Fomos ver a classificação brasileira para a segunda fase na Copa na igreja em comunhão com os irmãos.
Porto Seguro esteve em peso bem representado. Teve pratinho na chegada e jogos para a criançada que cantou o hino a pleno pulmões.
O time jogou bem e abriu rapidamente o placar após pressão de Rayan, a bola sobrou pro Vini driblar o goleiro e marcar. O juiz roubou um gol do Vini, mas em seguida ele marcou de cabeça.
Eu usei a peruca do Luca e fiz a festa incentivando nossa seleção. No segundo tempo Matheus Cunha marcou o terceiro gol.
Triller de ficção científica Dia D [Disclosure day, Estados Unidos], de Steven Spielberg.
Se você descobrisse que não estamos sozinhos e se alguém mostrasse, provasse isso, você ficaria assustado? Estamos cada vez mais perto do... Dia D.
Com argumento de Steven Spielberg, o roteiro foi escrito por David Koepp apresenta na trama um mundo entra em pânico após um evento inexplicável ser transmitido ao vivo na televisão. Nele, fenômenos estranhos ao redor do planeta parecem estar cada vez mais próximos. Assim, segredos militares são expostos desencadeando uma crise global jamais vista antes. Agora, a inteligência alienígena se torna cada vez mais evidente, e os estudiosos, cientistas, autoridades e civis precisam aprender a lidar com a ideia de uma sociedade que nunca esteve sozinha. O final é bem reflexivo, sobre ouvirmos o outro. Dia D é um filme sobre crenças, não no sentido religioso, mas por aquilo que se acredita. "Não tenha medo do que você não conhece"
Na trama de Dia D, um especialista em segurança cibernética, Dr. Daniel Kellner (Josh O'Connor), e uma meteorologista da TV, Margaret Fairchild (Emily Blunt), descobrem uma conspiração do governo de décadas para encobrir evidências sobre a vida alienígena e seu contato com a humanidade. Eles partem em uma missão perigosa contra o líder corporativo Noah Scanlon (Colin Firth) para finalmente revelar as provas e a verdade para oito bilhões de pessoas.
O filme revela a vida alienígena quando na verdade está falando sobre nossa própria sociedade. Em meio a tantos conflitos e guerras que tomam nossas redes sociais e noticiários diariamente, serve como um apelo à empatia, de esperança pelo futuro da humanidade. Quando o cinema e as imagens não nos trazem apenas conhecimento, mas transformação.
Nesse sábado revi Toy Story 5 em IMAX 3D, porque o melhor filme do ano, merece a melhor tela de cinema.
Novamente levamos os brinquedos, mas desta vez, apenas os protagonistas do quinto filme.
A UCI estava distribuindo tatuagens e cartela de adesivos.
Ganhamos a tatoo, mas os adesivos apenas na Cinépolis, pois não somos clientes Unique.
Curtimos o filme novamente, até as cenas pós créditos (são duas). É sempre bom poder rever um filme no cinema. O 3D do Imax como o óculos é grande, não é tão ruim quanto o tradicional.
A animação da Pixar faturou alto na estreia e reforçou a força de uma das franquias mais lucrativas do cinema. No Brasil, o desempenho também foi destaque. Entre quinta-feira e domingo, o longa arrecadou R$ 185 milhões e levou 1,25 milhão de pessoas aos cinemas. Com a soma das pré-estreias pagas, o resultado chegou a R$ 207,7 milhões e 1,4 milhão de espectadores. Segue teaser:
Animação Toy Story 5 [Toy Story 5, Estados Unidos] de Andrew Stanton, McKenna Harris, dá sequencia as aventuras de Buzz, Woody, Jessie e os demais brinquedos tradicionais quando eles são desafiados pela nova obsessão das crianças do século XXI: os dispositivos eletrônicos.
Os tempos mudam, mas os amigos são para sempre. O filme coloca a vaqueiraJessie como protagonista em uma batalha contra às tecnologias que estão tomando a atenção de Bonnie, a herdeira dos brinquedos de Andy.
