sábado, 10 de março de 2018
Reunião Técnica do CODL no Cocó
Na manhã deste 10 de março de 2018, véspera da primeira etapa do Campeonato Cearense de Orientação, o CODL propôs aos seus atletas novatos, uma reunião técnica para dar as últimas instruções aos atletas iniciantes que vão participar pela primeira vez de uma etapa oficial.
Nos reunimos no Parque do Cocó, e enquanto Ronald e Wesley espalhavam os primas, o Aquino dava as instruções técnicas sobre mapa, azimute, etc.
Depois os atletas foram realizar os percursos, alguns ainda acompanhados, para receberem instruções ao longo do percurso. Quem estudou a parte técnica, já pode colocar em prática muita coisa...
Os atletas que já percorreram algum percurso, tiveram mais facilidade e puderam afinar sua navegação.
Os atletas menores já auxiliavam uns aos outros, compartilhando o conhecimento que estão obtendo.
Tinha até filho de forma carinhosa ensinando a genitora sobre localização e direção a seguir. Como é fascinante o esporte orientação!
quinta-feira, 8 de março de 2018
Toda mulher é rainha!
Neste 8 de março de 2018, foi celebrado o dia da mulher. Sempre fui um bendito entre as mulheres na minha família, No entanto, durante muito tempo, trabalhei com muitos homens no ambiente, mas como é prazeroso labutar ao lado delas!
Hoje, as mulheres foram homenageadas no ambiente de trabalho. Além de depoimento dos homens, foi exibido um belo vídeo.
Ao final do primeiro momento, todos os homens pegaram flores para entregar as mulheres. Tive a oportunidade de ofertar uma rosa a Leodilma.
Para as meninas do setor financeiro e para a presidência, eu o Adeilson e o Emanuel preparamos rosas, chocolate e um cartão com uma bela dedicatória. Todas adoraram!
Mais informações sobre o dia das mulheres no Agropolos, clicando aqui.
quarta-feira, 7 de março de 2018
Motorrad
Nacional Motorrad (Brasil, 2017) de Vicente Amorim apresenta um suspense inovador, com motoqueiros em busca de aventura acabam fazendo uma trilha em um local proibido e cercado por belezas naturais, onde a atmosfera de tranquilidade é transformada em medo e morte. Tem virtudes na trilha sonora de rock'n roll, no visual inicial da Serra da Canastra com a bela fotografia de Gustavo Hadba, mas a história não prende tanta atenção seja pelo fraco roteiro, ou pela futilidade dos vilões em quererem matar por matar os membros da trupe, em tempos de decapitações à torto e a direita.
Um dos grandes desejos de Hugo (Guilherme Prates) é conseguir fazer parte do grupo de motocross do seu irmão mais velho. Decidido, ele rouba algumas peças para que possa montar sua motocicleta. Quando consegue o feito, ele encontra com a turma do irmão em uma cachoeira remota, onde fazem uma trilha e se deparam com um antigo muro. Hugo sugere que eles desmontem o muro e sigam a aventura, mas acabam encontrando a dona do ferro-velho de onde Hugo roubou as peças. Ela os convida para um caminho ainda mais radical, só que a diversão vira uma corrida pela sobrevivência quando eles passam a ser perseguidos por motoqueiros sádicos e sobrenaturais.
Os personagens criados pelo quadrinista Danilo Beyruth com inspiração em Motoqueiro Fantasma não tem o devido aprofundamento e não criamos empatia com os mesmos. O terror teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2017.
Veja trailer de Motorrad:
domingo, 4 de março de 2018
Curso de Árbitro da CBO promovido pela Fecori
No período de 2 a 4 de março, estive na turma que participou do Curso de Árbitro CBO, realizado no 23º Batalhão de Caçadores, atualizando os orientistas sobre as recomendações da CBO mais recentes.
Na foto acima, os alunos estão acompanhados do Comandante do 23º BC, Cel Rocha Pontes, além do Instrutor Carlos Xavier, Presidente do Conselho de Arbitragem da CBO.
