Neste 13 de dezembro de 2015, estive com o Sahel e o amigo Edivânio na 3ª etapa do II Circuito de Orientação Lagoa do Jirau, no povoado de Lagoa de Dentro, em Beberibe/CE.
No caminho, uma parada rápida para tomar café e tirar uma fotos com animais de pedra.
Mais uma vez ganhei a etapa na categoria Dupla Familiar. Fiz a prova em 2h3min e consolidei a terceira vitória em três etapas do Jirau, se sagrando campeão da categoria.
Foi um dia festivo. O Wladimir foi homenageado, e após o pavilhão nacional ser erguido, houve o briefing de segurança e a largada.
Fizemos a prova no nosso ritmo, devagar e sempre... Coloquei o Sahel diversas vezes no ombro e inclusive o derrubei do tumtum uma vez, ela tropeçou no mato outras tantas, mas já aprendeu a passar por cercas, marcar os prismas e me ajudou bastante, sendo um guerreiro com apenas 4 anos.
Após a prova, nos deliciamos com a feijoada e tomamos muito banho de piscina. Aguardamos também a premiação e tivemos a honra de receber o troféu das mãos do ícone da orientação cearense. Quando o Sahel for campeão brasileiro de orientação, essa foto será histórica...
Por fim, percebo que meu filho captou o prazer de uma prova de orientação. Nada como ensinar a uma criança o que é um ginásio, ou explicar o significado de abandonada num calor escaldante, com sol à pino.
Primeiro troféu conquistado, de muitos que certamente virão, tanto para o pai, quanto para o filho...
Na noite deste sábado, 12 de dezembro de 2015, junto com alguns irmãos do Grupo de Relacionamento, realizamos uma ação social natalina no São Bento.
Apresentamos um musical mostrando o verdadeiro natal, inspirados num musical exibido em Manaus/AM, com um pai contando a história para o filho, intercalando com apresentações musicais e teatrais.
Também foi servido um jantar para a comunidade e tivemos um momento de comunhão bem interessante.
Na noite desta sexta-feira, 11 de dezembro de 2015, nos reunimos na casa do Afonso e da Glauciane para celebrarmos as conquistas alcançadas ao longo do ano.
Foi servido um delicioso jantar colaborativo, com frutas, fricassê de frango, carne, chester, saladas e farofa. Em seguida, tivemos um amigo secreto do desapego, logo a diversão foi garantida com uns tomando os presentes dos outros.
O nível dos presentes estavam excelentes: livros, toalhas, travesseiros, porta retrato, massageador, garrafa térmica, copos e até Nutella! Foi bem divertido.
Apesar da fotografia escura, Tudo Que Aprendemos Juntos(2014) de Sérgio Machado conta uma linda história de inclusão social por
meio da música clássica, baseado na história real do maestro
Silvio Bacarelli e da peça Acorda Brasil de Antonio
Ermírio de Moraes e na formação da Orquestra
Sinfônica de Heliópolis.
Laerte (Lázaro Ramos) é um músico promissor que sofre uma crise em
plena audição para uma vaga na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
(Osesp), ao perder a chance de trabalhar na maior orquestra sinfônica da
América Latina e, frustrado e com problemas financeiros, vai dar aulas na
favela de Heliópolis, São Paulo.
Ele é um violinista talentoso e se dedica às aulas de música para uma
turma de adolescentes, que vive cercado por pobreza e violência, redescobre a
música de forma tão apaixonada que acaba por contagiar os jovens estudantes. e
conta a emocionante saga de um músico e seus alunos, que tiveram suas vidas
transformadas pela arte. Lá na favela, Laerte descobre um garoto com talento
excepcional e por meio da música faz com que ele abandone o tráfico de drogas e
dê um novo sentido para sua vida.
Achei a fotografia do filme extremamente escura, mas esse problema
pode ter sido da sala de exibição, que ainda fez o desfavor de acender as luzes
antes do final da projeção. Acaba sendo um típico filme de professor que
consegue modificar a vida de seus alunos rebeldes. A tragédia que ocorre no
filme é um tanto quanto previsível e esperada, mas ainda assim, nos emocionamos
com a dedicação dos alunos em apresentarem um espetáculo em homenagem ao colega
falecido, vítima da violência social que ocorre em nossas cidades.
