domingo, 11 de junho de 2017

Concurso Aquiraz 2017


Neste 11 de junho de 2017, realizei as provas do Concurso Aquiraz 2017, realizadas pelo Cetrede, com base no Edital 42. Pela manhã, para o cargo de Auditor Fiscal de Tributos Municipais, onde haviam 361 inscritos, para 1 vaga e 3 de cadastro de reserva. Pela tarde, para o cargo de Guarda Municipal, onde haviam 632 inscritos, para 4 vagas e 12 de cadastro de reserva.



Pela manhã, fiz a prova de nível superior na Sala 5 da Escola Estadual de Ensino Profissional Alda Façanha, que fica na Av. Nossa Senhora de Lourdes, S/N, Gruta, Aquiraz/CE. Em seguida, procurei um local para almoçar e aguardar o período da tarde para fazer outra prova.



No período vespertino, fiz a prova na Sala 3 da Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Soares de Freitas, localizada na Av. Josué Leite de Freitas, Patacas, Aquiraz/CE. Após um longo e cansativo dia, fui para casa repousar com a família.

Update 19/06/2017: Não fui bem nas provas do concurso de Aquiraz. Na prova de Auditor Fiscal de Tributos Municipais acertei 33 das 60 questões. E na prova de Guarda Municipal, acertei 34 de 60, o que considero um rendimento muito abaixo do esperado. Me surpreendeu o fato de ter ido bem nas questões de matemática... Mas fui mal nas questões que envolviam História de Aquiraz e nos Conhecimentos Específicos... Sem falar que Português também deixei a desejar. Mas considero o nível da prova elevado, e valeu o aprendizado.


Update 26/07/2017: Saiu o resultado final do Concurso. Como esperado, fui muito mal na prova de auditor fiscal e por poucas questões não fiquei entre os classificáveis da Guarda Municipal. Faltou apenas 2,5 pontos...

3ª Etapa do XIII Campeonato Cearense de Orientação - Graça Ellert


Neste 11 de junho de 2017, não pude participar da 3ª Etapa do XIII Campeonato Cearense de Orientação - Graça Ellert, prova ocorrida no município de Caucaia/CE, em função do Concurso da Prefeitura de Aquiraz, que agendou as provas exatamente para esta data/horário.

Ainda assim, me inscrevi na prova para poder eliminar a pontuação referente a ela, e continuar no páreo na luta pelo título de Campeão Cearense de Orientação 2017, na Categoria Homens Adultos Bravo.

Ouvi alguns relatos de alguns problemas ocorridos na prova, como ausência de mapas, alguns prismas não colocados e rotas inapropriadas para algumas categorias, especialmente as infantis.

sábado, 10 de junho de 2017

Aniversário de 2 anos do Luca Izahel - Toy Story



Neste 10 de junho de 2017, celebramos o 2º ano de vida do caçula Luca Izahel, esse menino amável que Deus nos presenteou. Começamos os preparativos para a festa ainda pela manhã, para não ficarmos na correria de última hora.

Foi uma festa simples, mas preparada com muito amor e carinho por toda a família. Servimos salgados e tortas, acompanhada exclusivamente de sucos em grande diversidade de sabores (Abacaxi, Cajá, Maracujá, Tamarindo, Siriguela, Goiaba). Decoramos as mesas com os mimos, os balões foram enchidos, e ficou tudo belíssimo.




O tema da festa era história de brinquedos (Toy Story). Então, além de um pula pula, espalhamos diversos brinquedos das crianças, para que a criançada pudesse se divertir. Na decoração da mesa, também foram usados brinquedos dos meninos: Woody, Buzz, Jessie, Bala no Alvo, Sr. CAbeça de Batata..


Agradecemos especialmente a Deus, por ter cuidado de nós, mesmo em meio as dificuldades, e a tia Simone pelas lembranças concedidas aos convidados e todo investimento realizado, bem como a tia Sandra pelos deliciosos bolos que alimentaram nossos convidados e por ter nos ajudado nos preparativos finais, além de nossa gratidão a todos que se esforçaram para estar presente nesse momento tão marcante.


