quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Jogos Mortais - Jigsaw


Oitavo filme da franquia, Jogos Mortais - Jigsaw (Jigsaw, Estados Unidos, 2017) de Michael e Peter Spierig tenta resgatar o sucesso dos primeiros filme da saga, que teve seu auge apenas em Jogos Mortais (2004) de James Wan. Agora, vemos uma sucessão do que aconteceu de ruim nos demais filmes, sem nenhuma criatividade, sendo um filme totalmente esquecível.

Depois de uma série de assassinatos, todas as pistas estão sendo levadas a John Kramer (Tobin Bell), o assassino mais conhecido como Jigsaw. Conforme a investigação avança, os policiais se encontram perseguindo o fantasma de um homem morto há mais de uma década. Assim, o legado do assassino Jigsaw continua a atormentar a vida das pessoas. Corpos começam a aparecer por toda a cidade, cada um desenhado com as mais horrendas das mortes. Todas as investigações apontam na mesma direção mas ninguém quer ousar dizer o nome do homicida falecido.

O filme até começa bem, com uma cena de perseguição, mas depois somos colocado no jogo mortal de meia dúzia de vítimas em uma espécie de celeiro, enquanto acompanhamos os trabalhos de investigação de dois policiais e um casal de médicos forenses que partem em busca do culpado do crime, que ao que tudo indica, trata-se do falecido John Kramer. No filme, conhecemos Logan Nelson (Matt Passmore) um investigador que precisa reunir as peças do quebra-cabeça, e tem uma certa empatia com o público por ter uma história trágica como pano de fundo. Ele conta com a ajuda de uma cientista-forense (Hannah Emily Anderson) para descobrir se John Kramer está vivo, ou se conseguiu recrutar um novo seguidor.

A direção é simplória, o elenco ruim, a dublagem nacional fraquissima, ainda mais com textos que são tão banais, que não transmitem nenhuma credibilidade. O roteiro de Pete Goldfinger e Josh Stolberg ainda entrega um plot-twists sem coerência, que aliada a má atuação do vilão da vez, se torna tosca. Destaque para a saudosa trilha, que ganha alguns riffs interessantes e continua sendo poderosa na sala escura.

Acompanhe o trailer de Jogos Mortais - Jigsaw:
 

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Os Parças



Comédia nacional Os parças (Brasil, 2017) de Halder Gomes, de Cine Holliúdy (2012) e O Shaolin do Sertão (2016), apresenta uma série de esquetes cômicas, que soam às vezes até de forma preconceituosa, tendo como ponto alto uma cena dramática sobre as agruras de um nordestino.

Chantageados e enganados por um ambicioso tranbiqueiro (Oscar Magrini), Toinho (Tom Cavalcante), Ray Van (Whindersson Nunes), Pilôra (Tirullipa) e Romeu (Bruno de Luca) irão organizar uma festa inesquecível de casamento, mas sem nenhum dinheiro no bolso. Caso falhem, terão que lidar com o maior contrabandista da famosa rua 25 de Março em São Paulo, que é também o pai da noiva.

A ambientação do filme até é interessante, em seu início vamos uma frase de Larisse Linspector, que amigo é pra acudir o outro (numa bela piada), vemos então várias imagens que mostram a loucura que é São Paulo, especialmente nas redondezas da 25 de março. O filme no entanto exagera das piadas em detrimento de um roteiro coerente, onde as coisas simplesmente vão acontecendo. A trilha sonora é cafona, com músicas ruins do naipe de Virando Copinho (Nêgo John/ J. Telles). É um típico filme de produtor. Não vale à ida ao cinema.

Veja o trailer de Os parças:
 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Oficina G3 nos 14 anos do Sal Surfistas


Na noite deste 4 de dezembro de 2017, estive na celebração de aniversário do Sal Surfistas, no anfiteatro da beira-mar, que contou com a presença da maior banda cristã de todos os tempos: Oficina G3. Fiquei sabendo por volta das 17h, então foi só chegar em casa e partir para o Sal.

O G3 veio fazer um show no Teatro Rio Mar Fortaleza em 03/12, cheguei a comprar ingressos para o evento, até perceber que não poderia comparecer, pois estaria na CopaNE em Barra de Camaratuba/PB. Ainda bem que o Adriel fez bom uso dos meus ingressos...

Então, como ocorreu em 2016, o Oficina fez uma apresentação gratuita e evangelística no Sal Surfistas. E novamente o show foi muito bom. Estava muito cansado da viagem de retorno e do dia de trabalho, mas ainda assim fui com a família rever os amigos e ouvir as canções do G3, do repertório Na Igreja. Ficamos ao lado de uma galera do Comando Oficina G3, como o Wagner, a Tatiana... Depois chegaram o Adriel e as KKKs (Keila, Kelly e Kassia).

