encontrado no início e no final da prova. Destaco o delicioso lanche servido após a corrida, nada como um inesperado suco de acerola e um sanduíche para repôr as energias gastas na prova. Isso sem falar das tradicionais frutas e água... Também recebi medalha de participação, mesmo não estando mais numa categoria novato! (Eu gosto de medalhas e as coleciono! Sempre que me fornecerem, receberei!)
A prova se destacou também pelo belo percurso, privilegiado pela beleza do local, especialmente depois do período chuvoso. Açúdes cheios, caminhos de água, belos riachos não faltaram no percurso, assim como muita lama! A vontade que dava era de parar para tomar um banho refrescante... Mas como valia pontos para o campeonato, e considerando que fiquei em 8º da minha categoria na 1ª etapa, estava disposto a não cometer erros e assim fazer uma boa pontuação para entrar definitivamente na briga pelo título. Ainda faltam 5 etapas e muita água pra passar debaixo dessa ponte...

Consegui completar a prova em 58 minutos e 26 segundos, o que me permitiu ser o vencedor da disputada categoria Homens Adulto Bravo, além de poder dar uma boa pontuação ao Clube no Troféu que estava em disputa. Foram poucos os momentos de desorientação, correndo sempre pautado pela carta e sabendo qual o melhor caminho a percorrer, apesar de algumas dúvidas aqui e ali...

Devo esta vitória ao grau de concentração e foco que estava, além da determinação de errar o mínimo possível, escolhendo sempre as melhores rotas. Na largada, uma diferença crucial: o ponto de partida um pouco à frente do ponto de largada, o que estava devidamente informado no Brienfing eletrônico do boletim divulgado antes da prova. Essa mudança exigiu preparo físico no início da prova, que contou com 20 pontos de controle, alguns inclusive pertinho um do outro, o que exigiu alto nível de concentração. Aquela volta final, passando perto da linha de chegada, também foi interessante.

A nota triste, foi o acidente ocorrido com a atleta Taysa, que sofreu um corte no rosto, tendo que levar seis pontos. Culpa de uma linha de cerca elevada que segundo a atleta não estava sinalizada. Mas pelo que vimos, a atleta foi rapidamente socorrida, destacando a importância da necessidade de apoio médico nas provas. E certamente o sorriso da Taysa que já era lindo, ficará ainda mais com as marcas da orientação em seu rosto. Como diria o Coringa: Vamos colocar um sorriso nesse rosto!

sábado, 22 de abril de 2017

Paixão Obsessiva


Suspense Paixão Obsessiva (Unforgettable, EUA, 2017), de Denise Di Novi começa de forma interessante, mas se perde no segundo ato, chegando a ser cômico de tão bisonho no ato final. Esquecível, ou melhor Forgetful!

Quando o casamento entre David (Geoff Stults) e Tessa (Katherine Heigl) termina, ele fica com a casa e com a guarda da filha pequena. Tessa, furiosa com a situação, descobre que ele já está envolvido com uma nova mulher, Julia (Rosario Dawson), uma vítima de abuso por parte do ex-marido. Enquanto Julia se adapta à vida de madrasta, Tessa bola um plano para sabotar a nova namorada de David e retomar o relacionamento.

Fazendo com que sua nova companheira passe a viver na casa que um dia compartilharam e a conviver com sua filha, Lilly (Isabela Rice). Julia, por sua vez, tenta se adaptar a sua nova situação como esposa e madrasta, mas acredita ter finalmente encontrado o homem de seus sonhos e que pode ajudá-la a esquecer seu passado conturbado. Mas o ciúme doentio de Tessa tem tudo para transformar o sonho de Julia em seu maior pesadelo.


Veja o trailer de Paixão Obsessiva:

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Vida


Terror sci-fi Vida (Life, EUA, 2017), de Daniel Espinosa fracassa na tentativa de ser um Alien modernizado. A história é interessante, o ambiente criado está correto, a trilha sonora é boa, a escalação de elenco parece sob medida, mas o filme tem algo estranho além da criatura, que faz com que o mesmo não engrene e ainda nos entrega um final piegas e extremamente absurdo. Não serve nem para apaziguar a ansiedade de quem quer ver o novo Allien nos cinemas.
Seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite. Dentre elas está um ser unicelular, despertado por Hugh Derry (Ariyon Bakare) através dos equipamentos da própria estação espacial. Tal descoberta é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra, sendo que um concurso mundial elege seu nome: Calvin. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade inimaginável.

