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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Max Steel


Aventura do brinquedo da Mattel, Max Steel (Reino Unido/EUA, 2016), de Stewart Hendler surpreende com bons efeitos, mas se perde num fio de roteiro sem pé e nem cabeça, se mostrando extremamente desinteressante.

Max McGrath (Ben Winchell) é um típico adolescente de 16 anos que, como todas as pessoas da sua idade, está passando por um período de descobertas. Entretanto, além das transformações naturais na vida do jovem, ele tem sofrido com a descoberta de incríveis poderes que ele descobre ter quando entra em contato com uma força extraterrestre e com o robô Steel.


Andy Garcia está ridículo numa espécie de vilão. Acho que nem o público alvo do filme se identifica com o longa, que apesar da curta duração, parece ter uma metragem bem maior do que seus 88 minutos.

Segue trailer de Max Steel:

Um ano sem trabalho com carteira assinada


Parece surreal, mas é a realidade. Nunca imaginei passar um ano sem emprego de carteira assinada. Foram 10 meses desempregado, até que Deus providenciou um sustento. Surgiu também um bico que tem ajudado a complementar a renda, que nunca foi tão escassa...

Sou grato a Deus pela saúde que tem concedido a mim e a família, pois viver em nosso país dependendo do Sistema Único de Saúde (SUS) é depender plenamente da misericórdia divina. Quando precisei de auxílio médico, fui muito bem atendido tanto em posto de saúde, quanto nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Minha vida de oração nunca foi tão intensa...

Fico imaginando se não tivesse estudos... Certamente a situação estaria pior, pois se emprego está difícil para quem tem duas formações (Ciências Contábeis e Administração Pública) e uma pós graduação (Gestão de RH), pra quem não tem qualificação a situação é ainda mais crítica...

No entanto tenho vivido na dependência plena de Deus, e isso tem fortalecido a minha fé. "Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. (Habacuque 3:17,18)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Até o Último Homem


Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento. Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão; Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão. (Isaías 40:28-31)

Drama de guerra Até o Último Homem (Hawksaw Ridge, Austrália/EUA, 2016), de Mel Gibson, é inspirado na história verídica do paramédico Desmond T. Doss (1919-2006), o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso

No filme acompanhamos a jornada de um menino, que por carregar traumas ligados à violência e obedecer aos mandamentos bíblicos, “não matarás”, decide se alistar para a Segunda Guerra Mundial, mas se recusando a empunhar uma arma no campo de batalha e matar pessoas.
Doss (Andrew Garfield) vive sua juventude caipira no interior do Estado da Virgínia, escalando as montanhas de sua cidade, caminhando pelos bosques e frequentando a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Até que um dia, ele ajuda a salvar a vida de um mecânico, utilizando seu cinto como um torniquete para socorrer o ferido ao hospital. Nesse mesmo dia, ele se apaixona por uma bela enfermeira chamada Dorothy Schutte (Teresa Palmer), decidindo inclusive doar sangue só para estar próximo de sua paixão, com quem ele inicia um belo e recatado relacionamento. Mesmo sendo religioso, e tendo um ofício que o permitiria não se alistar, o rapaz decide se apresentar ao alistamento depois do ataque a Pearl Harbor, como a maioria dos jovens de sua época, mas se recusando a fazer o treinamento bélico devido a suas convicções morais e espirituais.
Ele pretende então se tornar paramédico do exército e ao invés tirar, ele pretende salvar vidas. Assim, Doss teve que travar uma batalha pessoal para sustentar essa determinação de servir ao exército sem pegar em armas. Assumir essa posição diante do batalhão, fez com que ele fosse hostilizado, ridicularizado, surrado, humilhado e até levado a corte marcial por seus comandantes superiores, o sargento Howell (Vince Vaughn) e o capitão Glover (Sam Worthington), que veem a recusa do rapaz em matar o inimigo como um ato de covardia.
O roteiro de Robert Schenkkan e Andrew Knight denota em vários momentos a importância do ambiente familiar na formação do caráter do personagem, especialmente nas conversas com sua mãe Bertha Doss (Rachel Griffiths) e nos dramas de seu violento pai Tom Doss (Hugo Weaving), um alcoólatra sobrevivente e traumatizado com os horrores da Primeira Guerra Mundial, mas que teve a ousadia de ajudar o filho quando ele estava prestes a ser condenado. Doss conseguiu a autorização para continuar servindo, e ao chegar ao campo, na Batalha de Okinawa ele salva praticamente sozinho mais de 75 homens, fazendo de Doss um homem respeitado pela sua tropa, a ponto do batalhão esperar Doss fazer uma oração para eles retornarem no campo de batalha.

