domingo, 19 de agosto de 2018

Niver Naomi e Stela


Na tarde desse domingo, estive com o Grupo de Relacionamento no aniversário da Naomi e da Stela, filhas do Everton e da Keila, no salão de festas do prédio onde eles moram.

O grupo de relacionamento esteve presente participando desse momento de celebração dessas princesas, que estavam vestidas de Luna. Foi um momento precioso!


sábado, 18 de agosto de 2018

Série B 2018: Fortaleza 2 x 1 Boa Esporte


Na tarde desse 18 de agosto de 2017, depois de deixar o Pedro Sahel na festa do pijama na casa da Ana Luiza, na Parquelândia, fui com a esposa e o caçula para a Arena Castelão torcer pelo Leão em mais uma vitória nesta Série B 2018, essa foi a 13º!, fazendo com que o Fortaleza somasse 43 pontos na classificação, permanecendo na liderança isolada da competição.


Não foi fácil vencer o lanterna da competição. Alyson do Boa Esporte, numa linda finalização abriu o marcador no início do segundo tempo, após um primeiro tempo de pressão tricolor, mas sem causar tanto perigo a meta mineira. Logo em seguida, com quatro minutos, Dodô cruzou na medida para Gustavo completar de cabeça para o fundo das redes. Pressionando, o Fortaleza só foi conquistar a virada aos 27 minutos do segundo tempo. Gustavo aproveitou um rebote e tentou dominar dentro da grande área, mas acabou derrubado por Rafael Jensen. Na cobrança do pênalti, Bruno Melo mandou com força, no meio do gol, para fechar a vitória dentro da Arena Castelão.

Veja os gols e melhores momentos da partida:


FICHA TÉCNICA
FORTALEZA 2 X 1 BOA ESPORTE


Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 18 de agosto de 2018, sábado
Horário: 16h30 horas (Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (CBF-RS)
Assistentes: Leirson Peng Martins (RS) e Lucio Beiersdorf Flor (RS)
Cartões amarelos: Bruno Tubarão e Hélder Maurílio (Boa Esporte); Éderson, Bruno Melo, Ligger, Felipe, Diego Jussani e Marcelo Boeck (Fortaleza).
Cartões vermelhos:

GOLS:
Fortaleza: Gustavo Henrique aos quatro e Bruno Melo aos 26 minutos do segundo tempo.
Boa Esporte: Alyson aos dois minutos do segundo tempo.

FORTALEZA: Marcelo Boeck; Tinga, Diego Jussani, Ligger e Bruno Melo; Nenê Bonilha, Felipe (Derley), Dodô e Marlon (Romarinho); Éderson (Gustavo Henrique) e Marcinho
Técnico: Rogério Ceni

BOA ESPORTE: Fabrício; Hélder Maurílio, Luan, Rafael Jensen e Jadson; Djavan, Cloves (PH), Alyson (Adauto), Bruno Tubarão e Daniel Cruz (Jarlesson Inácio); Douglas Baggio.
Técnico: Ney da Matta


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

O Protetor 2


Thriller de ação O Protetor 2 (The Equalizer 2, Estados Unidos, 2018) de Antoine Fuqua mostra a sequência dos feitos do justiceiro Robert McCall, vivido pelo carismático Denzel Washington, e já vistas no excelente O Protetor (The Equalizer, 2014) que mostrava a rotina de um agente aposentado que ajuda pessoas em perigo. 


Robert McCall (Denzel Washington) agora trabalha como motorista privado de aplicativo em Massachusetts, Estados Unidos. Ele segue ajudando pessoas simples que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer (Melissa Leo) é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide encontrar seu antigo parceiro, Dave (Pedro Pascal), no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime.

Os dois primeiros atos do filme são muito bons, certamente méritos do roteirista Richard Wenk. O discurso social que o filme propõe é altamente relevante, ficando evidenciado nas situações vivenciadas pelos passageiros de McCall. No entanto, o terceiro ato, que ocorre numa cidade esvaziada, sob uma forte névoa é desnecessariamente longo e não condiz com a seriedade e realismo que o filme se propunha até então. Tivesse ficado apenas pelas ruas da cidade, no máximo livrando jovens das drogas, o filme teria sido mais impactante.