Vendido como um thriller aterrorizante sobre um time de cientistas a bordo da Estação Espacial Internacional cuja missão de descoberta se transforma em medo puro quando eles encontram uma forma de vida em desenvolvimento que causou a extinção da vida em Marte e agora ameaça a tripulação e a vida na Terra. O filme parece não ser crível e a tripulação interpretada por nomes como Jake GyllenhaalRebecca Ferguson e Ryan Reynolds, não é bem apresentada a ponto de nos preocuparmos com o que irá acontecer com eles. O elenco ainda têm Olga DihovichnayaAriyon Bakare e Hiroyuki Sanada 

Talvez o grande problema do filme seja o roteiro "original" criado por Rhett Reese e Paul Wernick, os responsáveis pelo roteiro de Deadpool (2016) de Tim Miller que não é bem resolvido, falhando em diversos pontos cruciais. Percebam que a própria sinopse do filme é rasa, não apresentando sequer o nome dos personagens. Isso torna o ser encontrado o verdadeiro protagonista. Por mais que a cena dos astronautas pegando o satélite artificial seja até bem filmada, o bom do filme fica por aí... Não recomendo.

Confira o trailer de Vida:

Bienal Internacional do Livro 2017

Resultado de imagem para Bienal Internacional do Livro 2017

Entre os dias 14 e 23 de abril, ocorreu no Centro de Eventos do Ceará a XII Bienal Internacional do Livro. Estive presente em alguns dias no evento, acompanhando principalmente a trupe do Rapaduracast, que falou sobre trailers e conduziu as Batalhas Épicas (Marvel x DC).

Dei uma olhada nos livros e num dos dias que estava hiperlotado, adquiri com a família duas bíblias, uma para o Sahel e outra para o Izahel. É sempre bom a leitura bíblica na linguagem da criança, sem falar que serve até para os adultos. Como o Sahel está na fase de alfabetização, também comprei uma coleção de livros de fábulas da Turma da Mônica, que tem despertado o interesse dele pela leitura.


Os Smurfs e a Vila Perdida


Revi a animação Os Smurfs e a Vila Perdida (Smurfs – The Lost Village, EUA, 2017), de Kelly Asbury e mais uma vez me diverti com os personagens clássicos de Peyo. Destaco a pequena, mas engraçada cena pós créditos, que não havia me atentado na primeira assistida. Ela faz uma piada ótima com os dubladores...
O grande trunfo do filme é ter transformado a Smurfette na personagem principal. Ela não está contente por perceber que todos os homens do vilarejo dos Smurfs têm uma função precisa na comunidade, menos ela. Indignada, ela parte em busca de novas descobertas, e conhece uma Floresta Encantada, com diversas criaturas mágicas. Enquanto isso, o vilão Gargamel segue os seus passos.

A primeira cena na vila dos Smurfs, com a quebra da quarta parede é muito boa, fazendo parecer um documentário e já colocando a Smurfette como protagonista. O vilão animado, me parece mais coerente que o Gargamel anterior interpretado por Hank Azaria. Aliás, esse é outro acerto da animação, excluir personagens reais do universo. Filme merece ser visto e revisto. E o 3D realmente é desnecessário.

O roteiro da animação é bem construído, entendemos para onde os personagens estão indo e o motivo que o levaram a isso. A solução não é gratuita, e o filme ainda consegue emocionar. Visual muito bem elaborado, trilha sonora pertinente. Talvez a melhor animação do ano até aqui.