Depois de se separar dos amigos no final de "Toy Story 4", Woody volta à cena, mais como coadjuvante, para ajudá-los quando Bonnie ganha a Lilypad, um tablet e o novo favorito das crianças. Bonnie tem cerca de oito anos de idade e gosta de brincar com Jessie, Buzz Lightyear e seus outros brinquedos. Mas Bonnie é muito tímida e se sente desconfortável para fazer amigos de carne e osso.
Seus pais decidem comprar para ela, mesmo contrariados, um tablet chamado Lilypad (Greta Lee). Assim, ela poderá ter acesso aos jogos online que reúnem as meninas da sua aula de dança. Os brinquedos temem que a tecnologia digital os tenha deixado obsoletos.
O filme aborda então a disputa entre a permanência afetiva dos brinquedos e a sedução imediata dos dispositivos eletrônicos, mas em seu âmago vemos que os brinquedos não se importam apenas pelo tempo em que são usados, mas pelo vestígio afetivo que deixam na formação de uma criança.
É nesse contexto que uma importante figura retorna! Woody, mais velho, careca, barrigudo e experiente, vai tentar tudo que pode para ajudar todos a conseguirem lidar com essa nova realidade. Os brinquedos seguem uma jornada difícil de aprendizado que revela que a tecnologia e a tradição podem coexistir, mas também acendem um alerta sobre a quantidade de horas que uma criança passa em frente a telas, adaptação e a perda de afeto humano com a chegada do distanciamento causado pelo digital.
As cenas em 2D, em que a imaginação infantil reorganiza o mundo ao redor dos brinquedos estão entre as mais inspiradas do filme. Destaque para o casamento do Buzz e da Jessie. O arco de Jessie aliás é o eixo mais interessante dessa tentativa de maturidade. A personagem apresentada em Toy Story 2 carrega uma angústia que dialoga diretamente com o coração histórico da série: a possibilidade de um brinquedo já ter cumprido sua função. Ela que foi abandonada por sua antiga dona Emily, descobre no novo filme se aprofunda no trauma da vaqueira enquanto o medo da rejeição surge novamente com a chegada da tecnologia e Lilypad.
Brincar sempre foi uma forma de organizar o medo, a solidão e o desejo de vínculo. A nova situação é ainda mais estressante para os pais de Bonnie, tanto que eles receiam estar expondo a menina ao risco de abusos online, mas também não querem que ela seja socialmente marginalizada.
Eu e os meninos gostamos tanto dos brinquedos, que fizemos questão de levar eles ao cinema. Meu filho inclusive criou os bonecos do quinto filme, apenas com as imagens de divulgação do longa. Sou fã desde criança da franquia, e amava ver no VHS. Meus filhos tiveram chá de fraldas com tema Toy Story e a decoração do quarto deles também foi nessa temática.
O filme traz complexidade e faz questão de não mostrar Lilypad como uma vilã unidimensional, reforçando que sua intenção também é fazer Bonnie feliz – mesmo com métodos diferentes. A animação é um grande manifesto pela imaginação, o que é uma mensagem poderosa em tempos de inteligência artificial e algoritmos.
Assim como tivemos Garfinho no filme anterior, a melhor novidade de Toy Story 5 ao lado de Lilypad (dublado pela Maisa) é Amigo Rolinho (dublado por Rafael Infante), um dispositivo tecnológico que ensina crianças a irem ao banheiro. Com seu estilo frenético e debochado, o personagem injeta uma energia caótica que funciona muito bem na narrativa e rende os momentos mais hilários da produção.
Por outro lado, os brinquedos clássicos, como Sr. Cabeça de Batata, Sr. Porcão, Slinky e Rex, têm pouco espaço e servem apenas como alívio cômico em cenas pontuais. Quem se destaca no fim das contas é a música da Taylor Swift nos créditos finais. Toy Story segue fazendo o que faz de melhor, tocando nossos corações com uma história que realmente tem algo a dizer.
Celebramos o aniversário do Luca em 3 momentos. Um com os amigos da igreja e do Porto no Asturias, outro com os familiares distantes no Conjunto Industrial e outro com os amigos da escola e os familiares mais próximos lá no Navegantes.
A ideia surgiu na ida para o Garrote, ensaiar para a SACC. Luca não queria festa, queria figurinhas, então fiz a festa da figurinha para o Luca.