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sábado, 3 de março de 2018
Operação Red Sparrow
Suspense Operação Red Sparrow (Red Sparrow, Estados Unidos, 2017) de Francis Lawrence inspirado no livro Roleta Russa do ex-oficial da CIA, Jason Matthews, entrega uma trama confusa, onde a personagem principal ora ajuda os russos, ora trabalha em prol dos americanos, não deixando claro suas motivações, que em tese seriam sustentar a mãe. Quando você espera um Atômica (Atomic Blonde, Estados Unidos, 2016) de David Leitchcom com a Jennifer Lawrence, é impossível não se decepcionar.
Dominika Egorova (Jennifer Lawrence) era uma talentosa bailarina do Theatro Bolshoi, que após sofrer um acidente proposital em sua perna, fica impossibilitada de seguir carreira. Ela é então selecionada contra sua vontade para se tornar uma "pardal"- uma mulher sedutora treinada no serviço de segurança russo. Dominika aprende a usar seu corpo como uma arma, mas luta para manter o senso de si mesma durante o processo de treinamento desumanizante. Descobrindo suas habilidades em um sistema injusto, ela surge como um dos elementos mais fortes do programa. Seu primeiro alvo é Nate Nash (Joel Edgerton), um oficial da CIA que administra a infiltração mais delicada da agência de inteligência russa. Os dois jovens entram em uma espiral de atração e decepção, que ameaça suas carreiras, lealdades e a segurança de ambos os países.
O filme reúne novamente Jennifer Lawrence com seu diretor de Jogos Vorazes, Francis Lawrence, mas em algumas cenas você percebe que a atriz não está à vontade no papel. Os coadjuvantes não se destacam. Não curti o filme, pois ele é muito adulto, seja em termos de violência, ou de nudez e sexo, para o público adolescente que é fã da eterna Katniss Everdeen. Além disso, o roteiro de Justin Haythe, do terrível O Cavaleiro Solitário de Gore Verbinski, que não contribui em nada para a premissa que é interessante, mas que se perde ao longo da trama.
Veja trailer de Operação Red Sparrow:
quinta-feira, 1 de março de 2018
Duda e os Gnomos
Animação Duda e os Gnomos (Gnome Alone, Estados Unidos, 2017) de Peter Lepeniotis tenta emular O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, mas apresenta uma história fraca e desinteressante de uma menina que tem que se virar sozinha numa casa velha, após uma nova mudança da família e os constantes compromissos de trabalho da mãe.
Na trama, Duda e sua mãe Catherine estão de mudança novamente. Desta vez elas irão morar em uma imensa casa, com fama de mal-assombrada, que possui vários gnomos de jardim. Após encontrar uma sala secreta e de lá retirar um cristal inusitado, Duda é surpreendida com o fato de que os gnomos têm vida e precisam sempre combater os trogs, seres de outra dimensão que devoram tudo o que vêem pela frente.
Duda conta com então com a ajuda dos gnomos para impedir uma invasão alienígena vinda desta outra dimensão. No entanto, o que chama a atenção da história é a contextualização de uma pré-adolescente num ambiente contemporâneo, com o mundo girando em torno do celular e as inevitáveis panelinhas escolares envolvendo populares e nerds. Não merece ser visto no cinema.
Veja trailer de Duda e os Gnomos:
A Grande Jogada
Drama biográfico A Grande Jogada (Molly's Game, Estados Unidos, 2017) de Aaron Sorkin é baseada no livro de memórias de Molly Bloom, acerca de uma garçonete que ficou conhecida como a "Princesa do Poquêr". Ela relata os bastidores dos jogos de pôquer organizados para estrelas de Hollywood e milionários de Wall Street, até o momento em que começou a ser investigada pelo FBI com alegações de organização de eventos ilegais e envolvimento com a máfia russa.