Veja o trailer de Os Smurfs e a Vila Perdida:

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Velozes e Furiosos 8


Ação automotiva Velozes e Furiosos 8 (The Fate of the Furious, EUA/França/Canadá/Reino Unido/Samoa, 2017), de F. Gary Gray, oitavo capítulo da série Velozes e Furiosos volta turbinado com a diversão prometida, à base de muita velocidade, ação e com o foco na família que foi formada ao longo da série. O elenco que não conta mais com Paul Walker, tem a vitalidade dos veteranos Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Dwayne Johnson, Tyrese Gibson, Ludacris e Jason Statham. Além de Charlize Theron, que interpreta a vilã da vez. Dessa vez a trupe vai a Havana, faz uns rachas por lá, passa uma mensagem de respeito aos cubanos, passa por Berlim, vai na neve do mar ártico e termina em Nova York, senso que mais uma vez emociona na cena final, dessa vez com o batismo de uma criança que passa a integrar a família e uma linda oração familiar ao redor da mesa.

Na sequência de Velozes e Furiosos 7 (2015) de James Wan, um dos filmes mais rápidos a atingir a marca de 1 bilhão de dólares em bilheteria e o sexto em escala mundial, neste novo capítulo de uma das séries mais populares e longínquas de todos os tempos vemos que Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão em lua de mel e Brian e Mia se retiraram do jogo, e o restante da equipe foi exonerada para seguir uma vida normal. Mas, quando uma mulher misteriosa (a ganhadora do Oscar Charlize Theron) seduz Dom para o mundo do crime, ele parece não conseguir escapar e a traição das pessoas próximas à ele fará com que todos sejam testados de uma forma como nunca antes foram.

Das margens de Cuba o filme inicia naquela pegada típica da franquia. Para proteger um primo, Dom faz um desafio correndo praticamente num carro zumbi, todo depenado, mas turbinado. Ele ganha o racha, correndo de ré em função do motor estar incendiado, mas acaba capotando e perdendo o carro, mas ganhando a aposta. No entanto, Dom se nega receber o carro do oponente, pedindo apenas o respeito, uma clara mensagem sobre a atual relação EUA x Cuba. 


O filme faz algumas viradas de personagens. O Dom, estranhamente se torna parceiro dos vilões, o que é visto com maus olhos (Jason Statham) se torna bonzinho salvando a criança e o fortão (Dwayne Johnson) é quem une a trupe para cruzar o globo e impedir que um anarquista desencadeie o caos... além de tentar trazer pra casa o homem que os tornou uma família. O filme tem a participação inclusive da excelente Helen Mirren. O 3D é absurdamente dispensável, e a trilha sonora não é tão marcante quanto nos filmes anteriores.

As cenas de ação do filme são de tirar o fôlego. Seja de alta velocidade, seja nas lutas, seja os carros correndo na neve. O elenco sente a falta do carisma de Paul Walker, mas é uma diversão garantida ver um filme como Velozes Furiosos. No final, quando tudo volta ao normal, o filme me entrega uma linda cena de a família celebrando a união e agradecendo ao Criador numa linda oração.

 Confira o trailer Velozes e Furiosos 8:

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A Paixão de Cristo por Pedro Sahel


Neste 12 de abril de 2017, você filho, encheu seu pai de orgulho ao representar o filho de Deus (Jesus Cristo) numa encenação teatral na escola que você estuda. Foi com lágrimas nos olhos que me emocionei vendo as fotos de sua apresentação. Por mais simples que seja, ela deve ter sido repleta de ensinamentos que tenho me dedicado a transmiti-lo desde quando você ainda estava no ventre de sua mãe.

Me recordo quando você ainda era um bebê e se emocionou ao ver uma apresentação da Paixão de Cristo no Retiro de 2013 e pediu para Jesus entrar em seu coração. Tenho convicção que Jesus tem estado com você, lhe cuidando, lhe protegendo e livrando de todo mal.

Fico emocionado ao lembrar de estar com você nos ensaios e apresentações do Grande Sacrifício 2016, que também fizeram com que a mensagem da cruz fosse colocada de forma ainda mais efetiva na sua mente e no seu coração.
No entanto, ver suas feições interpretando Jesus, seu empenho e dedicação em cada cena (ceia, lava pés, getsêmani e crucificação), e principalmente o seu entendimento acerca do maior ato de amor que a humanidade já viu: o sacrifício de Jesus na cruz pelos nossos pecados, me enche de esperança de saber que a semente que foi plantada no seu coração trará frutos.

