quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Acompanhando a Lindinha no IJF


Sempre se fala mal de acompanhar alguém que está hospitalizado. Como se isso fosse a pior coisa do mundo. No entanto, há beleza e poesia no cuidado. Basta fazer o simples, com amor e carinho.



Homens muitas vezes foram privados desse privilégio. "Acompanhante tem que ser mulher!", diziam eles. Sempre fiz questão de acompanhar os meus. Cuidei de minha esposa e de meus filhos quando eles nasceram, de minha mãe quando ela fez uma clipagem e agora da minha Lindinha após uma queda e fratura do fêmur.



As atribuições de cuidado não são uma habilidade estritamente feminina. Às vezes requer força, e nada melhor do que a masculinidade exercendo esse papel.


Estar numa enfermaria de um hospital, com quatro idosas e suas acompanhantes requer sensibilidade, maturidade e o elementar: amor ao próximo. Sim, aquele mandamento que Jesus nos ensinou.


O que é uma noite mal dormida, diante de tanto privilégio? A vida nos ensina à todo instante. Vim para cuidar, mas quem foi cuidado foi eu. Só tenho motivos para agradecer.

Segue vídeo alimentando minha Lindinha:

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