Drama indicado ao Oscar Marty Supreme [Marty Supreme, Estados Unidos], de Josh Safdie é intrigante e entrega cenas absurdas de tão inacreditáveis, na jornada frenética de um jovem que sonha alto e embarca de Nova York a Tóquio. Inspirado numa história real do tenista de mesa Marty Reisman.
Chalamet entrega seu melhor papel, colocando em cena tanto um jeitinho juvenil e inocente, quanto uma personalidade afiada. O ritmo do roteiro e da dinâmica da história, que lembra muito o Joias Brutas (2019) de Josh e Benny Safdie.
Marty Mauser (Timothée Chalamet) é um jovem prodígio do tênis de mesa que tem sonhos grandiosos e estilo de jogo arrojado, mas é desacreditado pelas outras pessoas. Buscando provar sua capacidade, ele faz de tudo para alcançar o reconhecimento que julga merecer.
Em Marty Supreme, um malandro se torna uma das grandes lendas norte-americanas do tênis de mesa. Seu nome é Marty Reisman (Timothée Chalamet) e, de jogar pelo dinheiro das apostas em Manhattan, o homem se torna campeão de mais de 22 competições de pingue-pongue, colecionando ainda, aos 67 anos, o título de atleta mais velho a vencer um campeonato nacional de raquete.
Marty Mauser se recusa a ser apenas mais um trabalhador precarizado na cidade de Nova York dos anos 1950. Ele não medirá esforços para alcançar seus sonhos megalomaníacos, nem mesmo se for preciso roubar. Indo contra aqueles que duvidaram dele, o jogador alcança a grandeza em grandes torneios internacionais, mas também coleciona inimigos no processo.
Segue trailer:
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