Estou muito orgulhoso de você filhão! Que o amor de Deus continue encontrando espaço em seu coração.

Obrigado as tias Lívia Castro e tia Penellopy pela escolha de meu filho, bem como e empenho e dedicação de toda equipe nessa excelente demonstração de amor e cuidado aos pequenos, encenando a maior de todas as histórias. Grato também a tia Simone pelas fotos que tanto me emocionaram...


domingo, 9 de abril de 2017

Processo Seletivo Edital 001/2017 SEAPA/CENTEC


Na tarde desse 9 de abril de 2017, fiz a prova do Processo Seletivo Edital 001/2017 SEAPA/CENTEC, para uma das três vagas de Assistente Administrativo.

A prova (segue link) continha 10 questões de Português, 10 questões de Atualidades e 30 questões de Conhecimentos Específicos (Rotinas Administrativas)

Conforme gabarito (segue link), acertei 7/10 das questões de Português, 7/10 das questões de Atualidades e 23/30 questões de Conhecimentos Específicos (Rotinas Administrativas), totalizando 60 pontos, uma vez que as questões específicas tem peso 2.

UPDATE 28/04
Na 2ª fase, conforme resultado prévio, fui o que somei mais pontos: 14 (embora esperasse somar 16). Pelos meus cálculos, devo ficar em segundo lugar, mesmo tendo sido o décimo terceiro na 1ª Fase... Aguardando divulgação do resultado final após os recursos. Considerando que são 3 vagas, é bem provável que estarei em breve trabalhando na Secretaria de Agricultura, Pesca e Aquicultura (SEAPA). 

Nada mal para um filho de pescador que está há 14 meses buscando uma recolocação profissional. 

UPDATE 03/05
Foi publicado o resultado final do processo seletivo. Como esperado, fiquei em segundo lugar...
Agora é aguardar convocação!


sábado, 8 de abril de 2017

Capitão Fantástico


Drama Capitão Fantástico (Capitain Fantastic, EUA, 2016), de Matt Ross demorou uma eternidade para finalmente ser exibido em Fortaleza, graças ao Cinema de Arte do Cinépolis Rio Mar. O filme é exuberante! Apesar de criticar até mesmo o cristianismo, ele expõe bem suas justificativas e cativa com sua proposta libertária e não revoltada de ver a vida, emocionando o público com o amor de um pai pelos filhos e especialmente o amor que os filhos demonstram pelo pai. Filme obrigatório para estudantes de pedagogia, e para pais que se preocupam com a educação de seus filhos. Merece ser visto, discutido, debatido e apreciado por todos. É um delicioso road movie, que lembra um pouco a vibe de Pequena Miss Sunshine (2006). 
Sabe aqueles filmes que você não é mais o mesmo depois de assistir? Capitão Fantástico é um destes...

Em meio à floresta do Noroste Pacífico, isolado da sociedade, um devoto pai, Ben Cash (Viggo Mortensen)  dedica sua vida a transformar seus seis jovens filhos em adultos extraordinários, vivendo longe da civilização, no meio da floresta, numa rígida rotina de aventuras e aprendizado sobre sobrevivência. As crianças caçam, lutam, escalam, fazem música, leem obras clássicas de grandes autores, debatem sobre o conhecimento que adquirem com os livros, falam seis idiomas e praticam uma rotina rígida de duros exercícios físicos, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. Curioso os nomes exclusivos que as crianças possuem, tendo sido inventados pelos pais.


Eles vivem numa cabana sob uma educação segundo as leis da natureza com o objetivo de transformá-los em adultos saudáveis. Esse isolamento da sociedade é contestado pelo sogro de Ben, avô paterno das crianças, Jack (Frank Langella), que não admite essa forma de educar os netos. E esse conflito se fortalece quando eles recebem a notícia do suicídio da esposa/mãe, o que leva a família a entrar num conflito e tomarem a difícil decisão de deixar o isolamento, sendo forçados a terem um reencontro com parentes distantes trazendo à tona velhos conflitos. A princípio o pai reluta em levar os filhos de volta a sociedade, mas por insistência destes, que querem uma despedida digna daquela que os colocou no mundo, eles se vêem forçados a deixar seu paraíso e iniciar uma jornada pelo mundo exterior – um mundo que desafia a ideia do que realmente é ser pai e traz à tona tudo o que ele os ensinou.