A bíblia (Deus falando com o homem) está presente em diversos momentos do filme, e não apenas na cena de abertura com o texto de Isaías 40. Ela está presente no quadro da casa de Doss, quando ainda menino ele observa a cena do primeiro assassinato (Caim e Abel). Foi uma bíblia sagrada o presente que ele recebe de sua namorada antes de se alistar, além disso ela foi sua companhia no alojamento (enquanto outros viam pornografia) e até mesmo no campo de batalha, a palavra de Deus inspirada sempre o acompanhava. Já a oração (o homem falando com Deus) também se faz presente, especialmente nas cenas quando Doss está preso, sendo impedido de ir ao seu casamento e prestes a ser julgado, e especialmente na cena de batalha, quando ele fica sozinho e mantém um emocionante diálogo com Deus, que o capacita para salvar “só mais um” companheiro de guerra, totalizando 75 salvos...
Mel Gibson se mostra em ótima forma, 10 anos depois do seu último filme, o brutal Apocalypto (2006), com suas posições tradicionalistas, o diretor de A Paixão de Cristo (2004) imprime neste longa a força da fé, num roteiro com falas e cenas que remetem literalmente a passagens bíblicas, como quando Doss lava os olhos de um soldado ferido que julgava estar cego e lhe restitui a visão. O tom religioso do filme reforça a contundente mensagem antibelicista.
Desmond T. Doss acabou sendo atingido por uma granada, mas sobreviveu ao campo de batalha, sendo condecorado com duas medalhas Bronze Stars e três Purple Hearts, além da Medalha de Honra do Congresso. É incrível a humanidade e a humildade de Doss, que inclusive recusou diversos convites de adaptação cinematográfica de sua história, alegando que os verdadeiros heróis foram os que morreram em combate, tendo autorizado o produtor Terry Benedict a fazer o documentário The Conscientious Objector , somente às vésperas de sua morte. Trechos dessas entrevistas do documentário finalizam o filme emocionando a plateia.

Os aspectos técnicos do filme também são muito bons, principalmente nas cenas de batalha, onde vemos um show da montagem, e da edição e mixagem de som. Não à toa o filme foi indicado a seis categorias no Oscar 2017, são elas: Melhor Filme, Diretor (Mel Gibson), Ator (Andrew Garfield), Edição, Edição de Som e Mixagem de Som. 

Confira o trailer de Até o Último Homem:

sábado, 28 de janeiro de 2017

Sábado, pizza e comunhão


Neste 28 de janeiro de 2017, após um longo dia de trabalho, decidi ir com a família no Luau da IBC que estava acontecendo aqui pertinho de casa na barraca Praia Brasil. Acontece que quando chegamos, o evento estava chegando ao fim... Matei a saudade de alguns irmãos da igreja que não consigo ir desde o ano passado, o Sahel viu o tio Vitor do GF azul e lhe expliquei o motivo da ausência do Sahel nos últimos domingos, quando fui abordado pela Julia Marcelino e por suas amigas... Tratei logo de oferecer carona, pois uma nuvem de chuva rondava o local e ainda lembro o que é ser adolescente e precisar de caronas... Liguei para a Cris e informei do favor que faria em troca de uma pizza (risos) e não é que colou! Fomos deixar as amigas dela e fui com a família desfrutar de uma sábado à noite com pizza e comunhão...

Treino perfumado da Martins Presentes


Na manhã deste 28 de janeiro de 2017, fui com a minha irmã no Shopping Iguatemi às 5h da manhã, participar do treino perfumado, patrocinado pela Martins Presentes e algumas assessorias, com café da manhã, massoterapia e sorteio de perfumes. Corremos 6 Km, saindo do shopping pela Av. Washington Soares até um pouco depois do Fórum e voltamos... Pena não termos ficado para o sorteio de perfumes, pois fomos trabalhar!!!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Fortaleza 0 x 0 Bahia - Copa do Nordeste 2017

Na noite deste 26 de janeiro de 2017, fui ao estádio Castelão com o Adriel ver a estreia do Fortaleza na Copa do Nordeste 2017 contra a equipe do Bahia.
O jogo deixou claro o quanto o time do Fortaleza é esforçado, mas limitado tecnicamente. Alguns jogadores como Juninho Potiguar e Alan Vieira não servem nem para ficar no banco. Vacaria é raçudo, mas talvez ele esteja no esporte errado... MMA faz mais seu estilo...