No domingo, aproveitamos o bolo e as sobras da festa e fizemos uma repescagem com alguns convidados que não puderam comparecer no sábado. Izahel inclusive estava mais animado, soprou velinha e tudo!

As Aventuras de Ozzy


Animação As Aventuras de Ozzy (Ozzy, Espanha/Canadá, 2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa que é mais uma animação vinda de um país diferente, servindo de alternativa ao público infantil, haja visto que as animações dos grandes estúdios costumam passar mais de dois meses em cartaz... No entanto, a animação não empolga ao mostrar a rotina do cachorro, que deixado num spa para cães, é direcionado a uma prisão para executar serviços forçados e acaba salvando a todos e voltar para sua família.

Na trama, Ozzy é um pacífico e amigável cão da raça Beagle que mora com a família Martins e é muito amado especialmente pela garotinha da família e serve de inspiração para os quadrinhos desenhados pelo patriarca. Quando eles ganham uma viagem para o Japão, se vêem obrigados a deixar o amado Ozzy no Blue Creek, um spa para cachorros. Acontece que esse lugar perfeito na verdade é um fachada construída por um vilão que deseja sequestrar cachorros. Preso, Ozzy precisa evitar o perigo e encontrar força nos seus novos amigos para conseguir voltar a salvo para casa.


Eleito o Melhor Animação no Gaudí Awards 2017, talvez por abordar temas como violência, trapaça, maldade, em um enredo de repressão injusta, que não consegue prender a atenção da criançada, tampouco criar a devida empatia com o público. Usa uma animação digital ultrapassada e torna a sessão viável apenas pelos trailers dos filmes das férias escolares que foram exibidos.

Veja o trailer de As Aventuras de Ozzy:


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Segundo Aniversário do Benjamin


Na noite deste 9 de junho de 2017, estivemos com a família na celebração do aniversário de 2 anos do Benjamin, filho do Falcão e da Leydianne e nos sentimos no espaço em meio as lindas estrelas que embelezavam o local.


A festa ocorreu no espaço Viva Fest, Paupina, na grande Messejana, mesmo local amplo, ventilado, iluminado e agradável onde foi realizado seu primeiro aniversário.


Parte do grupo de relacionamento compareceu para celebrar este momento. A festa estava muito bem decorada. O tema era uma viagem espacial, e as mesas eram decoradas com lindos copos com foguetes (A Mariana pegou alguns para decorar o aniversário do Izahel!)

Cantamos os parabéns, oramos, mas infelizmente os lindos confetes com estrelas foram jogados para o chão ao invés de para cima, por um descuido que tornou o momento engraçado... rsrsrs. Foi servido salgados e tortas, além de refrigerantes e sucos. As lembranças e mimos estavam lindíssimos. Foi um momento maravilhoso de celebração.


quinta-feira, 8 de junho de 2017

A Múmia



Fantasia assustadora A Múmia (The mummy, EUA, 2016), de Alex Kurtzman aposta no carisma de Tom Cruise para emplacar a retomada de uma das franquias da Universal, o chamado Dark Universe. O filme possui excelentes efeitos visuais e maquiagem, uma história até certo ponto crível, além de momentos de humor ao longo da projeção, num roteiro simples do jeitinho que um Blockbuster pipoca tem que ser...
Os monstros clássicos do terror vez por outra ressurgem nos cinemas. Exemplos não faltam: A Múmia, Lobisomem, Drácula, Frankenstein, Homem Invisível, curiosamente eles se tornaram quase que uma Franquia, além de ser uma das marcas registradas da Universal, com lançamentos desde os anos 1930. Em 1999, a Múmia voltou em uma nova franquia, protagonizada por Brendan Fraser, que arrecadou US$ 817 milhões no mundo com dois filmes, que não guardam nenhuma relação com este. A expectativa foi de apresentar a personagem para uma nova geração e estabelecer o chamado Dark Universe. Logo no início o roteiro nos diz "Bem-vindo a um novo mundo de deuses e monstros" em referência ao filme A Noiva de Frankenstein (1935).