Na noite deste 8 de dezembro de 2015, fui ao UCI Cinemas do Shopping Iguatemi ver o terror A Visita (The Visit, 2015) do escritor, diretor e produtor M. Night Shymalan (O Sexto Sentido, Sinais, Corpo Fechado) e do produtor Jason Blum (Atividade
Paranormal, Uma Noite de Crime e da série de filmes Sobrenatural)
Shymalan retorna em
sua origem com um found footage, um gênero de filme surgido nos anos 1980, que se passa por um documentário filmado com uma simples filmadora. Quem realiza as filmagens, é um casal de irmãos (Ed Oxenbould e Olivia DeJonge) que vão
passar uma semana na fazenda dos avós na Pensilvânia.. Uma vez que as crianças
descobrem que os avós estão envolvidos em algo perturbador, as chances
deles retornarem para casa se tornam cada vez mais difícil com o passar
dos dias. Então, o que era para
ser uma visita divertida e tranquila se transforma numa experiência
assustadora
O roteiro tem furos grotescos. A princípio, na casa dos avós não há nem sinal telefônico, mas se você plugar um cabo, consegue conexão com a Internet de altíssima qualidade... A produção foi financiada pelo próprio Shyamalan e foi rodado dentro e nos arredores de sua casa na Pensilvânia. É um terror que tenta gerar mais risadas do que medo e acaba sendo bobo. Acho o filme dispensável.
Na noite deste 7 de dezembro de 2015, fui com a família e alguns membros do Grupo de Relacionamento ao cinema, ver o filme cristão Quarto de Guerra no Cinépolis do Shopping Rio Mar, que devido à grande procura pelo filme, alterou a sala de exibição (para uma com a capacidade maior) e acabou vendendo mais de um ingresso para a mesma poltrona...
Escrito
pelos pastores e irmãos Alex & Stephen Kendrick, os mesmos de A Virada (Flywheel,
2003),
Desafiando Gigantes (Facing
the Giants, 2006), Prova de Fogo (Fireproof,
2008)
e Corajosos (Courageous,
2011),
finalmente é lançado nos cinemas brasileiros o sucesso de bilheteria nos EUA, Quarto de Guerra
(War Room, 2015) de Alex Kendrick, distribuído pela Canzion Films.
O filme apresenta a família Jordan e o papel transformador de uma vida
de oração. Elizabeth Jordan (Priscilla Shirer) e Tony (T.C. Stallings) estão
com o casamento em crise, e o maior reflexo é na indiferença que a filha do
casal Danielle Jordan (Alena Pitts) é tratada, pois seus pais não lhe dão a
devida atenção. As crianças são as que mais sofrem com a separação dos pais...
Elizabeth é corretora de imóveis e num dia comum de trabalho, conhece a
casa de Clara (Karen Albercrombie) uma senhora mais velha e mais sábia,
que possui um cômodo chamado de quarto de guerra, onde ela realiza suas
orações, colando na parede seus pedidos e passagens bíblicas. Aos poucos, ela
vai mostrando à Elizabeth o poder da oração para ajudá-la em vários setores da
vida, encorajando-a inclusive a lutar pelo seu casamento.
Quando a jovem mãe decide começar a lutar por sua família, em vez de ir
contra ela e depositar a sua fé nas orações, abrindo mão de seu closet para ter
seu próprio quarto de guerra, vemos que o inimigo de nossas almas, que veio
para roubar, matar e destruir perde espaço e o agir de Deus começa a fluir. Com
muitas cenas repletas de humor e muita sagacidade o filme vai apresentando a
rotina do casal de classe média alta Tony e Elizabeth Jordan, que aparentemente
tem tudo - trabalho de alto padrão, uma filha linda, e a casa dos
sonhos, mas que enfrentam as lutas diárias de qualquer ser humano – a vontade
de pegar o que não lhe pertence, a carnalidade do adultério, etc.
Problemas conjugais, relação pais e filhos, a influência cristã na
transformação de vidas são temas abordados no longa, que marca a estreia da
escritora Priscilla Evans Shirer no cinema. Ela é autora de best-seller conforme
o jornal New York Times. O elenco inclui também em papéis menores, o
diretor Alex Kendrick, o roteirista Stephen Kendrick e o comediante Michael Jr.