O filme inicia logo após a esquiadora Molly Bloom (Jessica Chastain) perder a chance de participar dos Jogos Olímpicos de Inverno, devido a uma fatalidade que resultou em um grave acidente, decide então tirar um ano de folga dos estudos e ir trabalhar como garçonete em Los Angeles. Lá, conhece Dean Keith (Jeremy Strong), um produtor de cinema que decide contratá-la como assistente, e logo Molly passa a coordenar jogos de cartas clandestinos, organizados por Dean, que conta com clientes muito ricos e famosos.
Sorkin é um excelente roteirista e deveria ter se contentado em continuar se destacando com seus textos e não assumindo a direção de um longa. Isso não significa que o filme seja ruim, mas que se a pessoa é boa escrevendo, deveria dedicar todo seu esforço nisso. Assim, o filme tem sérios problemas de ritmos, embora os diálogos ágeis que são marcas dele estejam todos lá.
Algumas cenas emocionam, mas parecem fora de contexto, como o belo diálogo entre o pai de Molly (Kevin Costner) e a filha numa pista de patinação em Nova York. As atuações são boas, pois estamos falando de excelentes atores, como Jessica Chastain e Idris Elba que sempre entrega boas atuações.
Segue trailer de A Grande Jogada:
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Ressonância Magnética Tornozelo Direito
Em 21 de fevereiro de 2018, fui ao São Carlos Imagem fazer uma Ressonância Magnética Tornozelo Direito, em função de estar sentindo um incômodo em meu pé, fruto de lesões anteriores.
Procurei o traumotologista Glay Maranhão, que atende na Centiser, próximo ao meu local de trabalho e o mesmo recomendou o exame, com laudo a ser proferido pelo Dr. Cláudio Régis, um especialista em tornozelo. Agora é voltar no médico e ver o que podemos fazer.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Três Anúncios Para Um Crime
Uma espécie de faroeste moderno, o drama Três Anúncios Para Um Crime (Three Billboards Outside Ebbing, Missouri, Estados Unidos, 2017) de Martin McDonagh é forte em seu conteúdo, usando uma história simples, para abordar diversos assuntos polêmicos da contemporaneidade.
Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação.
Hayes questiona a preguiçosa polícia local e incomoda principalmente o desmiolado Jason Dixon (Sam Rockwell) que tem uma atuação de destaque. Outro coadjuvante que pouco aparece, mas que está bem é Charlie (John Hawkes), ex-marido de Mildred, e o filho calado Robbie (Lucas Hedges).
O texto flui de maneira assustadoramente natural, méritos do excelente roteiro. A ambientação numa daquelas cidadezinhas americanas em que todo mundo se conhece e onde qualquer acontecimento fora da rotina é encarado como uma guerra mundial. Filmado em Sylva, uma pequena cidade montanhosa no oeste da Carolina do Norte
A bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, é o que diz o texto bíblico de Romanos 3:23. No filme, vemos claramente que todos os personagens são falhos, e expõem seus defeitos com uma naturalidade incrível. Os bons são maus, os maus são bons,
A bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, é o que diz o texto bíblico de Romanos 3:23. No filme, vemos claramente que todos os personagens são falhos, e expõem seus defeitos com uma naturalidade incrível. Os bons são maus, os maus são bons,
É um filme sobre como a raiva consome e destrói aqueles que não estão dispostos a perdoar, e como a única cura para essa raiva é a empatia, algo que está faltando esses dias. Por fim, fica evidente que violência, só gera mais violência.
Indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Frances McDormand), Melhor Ator Coadjuvante (Woody Harrelson e Sam Rockwell), Melhor Roteiro Original, Edição e Melhor Trilha Sonora. Vencedor dos prêmios de Melhor Filme Dramático, Melhor Atriz (Frances McDormand), Melhor Ator Coadjuvante (Sam Rockwell) e Melhor Roteiro no Globo de Ouro 2018.
Indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Frances McDormand), Melhor Ator Coadjuvante (Woody Harrelson e Sam Rockwell), Melhor Roteiro Original, Edição e Melhor Trilha Sonora. Vencedor dos prêmios de Melhor Filme Dramático, Melhor Atriz (Frances McDormand), Melhor Ator Coadjuvante (Sam Rockwell) e Melhor Roteiro no Globo de Ouro 2018.
