Na noite de 09 de maio, fui para o primeiro show do Rodox em Fortaleza no Dragão Hall (Praia de Iracema), antigo Armazém.
No início dos anos 2000, Rodolfo Abrantes deixou o Raimundos e seu contrato com a Warner o obrigou a gravar 2 CDs, que ele fez com a banda Rodox, literalmente pra cumprir contrato.
No entanto, Estreito (2002) e Rodox (2003) marcaram uma geração que cresceu ouvindo as músicas de uma banda que praticamente não existia. Até que em meados de 2025, após um clamor dos fãs, se percebeu o agir do Espírito Santo para a volta do Rodox.
Este retorno marca a reunião dos membros que deram vida ao legado do grupo: Rodolfo Abrantes, Fernando Schaefer, Patrick Laplan, Pedro Nogueira, e com a participação especial de Victor Pradella, ampliando ainda mais a força dessa experiência única.
Conhecido por sua sonoridade pesada e letras que atravessam temas existenciais e espirituais com honestidade rara, o Rodox sempre foi mais do que uma banda — foi um movimento de conexão direta com o público.
Este retorno não é apenas sobre nostalgia; é sobre reafirmar a relevância do grupo no presente. Um encontro entre a memória de quem viveu o início e a energia de uma nova geração que sentirá, pela primeira vez, essa intensidade ao vivo.
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