Na trama, uma antiga princesa do Egito antigo, Ahmanet (Sofia Boutella) faz um pacto com Set, o Deus da Morte, para assassinar seu pai e ascender ao trono. Só que o plano fracassa e ela acaba sendo aprisionada e mumificada viva, numa cripta abaixo do deserto, sendo que ela despertará nos dias atuais acordada por Nick Morton (Tom Cruise) e e Chris Vail (Jake Johnson), que são militares, saqueadores e caçadores de tesouros, ao lado da pesquisadora Jenny Halsey (Annabelle Wallis), eles investigam a tumba recém-descoberta e, acidentalmente, despertam Ahmanet. Ela logo elege Nick como seu escolhido e, a partir de então, busca a adaga de Set para que possa invocá-lo no corpo do saqueador.. 

A múmia tenta desafiar a compreensão humana com sua malevolência e terror. O filme propõe cenas nas deslumbrantes areias do Oriente Médio até labirintos escondidos sob a Londres de hoje, o filme traz um equilíbrio entre maravilhas e emoções, buscando despertar no público o imaginário e introduzir um novo público no mundo de deuses e monstros para o cinema.
No elenco, além de Tom Cruise, que costuma não usar dublês o que fica muito evidente nas cenas de ação que ele participa. A cena da queda do avião é inacreditável. A francesa/argelina Sofia Boutella que foi apresentada no videoclipe Hollywood Tonight de Michael Jackson está bem no papel da Múmia. Russell Crowe interpreta o Dr. Henry Jykell (O Médico e o Monstro? Óbvio demais... Lembrou-me a música do Resgate...), líder da missão da Prodigium, organização que tem a missão de estudar e combater o mal do mundo. Annabelle Wallis, Jake Johnson  e Courtney B. Vance também estão bem em seus papéis. A dublagem está boa, mas o filme é ambicioso ao ponto de querer ser um Missão Impossível sobrenatural e ao tentar preparar caminho para explicar um pouco do novo universo que está sendo criado. O problema é que a franquia não surge de forma orgânica, mas como parte de um planejamento pré-estabelecido pelos produtores, o que fica ainda mais evidente nos créditos finais deixam claro que haverá filmes de monstros como Frankenstein e Drácula.
Veja trailer de A Múmia:

Paris Pode Esperar


Romance Paris Pode Esperar (Paris Can Wait, EUA, 2016) de Eleanor Coppola, esposa de Francis Ford Coppola, apresenta mais um filme com uma americana pela Europa, envolvida num involuntário caso romântico, num road movie da costa francesa (Cannes) a Paris, num trajeto que deveria demorar cerca de 8 horas (9000 Km), mas leva dois dias, devido a inúmeras paradas para desfrutar de pequenos prazeres, como comer, beber e viajar....
Não se sabe se o argumento é verídico, tamanha a familiaridade da diretora com o ambiente que é proposto pelo filme, o fim do Festival de Cannes. Certamente Eleanor deve ter se baseado nas experiências vividas, afinal ela também assina o roteiro dessa sua estreia nos filmes de ficção. 

O fato é que num momento de decisão de sua vida, Anne (Diane Lane), uma espécie de fotógrafa amadora, que já está casada há muito tempo com um bem-sucedido produtor de cinema Michael (Alec Baldwin), que a ama muito, embora não tenha tempo para se dedicar à esposa. Durante uma viagem, devido a fortes dores no ouvido Anne decide ir direto a Paris, onde o casal passaria férias, ao invés de acompanhar o marido numa missão profissional em Budapeste. É quando ela aceita a companhia do sócio de seu marido Jacques Clément (Arnaud Viard), que está indo a Paris de carro e acaba embarcando numa inesperada viagem, no trajeto de Cannes até Paris, que pode resignificar toda sua vida. 

