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segunda-feira, 5 de julho de 2021

Parque Independência


Na tarde desse 5 de julho, visitamos o Parque Independência que abriga o Monumento  Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, que tem em seu acervo a tela em homenagem ao Grito do Ipiranga, de autoria de Pedro Américo, e o Monumento à Independência, de autoria do italiano Ettore Ximenez, construído para o centenário da Independência em 1922.

O Parque Independência fica no bairro do Ipiranga, na Avenida Nazareth s/nº na zona sudeste da capital, tendo uma área de aproximadamente 161.300 metros quadrados e recebe por volta de 7.000 visitantes aos domingos. É administrado pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.


O Monumento à Independência do Brasil, também chamado de Monumento do Ipiranga ou Altar da Pátria, é um conjunto escultórico em granito e bronze pertencente ao Parque da Independência. Localiza-se às margens do Riacho do Ipiranga, no lugar histórico onde D. Pedro I teria proclamado a independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 7 de setembro de 1822. 

Sua construção principal é feita de granito ornado com diversas estátuas de bronze que representam momentos de luta pela independência (como a Inconfidência Mineira) e pessoas que participaram do processo de independência do Brasil (como José Bonifácio). 



Em uma das faces o monumento apresenta uma interpretação do famoso quadro Independência ou Morte do pintor Pedro Américo, que traz uma alegoria do momento conhecido como o Grito do Ipiranga. O Monumento foi inaugurado como parte das comemorações ao centenário da independência, em 1922, embora tenha sido concluído apenas quatro anos depois.

Em 1953 fora iniciada a obra da cripta Imperatriz Leopoldina e depois em 1972 foram nela depositados os restos mortais de D. Pedro I, e em 1984, D. Amélia. Já em 2000 fora desenhado pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) uma forma de acesso ao interior do monumento onde jazem os restos mortais destes, chamando o espaço de Capela Imperial

Fomos também na Casa do Grito, uma edificação de importante relevância histórica, compondo a cultura material da cidade de São Paulo. O imóvel está relacionado ao marco da Proclamação da Independência brasileira ocorrida em 1822. Seu nome deriva-se ao grito de D. Pedro I ao proclamar a independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822. A edificação simboliza a casa retratada no quadro "Independência ou Morte" de Pedro Américo, pois atualmente possui características semelhantes às do quadro.


O documento mais antigo referente a esse imóvel é datado de 1844, o que sugere hipóteses sobre sua fundação. Nessa época o material de sua edificação era de "pau-a-pique". A casa passou por alguns reparos até apresentar o aspecto que se vê hoje. A casa ficou relegada ao abandono até 1955, quando uma campanha, realizada pela Sociedade Geográfica Brasileira e o jornal A Gazeta, atribuiu caráter histórico ao imóvel, a partir da constatação de sua técnica construtiva: a taipa de sopapo ou pau-a-pique. Lançaram, então, a ideia de recuperá-la para visitação pública. Certamente, esta ideia estava vinculada às comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo. As obras de restauro, incluindo uma janela falsa, tiveram a intenção de aproximá-la da casa representada na obra de Pedro Américo, no intuito de caracterizá-la com o cenário composto pelo artista.


O imóvel é tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico (CONDEPHAAT), que integra o acervo de Casas Históricas, sob a responsabilidade do Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo e abriga exposições diversas com temas relacionados à cidade.


O Museu Paulista (conhecido como Museu do Ipiranga e atualmente fechado para reforma) e de Zoologia, são administrados pela Universidade de São Paulo. Na descida, vimos muitos jovens com skates numa parte da Praça do Monumento, que são utilizadas pelos praticantes e que tem a presença de muita gente.


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