Acompanhe o trailer de O Protetor 2:

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível


Emocionante e nostálgico Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível (Christopher Robin, Estados Unidos, 2018) de Marc Forster apresenta em tom de fábula, a turma do Ursinho Pooh em live action, numa simpática aventura além do Bosque dos Cem Acres, com preciosos ensinamentos sobre o que verdadeiramente vale à pena nesta vida.

Christopher Robin (Ewan McGregor) já não é mais aquele jovem garoto que adorava embarcar em aventuras ao lado de Ursinho Pooh e dos adoráveis animais no Bosque dos 100 Acres: Tigrão, Leitão, Ió, Kanga, Guru, Abel e Corujão. Agora crescido, depois de ter constituído família e ido até pra guerra, ele se tornou um homem de negócios numa empresa londrina nos anos 40. Sua ganância materialista em cortar gastos o afastou da esposa Evelyn (Hayley Atwell) e de sua filha Madeline (Bronte Carmichael), que está prestes a ser mandada para estudar em um internato, como seus pais fizeram quando ele tinha a mesma idade.

O roteiro de Alex Ross Perry é um tanto quanto melancólico e comovente. A trama se inicia usando do formato literário como pano de fundo para o que está sendo contado. O roteiro conduz a plateia a acreditar que Pooh e seus amigos são totalmente reais e precisam da ajuda do velho amigo Christopher Robin, que está sendo derrotado pelo trabalho árduo, não tempo para estar sequer com a família. Alguns diálogos parecem bobos, mas estão repletos de vida, como na cena em que Robin e Pooh estão num vagão de trem, e brincam do que você está vendo, ou quando Pooh questiona Robin acerca do valor de uma pasta e de um balão.

A filha de Christopher Robin encontra alguns desenhos e pertences de sua infância, que certamente o remetem a viagem de volta ao Bosque dos Cem Acres, para uma nova aventura de reencontro com a criança interior para enfim se tornar um adulto melhor. O filme dialoga tanto com adultos quanto crianças. Estou numa fase de vida, em que cobro bastante os estudos do meu filho, mas o filme serve de alerta para lembrar que as crianças precisam ter um espaço para brincar com liberdade.

Essa lembrança do passado nos mostra como é importante termos memória dos melhores momentos de nossa vida, que certamente são vividos na infância. O filme transita entre realidade e fantasia o tempo todo, sendo plenamente crível. A escolha de Foster para a direção foi acertada, especialmente pela marca do diretor em filmes como Em Busca da Terra do Nunca (Finding Neverland, 2004), Mais Estranho Que a Ficção (Stranger than Fiction, 2006) e O Caçador de Pipas (The Kite Runner, 2007)

Nesse filme, o design do Ursinho Pooh e seus amigos são uma combinação de suas versões animadas da Disney - quando eles eram animais falantes - e das histórias infantis criadas pelo escritor inglês Alan Alexander Milne, baseado nos brinquedos do filho. Aliás, após ver o filme, dá uma vontade enorme de aquirir as pelúcias dos personagens...

Vale destacar os transtornos mentais que a história aborda indiretamente. Pohh por exemplo sofre de transtorno alimentar, está sempre faminto à procura de mel. Já Tigrão tem claros sinais de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Percebemos que Leitão sofre de Ansiedade, Ió de Depressão e o coelho Abel de transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O Corujão padece de transtorno de Personalidade Narcisista e Christopher Robin de Esquizofrenia. Todos temas relevantes, e doenças sérias e graves que carecem de atenção e cuidados médicos. Recomendado para todos os públicos.

  • Veja o trailer de Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível:

    quarta-feira, 15 de agosto de 2018

    Vidas à Deriva


    Drama romântico Vidas à Deriva (Adrift, Estados Unidos, 2018) de Baltasar Kormákur, é baseado no livro Red Sky in Mourning: The True Story of Love, Loss, and Survival at Sea, escrito por Tami Ashcraft, que conta uma bela história de sobrevivência da vida real.

    A trama mostra como Tami Oldham (Shailene Woodley) e Richard Sharp (Sam Claflin) se conheceram em 1983, até iniciarem um relacionamento e receberem a proposta de velejarem cruzando o Pacífico num barco, até serem atingidos por uma terrível tempestade. Passada a tormenta, Tami se vê sozinha na embarcação em ruínas e tenta encontrar uma maneira de salvar a própria vida e a do parceiro.