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Café da Manhã de comemoração dos 7 anos do CODL
Na oportunidade, o atleta Marcelo Aquino, que recentemente esteve participando da Clínica de Traçadores de Percursos, em Brasília, repassou as principais informações adquiridas aos demais atletas.
Os participantes também foram informados acerca das mudanças que houveram no regulamento do Campeonato Cearense de Orientação 2018 e saíram da reunião com o conhecimento do que será apresentado nos mapas e o que será exigido. Isso certamente dará maior tranquilidade para competir e alcançar bons resultados.
Além disso, houve celebração dos aniversariantes de fevereiro, sorteio de brindes (bottons, ISOMs, inscrição na 1ª etapa do CCO), banho de piscina e um momento marcante de confraternização.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
GR na Praia de Iracema
Na tarde desse sábado, estivemos reunidos na casa das KKKs na Praia de Iracema. Marcamos um encontro no espigão da João Cordeiro, mas em função da chuva, não possível nos reunirmos lá. O plano B era ficar no apertamento, e foi o que ocorreu, apesar da apreensão de haver o desfile do bloco de carnaval, o que felizmente não aconteceu!
A reunião foi maravilhosa! Teve muitos louvores, reflexão na palavra e partilha, além de um lanche saboroso e a comunhão com os irmãos.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Pantera Negra
Primeiro filme de super herói de 2018, Pantera Negra (Black Panther, Estados Unidos, 2017) de Ryan Coogler chama atenção por abordar temas importantes como injustiças praticadas aos negros, cultura africana e relacionamentos políticos, afinal sábios constroem pontes, tolos erguem barreiras. O vilão é mais interessante que o personagem principal e sua motivação é tão clara, que chegamos a torcer por ele. O destaque negativo é o 3D, que especialmente nas cenas coreanas deixam a plateia com náuseas.
Enfim conhecemos a história de T'Challa (Chadwick Boseman), príncipe do reino de Wakanda, que perdeu o seu pai o rei rei T'Chaka (John Kani) no filme Vingadores: Era de Ultron (Avangers: Age of Ultron, 2015), de Joss Whedon quando ele viajou para os Estados Unidos, e teve contato com os Vingadores. Entre as suas habilidades estão a velocidade, inteligência e os sentidos apurados.
Quando ele retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação, vemos a reunião com as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T'Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong'o), a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha. Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás.
É muito interessante esse retorno da Marvel a ideia original de ambientar a realidade de um herói específico, como foi o seu início com Homem de Ferro (Iron Man, 2008) de Jon Favreau há dez anos. A cultura africana é destacada ao longo do filme, seja na trilha sonora com tambores tocando, figurino rebuscado, utilização de danças e lutas, ou na fotografia paisagística que utiliza-se inclusive de tomadas das Cataratas do Iguaçu.
No entanto, a questão política, especialmente relacionada as questões raciais são prepoderantes ao longo do filme. O vilão Killmonger (Michael B. Jordan) é muito bem constituído e pode facilmente ser traçado um paralelo entre os ideais de Martin Luther King (uma espécia de T'Challa) e Malcolm X (mais radical como o Killmonger) a respeito da posição dos negros na sociedade norte-americana, lá pela década de 60. Destaca-se nesse aspecto a direção de Ryan Coogler que já tinha demonstrado saber abordar questões raciais no excelente Fruitvale Station - A Última Parada (2013).O filme consegue ainda abordar pontos relacionados a questão de refugiados, tão em voga atualmente.
Não bastasse tudo isso, o filme consegue ser ainda feminista ao lidar com excelente atrizes interpretando ótimos papéis. Lupita Nyong'o e Letitia Wright se destacam como mulheres fortes e decididas, que se destacam na estrutura de poder de Wakanda. Assim, o filme não é uma continuação direta de Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War, 2016) de Anthony Russo e Joe Russo, mas se insere bem no universo cinematográfico da Marvel.