O trajeto deveria demorar poucas horas, mas ao longo de várias paradas, eles passam a se conhecer melhor enquanto apreciam as paisagens francesas. O filme é altamente romântico, pois o personagem de Viard é um galanteador, inclusive fletando com várias mulheres ao longa da viagem. A companhia de um cavalheiro, bon vivant faz com que Anne tenha sua autoestima elevada e recupere inclusive a alegria de viver. Acompanhamos essa  jornada de descoberta, incluindo vistas pitorescas, ótima gastronomia e vinhos, humor, sabedoria e muito mais.

O agradável do filme é que ele é despretensioso e cativa o público belas imagens, um deleite artístico de história, arquitetura e arte e pelo festival gastronômico que oferece na tela. A fotografia se destaca mais que o roteiro que vai nos conduzindo a um fim que me constrangeu, por perceber que com o passar dos anos deixei aos poucos de ser romântico.

Assista ao trailer de Paris Pode Esperar:


terça-feira, 6 de junho de 2017

Rei Arthur – A Lenda da Espada


Aventura fantástica épica Rei Arthur – A Lenda da Espada (King Arthur: Legend Of The Sword, EUA, 2017), de Guy Ritchie, fracasso de bilheteria, se mostra falho em vários aspectos, ao usar um tom fantasioso, e não sabendo se é um filme épico, de fantasia, ou uma comédia de ação, fazendo uma mistura equivocada e que por mais que tenha uma e outra cena interessante, seria melhor se todo filme fosse exibido em modo forward, como na cena em que mostra a infância de Arthur.

Bons filmes sobre o Rei Arthur andam em falta já faz um bom tempo, por mais que a lenda seja fascinante há séculos, aqui temos mais uma tentativa fracassada. Arthur (Charlie Hunnam) é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir unir seu povo
e partir para a luta contra o usurpador tirano Vortigern (Jude Law), que destruiu sua família.



O prólogo do filme mostra criaturas gigantes e até desproporcional ao cenário, tentando ser um novo O Senhor dos Anéis, passando bem longe disso. O tom fantasioso é declarado, mas ao longo da projeção os magos são simplesmente esquecidos, prevalecendo apenas um polvo bizarro que dentre outros poderes é capaz de acelerar uma vazante. Em seguida o filme ganha uma trilha sonora moderna, tenta dar outra pegada, algo parecido com Game Of Thrones, até porque parte do elenco coadjuvante foi tirado da excelente série  (Aidan Gillen, Michael McElhatton e Eline Powell), o que dão outra vibe para o filme, pois é impossível não associar seus personagens deste filme aos vividos por eles na Série de TV. O longa faz inclusive referência ao Moisés bíblico quando Arthur ainda criança é encontrado na beira de um rio, após a morte do rei, seu pai Uther Pendragon (Eric Bana).

Em seguida, o filme ganha outro ritmo, acelerado mostrado em poucos minutos toda infância e adolescência do menino rei. O filme apresenta então uma mulher machucada e numa cena bem engenhosa, Arthur explica como resgatou a jovem de vikings e arrecadou moedas. Assim, o filme parece a junção de várias cenas gravadas a esmo, parecendo em alguns momentos clipes musicais. Algumas cenas de batalha são até interessantes devido a alternância de velocidade acelerada e slow motion (câmera lenta), mas perde todo sentido quando Arthur usa superpoderes para destruir os adversários, e por fim o chefão. Algumas imagens parecem vindas de algum game.

Personagens clássicos como Merlin são apenas citados, Guinevere nem dá as caras, a Excalibur não tem a devida atenção, apesar do filme se tratar da tal lenda da espada cuja profecia diz que aquele que conseguisse tirá-la da pedra, seria o próximo monarca.... O título original anteriormente proposto, teria sido mais adequado: Knights of the Roundtable: King Arthur. O Arthur de Hunnam não tem carisma e é levando quase ao posto de super herói, com um roteiro que exige mais de seus dotes físicos que de seu talento de atuação. Eric Bana mostra o de sempre, Jude Law tenta impor medo, mas para o público fica a sensação de que pouco importa o que irá acontecer com os personagens.