    A montagem do filme alternando entre os momentos trágicos após o incidente, com o período romântico anterior ao incidente, que narra o início do relacionamento do casal é adequada, e propicia desfrutarmos plenamente de tudo que a história tem a nos passar, evitando clichês do gênero. Mérito de John Gilbert, editor vencedor do Oscar por Até o Último Homem (Hawksaw Ridge, Austrália/EUA, 2016), de Mel Gibson.

    O roteiro solta aqui e ali algumas pistas do plot twist final, mas que só são perceptíveis após a revelação no desfecho final, que emociona de forma inesperada. Fica parecendo os filmes adaptados das obras de Nicholas Sparks, que são feitos para o público chorar no final. Esse é mais natural e o choro mais sincero.

    Shailene Woodley carrega o filme nas costas, não à toa está creditada também como produtora. Mais um filme que realça o empoderamento feminino. Sam Clafin está se especializando em fazer filmes que ele necessita de cuidados, como no excelente Como eu Era Antes de Você (Me Before You, 2016) de Thea Sharrock. Creio que a escolha dele fora acertada, até porque Miles Teller foi escalado para o papel de protagonista, ao lado de Shailene Woodley, mas desistiu e foi substituído por Sam Claflin. Teria sido o quinto filme em que Teller e Woodley trabalham juntos.

    Confira o trailer de Vidas à Deriva:

    Segunda visita a IBC para mapeamento do CCOS 2018


    Neste 15 de agosto, fui novamente com o Aquino na IBC, finalizar o mapeamento da área para uma das etapas do CCOS 2018. O trabalho de desenho estava em avançado, de modo que refinamos o que fora desenhado e fizemos a parte que ainda não havíamos mapeado. Gosto muito do Campus Pedras e foi um prazer auxiliar o mapeador nas duas visitas de mapeamento.

    segunda-feira, 13 de agosto de 2018

    Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão


    Terceiro filme cristão da franquia Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão (God's Not Dead - A Light in the Darkness, 2018) de Michael Mason tem um roteiro consistente na abordagem de questões relacionadas a fé, em tempos de perseguição religiosa.

    Quando a igreja de Saint James, pastoreada por Dave (David A.R. White), o mesmo do primeiro filme é incendiada, a universidade Hadleigh, onde o templo está inserido, usa a tragédia para tentar despejar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, inclusive colocando o pastor contra um amigo seu de longa data e reitor da universidade Thomas Ellsworth () e a estudante Keaton (), membro do ministério da igreja, que está num momento de crise de sua fé cristã.

    Dave recorre então a seu irmão, um advogado que se afastou da família na juventude, para tentar permanecer com a igreja em seu local. Assim, o filme mantém certa similaridade com seus antecessores Deus Não Está Morto (2014) e Deus Não Está Morto 2 (2016) ambos de Harold Cronk. Sendo que enquanto no primeiro vemos o embate da fé entre um professor ateu e um aluno cristão, no segundo vemos uma professora cristã sendo julgada por ter citado sua fé em sala de aula, e agora vemos um pastor perseguido. Ou seja, enquanto o primeiro ocorre numa sala de aula, o segundo num tribunal, este ganha as mídias, as ruas, sendo mais abrangente abordando acerca da divisão entre Estado e religião.

    A mensagem principal da trama comprova mais uma vez a bondade e fidelidade de Deus. Em nossa vida, enfrentamos provas e tribulações, que podem ocorrer a qualquer momento. A frase mais marcante do filme: “Deus é bom o tempo todo, o tempo todo Deus é bom” está presente desde o início. A lição que fica é que o grande desafio do pastor era mostrar Jesus em suas atitudes e não em seus discursos. Só assim, poderemos ser luz na escuridão que vivemos. Recomendadíssimo!!!

    Veja trailer de Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão:


    Confira também o clipe da versão traduzida da música tema do filme God's Not Dead, na voz de Fernandinho:

    domingo, 12 de agosto de 2018

    Dia dos pais 2018


    Esse dia dos pais 2018, passei ao lado da família, brincando com as crianças na casa da sogra, num almoço que foi marcado pelos momentos de diversão de todos brincando de "Se Eu Fosse Pra Lua" e "Se Eu Fosse Pro Sol".