Os demais jogadores foram razoáveis. Gosto do Marcelo Boeck, especialmente sua lucidez na saída de bola. São raros os chutões... Gosto do futebol do Jeferson, embora talvez ele jogue melhor pelo meio. Curto o ritmo do Anderson Uchoa, Rodrigo Andrade é nosso melhor jogador tecnicamente e não é essas coisas...Mas é mais capitão que o Lúcio Flávio precisa de um reserva urgente... Gabriel continua arisco, mas precisa melhorar finalização. Foram de nossos atacantes as melhores chances da partida. O público foi pequeno, mas foi o suficiente para vaiar aqueles que não corresponderam.

Segue vídeo com os melhores lances da partida:

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Taego Ãwa


Na noite deste 24 de janeiro de 2017, vi dentro da Mostra Retrospectiva 2016/Expectativa 2017 o documentário Taego Ãwa (Brasil, 2015) dos irmãos Marcela Borela e Henrique Borela que apresenta os índios Ãwa (conhecidos como Avá-Canoeiros do Araguaia), narrando sua trajetória a partir do encontro de cinco fitas VHS contendo registros culturais da tribo Ãwa.
O documentário não é meramente expositivo, e expõe o cotidiano de resistência dos índios, diante da opressão que nossos antepassados sofrem do homem branco até os dias atuais. Muito bacana conhecer a realidade indígena, num documentário que mostra imagens raras e um relato mais atual. Após a exibição do longa, ainda pude acompanhar um debate com um dos diretores mediado pelo Pedro Azevedo.

Assista ao trailer de Taego Ãwa:

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Os Penetras 2 - Quem dá Mais?

Neste 23 de janeiro, vi com o amigo Marcos Barbosa a ridícula comédia nacional Os Penetras 2 - Quem dá Mais? (Brasil, 2015) de Andrucha Waddington.

O longa é de uma baboseira sem tamanho. Me chama atenção um diretor do calibre de Andrucha Waddington aceitar um projeto como este. Não vi o filme anterior, o que piora ainda mais minha impressão. O título do filme não diz a que ele se propõe, o roteiro é ralo e apesar da curta duração, o filme parece longuíssimo. Já temos um filme na lista de piores do ano.

O filme apresenta Beto (Eduardo Sterblitch) que está internado em uma clínica psiquiátrica, desolado por ter sido enganado por Marco (Marcelo Adnet), o malandro que considerava seu amigo. Até que um dia ele recebe uma notícia que muda os rumos da sua vida e de seus parceiros, Laura (Mariana Ximenes) e Nelson (Stepan Nercessian), a morte de Marco. Há também a participação do suposto milionário Santiago (Danton Mello) e do mafioso russo Oleg (Mikhail Bronnikov). O filme tem uma cena de Beto com Oleg que é constrangedora...

Segue trailer de Os Penetras 2 - Quem dá Mais?:


La La Land - Cantando Estações


Musical La La Land - Cantando Estações (La La Land, EUA, 2016), de Damien Chazelle premiado com 7 Globos de Ouro e forte candidato ao Oscar, não é esse balaio de gato todo, mas é compreensível que ele seja premiado, pois agrada os votantes da academia, especialmente por homenagear a chamada “Era de Ouro de Hollywood”, com referências diretas a clássicos como Casablanca (194) e Juventude Transviada (1955). As cenas musicais bem coreografadas, e integradas de forma orgânica a trama que achei inclusive bem simples, mas muito bem sacada ao apresentar o ponto de vista de cada personagem. Chazelle deveria ser lembrado pelo espetacular Whiplash – Em Busca da Perfeição (Whiplash, 2014).


No filme, acompanhamos o romance em Los Angeles entre o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) e a atriz iniciante Mia (Emma Stone). Os dois se apaixonam perdidamente, mas preferem seguir em busca de seus sonhos a viverem um grande amor. Eles lutam por lugar ao sol, em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, e tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso. Aos poucos o amor vai passando por provações, uma vez que eles começam a se dedicar mais e mais ao trabalho, e vão se tornando bem-sucedidos.


