terça-feira, 28 de julho de 2026

O Último Azul


 

Aproveitando o UCI Day do cinema brasileiro, que apresentou os filmes indicados ao prêmio Grande Otelo, vi O Último Azul (2025) de Gabriel Mascaro que aborda a questão da melhor idade. E o bom é que fui ao cinema com a Dona Sâmia, minha mãe.

O filme se passa em um Brasil distópico possui uma política de exílio forçado contra seus idoso. A ideia é permitir que os jovens possam produzir sem se preocupar com os mais velhos, assim, o governo transfere esse grupo para colônias habitacionais onde eles possam "desfrutar" de seus últimos dias de vida.


  
Tereza (Denise Weinberg), de 77 anos, viveu toda a sua vida em uma pequena cidade industrializada na Amazônia, até o dia em que recebe uma ordem oficial do governo para se mudar para uma colônia de moradias para idosos.

Tereza deseja realizar seu último desejo antes de ser compulsoriamente expulsa de seu lar e enviada para longe. Ela, então, embarca numa viagem pelos rios e afluentes da região, sem imaginar que essa viagem mudará o rumo de sua vida para sempre.



Tereza é uma personagem cheia de vida, de vontades e de identidade própria. O envelhecimento não faz com que nada disso seja perdido ao contrário fornece a ela mais certeza sobre quem é, o que está disposta a fazer e sobre o que pensa.


Vencedor do do Urso de Prata no Festival de Berlim, mostra o quanto estamos carentes de filmes voltados para a melhor idade. Segue trailer:



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