Destaque para a versão acústica de Até Quando? [Humanos] numa levada diferente que levantou a galera. Para partir o coração dos fãs, o evento encerrou com uma trinca com Espelhos Mágicos, Magia Alguma e O Tempo... Segue set list completo da apresentação:

Encontro 

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Quebrantado
Confiar
Me Derramar
Além do Que Os Olhos Podem Ver
Incondicional
Palavra do Yohan
Quem
João
Até Quando? (Humanos)
Espelhos Mágicos
Magia Alguma
O Tempo

Segue vídeo de trechos do Oficina G3 no Sal Surfistas:

domingo, 3 de dezembro de 2017

Percurso Médio CopaNE 2017 em Barra de Camaratuba


Na manhã deste domingo, 3 de dezembro de 2017, após uma noite de sono tranquilo, um café da manhã de acantonamento (pão da padaria que tinha em frente a escola, e café solúvel feito na hora), me dirigi para o local de prova do percurso médio com a Alícia do COP, que conheci nesta CopaNE, e que será a futura atleta de elite do CODL (ela vai se mudar pra Fortaleza!)



A largada ocorreu no Parque Ecológico do Caranguejo-Uçá, que inclusive é uma Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) localizada no distrito de Barra de Camaratuba. Ao chegar no local de partida, recebo os parabéns do Sérgio Brito, pelo excelente resultado no percurso Pre-O, obtendo a segunda colocação. Como só iria largar às 9:30h, a notícia me incentivou a lutar para chegar no pódio da minha categoria e conseguir três medalhas na CopaNE 2017.


No bate-papo pré prova, tratei de jogar pressão para o atleta Carcará Bruno Santos (CBO 15911), parabenizando pela prova do dia anterior, e pedindo pra ele manerar um pouco e dar chances pros adversários... Não sei até que ponto cada um leva esse tipo de provocação como incentivo ou como pressão na prova. Só sei que sou assim e funcionou! Larguei com ímpeto de tentar manter a terceira colocação obtida no dia anterior. Não imaginava ameaçar a vantagem conquistada pelo Bruno, tampouco conseguir bater o fotógrafo velocista Vinícius Araújo (CBO 15979) do Borborema Azimute, que larga cedo pra conseguir tirar fotos após concluir seu percurso.


Corri até o triangulo disposto a dar o melhor de mim. Meu primeiro ponto (117) estava num muro próximo ao campo que servia de estacionamento. Fui o mais rápido a alcançar este ponto em minha categoria, com 3'58''. O segundo prisma (82) estava numa cerca ali perto, mas num trecho de subida íngreme. O terceiro ponto de controle (115) estava no cruzamento de uma cerca com uma trilha. O quarto ponto (89) estava numa trilha, numa área sombreada. De lá, contornei uma área de mata fechada e marquei o quinto ponto (98) numa área de limite de vegetação. De lá, segui para o norte numa área de livre corrida e peguei a trilha à esquerda. Com uma extensa área de sombra, foi cebo nas canelas até o sexto prisma (101) que estava na cerca ao final da trilha. Para ir ao sétimo ponto de controle (99), cruzei a cerca e segui a trilha, parando no ponto de água após o ponto de passagem, e seguindo pela trilha até avistar o prisma no buraco. Olhando o gráfico de resultados, vi que até esse ponto o Vinícius liderava a prova, sendo que ele levou 11'22'', dez minutos a mais que eu que achei em 1'22'', inclusive parando pra beber água! Desse ponto em diante, eu assumi a liderança e mantive até o final.