Destaco a questão do jazz, que volta a ser abordada por Chazelle e uma cena musical encantadora com a participação de John Legend. Numa cena, Gosling interpreta algo parecido com o apresentado por Gene Kelly em Cantando na Chuva (1952). Se Whiplash era imprescindível para quem é baterista, este é obrigatório para os tecladistas, especialmente os que se rendem a trabalhos medíocres, seja numa banda de forró, ou tocando o disco de Natal da Simone na praça de alimentação de um shopping.

Venceu o Globo de Ouro 2017 nas categorias Melhor Filme de Comédia ou Musical, Diretor, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Roteiro, Trilha Sonora e Canção.

Veja o trailer de La La Land - Cantando Estações:

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Formatura de Ensino Médio - Saulo Rodrigues

Na noite deste 19 de janeiro de 2017, a família Rodrigues se reuniu para celebrar a Formatura de Ensino Médio do Saulo Rodrigues, numa linda festa no Imperium Buffet. Esse dia não ficará marcado pela morte "acidental" do ministro Teori Zavaski, mas por termos estado na formatura do Saulo!!!
Fomos cedo, e em dois carros, o classic e a Doblô do Josias, coube certinho a trupe. A vó e os tios do Parajuru também vieram prestigiar tão importante momento. A família ficou bonita na foto e curtimos bastante a festa, dançando, se divertindo, fazendo amizade com os garçons...

Saulo teve entrada ao som da Marcha Imperial, mas o que predominou na entrada dos jovens foi o funk... Com letras que ao menos incentivavam a descer até o chão... Até porque eles estavam num piso elevado... Poucos eram os que tinham bom gosto musical... A Simone era a mais emocionada e não podia ser diferente. Foram servidos salgadinhos, teve mesa de frios, e bastante refrigerante e água. As crianças aproveitaram mais do que ninguém o agradável ambiente. Meu Izahel estava uma lindeza só...
O jantar também todos satisfeitos para aproveitar a festa, que contou com a participação de duas bandas. A primeira começou a festa tocando excelentes músicas, depois teve que se render ao forró estilo Wesley Safadão... A segunda deixou os presentes acordados com muita batucada e animação. Entre uma banda e outra, teve valsa, que o Saulo dançou com quem pode... com a mãe, as tias, as primas...
As crianças aproveitaram bastante. Inclusive o sorvete que foi servido. Pra finalizar, ou expulsar aos poucos os que ali ficaram até altas horas da madrugada, o DJ soltou funk... Fomos para casa cansados, mas felizes por ter celebrado um momento tão singular para todos os que estiveram ali, especialmente os formandos e nosso grande Saulo!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sete Minutos Depois da Meia-Noite

Para lidar com seus problemas e aprender a ser corajoso, Connor convocou um monstro para lhe ajudar. Esta é a sinopse de Sete Minutos Depois da Meia-Noite (A Monster Calls, Reino Unido/EUA/Espanha/Canadá, 2016), de Juan Antonio Bayona, diretor do suspense O Orfanato (2007) e do drama/catástrofe O Impossível (2014), nesta adaptação do premiado romance homônimo, de Patrick Ness (no Brasil pela Editira Presença).
Levando uma existência de rejeição, o garoto Connor O’Malley, 13, sente-se invisível dentro de casa. A mãe está com câncer em fase terminal, o pai é um ausente e a avó, uma megera, não gosta muito dele, e, além disso, sofre bulying dos colegas de escola. Mas, todas as noites tem o mesmo sonho no qual uma gigantesca árvore em seu quintal ganha vida e cotidianamente lhe narra estranhas histórias.


Embora as conversas com a árvore tenham consequências negativas na vida real, elas ajudam Conor a escapar das dificuldades através do mundo da fantasia. No entanto, o filme não despertou a criança adormecida dentro de mim, talvez por não ter me identificado tanto com os problemas enfrentados pelo garoto. Deu foi sono, como quando estamos literalmente ouvindo uma fábula...




Confira o trailer de Sete Minutos Depois da Meia-Noite:

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Moana: Um Mar de Aventuras

Nova animação da Disney Moana - Um Mar de Aventuras (Moana, EUA, 2016), de Ron Clements, John Musker, Don Hall e Chris Williams. John Musker e Ron Clements, que foram também responsáveis por A Pequena SereiaAladdin e A Princesa e o Sapoapresenta uma mensagem de coragem para adultos e crianças

A aventura traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos chamada Moana Waialiki (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante esta grande aventura, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles embarcam em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas inusitadas, algumas até ferozes, e muita diversão. 