    No fim do dia, ainda tivemos o privilégio de servir no Geração Futuro. Na foto acima, minha família surge no volante da minha vida.

    sábado, 11 de agosto de 2018

    Mapeando área para o CCOS 2018


    Neste sábado, estive com o mapeador Marcelo Aquino, visitando uma das áreas de prova do CCOS 2018 (Campeonato Cearense de Orientação Sprint). Aquino fez um trabalho prévio de mapeamento e iniciamos os trabalhos de desenhar a área. Passamos 4 horas rondando no terreno e mais algumas no computador para desenhar o que vimos.



    sexta-feira, 10 de agosto de 2018

    Dizem que ser Pai...


    Neste 13 de agosto de 2018, aconteceu uma homenagem em referência ao dia dos pais no Instituto Agropolos do Ceará. A Comunicação organizou um game bem legal e os pais puderam interagir.

    Tive o privilégio de recitar o texto abaixo, onde cito alguns dos pais do IAC.



    Dizem que ser pai...
    Ronald Nascimento

    Dizem que pai sabe tudo
    Disso eu não tenho plena certeza
    Mas posso garantir contudo
    Não se resume a botar comida na mesa

    Dizem que ser pai é ser herói
    Isso eu não posso garantir
    Pois nosso coração corrói
    Temos aqui o FRANCO pra admitir
      
    Dizem que um bom pai tem sabedoria
    Exige esforço e responsabilidade
    Ouvi do LUIZ na Controladoria
    Que ser pai requer cumplicidade

    Dizem que ser pai é ser poeta
    AFRAUDIZIO talvez até já escreveu
    Mas eu vou ser caboeta
    Essa habilidade pra muitos já prescreveu

    Dizem que ser pai é ser provedor
    Essa vem do fundo do baú
    Pra muitos assunto constrangedor
    Comigo concorda o amigo ESAÚ


    Dizem que ser pai é ser justo
    E que a justiça não desatina
    Podem até me considerar vetusto
    Mas MICARTON veste essa batina

    Dizem que ser pai é ser corajoso
    E disso eu não me engano
    Mas todo pai é auspicioso
    Concorda comigo o LUCIANO

    Dizem que pai come quieto
    Vocês hão de convir decerto
    Como diz o prezado NETO
    Pra ser pai tem que ser esperto

    Dizem que ser pai é complicado
    ALEXANDRE acha a maior diversão
    pois sempre fui muito dedicado
    Todo filho merece nossa atenção!

    Dizem que pai só se tem um
    Seu GILBERT há tempos já dizia
    Que não basta um orgasmo comum
    Pois pai mesmo é aquele que cria


    Dizem que todo pai é um LEÃO
    Embora adore receber um carinho
    E quando se torna um panteão

    Aí até o VOVÔ vira gatinho

    Dizem que ser pai é algo divino
    Essa é uma verdade sem igual
    Pois não há pai nesse mundo suvino
    Que se compare com o pai celestial

    Meus amigos me despeço
    Me perdoe se vc foi ou não citado
    Sua paternidade eu enalteço
    Com poema em verso inusitado


    quinta-feira, 9 de agosto de 2018

    Megatubarão


    Blockbuster de ação baseado no livro MEG: A Novel of Deep Terror, de Steve Alten, Megatubarão (The Meg, Estados Unidos, 2018) de Jon Turteltaub, apresenta uma aventura com Jason Statham enfrentando um tubarão pré histórico, com bons efeitos especiais, num filme produzido por Lorenzo di Bonaventura com foco no mercado oriental.
    Na trama, a tripulação de um submarino do programa internacional de observação subaquática, fica presa dentro do local após ser atacada por uma criatura pré-histórica que se achava estar extinta, um tubarão de mais de 20 metros de comprimento, o Megalodon. Para salvá-los, um oceanógrafo chinês (Winston Chao) contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em água profundas que já encontrou com a criatura anteriormente. ele então se vê forçado a confrontar seus medos para salvar a tripulação, ficando frente a frente com o maior predador marinho que já existiu, na fossa mais profunda do Oceano Pacífico.

