Na noite do dia 7 de junho de 2012, feriado de Corpus Christi, estive com a família participando da Noite da Degustação na Igreja Batista Regular do Mucuripe.
Estiveram concorrendo ao prêmio de um conjunto de panelas, 16 pratos, incluindo pratos salgados e sobremesas.
Eu inscrevi minhas batatas recheadas, mas não fui o ganhador. O prato como sempre ficou belíssimo. Eu inclusive contei como começou minha história com as batatas recheadas, mas os jurados acharam que faltou sal...
O Saulo (meu primo) concorreu com Carne Moída ao Molho Branco, mas os ganhadores foram um prato com camarão e uma sobremesa. No final, fomos desgustar os pratos. Estavam uma delícia!
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Mudança Jorge e Lidiana
Na manhã do dia 7 de junho de 2012, estive reunido com os irmãos do PG para auxiliarmos na mudança do Jorge e da Lidiana.
Carregamos geladeira, armário, sofá, cama e os demais utensílios para a nova casa. Mantivemos a comunhão e ainda celebramos com um farto churrasco.
Carregamos geladeira, armário, sofá, cama e os demais utensílios para a nova casa. Mantivemos a comunhão e ainda celebramos com um farto churrasco.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Filme: Em Nome da Filha
No final da noite do dia 6 de junho de 2012, estava eu e o Saulo no Theatro José de Alencar para vermos terceiro filme da noite, o equatoriano 'Em Nome da Filha' ainda na programação do 22º Cine Ceará.
Eu adoro filmes com crianças. E quando a película trata do universo infantil, se torna ainda mais interessante. O filme é super simpático. Ele mostra divergências ideológicas dos adultos pelos olhos das crianças.
A história é ambientada em um vale dos Andes do Equador, no verão de 1976. Manuela e seu irmão menor, Camilo, ficam aos cuidados dos avós, na fazenda da família, onde eles compartilham as férias com os primos. Determinada a defender as idéias de seu pai, Manuela enfrenta as idéias de seus primos e avós, porém um encontro inesperado a obriga a enfrentar-se a si mesma….
A película gira em torno de Manuela, que rouba a cena do filme dando um show de atuação. Filha de pais, socialistas e ateus, vai passar as férias na casa de sua avó, católica e conservadora, que além de ensinar seus netos a rezar, insiste para que eles sejam batizados. No entanto, a sociologia marxista de Manuela, aponta a condição de explorados dos empregados da casa e faz uma verdadeira revolução, conquistando o público.
A película se torna hilária em alguns momentos e tem cenas antológicas, como a greve de fome das crianças e a representação de 'Alice no País das Maravilhas'. A direção de arte é competente e mostra momentos marcantes.
Eu adoro filmes com crianças. E quando a película trata do universo infantil, se torna ainda mais interessante. O filme é super simpático. Ele mostra divergências ideológicas dos adultos pelos olhos das crianças.
A história é ambientada em um vale dos Andes do Equador, no verão de 1976. Manuela e seu irmão menor, Camilo, ficam aos cuidados dos avós, na fazenda da família, onde eles compartilham as férias com os primos. Determinada a defender as idéias de seu pai, Manuela enfrenta as idéias de seus primos e avós, porém um encontro inesperado a obriga a enfrentar-se a si mesma….
A película gira em torno de Manuela, que rouba a cena do filme dando um show de atuação. Filha de pais, socialistas e ateus, vai passar as férias na casa de sua avó, católica e conservadora, que além de ensinar seus netos a rezar, insiste para que eles sejam batizados. No entanto, a sociologia marxista de Manuela, aponta a condição de explorados dos empregados da casa e faz uma verdadeira revolução, conquistando o público.
A película se torna hilária em alguns momentos e tem cenas antológicas, como a greve de fome das crianças e a representação de 'Alice no País das Maravilhas'. A direção de arte é competente e mostra momentos marcantes.
Filme: Bertsolari
Após o curta 'Século', na noite do dia 6 de junho de 2012, vi o filme espanhol 'Bertsolari', concorrente ao troféu Mucuripe no 22º Cine Ceará.
Bertsolaris são improvisadores de versos bascos cantados em euskara. Trata-se de uma tradição oral que evoluiu e se adaptou aos tempos, chegando às gerações mais jovens. No documentário, vemos um campeonato que reuniu 14 mil pessoas para assistir a oito bertsolaris competindo um contra o outro.
Bertsolaris são improvisadores de versos bascos cantados em euskara. Trata-se de uma tradição oral que evoluiu e se adaptou aos tempos, chegando às gerações mais jovens. No documentário, vemos um campeonato que reuniu 14 mil pessoas para assistir a oito bertsolaris competindo um contra o outro.
Uma arte de estética austera, que
surpreende nesta época de espetacularidade e efeitos especiais.
“Bertsolari” é uma viagem através da poesia improvisada, do silêncio e
da arte nu.
O filme nos presenteia com excelentes momentos visuais, com uma
fotografia de tirar o fôlego. A cena em que os competidores estão na
areia da praia é sensacional. A do abismo, espetacular!
Curta Metragem: Século
Na noite do dia 6 de junho de 2012, estive novamente no Theatro José de Alencar para mais uma noite do 22º Cine Ceará. Acompanhado do Saulo, meu primo amado e querido.
