Aproveitando o UCI Day do cinema brasileiro, que apresentou os filmes indicados ao prêmio Grande Otelo, vi O Último Azul (2025) de Gabriel Mascaro que aborda a questão da melhor idade. E o bom é que fui ao cinema com a Dona Sâmia, minha mãe.
O filme se passa em um Brasil distópico possui uma política de exílio forçado contra seus idoso. A ideia é permitir que os jovens possam produzir sem se preocupar com os mais velhos, assim, o governo transfere esse grupo para colônias habitacionais onde eles possam "desfrutar" de seus últimos dias de vida.Tereza (Denise Weinberg), de 77 anos, viveu toda a sua vida em uma pequena cidade industrializada na Amazônia, até o dia em que recebe uma ordem oficial do governo para se mudar para uma colônia de moradias para idosos.
Tereza é uma personagem cheia de vida, de vontades e de identidade própria. O envelhecimento não faz com que nada disso seja perdido ao contrário fornece a ela mais certeza sobre quem é, o que está disposta a fazer e sobre o que pensa.




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