    Após o resgate anterior, que acabara com vítimas, Taylor se via desacreditado e isolado do mundo. Agora, Jonas e um time de cientistas tentam achar uma forma de enfrentar a gigantesca criatura e impedí-la de deixar um rastro de sangue pelos oceanos. Com tensão e adrenalina o filme segue a cartilha de filmes do gênero, feitos para entreter.

    Veja trailer de Megatubarão:

    Ana e Vitória



    Romance musical Ana e Vitória (Brasil, 2018) de Matheus Souza parece uma cinebiografia que narra o encontro de Ana Caetano e Vitória Falcão em uma festa no Rio de Janeiro, marcando o início da dupla que tem alcançado sucesso com suas canções repletas de poesias. Confesso que gostava mais da dupla antes de ver o filme, pois percebendo a má influência que elas transmitem pra uma geração de adolescentes, pois não acho elas sejam boas referências para serem admiradas.



    As duas meninas que decidiram cantar juntas, precisam aprender a lidar com a fama, ao mesmo tempo que ainda estão tentando encontrar quem elas realmente são. São descobertas por um empresário carioca, o produtor Felipe Simas (Bruce Gomlevsky) e chegam rapidamente ao estrelato. Ana está em busca do amor de sua vida e Vitória em busca de um amor livre e sem amarras.

    O filme não aborda as famílias das jovens, exceto numa cena em que desvalorizam totalmente a opinião que a mãe de Ana teria em relação ao seu comportamento. As origens em Araguaína, Tocantins e o tempo em que elas estudaram juntas são apenas citados pelo roteiro sem um aprofundamento necessário. Elas refletem exatamente o que as últimas gerações tem acompanhado nas novelas globais, sobre desamor, relacionamentos fúteis e sem compromisso, a prática do lesbianismo e uma vida de depravação sexual assustadora para jovens tão bonitas e talentosas.

    Como atrizes, Ana e Vitória são excelentes cantoras. Fica perceptível o texto decorado, a fala ensaiada, as cenas não ocorrem de maneira natural. Parece que o objetivo do filme era expor a intimidade das garotas. Sinceramente, gostaria de vê-las num palco, não saber o que elas fazem num quarto de hotel... Ou quantos parceiros sexuais cada uma possui.

    Os números musicais do filme estão irrepreensíveis, especialmente o lado fantástico que engloba novas tecnologias. Fica ao final do filme, a sensação que estamos diante de uma tela de celular, vendo clipes e imagens que não nos agregam nada de valor. Fiquei constrangido de levar meu filho de três anos para a sessão. Não recomendo.

    Veja trailer de Ana e Vitória:

    Trabalhando a favor da agricultura familiar


    Na rotina do dia-a-dia de trabalho, às vezes somos interrompidos por momentos preciosos, onde vemos o resultado de nosso trabalho, repercutindo na agricultura familiar de nosso estado. Como foi nessa tarde, quando recebemos a visita do Cáritas Diocesana de Crateús, que realizou a XIV Feira da Agricultura Familiar em Crateús com o apoio do Instituto Agropolos.

    terça-feira, 7 de agosto de 2018

    Amália, a Secretária


    Comédia colombiana Amália, a Secretária (Amalia, la Secretaria, Colômbia, 2017) de Andrés Burgos diverte com a simplicidade de apresentar a rotina de uma secretária executiva. Me lembrou um pouco o humor que há no drama colombiano Crônica do Fim do Mundo (Crónica del fin del mundo, 2012) de Mauricio Cuervo.

    A trama apresenta Amália (Marcela Benjumea), uma secretária rigorosa e chata de uma pequena empresa de produtos elétricos, que vê sua vida monótona virar de pernas para o ar ao conhecer Lázaro (Enrique Carriazo), o novo responsável pela manutenção da empresa onde trabalha. Ela vive à procura de coisas que precisam de reparo só para passar o tempo com ele e, sem perceber, acaba se contagiando com o desembaraço do faz-tudo.

    É incrível como a vida é feita de relacionamentos, e como eles moldam nossa personalidade. A secretária, mostrada em seu desolamento, isolada dos demais da empresa onde trabalha, com poucos contatos como o chefe Don Bernardo (Diego Leon Hoyos) que também se isola em seu escritório e pouco produz. É incrível a disponibilidade que as secretárias devem possuir, mesmo sem muitas vezes serem utilizadas, tornando a rotina quase um tédio.