Quarto de Guerra possui diversas referências aos filmes
anteriores dos irmãos Kendrick. O veículo que Tony dirige tem uma placa da Jay
Austin Motors. O primeiro filme dos irmãos Kendrick, A Virada (Flywheel,
2003),
foi centrado na Jay Austin Motors e cada filme subsequente dos cineastas teve
uma referência à marca. Noutra cena, Elizabeth oferece molho de pimenta a Tony,
e uma das opções é "Ira de Deus" (Wrath of God, no original) - a
mesma marca que a personagem Caleb Holt (Kirk
Cameron) fez Wayne (Stephen
Dervan) beber em Prova de Fogo (Fireproof,
2008).
Numa cena com Michael Jr, ele aparece com uma camisa da EMT, onde tem bordado no
lado esquerdo do peito, o nome de Bobby Lee Duke, que foi o treinador dos
Giants no filme Desafiando Gigantes (Facing
the Giants, 2006). Por fim, o cereal Coney Bombs faz nova aparição, como
em todos os filmes dos irmãos Kendrick.
Chama atenção à cena em que Elizabeth está limpando o armário para
criar sua sala de guerra, e há um cabide de cintos desordenados na haste atrás
dela. Esta é uma proposta da Bíblia Breathe, de Priscilla Shirer para
demonstrar o excesso de acumulação de coisas que gostamos. Este é o primeiro
filme dos irmãos Kendrick a ser filmado de forma independente, em vez de como
um projeto da Igreja Batista de Sherwood, como foram os demais. É também o
primeiro longa a ser gravado fora da área residêncial de Albany Georgia, como
nos demais filmes, utilizando dessa vez a cidade mais populosa do estado da
Carolina do Norte, de Charlotte. Destaque para as belas tomadas aéreas que
mostram a cidade.
A mensagem central do filme é baseada no texto bíblico de 2 Crônicas capítulo
7, versículo 14 que diz: "Se o meu
povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e
se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céu, e perdoarei os
seus pecados e sararei a sua terra." Por sinal, quando Tony acorda da
cena de um pesadelo, o relógio mostra exatamente 7:14, fazendo alusão ao versículo
bíblico. Apesar do trabalho de dublagem está razoável, é lamentável o fato de o
filme ser lançado apenas em cópias dubladas, perdendo muito da atuação original
dos atores.
Na manhã deste domingo, 6 de dezembro de 2015, participei da última etapa do Circuito das Estações 2015. Fiz um tempo de 1h08min, com uma velocidade média de 6:49. Ainda não estou com o tornozelo plenamente recuperado, então considero um bom resultado.
O percurso foi invertido, ficando bem interessante, apesar de muitas curvas nos metros iniciais. Antes da prova e no final, procurei o atendimento médico para colocar um gelol no tornozelo. No fim, encontrei o amigo Mauro e ainda pudemos trocar uma ideia saudosista sobre quando correr nos custava 1Kg de alimento ou uma lata de leite em pó... Talvez tenha sido minha última prova do Circuito das Estações. Gosto muito das camisetas e medalhas, mas estão cobrando um valor excessivo pela corrida. Prioridade serão as provas de orientação, que são bem mais em conta...
Na noite desse sábado, 5 de dezembro de 2015, após participar do lindo chá de revelação do Gleriston e da Cris, fui para uma reunião de celebração com o Grupo de Relacionamento no Junta Panela de Dezembro/2015.
Foi uma noite de comunhão, muito louvor e festa! Comemos um delicioso baião de dois, com frango assado e farofa! Ouvimos o som do Daniel Costa, da Banda SAL, do Orlando Neri e até apresentação de quadrilha!
Na noite deste sábado, 5 de dezembro de 2015, estive com a família no Chá de Revelação e fraldas do Gleriston e Cris. Eles estão grávidos de gêmeos! E tiveram a decisão de anunciar o sexo dos bebês no chá de fraldas...
A decoração da festa estava linda! Dois bolos, um para cada bebê. Se o recheio fosse rosa, era menina, se fosse azul, menino. E não é que eles terão dois meninos! A Mariana acertou o palpite, afinal ela é mãe de nossos gêmeos, sendo que eles tem 4 anos de diferença...
De lembrança, ganhamos um jarro de Amor Perfeito, uma flor que define bem o momento que presenciamos, embora não por completo, pois tivemos que sair da festa antes do seu término... Saímos de lá, mas nossos corações ficaram...
Na noite deste 3 de dezembro de 2015, vi no Cinépolis Rio Mar a comédia natalina O Natal dos Coopers (Love The Coopers) de Jessie Nelson, que com um elenco de alta qualidade, expõe osconflitos familiares que vêm à tona quando do
encontro familiar que geralmente ocorre neste período de final de ano.