Veja trailer de Pantera Negra:
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Carnaval 2018 na Assefaz - Porto das Dunas
Neste Carnaval, tive novamente a oportunidade de prestar serviços a Assefaz no Porto das Dunas. Dos quatro dias de folia, tivemos dois dias tranquilos (sábado e segunda) e dois dias agitados (domingo e terça), felizmente eles se intercalaram.
No sábado foi o esquenta, com poucos hóspedes e alguns visitantes. O DJ praticamente dançou sozinho. No domingo o salão bombou. Foi servido feijoada além do cardápio e teve muita animação com Silvano Vale e Banda.
Na segunda, passamos a manhã sem energia e debaixo de muita chuva. À tarde foi movimentada com a banda animando os foliões, que tinham opção de panelada no cardápio. Na segunda, novamente muito movimento, com churrasco acrescido ao cardápio. Levei a família e teve muita festa, se destacando o baile infantil, com as crianças fantasiadas e animadas pelo Louro da Assefaz!
Foram dias cansativos, mas que valeram à pena pela missão cumprida com sucesso.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
O Sacrifício do Cervo Sagrado
Suspense no formato de drama familiar O Sacrifício do Cervo Sagrado (The Killing of a Sacred Deer, Reino Unido, Irlanda, 2017) de Yorgos Lanthimos soa estranho ao detonar valores familiares e se mostra bastante incômodo, com cenas banais de relação sexual, apesar do incrível clima tenso criado ao longo do filme.
A trama nos apresenta Steven (Colin Farrell) é um cardiologista conceituado que é casado com a oftalmologista Anna (Nicole Kidman), com quem tem dois filhos: Kim (Raffey Cassidy) e Bob (Sunny Suljic). Já há algum tempo ele mantém contato frequente com Martin (Barry Keoghan), um adolescente cujo pai morreu na mesa de operação, justamente quando era operado por Steven. Ele gosta bastante do garoto, tanto que lhe dá presentes e decide apresentá-lo à família. Entretanto, quando o jovem não recebe mais a atenção de antigamente, decide elaborar um plano de vingança.
A fotografia Thimios Bakatakis é interessante, com a câmera quase sempre elevada, ou buscando ângulos não convencionais. Mas o filme propõe cenas indignas de serem mostradas na tela grande, como um pai aleatoriamente decidindo acerca da vida de seu filho.
Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, apesar das vaias que recebeu... Mas o que esperar de um festival que premiou o também esquisito The Square - A Arte da Discórdia (The Square, Suécia, Alemanha, França, 2017) de Ruben Östlund. Ainda bem que ficou apenas uma semana em cartaz.
Segue trailer de O Sacrifício do Cervo Sagrado:
domingo, 11 de fevereiro de 2018
O Que Te Faz Mais Forte
Drama O Que Te Faz Mais Forte (Stronger, Estados Unidos, 2017) de David Gordon Green é um complemento do excelente O Dia do Atentado (Patriots Day, Hong Kong/EUA, 2016), de Peter Berg ao acompanhar a mudança na vida de um rapaz comum que perdeu as pernas no ato terrorista na Maratona de Boston em 2013 e como ele teve que lidar com a fama de herói atribuída a sua pessoa e o difícil processo de recuperação.
Acompanhamos no filme, a jornada de Jeff Bauman (Jake Gyllenhaal) após o dia mais impactante de sua vida, 15 de abril de 2013. O homem de Boston de 27 anos da classe trabalhadora, estava na chegada da maratona de Boston, para tentar recuperar o amor da sua ex-namorada Erin (Tatiana Maslany), quando foi atingido por uma das bombas do atentado terrorista e perdeu as duas pernas.
A montagem do filme é leve, mostrando até com certo humor como Jeff lida com a situação, e a preocupação imediata que ele teve de contribuir com a identificação de um dos suspeitos após recuperar a consciência no hospital. No entanto, posteriormente vemos uma pesada cena onde vemos literalmente Jeff perdendo as pernas e sendo socorrido pelo verdadeiro herói da história, um cowboy que perdera os filhos e pode ajudar Jeff como se fosse seu filho.