    Assim, o filme apresenta um certo olhar cômico e trágico na vida corporativa. O clima leve da película se deve ao trabalho de direção que conduz a película de forma agradável. O filme é recheado de cenas hilárias, como quando Amália chupa as balinhas reservadas aos clientes e devolve ao pote, para depois oferecer a bala àqueles de quem não nutre simpatia, e a cena de exercícios físicos no ambiente de trabalho, onde Amália se vê ao lado de Lázaro em poses desconfortáveis, usando os enquadramentos para fazer piada, ao invés do texto raso.

    Visto no 28º Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema

    Veja trailer de Amália, a Secretária:




    Eduardo Galeano Vagamundo


    Documentário Eduardo Galeano Vagamundo (Brasil, 2018) de Felipe Nepomuceno teve sua première mundial na 28º edição do Cine Ceará, apresentando de forma intimista contos e relatos, além de uma entrevista de Eduardo Galeano, com título inspirado no livro de 1973 que reúne várias narrativas curtas do autor, que é um dos escritores e intelectuais mais importantes da América Latina.

    Em 2010 Eduardo Galeano recebeu Felipe Nepomuceno em sua casa em Montevidéu para uma entrevista. Após a morte do escritor, amigos e leitores ao redor do mundo realizam uma homenagem com leituras de sua obra. Nasce um documentário, uma utopia. Um filme dos abraços para o maior contador de histórias da América Latina.

    Amigos e profissionais do mundo artístico contam suas lembranças do escritor e jornalista uruguaio Eduardo Hughes Galeano, que faleceu em 2015. A trajetória de Galeano, autor do livro "As Veias Abertas da América Latina", foi fortemente marcada pelo seu desejo de conhecer o mundo sempre buscando estar em contato com as belezas da vida.

    Cada conto e cada participação estão impregnados do estilo do autor, que revisita seus ancestrais mantendo sempre uma visão de estranhamento em relação às coisas da vida. O filme é quase um abraço fraterno de quem certamente é fã do escritor. Os textos, se alternam com imagens muito bem captadas que transmitem exatamente a ideia do que está sendo falado no conto ou no relato.
    Assim o documentário é suave, talvez cansativo por ter cenas de simples contemplação, mas que propõe exatamente o que o estilo das narrativas do autor transmite.

    Confira trailer de Eduardo Galeano Vagamundo:

    segunda-feira, 6 de agosto de 2018

    Reunião do CODL pré AGE da Fecori


    Na noite deste 6 de agosto de 2018, a diretoria do Clube de Orientação Desporto e Lazer esteve reunida no Hot Be Happy, para comer muita pizza tratar da pauta de assuntos que serão abordados na Assembleia Geral da Federação Cearense de Orientação, que ocorrerá em 8 de agosto.
    Atualizamos entre si as últimas informações sobre o esporte e a atuação do Clube, estabelecendo um consenso entre a posição que assumiremos na reunião da Fecori.

    domingo, 5 de agosto de 2018

    Visitando a cidade de Mulungu, palco da 5ª Etapa do CCO 2018


    Nos dias 4 e 5 de agosto de 2018, estive com o Valentim Antunes visitando a cidade de Mulungu, onde será realizada a 5ª etapa do Campeonato Cearense de Orientação.

    Chegamos ao local onde será realizada a prova, no início da noite do dia 4 de agosto, levando cerca de 3h de deslocamento, com longo trecho sinuoso, que se realizado no período matutino, incorre em risco de cerração, comprometendo a segurança no deslocamento dos atletas. Sugere-se acomodação no local de prova, que oferece uma diversidade de opções de pernoite, seja no acantonamento ou nas pousadas existentes na região.

    Fomos recebidos pelo Sr. Rômulo, diretor do evento, que estava acompanhado do Sr. Souto, gestor de segurança do evento e do Sr. Lucas, secretário do evento. A equipe estava trabalhando no mapa, acrescentando o que fora mapeado no dia. Por motivos de saúde, o mapeador Marden teve que se afastar da função, estando sob a responsabilidade de traçar os percursos após a conclusão do mapa, prevista para o dia 07/08/2018.