O que é digno de elogios mesmo no filme é a trilha sonora de Daniel Pemberton. Destaque para The Life de Gareth Williams, Discovery and Confronted Truth de Ryan Taubert e a fantástica The Devil and The Huntsman de Sam Lee. Há rumores de que este seja o primeira de uma franquia de seis filmes, vamos torcer para que isso não seja verdade, pois seria uma chatice enorme. A dublagem também não está boa, pois a maioria são vozes que já atribuímos a outros atores.

Veja o trailer de Rei Arthur – A Lenda da Espada:

domingo, 4 de junho de 2017

2ª Etapa do IV Circuito de Orientação do Jirau

Na manhã deste ensolarado domingo, 4 de junho de 2017, fui com a família para a comunidade de Várzea da Serra, próximo a Itapeim, em Beberibe para participar da 2ª Etapa do IV Circuito de Orientação do Jirau, local que ofereceu belas paisagens para a nossa prática esportiva. Lembrando que tenho carinho especial pelas provas do Jirau, pois foi onde iniciei esta prática esportiva.


Tivemos que acordar cedo (5:00h), pois o deslocamento até o local de prova era de cerca de 2h. O Adriel que também estava inscrito, passou lá em casa pontualmente às 5:45h e chegamos na arena montada às margens da lagoa de Várzea da Serra por volta das 7:45h. No caminho, cruzamos inclusive com o CODL móvel, inclusive fiz o registro dele em nosso retrovisor...


Corri com o Sahel na categoria Dupla Familiar, sendo que ao chegarmos no local, constatamos uma falha grave: levamos dois tênis do pé direito, sendo que um sequer cabe mais no pé do meu filho... Então ele teve que competir com um tênis e uma chinela, sem estar com o uniforme completo e mais uma vez se superou no percurso de mais de 4.000Km. Espero que a arbitragem e o júri técnico não tenham reparado no pé de chinelo e eliminem o resultado de nossa dupla...


Como é padrão no Jirau, o horário estabelecido foi cumprido, sem registro de atrasos. A organização da prova foi mais uma vez primorosa. Destaco a questão técnica que é bastante exigida nas provas do Jirau e cito o primeiro ponto do meu mapa, o 79, que estava num canto de cerca, coberto por folhagens de umas plantas. Tive o zelo de não maltratar a planta e não chamar a atenção de vários corredores que rondavam o local, sem se atentar para as informações contidas no mapa, e quererem topar com prisma ao invés de localizarem o acidente geográfico onde está o prisma.


Concluímos a prova em 1h42min20seg. Não houve outras duplas familiares no percurso, uma pena, pois é muito bacana fazer uma prova ensinando o filho acerca de melhores rotas, detalhes topográficos do mapa, sem falar que é uma aventura que proporciona diversão garantida. No final da prova, tomamos um belo banho na lagoa em frente ao ao local onde estava a estrutura de largada e chegada. Foi servida a tradicional feijoada, além dos deliciosos dindins.

Praticar orientação com meu filho é algo extraordinário. Aprendemos a trilhar as melhores rotas na pista e na vida, superamos juntos as dificuldades e adversidades de uma prova, ajudamos um ao outro o tempo todo e mesmo cansados, após 1h40 de sol escaldante, ainda demos um gás na chegada pra sair bonito na foto... Nunca esqueceremos o dia em que o Pedro Sahel correu com um tênis e uma chinela.


Segue um vídeo realizado pelo Daniel Scopel:


sábado, 3 de junho de 2017

10 Anos da Colação de grau da Turma UFC Contábeis 2007.1

Na noite deste sábado, 3 de junho de 2017, estivemos reunidos no Salão de Festas do condomínio Blue Sky, onde reside o Castelo Neto celebrando o reencontro da turma após 10 Anos da Colação de grau da Turma UFC Contábeis 2007.1.


Chegamos cedo, e os meus filhos puderam desfrutar do parquinho do condomínio. Foi servido um rodízio de pizzas com vários sabores, margueritha, frango, pepperoni, calabresa e até camarão! Aos poucos, cada um foi chegando e o bate ia fluindo entre um pedaço e outro de pizza.