A montagem do filme é leve, mostrando até com certo humor como Jeff lida com a situação, e a preocupação imediata que ele teve de contribuir com a identificação de um dos suspeitos após recuperar a consciência no hospital. No entanto, posteriormente vemos uma pesada cena onde vemos literalmente Jeff perdendo as pernas e sendo socorrido pelo verdadeiro herói da história, um cowboy que perdera os filhos e pode ajudar Jeff como se fosse seu filho.
Assim, acompanhamos a trajetória de Jeff, marcada pelo apoio incondicional de Erin, ao longo de meses de reabilitação física e emocional com o apoio inabalável de Erin que se sente culpada pelo incidente e pelo aproveitamento familiar da fama inesperada, e o apoio da sua família, que está mais preocupada em desfrutar da fama obtida pelo rapaz, fazendo com que a Oprah procure a mãe de Jeff para entrevistas, em meio a dor do filho.
O que chama atenção no filme é a linguagem violenta que o ser humano utiliza para se comunicar. Ao longo da trama, temos cenas de berros num elevador, gritaria no hall de um hospital, uma discussão acalorada dentro de um carro, uma cena de Jeff se arrastando e gritando na porta de um edifício, uma cena com homens se agredindo num bar... Isso sem falar do ato terrorista...
No meio disso, vemos como um homem simples, que embalava frangos num supermecado, se torna um ídolo nacional e um exemplo de força e superação, sem sequer ter tempo de sofrer a perda inesperada. A empatia não surge com facilidade, pois em meio a dor, ele se entrega ainda mais ao vício da bebida. Algo bem diferente do que ocorre com o cowboy que conhecemos no dilema que Jeff enfrenta de entrar ou não no estádio de baseball para fazer um arremesso. Cenas de pessoas pedindo autógrafo ou para tirar fotos também são inseridas com naturalidade, sem que Jeff ainda tenha noção da imagem que representa.
O elenco está bem. Jake Gyllenhaal entrega mais uma boa atuação, mas quem chama atenção é a talentosa Tatiana Maslany, como a personagem mais humana na trama, capaz de abdicar da própria vida, para cuidar do namorado debilitado. O filme surpreende por não usar de sentimentalismo, apesar da história ser propícia para isso. Assim, o filme não é apenas sobre superar as circunstâncias difíceis, é sobre a superação de si mesmo e da tendência à autopiedade, raiva e ressentimento após literalmente perder as pernas.
Acompanhe o trailer de O Que Te Faz Mais Forte:O que chama atenção no filme é a linguagem violenta que o ser humano utiliza para se comunicar. Ao longo da trama, temos cenas de berros num elevador, gritaria no hall de um hospital, uma discussão acalorada dentro de um carro, uma cena de Jeff se arrastando e gritando na porta de um edifício, uma cena com homens se agredindo num bar... Isso sem falar do ato terrorista...
No meio disso, vemos como um homem simples, que embalava frangos num supermecado, se torna um ídolo nacional e um exemplo de força e superação, sem sequer ter tempo de sofrer a perda inesperada. A empatia não surge com facilidade, pois em meio a dor, ele se entrega ainda mais ao vício da bebida. Algo bem diferente do que ocorre com o cowboy que conhecemos no dilema que Jeff enfrenta de entrar ou não no estádio de baseball para fazer um arremesso. Cenas de pessoas pedindo autógrafo ou para tirar fotos também são inseridas com naturalidade, sem que Jeff ainda tenha noção da imagem que representa.
