Adaptação de He-Man, Mestres do Universo [Masters of the Universe, Estados Unidos], de Travis Knight, diverte com sua história clássica e um tanto quanto brega. Só faltou tocar a música do Balão Mágico, pra mim ser teletransportado pra minha infância.
Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto. Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com os aliados mais próximos e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo, enfrenta o maligno Esqueleto para salvar o planeta Eternia e proteger os segredos do Castelo de Grayskull.
O pequeno príncipe Adam (Nicholas Galitzine). Agora, ele conseguiu recuperar essa conexão e precisará voltar para Eternia, sua cidade natal. No entanto, uma ameaça mortal terá que ser derrotada para salvar todos os seus conterrâneos: o diabólico Esqueleto (Jared Leto) está tentando destruir tudo.
Para que tudo dê certo, ele terá que desvendar seu passado e ainda assim contar com ajuda de seus aliados mais próximos, como Teela (Camila Mendes) e Duncan/Homem-de-Armas (Idris Elba). Adam, terá que enfrentar seus medos e abraçar o seu verdadeiro destino como He-Man.
Adaptar um desenho animado em que um homem ganha poderes místicos ao realizar um brado com uma espada não é uma missão fácil. Ainda mais quando ele se transforma em uma versão musculosa e com poucas roupas logo na sequência. Por mais cringe que o filme pareça, ele agrada.
Suspense Backrooms: Um Não-Lugar [Backrooms, Estados Unidos], de Kane Parsons mistura ficção científica e terror psicológico. Escrito por Will Soodik, o filme é baseado na websérie de Parsons e inspirado na creepypasta homônima.
O filme se passa em uma dimensão paralela, quando uma terapeuta é forçada a enfrentar o desconhecido para trazer seu paciente desaparecido de volta ao mundo real. O filme prende a atenção, mas acho que não gostei da experiência, pois não leva a lugar nenhum, embora talvez esse seja o objetivo.
Inspirado em um curta-metragem popularmente conhecido na internet. Clark (Chiwetel Ejiofor), um vendedor de móveis, a história toma rumo quando ele faz uma descoberta perturbadora do porão de sua loja. Se tornando em uma espécie de labirinto, diversos lugares novos surgem, possivelmente dando de cara a outra realidade. Inquieto com a situação, Clark convence Kat (Lukita Maxwell), sua funcionária, e Bobb (Finn Bennett), namorado dela, para conhecer a extensão e entender um pouco mais sobre ela. No entanto, quando Clark desaparece, a Dra. Mary Kline (Renate Reinsve), sua terapeuta, resolve ir atrás dele, mas também acaba se perdendo pelo labirinto.
Do universo Star Wars, O Mandaloriano e Grogu [The Mandalorian & Grogu, Estados Unidos], de Jon Favreau parece ser uma série com alguns episódios, que transformaram num filme. Talvez funcione pra quem já acompanha no Disney +.
Din Djarin (Pedro Pascal) e Grogu retornam em uma nova aventura pelo universo de Star Wars, dando continuidade aos acontecimentos da série The Mandalorian. Após a queda do Império, a dupla parte em missão para localizar esconderijos de senhores da guerra imperiais espalhados pela galáxia.
Enquanto a incipiente Nova República trabalha para proteger tudo pelo que a Rebelião lutou, eles recrutam a ajuda do lendário caçador de recompensas mandaloriano Din Djarin e de seu jovem aprendiz Grogu. Eu queria simpatizar mais com Star Wars, mas não consigo.
A trama acompanha o caçador de recompensas solitário, o Mandaloriano Din Djarin e seu aprendiz Grogu, embarcando em uma nova e emocionante aventura. A trama dará continuidade aos acontecimentos vistos na série The Mandalorian sob o contexto da recente queda do Império e, enquanto a Nova República luta para estabelecer as fundações do governo baseadas na luta da Rebelião, o lendário caçador de recompensas Mandaloriano Din Djarin e seu jovem aprendiz Grogu entram em uma missão para achar os esconderijos dos senhores da guerra Imperiais espalhados pela galáxia.
Clássico Top Gun: Ases Indomáveis [Top Gun, Estados Unidos, 1986], de Tony Scott reexibido em comemoração aos 40 anos de lançamento do filme.