Ao sair para o oitavo ponto (100) numa pequena depressão, voltei pela trilha, cruzei com o Welton (CBO 17150) do CODL que disse que tinha Jiralizado e estava indo para o ponto 10. Mantive o cuidado de fazer uma navegação limpa e segui atentando pelos check points à esquerda (a torre eólica, a depressão e a árvore) até avistar o prisma à direita. Para seguir ao ponto nove (88), tive que tomar a decisão de seguir o azimute ou contornar pelas trilhas, optei por contornar pela trilha até o ponto de água, pegando outra trilha à esqueda que levou diretamente para a ruína onde no canto interno sudeste estava o prisma. Outra decisão importante tomar: seguir o azimute, ou continuar contornando pela trilha para o ponto 10 (102). Fui até o buraco e continuei seguindo pela trilha, nada de atravessar área de difícil corrida... Chegando no prisma, admiro a beleza da região olhando para a paisagem à esquerda. Quando me deparo com o Vinícius fotografando. Diminui o ritmo, curti a paisagem e esperei pelas fotos... Segui para o décimo primeiro prisma (106) numa trilha descendo devagar, mas ainda assim quase escorregando pela mata fechada. Estava com vontade de urinar, procurei uma árvore e aliviei a bexiga para seguir ao ponto doze (110) atravessando a rodovia, seguindo pela trilha até a borda de vegetação onde estava o prisma. O décimo terceiro ponto de controle (92) estava num buraco, seguindo pela trilha. A partir daí a prova pedia fôlego. Corri pela estrada até a pequena depressão que escondia o décimo quarto prisma de meu percurso (116), precisei seguir firme tentando não baixar o ritmo e alcancei o ponto quinze (95) que não estava escondido à nordeste da colina e sim bem visível do meu ponto de ataque à noroeste. Segui trotando até a chegada no décimo sexto ponto (113) na igreja, no início do cone de chegada. Corri e quase sem fôlego sou abordado pelo Felipe Carvalho (CBO 16592) do Cofort que quis logo checar meu tempo, pois havia a possibilidade de eu ter ganho o percurso, ele pegou meu Sicard e constatou o que ocorreu... Com o tempo de 42'44'' ganhei o percurso médio H Adulto B da CopaNE 2017!

Fizemos o cálculo para a conquista do campeonato. O Felipe Dérick (CBO 16719) do Cofort estava na pista e se ele chegasse à frente do tempo do Bruno Santos (46'53'') eu seria o campeão. Ficamos na expectativa, até o Felipe estourar esse tempo e decretar o empate entre mim e o Bruno, ambos com uma 1ª colação e uma 3ª colação, deixando o Vinícius que ficou em 2º colocado nas duas provas com a 3ª colocação no campeonato. Foi uma excelente prova. No final, muita água de coco, discursão de percursos e confraternização com os rivais, que sempre se tornam grandes amigos e parceiros.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Festa do Orientista na CopaNE 2017 em Barra de Camaratuba


Na noite desse 2 de dezembro de 2017, após comer pastel no Snac da K, estive na Festa do Orientista, que fez parte da programação da CopaNE 2017 em Barra de Camaratuba, como forma de confraternizar os altetas.

A organização contratou a banda Viral, de João Pessoa/PB, que tocou um repertório muito bom de pop rock animando a noite dos atletas. Muitos preferiram dançar numa festa ao lado, que tocava coco de roda, um ritmo típicamente nordestino.

Segundo os moradores, "coco" significa cabeça, de onde vêm as músicas, de letras simples. Com influência africana e indígena, é uma dança de roda acompanhada de cantoria e executada em pares, fileiras ou círculos durante festas populares do litoral e do sertão nordestino.

O som característico do coco vem de quatro instrumentos (ganzá, surdo, pandeiro e triângulo), mas o que marca mesmo a cadência desse ritmo é o repicar acelerado dos tamancos (que são usados para imitar o barulho do coco sendo quebrado). A sandália de madeira é quase como um quinto instrumento, talvez o mais importante deles. Além disso, a sonoridade é completada com as palmas.

Preferi ficar com o celular na esquina, usufruindo do Wi-Fi do snac da K, mandando sinal de fumaça para civilização e fui cedo pro acantonamento descansar para a prova do dia seguinte.

Conhecendo a Foz do Rio Camaratuba e a reserva indígena dos Potiguaras


Na tarde desse sábado, 2 de dezembro de 2017, fui com alguns orientistas cearenses conhecer um pouco da região onde foi disputada a CopaNE 2017, e visitamos a Foz do Rio Camaratuba, com direito a um passeio de barco pelo rio e visita a um povoado da reserva indígena dos Potiguaras, em Baía da Traição (do outro lado do rio. Orientação também é cultura!

O Camaratuba nasce no município de Serra da Raiz e deságua numa foz do tipo estuário entre os municípios de Baía da Traição e Mataraca. Próximo a sua foz, na Barra de Camaratuba, são disputados campeonatos de surfe em determinadas épocas do ano, em virtude de ser a porção do litoral paraibano onde há melhores ondas para a prática desse esporte.

Fomos caminhando até chegarmos ao local de onde desfrutarmos da bela paisagem da região, registrando tudo em nossos celulares. Destaque para a Mary que desabafou seu descontentamento em não encontrar o ponto 74, já quase no fim do percurso dela...