O elenco está bem. Jake Gyllenhaal entrega mais uma boa atuação, mas quem chama atenção é a talentosa Tatiana Maslany, como a personagem mais humana na trama, capaz de abdicar da própria vida, para cuidar do namorado debilitado. O filme surpreende por não usar de sentimentalismo, apesar da história ser propícia para isso. Assim, o filme não é apenas sobre superar as circunstâncias difíceis, é sobre a superação de si mesmo e da tendência à autopiedade, raiva e ressentimento após literalmente perder as pernas.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Eu, Tonya
Drama biográfico Eu, Tonya (I, Tonya, Estados Unidos, 2017) de Craig Gillespie narra a vida da ex-patinadora no gelo Tonya Harding, que durante a década de 1990, conseguiu superar sua infância pobre e emergir como campeã do Campeonato de Patinação no Gelo do Reino Unido e segunda colocada no campeonato mundial. Porém, ela ficou realmente conhecida quando seu marido, Jeff Gilloly, e dois ladrões tentaram incapacitar uma de suas concorrentes quebrando a perna dela durante as Olimpíadas de 1994, num dos maiores escândalos da história do esporte nos Estados Unidos.
Desde muito pequena exibindo um talento nato para patinação artística no gelo, Tonya Harding (Margot Robbie) cresceu se destacando no esporte, tanto por sua beleza, quanto pela capacidade de realizar difíceis movimentos na patinação artística, apesar de sua origem humilde, num esporte bem elitista. A garota cresce tendo que aguentar os maus-tratos e humilhações por parte da agressiva mãe LaVona Golden (Allison Janney), que é uma figura extremamente debochada, sarcástica, irônica, e egoísta ao ponto de querer controlar e manipular a vida da filha. Entre altos e baixos na carreira e idas e vindas num relacionamento abusivo com Jeff Gillooly (Sebastian Stan), a atleta acaba envolvida num plano bizarro durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 1994, quando às vésperas dos Jogos, sua principal concorrente foi brutalmente atacada, anulada das competições. Tonya, o ex-marido, Jeff Gillooly, e o segurança pessoal dela, Shawn ((Paul Walter Hauser), foram responsabilizados judicialmente pelo atentado.
Chama atenção no filme, o fato dele não se levar a sério, e mostrando que o estilo de vida do american way life é e sempre foi uma farsa, algo que foi abordado também no recente Suburbicon - Bem-vindos ao Paraíso (Suburbicon, Estados Unidos, 2017) de George Clooney e a cena de Tonya confrontando um juiz de patinação dentro de um carro, após um evento, é inconteste quando ele fala que as notas são dadas também em função da imagem que eles querem passar do esporte, e que a vida conturbada de Tonya influenciava seus resultados.
Destaca-se o texto do roteirista Steven Rogers, no formato de um falso documentário, como vimos no recente Feito na América (American made, Estados Unidos, 2016) de Doug Liman, que também é uma história icônica sendo contada com esse formato. Aqui chama atenção o fato de cada persona contar sua versão dos fatos. Corrobora também com a trama o fato do excelente trabalho de maquiagem, figurino e direção de arte, especialmente quando tentam tirar a beleza de Margot Robbie, que atua com competência, especialmente no sotaque caipira de sua personagem e nas cenas que envolvem técnicas de patinação no gelo.
Por fim, o filme acaba sendo uma grande piada, mostrando como nós seres humanos somos capazes de gerar pessoas que tem atitudes absurdas, seja ao cultuar uma celebridade, ao julgar pelas aparências e a valorizar aquilo que não é importante. Não há como julgar Tonya, a grande guerreira, que acabou sendo também a maior prejudicada. O filme oferece belas cenas de patinação artística, com uma câmera que dança junto com a personagem. O clima de tensão em meio ao tom pastelão é tão inesperado que surpreende.
Veja o trailer de Eu, Tonya:
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
Chá de fraldas da Maria Valentina
Na noite deste 9 de fevereiro de 2018, realizamos um chá de fraldas surpresa para Maria Valentina, filha do Aristeu e da Deyse.
Foi criado um grupo no whatsapp e cada um ia informando o que poderia levar para contribuir, além da fralda é claro.
Foi um momento especial, com brincadeiras, muitos comes e bebes e a alegria no rosto dos pais que não esperavam tão linda homenagem.
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