    Em seguida, fomos apresentados ao Sr. Iro e ao Sr. Ubirajara, entusiastas da Orientação em Mulungu, que tem se esforçado para conseguir importantes parcerias para a realização do evento. Fomos levados a uma feira na praça local, e pudemos constatar o entusiasmo de toda população, com muitos atletas e autoridades locais que vinham nos cumprimentar de forma cortês. Destaca-se o fato do Secretário de Cultura, usar da palavra e anunciar nos auto falantes o evento do dia 26 e inclusive saudar nossa presença na cidade.


    Na manhã do dia 5 de agosto, fomos conhecer as instalações onde será montada a estrutura de concentração da prova. Trata-se da casa do prefeito de Munlungu, que gentilmente cedeu sua moradia (que já foi um clube de lazer) para receber a prova. É conhecido o apoio incondicional que o prefeito tem dado aos orientistas da região, tendo patrocinado a filiação a CBO de 27 atletas locais, bem como a inscrição na 4ª etapa do CCO e a confecção dos uniformes.

    Fomos informados da idéia da organização de realizar a largada das categorias Alfa e Elite noutro local, disponibilizando ônibus para o deslocamento dos atletas para o local de concentração. Prática já é comum em Eventos do Ranking Mundial (WRE). Recomendamos a preparação de uma área de aquecimento atrás da casa do prefeito. Posteriormente, fomos conhecer área de partida dos atletas Alfa e Elite, que é um local que oferece maior quietude e bem separada da concentração, contribuindo também para uma altimetria mais adequada.

    Durante a visita, também foram verificados locais de hospedagem e acantonamentos, detalhes sobre alimentação e transportes, entre outras informações relevantes que foram coletadas. Retornamos no fim da tarde, após apreciarmos a deliciosa gastronomia local, com a certeza da convicção que já tínhamos, que a prova está em boas mãos e que teremos uma etapa histórica.

    quinta-feira, 2 de agosto de 2018

    Mamma Mia! Lá vamos nós de novo!


    Musical Mamma Mia! Lá vamos nós de novo! (Mamma Mia! Here we go again!, Estados Unidos, 2018) de Ol Parker, sequência do famoso musical de 2008, Mamma Mia! de Phyllida Lloyd, chega sem o mesmo frescor do primeiro filme, sendo um tanto quanto repetitivo, e com a ausência enorme da melhor atriz de todos os tempos, Meryl Streep que é muito sentida.

    Um ano após a morte de Donna (Meryl Streep), sua filha Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a reinaugurar o hotel da mãe, agora totalmente reformado. Para tanto convida seus três "pais", Harry (Colin Firth), Sam (Pierce Brosnan) e Bill (Stellan Skarsgard) e as eternas amigas da mãe do grupo musical Donna & The Dynamos, Rosie (Julie Walters) e Tanya (Christine Baranski), ao mesmo tempo em que precisa lidar com a distância do marido Sky (Dominic Cooper), que está fazendo um curso de hotelaria em Nova York. O reencontro serve para desenterrar memórias sobre a juventude de Donna (Lily James), no final dos anos 70, quando ela resolve se estabelecer na Grécia.

    Achei o filme sem o vigor, meio que feito pra se aproveitar do sucesso do anterior, em seu décimo ando de lançamento. A repetitividade, torna também o filme cansativo, do tipo já vi esse filme, que acaba com toda a graça do que estamos assistindo. No frigir dos ovos, acabamos por ver uma sequencia de números musicais ao som das músicas do Abba, sem se envolver com a história que já foi contada há dez anos.

    Segue o trailer de Mamma Mia! Lá vamos nós de novo!

    O Nome da Morte


    Drama nacional baseado em fatos reais registrados no Best-seller de Klester Cavalcanti, vencedor do Prêmio Jabuti 2006, O Nome da Morte (Brasil, 2017) de Henrique Goldman apresenta a biografia de um pistoleiro, que num país sem impunidade, construiu uma carreira como matador de aluguel.