As cenas em que há o contraste da educação moderna que as crianças atualmente recebem, e a alternativa proposta pelo filme são estarrecedoras. Educamos nossos pequenos para o consumo desenfreado, lhes damos uma má alimentação, os tornamos obesos pela falta de exercícios... Sem falar que enquanto que as crianças educadas na selva tem fortes convicções e noções de liberdade e direitos civis, as crianças da cidade sentam à mesa com celular, não podem discutir um assunto sério como o suicídio com os pais, mas podem ver atrocidades no vídeo game. Fato é que as crianças da selva tem dificuldades de relacionamento, como fica exposto na cena em que Bo (George Mackay) dá seu primeiro beijo. Julgar quem está certo ou errado não é a questão, pois tudo na vida requer equilíbrio, mas o mérito do filme em abordar estes assuntos de forma didática, divertida e inteligente é sensacional. 

A maior mensagem do filme, é a questão do amor que não deve faltar quando o assunto é educação familiar. O respeito também é fundamental, e o avô personifica a posição contrária a educação que as crianças recebem, que por terem consistência, fazendo com que Ben tome algumas decisões. Por mais que o filme critique até mesmo o cristianismo, até pelo fato da mãe ser budista, isso não ganha relevância na trama. Ao invés de celebrarem o nascimento de Jesus Cristo, a família comemora e trocam presentes (armas) no aniversário do filósofo americano Noam Chomsky (linguista com posições políticas de esquerda e crítico da política externa dos Estados Unidos). Que roteiro soberbo! O elenco infantil está muito bom em cena, assim como os coadjuvantes adultos. Viggo está um monstro no papel. Destaque também para o belo design de produção, a fotografia correta, a montagem dinâmica e, especialmente, a trilha sonora. Impossível não se emocionar com a cena em que a família canta Sweet Child of Mine, dos Guns N' Roses. 


O filme ganhou 12 troféus, entre eles o de Melhor Diretor da Mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, do Festival Internacional de Palm Springs, Karlovi Vary e dos Prêmios do Público e do Júri do Festival de Deauville – além de mais 39 indicações, tendo concorrido ao Oscar de Melhor Ator, para Viggo Mortensen. Segundo trabalho de Matt Ross, 46. Ator de terceiro escalão de Hollywood, tendo atuado em 12 Macacos (1995) e Psicopata Americano (2000) além de ter atuado em diversas séries de TV (A 7 Palmos e CSI, entre outras), realizou dois curtas e estreou com o filme 28 Hotel Rooms (2012), que permanece inédito no circuito comercial brasileiro. É bom ficarmos de olho nesse diretor. Talento ele cara tem.

Segue trailer de Capitão Fantástico:

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Despedida em Grande Estilo


Excelente comédia Despedida em Grande Estilo (Going in Style, EUA, 2017), de Zach Braff, refilmagem de um filme homônimo de 1979, dirigido por de Martin Brest sobre três amigos senhores de idade que amigos que decidem deixar a aposentadoria de lado e quebrar a rotina assaltando um banco, quando percebem que foram roubados pelas instituições financeiras ao "perderem" seus fundos de pensão e eles se verem desesperados para pagar suas contas e não decepcionar aqueles que amam, decidem arriscar tudo em uma aposta ousada. É uma mistura de As Loucuras de Dick e Jane (2005) de Dean Parisot com Antes de Partir (2007) de Rob Reiner e uma pitada de RED - Aposentados e Perigosos (2010) de Robert SchwentkeÚltima Viagem a Vegas (2013) de Jon Turteltaub.