Ficamos até o por do sol, mas antes fomos visitar uma aldeia indígena, num passeio de barco entrando pelo rio e cortando o mangue. Lá, vimos artesanato indígena e e inclusive teve uma índia tentando flechar meu coração! Não sabia ela que meu coração é de uma única dona... A Esposa! Como a Taysa fez questão de lembrar... rsrsrsrs

Na volta para a Barra, vimos algumas pessoas que faziam o passeio de macarrão pelo rio, e gritamos: - Seu Souto! Seu Souto! - ao vermos uma pessoa de cabeça branca descendo... Quando o barco se aproximou, vimos que se tratava da Jô, que descia com o Jeferson e alguns desconhecidos... Vimos então o por do sol e o surgir da lua, num belo encontro do rio com o mar, que encantou nossa visão com uma paisagem magnífica.


Percurso Pre-O na CopaNE 2017 em Barra de Camaratuba


Na tarde ensolarada deste sábado, 2 de dezembro de 2017, depois de um farto almoço, participei da prova de Orientação de Precisão (Pre-O) que pela primeira vez fez parte das competições da Copa Nordeste de Orientação (CopaNE) 2017.

Originalmente desenvolvida a partir da Orientação Pedestre, a Orientação de Precisão é uma variante da modalidade onde os atletas se deslocam apenas pelos caminhos, sem adentrar nas diversas áreas do mapa. Desta forma, a capacidade física é secundarizada, o que permite a participação, em igualdade de circunstâncias, de atletas sem limitações e outros com limitações motoras significativas.

O percurso da prova era de quase 2 Km, e continha 14 pontos de controle para identificação pelas ruas da Barra de Camaratuba. Tenho uma admiração especial por esta modalidade, por ser grande amigo de um cadeirante, e já conviver com a realidade de barreiras físicas de um paraplégico há mais de 15 anos.

Diferente da experiência que tive no Cambor em Pipa, onde fiz o Pre-O nas pressas em função de estar com meu filho e depender de carona, dessa vez fiz a prova de forma tranquila, estudando bem cada ponto, lendo o mapa de forma minunciosa e interpretando da melhor maneira possível. 

Logo após o segundo ponto, já me deparei com o Sérgio Brito fazendo as perguntas para resposta rápida, que servem de desempate. Me chamou a atenção o fato de não ser no final do percurso. Ao acertar o gabarito num tempo recorde de 45 segundos, causando espanto no árbitro a ponto de ser informado que acertara num tempo ótimo, serviu de incentivo para me dedicar ainda mais no restante do percurso. 

As diferenças para a sinalética normal estão basicamente na Coluna B (Número do prisma), usada para anotar o número de prismas visíveis daquele ponto; por exemplo, A-C que equivale a três prismas a escolher; A-D equivale a quatro prismas a escolher. Lembrando sempre da opção Z (nenhuma das alternativas) e na Coluna H (Direção de observação), usada para indicar a direção em que o objeto é visto.


Dúvidas foram muitas. Marquei três vezes o Z (nenhuma das alternativas), em dois eu tinha convicção, o ponto 10 que estava numa árvore bem mais acima de onde estavam os prismas e no o ponto 13, que estava em outra trilha, diferente da que fora indicada no mapa. O debate no pós prova chegou ao ponto de discutir a pata do carangueijo que segurava o prisma (ponto 14, que eu tinha achado o mais fácil)

Me dediquei ao máximo e me surpreendi com o resultado de 2º colocado no Aberto da modalidade, com 9 acertos, empatado com a Dandara (COP), mas à frente no critério de desempate e perdendo apenas para o Dmeterko (COTi) que teve 11 acertos, é um atleta já veterano no esporte, e já com muitas provas Pre-O no currículo.

Percurso Longo CopaNE 2017 em Barra de Camaratuba


Na manhã deste sábado, 2 de dezembro de 2017, após uma bela noite de descanso no conforto do Acantonamento da CopaNE (Por sermos os primeiros a chegar ao Acantonamento, o CODL ficou na sala de informática, com direito a ar condicionado, na Escola Municipal Antonio Madeiro da Costa!) tomamos café da manhã e nos dirigimos ao local de partida do percurso longo da CopaNE 2017.



Conforme dito no Congresso Técnico realizado na noite anterior, foram necessários cerca de 20 minutos de caminhada para chegar ao local de partida. A organização cumpriu o horário e às 8h os primeiros atletas entravam na pista. Fui o quarto a largar em minha categoria, exatamente no minuto 18. Como meta para a prova, me propus a alcançar o concorrente da minha categoria que largou a minha frente, o Felipe Derick do Cofort.