Esta corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores, tem o ímpeto de navegar. Com o intuito de descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Moana em sua jornada em mar aberto, enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo. Causa preocupação apenas o fato do filme incentivar os filhos a desafiarem seus pais, na busca de seu lugar no mundo,mas é exatamente isso que todo adolescente faz.

Apesar de Lilo & Stitch (2002) se passar na polinésia, trata-se da.primeira princesa polinésia da Disney, e a primeira navegadora do estúdio. segundo filme de princesa da Disney que não é centrado em um conto de fadas. O primeiro foi Valente (2012). Destaque para a excelente trilha sonora composta por Mark Mancina, que também trabalhou em outras animações Disney, incluindo O Rei LeãoTarzan e Irmão Urso.

Confira o trailer de Moana:

Trabalho Interno


Exibido antes de Moana - Um Mar de Aventuras (Moana, EUA, 2016), de Ron Clements, John Musker, Don Hall e Chris Williams, o curta Trabalho Interno (Inner Workings, 2016) de Leonardo Matsuda, diretor brasileiro que apresenta uma cativante e hilária história de um homem, que é guiado pelos seus órgãos internos: cérebro, coração, pulmões, intestino e bexiga, remetendo claramente a Divertidamente (Inside Out, 2015) de Pete Docter, só que agora não são as emoções que estão guiando a pessoa, sendo uma curiosa exploração do corpo humano. Os traços do personagem principal remete a Carl Fredricksen, o velhinho de UpAltas Aventuras (Up, 2009) de  Pete Docter e Bob Peterson.

A animação mostra a rotina de Paul, um sujeito tímido e solitário que vive uma luta constante entre seu lado lógico e pragmático e sua outra metade aventureira e livre. Insatisfeito com o seu trabalho, seus órgãos internos fazem com que ele ganhe coragem para seguir seus sonhos. É o eterno conflito entre cérebro e coração, aqui explorado com muito bom humor. Destaque para as constantes cenas do cemitério... Vale à pena, especialmente para os adultos.
O diretor estrante atua no departamento de histórias da Walt Disney Animation Studios e tem nos créditos o storyboard de ZootopiaOperação Big Hero e Detona Ralph. Antes, Matsuda trabalhou no departamento de layout de personagens em Os Simpsons – O Filme, na 20th Century Fox, e como storyboard artist júnior em Rio, na BlueSky Studios, além de ter sido estagiário de storyboard na Pixar Animation Studios.

Confira o trailer de Trabalho Interno:


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Assassin's Creed

Primeiro blockbuster de 2017 nos cinemas é a adaptação da série de games Assassin's Creed (Reino Unido/França/Hong Kong/EUA, 2016), de Justin Kurzel, que não empolga, desperdiçando todo o potencial da história e acaba não agradando cinéfilos nem os fãs dos jogos da Ubisoft.

O filme inicia em 1986 apresentando um garoto que gosta de aventuras, mas que testemunha o pai assassinando sua própria mãe. Com traumas da infância, Callum Lynch (Michael Fassbender), é mostrado 30 anos depois, preso e desenhando imagens assustadoras, até receber a visita de um padre, em função de sua condenação a morte. Ele acorda no dia seguinte diante de Sofia (Marion Cotillard) que lhe propõe uma nova alternativa de vida, por meio de uma tecnologia revolucionária que destrava suas memórias genéticas, e o permite experimentar as aventuras de seu ancestral, Aguilar, na Espanha do século XV.

Então o filme passa a ter dois ambientes, um com poucas cenas de ação e tomadas bem interessantes, parecendo um game e outro de enrolação e embromação que não levam a nada, tratando de fazer Callum finalmente entender que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e que acumula conhecimentos e habilidades incríveis para enfrentar a organização opressiva e poderosa dos Templários nos dias de hoje, na busca pela Maçã do Edén, um artefato que se encontrado, poderia acabar com a violência em virtude de acabar com a possibilidade do livre arbítrio. 