Em uma época em que no Brasil só se fala da tal da reforma da previdência, conhecemos Willie (Morgan Freeman), Joe (Michael Caine) e Albert (Alan Arkin) são amigos há décadas e levam uma vida pacata, se encontrando para tomarem um ruim café da manhã, dividirem um pedaço de torta, por sofrerem com problemas financeiros. Quando Joe decide chamar Willie e Albert para elaborarem um assalto, exatamente da quantia que lhe foi usurpada pelas companhias financeiras. 

A cena em que os idosos ensaiam o roubo, furtando um supermercado é hilária e fazem eles perceberem que necessitam de ajuda profissional para elaborarem um plano e se rebelarem contra a exploração dos bancos. Por mais que vejamos a questão de modo cômico, é importante colocar uma luz no assunto sério que é a situação de muitos idosos no mundo inteiro. Ainda mais se o presidente golpista do seu país está querendo forçar uma aposentadoria com no mínimo 65 anos, ou 49 de contribuição... Espero que na terceira idade não tenha que assaltar um banco para sobreviver... Se bem que talvez precise assaltar um banco agora... (risos)

O grande destaque do longa é o elenco composto pelos talentosos e vencedores do Oscar Morgan Freeman (Menina de Ouro), Michael Caine (Regras da Vida, Hannah e Suas Irmãs) e Alan Arkin (Pequena Miss Sunshine). Se não bastasse, ainda temos a participação de Christopher Lloyd, em cenas hilárias... Com um elenco desse naipe, o filme funciona e muito pela bela atuação do trio e pela consistência do roteiro que é agradável, divertido e fluído. As transições são bem realizadas, devido o corte de cada cena ser bem trabalhado.

Veja o trailer de Despedida em Grande Estilo:


Os Smurfs e a Vila Perdida em 3D


Animação da Sony Pictures Animation Os Smurfs e a Vila Perdida (Smurfs – The Lost Village, EUA, 2017), de Kelly Asbury que é precedido por Os Smurfs (2011) Os Smurfs 2 (2013), ambos de de Raja Gosnell que misturam animação com personagens reais live-action, sendo que dessa vez vemos um filme totalmente animado, focado nos personagens criados no final da década de 50 pelo ilustrador belgaPierre Culliford, que nos provoca sentimentos nostálgicos de vermos personagens de nossa infância apresentados a uma nova geração, num excelente filme.

Na trama, Smurfette é a personagem principal e ela não está contente pois começa a perceber que todos os homens do vilarejo têm uma função precisa na comunidade, menos ela. O fato dela ser 
uma invenção do Gargamel também é abordado na trama. Algumas cenas no início e no fim do longa são apresentadas num formato de documentário, o que achei bem interessante para uma animação. Indignada por não se sentir uma Smurf de verdade, Smurfette parte em busca de novas descobertas e conhece uma Floresta Encantada com diversas criaturas mágicas, que abriga uma aldeia de Smurfs mulheres, lideradas pela Smurf-Magnolia (Ivete Sangalo na versão brasileira), uma espécie de Mamãe Smurf. . Enquanto isso, o vilão Gargamel segue os seus passos.


A animação está tecnicamente muito bem feita e bem colorida e inclusive faz bom uso do 3D. A trilha sonora, que tem participação de nomes como Demi Lovato, surge no momento certo, não sendo tão boa quanto foi em Trolls (2016) de Mike Mitchell e Walt Dohrn, mas as animações guardam suas semelhanças. O roteiro do filme é bem elaborado, e diverte os pequenos e os grandes com ensinamentos válidos de que devemos valorizar o que somos, o que nos define.


O filme não apela para a questão de namoricos e formação de casais, embora fique nítido o sentimento de Robusto pela Smurfette. A dublagem conta com nomes de qualidade como Rodrigo Lombardi e participações do naipe de Ivete Sangalo, que sem dúvidas, canta e dança melhor do que dubla, embora não comprometa sua personagem.