Larguei e encontrei o primeiro ponto num canto de floresta, em seguida uma pernarda longa até um objeto especial que estava por detrás de uma torre eólica, de lá segui para um ponto no canto de uma cerca. Tentei manter meu ritmo até o quarto ponto numa moita, seguindo até próximo dela beirando uma trilha. Meu ponto de controle cinco estava numa cerca. De lá, segui praticamente pela linha magenta até o sexto ponto também numa cerca, tendo que atravessar duas cercas para conseguir marcá-lo. Chegar até o ponto sete foi relativamente fácil, optei por contornar a cerca. Azimutei para um ponto de passagem, que conduzia a uma trilha que levava ao ponto oito num cruzamento com outra trilha. Logo à frente, estava um ponto de água, onde cruzei com o Souto do CORR. Segui para o ponto nove tentando manter uma certa velocidade pela trilha, passando ao lado de outra torre eólica, que foram excelentes referências (check points). Indo em direção ao ponto dez passei por outro ponto de água, onde tive que esperar o staff encher o copo, perdendo alguns segundos. Corri para o ponto que estava num montículo. Respirei e percebi que tinha outra pernada longa até o ponto onze, felizmente bastava seguir a trilha. Seguindo para o décimo segundo ponto de controle, corri pela estrada que serviu de acesso a largarda até achar o ponto detrás de uma construção. O ponto treze estava logo ao lado numa árvore, e era mais um ponto de água (o terceiro no percurso!). Pra finalizar, nada como um sprint de corrida seguindo pelas ruas da vila até encontrar um montículo onde estava o décimo quarto ponto. Ali pertinho estava uma trilha (beco) com o ponto quinze. Dali era só correr mais um longo trecho até a arena de chegada, onde estava o ponto dezesseis, no início do cone de chegada.


Apenas no último ponto consegui cumprir meu objetivo de alcançar o Derick, que se confundiu no último ponto, achando já ser a chegada e perdeu os seis minutos que tinha de vantagem. Fiz uma navegação limpa. Podia ter corrido um pouco mais, mas por não ser velocista, fiz o máximo que suportei. Conforme o gráfico acima, não fiz o melhor tempo em nenhum trecho, mas consegui finalizar a prova em 47:06, ficando 10:23 depois do primeiro colocado, ficando na terceira colocação.

Segue fotos que o Vinícius Araújo (2º colocado do percurso HAB), da chegada épica do percurso longo, minha, do Dérick e do Thor:







sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Snac da K, o Melhor Point de Barra de Camaratuba

Durante a CopaNE 2017, conhecemos o Snac da K, um restaurante/lanchonete em Barra de Camaratuba que serviu de point dos orientistas.

Foi lá onde almoçamos e lanchamos durante quase todo o evento. As idas ao local se tornaram frequentes não apenas pelo atendimento esforçado da Karina, proprietária do lugar, que nunca imaginou tamanha movimentação na vila, mas especialmente pela excelente qualidade do Wi-Fi que nos proporcionava contato com o mundo exterior e principalmente pela seleta playlist musical de altíssima qualidade. Se for em Barra de Camaratuba, visite o Snac da K e desfrute do Wi-Fi ouvindo boa música, enquanto aguarda pacientemente seu almoço, pastel, enfim... #FicaDica

Cerimônia de Abertura CopaNE 2017 e competição entre Clubes


Na tarde desse 1º de dezembro de 2017, aconteceu a cerimônia de abertura e a disputa entre clubes da CopaNE 2017, realizada através da prova Sprint de trios, com largada sequencial. A cerimônia de abertura ocorreu na praça da Academia de Saúde ao Ar Livre, em frente a Creche Menina Bárbara. Ouvimos a fala do prefeito e do presidente da câmara de vereadores que enalteceram a alegria de estarem recebendo o evento. Houve execução do hino nacional com uma banda de fanfarra local que entoôou algumas músicas. Também teve apresentação de carimbó, com crianças da região.


Muitos atletas ficaram de fora da disputa por não conseguirem formar seus trios nos respectivos clubes. Alguns trios formados, lamentaram ausência de atletas, tendo que conseguir atletas de última hora para compor o trio, e participar fora de competição no aberto. Meu trio era composto pelo Welton, Manu e Ronald.

Então foi dado início à prova, com os atletas partindo em busca dos prismas pelas ruas do loteamento Novo Horizonte. A maior dificuldade era chegar até o prisma 0, que fora colocado cerca de 400m da largada. Fui o terceiro do trio CODL, e após cumprir o percurso inteiro correndo, cheguei exausto na linha de chegada.


Ficamos à espera da comitiva cearense, e de que todos os atletas cumprissem os percursos. Já quase ao anoitecer, ainda demos algumas instruções para as crianças que se interessaram pela brincadeira.


Segue mais fotos da cerimônia de abertura e da Competição Entre Clubes:












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