A exploração desse tema (o livre arbítrio), não é adequada ao que o filme se propõe. Deveria se ater a questão do entretenimento e não filosofar e perder tanto tempo em questões que não são devidamente esclarecidas, pois é questionável se o fim do livre arbítrio em si, garantiria o fim do problema da violência, como o filme propõe. E outra, um filme violento, criticar indiretamente a violência é fazer pouco caso de si mesmo e querer ser mais do que é de fato. Esse dilema é levado ao personagem principal, que de início volta aos ancestrais por obrigação e no fim, passa a decidir por convicção assumir a herança genética de assassino.

O roteiro do filme não é bem resolvido especialmente ao não tratar os Assassinos como heróis, e os Templários como vilões, uma vez que as ideologias de ambos não podem ser claramente chamadas de certas ou erradas. A edição também compromete um pouco, pois a mudança de ambiente é facilmente percebida e o timing não está adequado... O correto seria talvez depois que mergulhasse no jogo em si, só sair de lá quando finalizasse a missão e não ficar passando de fase em fase... Méritos apenas pros quesitos técnicos do filme, especialmente nas cenas de ação, que Kurzel já tinha realizado com excelência em Macbeth: Ambição e Guerra (2015). Nem com vontade de conhecer o jogo o filme me deixou...

Acompanhe o trailer de Assassin's Creed:

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Invasão Zumbi

Na noite deste 3 de janeiro de 2017, vi o thriller Invasão Zumbi (Busanhaeng, Coreia do Sul, 2016), de Sang-ho Yeon, surpreendente filme coreano que conseguiu chegar ao circuito nacional.

Em tempos onde a temática zumbi é supervalorizada, encontrar zumbi ágeis num filme, como vimos em Guerra Mundial Z de (World War Z, 2013) de Marc Forster, é de deixar o espectador tenso, num ambiente relativamente pequeno e fechado de um trem, como vimos anteriormente em Expresso do Amanhã (Snowpiercer, 2013) de Joon-ho Bong, outro diretor sul coreano. Percebe-se que os coreanos gostam de um filme num trem...

O filme apresenta num ritmo frenético as primeiras horas em que um surto viral misterioso se espalha pela Coréia, deixando a sociedade em estado de emergência, com um vírus não identificado se alastrando rapidamente pelo país, e obrigando o governo Coreano a declarar lei marcial. 

Assim, vemos alguns passageiros que estão no trem de alta velocidade com destino à cidade de Busan, uma cidade que defendeu com sucesso o surto viral. Agora eles devem lutar por sua própria sobrevivência! Acontece que na luta pela sobrevivência, algumas vezes o homem deixa de ser racional e revela instintos animalescos. O foco é numa garotinha, que está sofrendo com a separação dos pais. Ela está sendo levada pelo pai para que ela possa comemorar o seu aniversário com sua mãe. O pai, é um homem de negócios, que pensa exclusivamente em si, mas que diante da situação, passa a pensar um pouco mais no outro.

Destaque para a maquiagem convincente dada aos zumbis, e para a crítica social implícita aos ricos "coxinhas" que pensam apenas em si e em como explorarem o outro para sua sobrevivência. Méritos também para o excelente roteiro e para o trabalho de direção, que nos entrega por exemplo uma cena emocionante onde é mostrado apenas a sombra, enquanto o trem se movimenta. Sang-Ho Yeon fez um filme de animação intitulado Seoul Station, que é um prequel de Invasão Zumbi. Os eventos na estação de Seoul ocorrem um dia antes dos acontecimentos no trem para Busan.

Confira o trailer de Invasão Zumbi:

domingo, 1 de janeiro de 2017

Ele continua sendo bom, Ele continua sendo Deus em 2017!


Passei a virada de ano trabalhando e muito! Tanto no sábado 31/12, quanto no domingo 1/01 estive trabalhando arduamente para dar o sustento da minha família. Mas a virada, tive o privilégio de estar com a família e os irmãos de grupo de relacionamento na Festa da Virada na Igreja Batista Central de Fortaleza, onde tenho passado os últimos réveillons.

Confesso que estava cansado e meio desanimado, mas a festa foi maravilhosa!
Teve o junta panela, muito louvor, alegria, peça teatral, uma mensagem sobre esperança e adentramos o ano louvando a Deus, afinal Ele continua sendo bom, Ele continua sendo Deus...

Segue vídeo da família louvando ao Senhor:
https://www.facebook.com/ronald.luis.98/videos/10209744351783583/