Segue trailer de Os Smurfs e a Vila Perdida:




quarta-feira, 5 de abril de 2017

A Cabana


Baseado no livro do escritor canadense William P. Young, lançado em 2007 nos EUA e que no Brasil vendeu mais de 4 milhões de cópias, A Cabana (The Shack, EUA, 2017), de Stuart Hazeldine não faz uma boa adaptação para o cinema, trazendo literalmente para a tela grande, o que é mostrado no livro. Atuação de 
Sam Worthington não convence, sendo que ele está presente em praticamente todo o filme com a mesma expressão de rosto. Quem não leu o livro, certamente irá se emocionar. Quem já leu o livro, se emocionará com a lembrança dos momentos prazerosos que a leitura ofereceu.

O sucesso do livro ocorreu em grande parte por abordar a temática da fé, atraindo a atenção do público religioso, com sua bela mensagem sobre amor, ódio, perdão e dor. Impossível ler e não chegar às lágrimas. Nesse sentido, a adaptação cinematográfica era inevitável, ainda mais com filmes que abordam a questão da fé sendo lançados constantemente nos cinemas ao longo dos últimos anos.


Depois de sofrer uma tragédia familiar, Mack Phillips (Sam Worthington) que sofre com o desaparecimento de sua filha pequena de seis anos, raptada em um acampamento de fim de semana e entra em uma profunda depressão, que o faz questionar suas crenças mais íntimas. Diante de uma crise de fé, ele recebe um bilhete supostamente escrito por Deus, que o convida para ir a uma cabana abandonada, o lugar em que ele teria o encontro com o Criador.. Mack encontra então verdades significativas que transformarão seu entendimento sobre a tragédia que abalou sua família e sua vida mudará para sempre.

O filme reverencia a fé cristã, com os principais conceitos cristãos sendo apresentados de forma didática. Nesse sentido, o filme se torna um sermão de mais de duas horas, sem um ritmo adequado para uma produção cinematográfica desse porte. A cena com a Sabedoria (Alice Braga) é enfadonha... Se o espectador estiver cansado, o cochilo será garantido, e em sonhos o público poderá também ter um encontro com o Deus apresentado no filme. O bom do filme é o fato dele ser extremamente honesto e não ser apelativo. Os conceitos são apresentados, os descrentes não são julgados, a informação não é manipulada e assim o público não é "forçado" à conversão.

A fotografia do filme estava um tanto quanto azulada, mas certamente por problemas na sala onde o filme foi exibido, que estava com a matiz de cores desregulada. Se a escalação de Sam Worthington foi extremamente equivocada, a vencedora do Oscar Octavia Spencer está perfeita como o Deus Pai. Sempre que ela aparece na tela, o filme ganha força. Também gostei das interpretações do Deus Filho e do Espírito Santo.

Acompanhe o trailer dublado de A Cabana:

O Espaço Entre Nós


Ficção científica voltada para o público juvenil, O Espaço Entre Nós (The Space Between Us, EUA, 2017), de Peter Chelsom cativa com uma história romântica simples, que apesar de ser uma aventura interplanetária, o roteiro de Allan Loeb e Stewart Schill parece uma típica adaptação literária e conta com uma interpretação convincente de Britt Robertson (Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível) e Asa Butterfield (A Invenção de Hugo Cabret).


Na história, vemos o lançamento espacial da primeira missão de colonização de Marte. A trupe é liderada por uma astronauta que durante a viagem descobre que está grávida. Assim, a gestação ocorre em gravidade zero. Quando o primeiro ser humano nascido em solo marciano nasce, a astronauta morre após o parto, sem revelar o nome do pai da criança. Assim, os responsáveis decidem criar o garoto em segredo em uma estação do planeta vermelho. Convenhamos que a premissa do filme é bem interessante.
Dezesseis anos depois, convivendo com apenas 14 pessoas nos primeiros anos de vida, Gardner Elliot (Asa Butterfield) demonstra ser um menino curioso e altamente inteligente, afinal o jovem astronauta recebeu uma educação restrita e pouco convencional, que alimentou nele uma enorme vontade de conhecer o seu pai biológico. Ele começa então um relacionamento pela internet com uma jovem da Terra, Tulsa (Britt Robertson) uma garota do Colorado, USA, que se torna uma grande amiga virtual sendo que os dois percebem ter muito em comum. Quando o jovem começa a planejar atravessar o universo para conhecê-la. 
Quando finalmente tem a chance de viajar para a Terra e conhecer sobre tudo o que leu enquanto esteve no espaço, Gardner descobre que seus órgãos não resistem à atmosfera do planeta. Ansioso para encontrar seu pai, o garoto escapa da equipe de cientistas que o cuidaram desde o nascimento e junto com Tulsa embarca em uma inesquecível corrida contra o tempo para descobrir a verdade sobre seu pai biológico. A dublagem do filme não compromete. 
Assista ao trailer de O Espaço Entre Nós:

terça-feira, 4 de abril de 2017

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell


Baseado no mangá Ghost in the Shell, de Masamune Shirow A Vigilante do Amanhã - Ghost In The Shell (Ghost in the Shell, EUA, 2017), de Rupert Sanders não diz a que veio, com um filme focado na estética e não na história, que se desenrola de forma desinteressante, sem nenhuma empatia, sendo enfadonha e aparentando ser mais longo do que a metragem que possui. Elogios para a trilha sonora, que é bem ao estilo Tron - O Legado (2010) de Joseph Kosinski.


A história da Major Mira Killian (Scarlett Johansson), uma agente especial, mistura de cérebro humano e máquina, uma ciborgue única, que em tese lidera a força-tarefa de elite intitulada Seção 9, que é dedicada a deter os mais perigosos criminosos e extremistas, e enfrenta um inimigo cujo único objetivo é destruir os avanços da Hanka Corporation, na tecnologia cibernética. Premissa o filme tem, mas de conteúdo ele se mostra vazio.

A sinopse diz que o filme se passa num mundo pós 2029, mas não creio que daqui há 12 anos viveremos numa realidade onde cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Por mais que a tecnologia faça parte do nosso dia-a-dia, não comprei a ideia do filme de aperfeiçoamento do corpo humano a partir de inserções tecnológicas


Considerada o futuro da empresa, a Major logo é inserida no Section 9, um departamento da polícia local. Lá ela passa a combater o crime, sob o comando de Aramaki (Takeshi Kitano) e tendo Batou (Pilou Asbaek) como parceiro. Só que, em meio à investigação sobre o assassinato de executivos da Hanka, ela começa a perceber certas falhas em sua programação que a fazem ter vislumbres do passado quando era inteiramente humana. Apesar de tudo, num belo dia ela acorda aceitando quem ela é, minando todo o conflito proposto, que foi muito mal explorado.

É o segundo filme de Sanders, o primeiro foi Branca de Neve e o Caçador (Snow White and the Huntsman, 2012) até então ele só havia filmado comerciais, tendo recebido dois leões de ouro no festival de Publicidade de Cannes. Talvez um diretor mais experiente teria apresentado uma história mais contundente. Se bem que o ideal seria vermos uma adaptação mais próximo do literal da animação O Fantasma do Futuro (Ghost In The Shell,1995) de Mamoru Oshii, e não apenas a cópia estilizada de uma cena ou outra, tornando o filme um emaranhado de cenas mal montadas, sem um enredo decente.


O filme que está sendo um fracasso de público e renda, foi contestado pelos fãs quando da escolha de Scarlett Johansson para interpretar uma personagem japonesa. Nada contra a atriz, que é muito boa por sinal, mas várias pessoas protestaram na internet contra a escalação de atores brancos para interpretarem papéis de outras etnias. Inclusive houve uma petição contra a iniciativa de colocar atores brancos para interpretarem personagens asiáticos recebendo mais 104 mil assinaturas. O documento foi intitulado "DreamWorks: Stop Whitewashing Asian Characters!"


O termo Ghost in the Shell é baseado no termo "Ghost in the machine", usado pela primeira vez por Arthur Koestler, em 1967. O trabalho vai de encontro ao dualismo mente-corpo descrito por René Descartes. Esperei ao longo do filme algum debate filosófico, por ter sido uma das inspirações dos irmãos 
Wachowski para Matrix (1999), mas se nem uma história consistente o filme tem, imagine algo mais profundo. Não vale o seu ingresso.

Confira trailer de A Vigilante do Amanhã - Ghost In The Shell:

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