    Júlio Santana (Marco Pigossi) é um jovem que vive com a família no interior do Brasil. Homem caridoso é um orgulho para os seus pais. Homem carinhoso, Júlio se casa com Maria (Fabiula Nascimento). No entanto, ele esconde outra identidade sob a fachada exemplar: ele é um assassino profissional responsável por 492 mortes. Por lealdade ao tio Cícero (André Mattos) Júlio mata pela primeira vez e descobre então uma perturbadora vocação que irá se transformar em ofício. Por ser religioso, ele é atormentado a cada disparo, mas segue adiante enquanto vive um mergulho num país sem lei, onde cada vida tem seu preço, mas nenhum valor.

    Depois de matar, Júlio Santana reza dez ave-marias e vinte pai-nossos para pedir perdão, pois tem medo de acabar no inferno. Júlio Santana mata por ofício, uma profissão que aprendeu em família, com seu tio que lhe passou esse trabalho aos 17 anos. Uma cena ao som de rock roll dos dois dentro de um carro é fabulosa.

    O roteiro de George Moura desenvolve muito bem cada personagem, especialmente o principal que transita numa linha tênue, de um vilão com pinta de mocinho. A direção de Henrique Goldman se mostra segura, ele que estreou no competente Jean Charles (2009).

    O grande mérito do filme, é ser realista na questão da violência que assola nosso país, bem como tocar na ferida da corrupção policial que é tão grande quanto a política e apresentando inclusive a relação que existe entre a prosperidade financeira e a prática religiosa, evidenciada numa cena marcante ao som de Como Zaqueu de Regis Danese. Merece ser visto, apreciado, debatido e analisado.

    Segue trailer de O Nome da Morte:

    quarta-feira, 1 de agosto de 2018

    38 anos da Niedja Freires



    Niedja, sabendo que você não gosta da comemoração do seu aniversário, tomamos a liberdade de celebrar o fato de você completar um ano no Instituto Agropolos do Ceará, pois foi numa manhã de 1º de agosto, que você chegou ao IAC e foi conquistando seu espaço com muito trabalho, dedicação e com o objetivo de tornar nossa organização social uma entidade mais forte.

    O desafio era coordenar o núcleo financeiro/contábil. Naquela ocasião, sua equipe soube apenas no final do dia que você comemorava mais uma primavera, talvez seja também por isso, que você trate o Agropolos como um presente em sua brilhante carreira profissional.

    Niedja significa habilidosa. Seu nome define bem o que você é. Não bastasse ser filha, irmã, tia, esposa do Esaú e mãe da Laura, você ainda exerce o papel de líder, direcionadora, instrutora, sempre de forma democrática e autêntica, colocando a verdade e a razão em primeiro lugar, manifestando gratidão e tendo a humildade como companheira.

    Trabalhadora incansável, dinâmica, inteligente e criativa, você Niedja possui atributos que a engrandecem como ser humano e como profissional. Você tem disciplina, demonstrada especialmente quando assume uma dieta que lhe orienta a comer apenas folhas e pasta de amendoim com gergelim... Quase uma passarinha... Niedja consegue estar sempre envolvida com diversas coisas ao mesmo tempo, é curiosa, um tanto quanto impaciente e foge sempre da rotina buscando inovação, talvez por isso alguns a achem chata, ou de nariz empinado (cirurgicamente apenas) ou até mesmo imprevisível. Fica claro que versatilidade é uma característica muito evidente em você, que quer ver sempre as coisas funcionando. Você tem a rara sabedoria de saber viver o presente, preocupando-se muito pouco com o passado e não criando tantas expectativas com o futuro.

    Em Niedja encontramos alguém que está sempre disposta a colaborar sem outra intenção que não seja a de ajudar o outro, por mais que isso às vezes seja mal interpretado. Com sua praticidade consegue executar quaisquer tarefas, desde as mais cansativas como coordenar o fechamento de um balanço e controlar cada centavo gasto pelo Instituto, até as mais monótonas como tabular uma planilha de excel. Não é à toa que hoje você está na função de Controladora do Instituto.

    Hoje Niedja, o seu presente é demonstrado de forma carinhosa nesse texto, e quem desfruta desse presente somos nós, por temos o privilégio de desempenhar nosso trabalho ao seu lado, com suas orientações, seus conselhos, suas cobranças. Que você tenha um dia esplendoroso, como foi este ano que se passou com você aqui conosco.

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