A última a chegar foi a Kátia Fernanda, que acabou acidentalmente indo parar em um outro condomínio, onde também havia uma festa! Fizemos uma dinâmica para descontrair a dar uma oportunidade para todos falarem um pouco de si, de situações ocorridas nos últimos anos e do processo natural de mudança de vida que todos experimentaram.


Foram respondidos os seguintes questionamentos, como forma de quebrarmos o gelo:


1. O que você sabe fazer de melhor? Respondi que ser pai é o que sei fazer de melhor! Inclusive dei alguns conselhos aos futuros papais que estavam presentes, para serem pais participativos no processo de educação dos filhos (o que colocou um sorrido nas mamães), mas depois defendi a macharada afirmando que a mãe nasce 9 meses antes do pai, que só se torna efetivamente, quando do nascimento dos pequenos.

2. Se você tivesse ganho na loteria o que teria feito com o dinheiro? Ana Cristina exibindo seu barrigão, disse que teria ajudado familiares, e inclusive bancado este reencontro!


3. Qual foi o momento mais feliz da sua vida? Kátia Fernanda afirmou que sem dúvidas, o nascimento de sua filha! 
4. O que você acha que seria um programa perfeito? Relatei que um domingo de sol com a família, participando de uma prova de orientação, seguida de um filme no cinema e terminando com uma ida à igreja.

5. Se não estivesse aqui, onde você mais gostaria de estar agora? Thiago com o bom humor que lhe é peculiar, disse que estaria em frente à TV conferindo a vitória do Fortaleza! Ou seja, certamente estaria secando o Tricolor de Aço...


6. Se avisassem que o mundo iria acabar daqui a 10 minutos, o que você faria? Marcos Barbosa, que por ter sido o fotógrafo na noite, acabou não tendo seu registro fotográfico enquanto falava, expões que passaria os últimos momentos de sua vida ao lado de pessoas que ama. Nesse momento, lembramos de nossa professora Célia, que não pode estar presente, e que está bravamente lutando contra um câncer.

7. O que faz você dar mais risada? Faça uma demonstração. Roberta disse que ri de tudo, inclusive deu umas gargalhadas durante sua resposta.

8. Se você pudesse ser qualquer outra pessoa quem você gostaria de ser? Amara disse que gostaria de ser a mãe da Carolina, sua filha.
9. O que você mais gostaria de poder fazer, mas não pode? Não lembro de termos respondido essa pergunta...

10. Se você fosse um super herói, qual você seria? Neto, o anfitrião do encontro, disse que seria discreto como o Clark Kent.

11. Que talento você desenvolveu nos últimos 10 anos? Gleycianne disse que o fato de ter morado fora, se casado lhe fizeram desenvolver alguns talentos, dentre eles o de cozinhar e o de praticar corrida de rua.
12. Se tivesse uma máquina do tempo, para que época de sua vida você voltaria? Alguns falaram que iriam para infância, outro afirmou que voltaria pra Fevereiro de 2002, ano que a UFC publicou uma lista com nossos nomes juntos pela primeira vez!
13. Resuma sua história em 30 segundos. Ninguém teve essa audácia!

14. Imagem e Ação! Represente apenas com gestos, 3 atividades esportivas para o grupo adivinhar. A Larissa representou Kitesurf, Pilates e Frescobol... Esportes bem diferentes do tradicional... Mas ainda tenho minhas dúvidas de Pilates é esporte... (rsrsrsrs)
Foi uma noite muito boa na presença de pessoas que foram importantes numa fase de nossas vidas e que direta ou indiretamente contribuíram para nossa formação profissional. Sentimos e muito a falta daqueles que não puderam comparecer, no entanto, firmamos o compromisso de marcar mais encontros, e numa frequência maior,..
Com a presença de três mulheres grávidas: Ana Cristina, Gleycianne e Luciana (esposa do Neto) uma constatação ficou evidente: precisaremos de monitores para ficar com as crianças num próximo encontro... Quem sabe até lá eu não tenho meu terceiro filho (ou filha!)...