A trama se passa na escola naval de pilotos é onde os melhores treinam para refinarem suas habilidades de voo de elite. Quando o piloto Maverick (Tom Cruise) é enviado para lá, sua atitude irresponsável e comportamento arrogante o colocam em desacordo com outros pilotos, especialmente Iceman (Val Kilmer). Porém, Maverick não está apenas competindo para ser o piloto superior de caça, ele também quer a atenção de sua bonita instrutora de voo, Charlotte Blackwood (Kelly McGillis).
Ação Mortal Kombat II [Mortal Kombat 2, Estados Unidos], de Simon McQuoid, a mais nova e aguardada produção da franquia blockbuster de videogame, Mortal Kombat 2, em toda a sua gloriosa brutalidade
Os campeões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage (Karl Urban) – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o governo sombrio de Shao Kahn.
A produção não apenas expande os horizontes geográficos, levando a ação para fora da Terra, mas também coloca o torneio titular — o verdadeiro coração de Mortal Kombat, no centro da trama. Desta vez, Shao Kahn ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.
O elenco conta com atores como Adeline Rudolph, Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks, Tati Gabrielle, Lewis Tan, Damon Herriman, e com Chin Han como o Imperador da Exoterra, Shang Tsung; Tadanobu Asano como Lorde Raiden; Joe Taslim como o guerreiro Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada como Hanzo Hasashi e Scorpion.
Cage é forçado a confrontar a realidade de que o mundo é muito maior e mais perigoso do que os sets de filmagem onde ele costumava atuar. Sua relutância inicial em participar do torneio é quebrada pela necessidade de sobrevivência e pela descoberta de que ele possui um papel fundamental no destino dos reinos.
Kitana (Adeline Rudolph) é apresentada como a filha adotiva de Shao Kahn, vivendo sob a sombra do tirano. No entanto, o filme revela que ela atua secretamente como uma espiã para Raiden, fornecendo informações cruciais para os defensores da Terra.
O clímax de sua jornada ocorre durante a rodada final do torneio, onde ela finalmente revela sua verdadeira lealdade. Em um momento de catarse absoluta para o público, Kitana vira o jogo contra seu opressor, vingando seu pai biológico ao eliminar Shao Kahn e, consequentemente, assumindo seu lugar de direito como a nova governante de Edenia.
O diretor Simon McQuoid assume a direção da sequência de sua explosiva aventura cinematográfica de 2021, com roteiro escrito por Jeremy Slater, baseado no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Mortal Kombat 2 foi produzido por Todd Garner, James Wan, Toby Emmerich, E. Bennett Walsh e McQuoid, e tem produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Slater e Lawrence Kasanoff.
A equipe de produção criativa de Simon McQuoid nos bastidores de Mortal Kombat 2 inclui o diretor de fotografia Stephen F. Windon; o designer de produção Yohei Taneda; o editor Stuart Levy; a figurinista Cappi Ireland; Rich Delia, responsável pelo elenco; e o compositor Benjamin Wallfisch na criação da trilha sonora.
Show musical Billie Eilish - Hit me hard and soft: The tour in 3D [Billie Eilish - Hit me hard and soft: The tour in 3D, Estados Unidos], de James Cameron, Billie Eilish apresenta a cantora vencedora do Grammy, Billie Eilish, apresenta seus sucessos durante sua turnê mundial com ingressos esgotados.
O filme traz performances ao vivo de hits como “LUNCH”, “Birds of a Feather” e “CHIHIRO”, além de mostrar os bastidores da atual turnê mundial de Billie Eilish, uma das maiores artistas pop da música contemporânea. Ela impactou a indústria musical. Ele revolucionou o cinema. Juntos, irão reinventar a experiência cinematográfica de assistir shows!
Confesso que esperava um pouco mais. Os bastidores mostra apenas algumas horas antes do show, sendo a melhor cena a interação com os fãs na janela. mostrada no trailer. Mostrar por trás e por baixo do palco é interessante.
Quanto ao 3D, extremamente desnecessário e a melhor câmera, é uma de mão quando vemos Billie filmando a si próprio durante o show. O palco central é interessante, a performance da garota incrível, mas foi vendido a maior experiência cinematográfica, e ela fica comprometida com imagens tremidas devido o 3D.