Os créditos iniciais deixam claro que o Natal se aproxima e, como
acontece em todos os anos, a família Cooper se prepara para a grande ceia na
casa dos patriarcas Sam (John Goodman) e Charlotte (Diane Keaton). Em meio ao
suposto clima festivo, o casal está prestes a se separar, mas Charlotte pede
que o anúncio não seja feito na véspera do Natal, pois ela já mandou cartões
convidando a todos para participarem da ceia.
Os filhos do casal Hank (Ed Helms) e Eleanor (Olivia Wilde) também
enfrentam problemas, já que ele está desempregado e ela mantém um caso com um
médico casado. Paralelamente, Emma (Marisa Tomei) tem dificuldade em lidar com
a solidão e com a inveja que sente da irmã mais velha, Charlotte, enquanto que
o pai delas, Bucky (Alan Arkin) sente-se cada vez mais próximo de Ruby (Amanda Seyfried),
a garçonete do restaurante que ele sempre frequenta.
Das várias histórias que acontecem antes da família se encontrar para
o jantar, se destaca a de Emma, que é detida ao tentar roubar um broche de presente
de natal para a irmã e enquanto está detida pelo policial (Anthony Mackie), ambos
apresentam sérios questionamentos que não são bem desenvolvidos na trama.
Olivia Wilde com uma beleza estonteante rouba a cena quando aparece
discutindo política, fé, relacionamento e assuntos afins com um soldado a
caminho da guerra. O filme diverte com algumas piadas, mas é um típico filme
dispensável. A dublagem também não é das melhores.
Na noite deste 1º de dezembro de 2015, fui ao Cinépolis do Rio Mar conferir o drama A Hora e a Vez de Augusto Matraga de Vinícius Coimbra em sua estreia na direção, baseado no conto homônimo, de Guimarães Rosa e que já foi filmada no filme homônimo de 1965.
Augusto Matraga (João Miguel) é um fazendeiro falido, orgulhoso e violento, que vive acima da lei no sertão de Minas Gerais. Quando é traído pela esposa Dionóra (Vanessa Gerbelli) que resolve abandoná-lo com a filha do
casal, ao receber uma proposta feita por Ouvídio Moura (Werner
Schunemann), faz com que Augusto fique enfurecido e parta
para a casa de Ouvídio, em busca de vingança. Lá ele é espancado pelos
capangas de Consilva (Chico Anysio), que o marcam com ferro e o atiram
em um precipício para morrer.
À beira da morte, Augusto é encontrado por
um casal, que cuida de sua recuperação. Cinco anos depois ele deixa o
local, completamente mudado e agora temente a Deus., e se envolve numa emboscada de seus
inimigos, acaba sendo massacrado e dado como morto. No entanto, ele consegue escapar ao ser salvo e cuidado por um casal e, volta-se para a religiosidade, apegando-se à fé em busca de redenção.
Após se recuperar suas forças, ele ganha a confiança do rei do sertão, um jagunço famoso, Joãozinho Bem-Bem (José Wilker), que percebe nele o
homem violento. Daí em diante Matraga vive o conflito entre o desejo e a
vingança e sua penitência pelos erros cometidos.
O filme tem algumas tomadas belíssimas do sertão mineiro. A parte técnica e as atuações estão excelentes. Lamentável apenas a distribuição do filme não ter lançado o filme em tempo oportuno. Exibido no Festival do Rio 2011, o filme venceu os prêmios de Melhor Longa-metragem de Ficção, Melhor Longa-Metragem pelo Voto Popular, Ator (João Miguel), Ator Coadjuvante (José Wilker), além de prêmio especial do júri para Chico Anysio, mas o filme permanecia inédito aqui em Fortaleza.
Segue trailer de A Hora e a Vez de Augusto Matraga:
Na noite deste 1º de dezembro de 2015, fui com a família ver a peça Chapeuzinho Vermelho na Pracinha do Shopping Rio Mar Fortaleza.
Adaptação da história clássica dos Irmãos Grimm está bem divertida, especialmente com a vovó, que não desgruta do celular, fica nas redes sociais e faz até selfie com o lobo mau!
Nem preciso dizer que meus meninos adoraram! A exibição lotou, afinal a criançada já está quase toda de férias!