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Mulher-Maravilha


Adaptação da principal personagem feminina da DC Comics, e grande aposta da Warner no ano de 2017, Mulher-Maravilha (Wonder Woman, EUA, 2017), de Patty Jenkins, do fabuloso Monster (2003) dá novo fôlego após as polêmicas em torno do excelente Batman vs Superman e do razoável Esquadrão Suicida. Com uma forte atuação de Gal Gadot, que já havia demonstrado carisma e beleza, roubando a cena no filme do homem morcego X homem de aço, vemos agora o filme solo da principal heroína dos quadrinhos, conduzido por uma competente diretora e que consegue agradar parte dos críticos, precisando ainda convencer ao grande público. Gostei muito do primeiro e terceiro ato, mas achei o segundo extremamente longo. 20 minutos a menos de filme o tornaria mais interessante. Vale à ida ao cinema, por abordar questões relevantes na trama e exaltar o amor.

O filme acompanha a história de Diana Prince (Gal Gadot), uma guerreira treinada desde cedo para ser uma lutadora imbatível. Ela nunca saiu da paradisíaca ilha de 
Themyscira em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Ela sonha em treinar para se tornar uma brava amazona, e desde jovem inicia seus treinamentos de forma escondida, por ser proibida pela mãe Hipólita (Connie Nielsen), de praticar as lutas, pois ela teme em ver a filha em combate. Entretanto, Diana conta com o auxílio da tia Antíope (Robin Wright) para completar seu treinamento, que se mostra relevante quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide contrariar sua mãe e deixar seu lar na expectativa de que pode parar o conflito e salvar a humanidade. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.


Acontece que é estranho conhecer a história da personagem, tendo visto por exemplo nos trailers ela atuando no filme da Liga da Justiça (2017) e já sabendo da capacidade dela demonstrada em A Origem da Justiça (Batman vs Superman: Dawn of Justice, 2016) de Zack Snyder. A ligação do longa com os momentos atuais da dos heróis é muito breve. O vilão é não é muito bem construído, embora haja uma ligação com os horrores da Primeira Grande Guerra. Méritos para a boa abordagem da questão mitológica dos deuses do Olimpo. As cenas de batalha também merecem destaque, especialmente pela fotografia de Matthew Jensen, que já trabalhou em Game of Thrones, e pelo fato do aproveitamento da luz do dia em muitas cenas. O 3D do filme, mais uma vez é dispensável. Mas a maior parte dos elogios devem ser direcionados a Gal Gadot por sua brilhante atuação e a Patty Jenkins, por conduzir bem os momentos de aventura, fantasia, romance e ação!


Convém ressaltar que desde Elektra, num longínquo 2005, não vemos um filme solo de uma heroína feminina. O filme é um estandarte do feminismo, sem querer em momento algum ser feminista. Além disso, o filme levanta outras bandeiras de forma mais discreta, como a questão racial, de gênero e até da sexualidade dentro e fora do casamento. Apesar disso, o grande protagonista, e maior de todos os heróis ou vilões é um sentimento nobre, que anda meio esquecido, o amor. O filme exalta a necessidade de amarmos o próximo, e que só o amor é capaz de cessar todas as guerras.Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos. (João 15:13) foi o que Jesus fez e é exatamente o que Steve Trevor, o grande amor de Diana, também faz, demonstra seu amor de forma sacrificial, e isto é algo magnífico.


A bíblia diz ainda que "Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados." (1 João 4:9-10) Vejo muita relação deste fato bíblico, comparando com a função da filha de Zeus apresentada no longa. O filme transmite também a ideia de que precisamos ser mais inocentes, desfrutar de pequenos prazeres que a vida nos oferece, apreciar os momentos vividos, por mais simples que eles possam parecer. Dou os parabéns a  Allan Heinberg, por mais este belo roteiro centrado em personagem feminina, o que ele já fez com competência em séries de TV, a melhor delas inclusive Sex And The City. Faltou uma cena pós créditos, algo que a Marvel faz com facilidade... Mas a DC aprende, ela está evoluindo claramente...


Confira o trailer de Mulher-Maravilha:


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