A noite iniciou-se com a exibição do curta metragem 'Século', um poema áudio-visual acera do amor e do tempo. O Saulo não curtiu, eu como estou envelhecendo, até que gostei, mas o curta é mais reflexivo, sobre o passado que ficou para trás e não volta jamais. No final, os personagem surgem do meio de suas lembranças, se mostrando dois velhinhos já no final de suas vidas. Afinal, século é uma unidade de tempo que equivale a cem anos...
A noite iniciou-se com a exibição do curta metragem 'Século', um poema áudio-visual acera do amor e do tempo. O Saulo não curtiu, eu como estou envelhecendo, até que gostei, mas o curta é mais reflexivo, sobre o passado que ficou para trás e não volta jamais. No final, os personagem surgem do meio de suas lembranças, se mostrando dois velhinhos já no final de suas vidas. Afinal, século é uma unidade de tempo que equivale a cem anos...
sábado, 2 de junho de 2012
Filme - Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!
No fim da noite do dia 02 de junho de 2012, após uma sonolenta sessão do filme 'Distância', vi o excelente documentário 'Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!' na programação do 22º Cine Ceará.
Já escrevi aqui neste blog que adoro quando um filme me surpreende. E isso aconteceu com este filme. Não o conhecia, mas trata-se de uma nova visão sobre o Tropicalismo. Um olhar do século 21 para um dos movimentos mais importantes da história da cultura brasileira. Um documentário lítero-musical, que mixa entrevistas com shows, intervenções artísticas e atores em pequenos esquetes. O resultado, é genial.
Me remeti imediatamente ao show do Gilberto Gil que participei no último dia 28 de maio. E o que vi no show, tinha muito haver com o que vi no filme. Tropicalismo em pleno século 21. A junção de cordas e máquinas de ritmo também se fez presente nesta película. Uma das frases do Gil no filme é: "O tropicalismo não acabou - ele continua vivo entre nós."
Inédito no país, “Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!”é uma mistura de documentário com musical, como anunciou o músico André Abujamra, responsável pela trilha sonora original do longa, e curtos esquetes de ficção, com o movimento tropicalista como tema. Ele subiu ao palco acompanhado dos diretores Ninho Moraes e Francisco Cesar Filho, da produtora Lili Bandeira, Lucas Barreto (fotografia) e do músico Luiz Caldas. Bem-humorado, Caldas comentou sua “estreia” no cinema mandando um recado para Hollywood: “Te cuida, Brad Pitt”.
Já escrevi aqui neste blog que adoro quando um filme me surpreende. E isso aconteceu com este filme. Não o conhecia, mas trata-se de uma nova visão sobre o Tropicalismo. Um olhar do século 21 para um dos movimentos mais importantes da história da cultura brasileira. Um documentário lítero-musical, que mixa entrevistas com shows, intervenções artísticas e atores em pequenos esquetes. O resultado, é genial.
Me remeti imediatamente ao show do Gilberto Gil que participei no último dia 28 de maio. E o que vi no show, tinha muito haver com o que vi no filme. Tropicalismo em pleno século 21. A junção de cordas e máquinas de ritmo também se fez presente nesta película. Uma das frases do Gil no filme é: "O tropicalismo não acabou - ele continua vivo entre nós."
Inédito no país, “Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!”é uma mistura de documentário com musical, como anunciou o músico André Abujamra, responsável pela trilha sonora original do longa, e curtos esquetes de ficção, com o movimento tropicalista como tema. Ele subiu ao palco acompanhado dos diretores Ninho Moraes e Francisco Cesar Filho, da produtora Lili Bandeira, Lucas Barreto (fotografia) e do músico Luiz Caldas. Bem-humorado, Caldas comentou sua “estreia” no cinema mandando um recado para Hollywood: “Te cuida, Brad Pitt”.
Filme: Distância
Ainda na noite do dia 02 de junho de 2012, vi o filme da Guatemala 'Distância' na programação do 22º Cine Ceará.
O filme esteve representado pelo seu realizador Sergio Ramirez, que citou em sua fala acerca do cinema guatelmateco. 'Distância' é seu primeiro longa-metragem de ficção, talvez por isso seus defeitos sejam tão notórios.
O filme é arrastado. E após ter visto o excelente curta 'Querença', imaginei que a história do personagem Thomaz Choc poderia ter sido contada em um curta. Seria mais simples e objetivo. A cena final, com a participação de um tradutor, é tão demorada, que mostra como o filme é lento...
O longa trata dos problemas surgidos após a Guerra Civil que assolou a Guatemala por mais de 30 anos, deixando milhares de pessoas mortas, desaparecidas e/ou foram tiradas de seus lares violentamente. Rodado em castelhano e em dois idiomas maia, o longa narra a história de Dom Thomás, um homem da comunidade maia que um dia recebe a notícia da aparição de sua filha, desaparecida duas décadas antes durante a cruel guerra civil que afligiu a Guatemala.
Vinte anos se passaram desde quando ela, ainda uma criança de três anos, foi sequestrada pelo exército no meio da guerra que viveu a Guatemala. Apesar da dor da ausência, e para que sua história não fosse esquecida, Thomas escreveu sua experiência de resistência, luta e sobrevivência em um caderno, com a esperança de algum dia entregá-lo a sua filha.
O protagonista empreende então uma viagem para reencontrar-se com sua filha na qual irá esbarrar com diferentes personagens representantes das diferentes facetas da sociedade guatemalteca. O grande problema é a distância, que pode ser física, temporal, cultural e até emocional quando se trata de seres humanos. E o agricultor Thomas passa seus dias ao lado de antropólogos que procuram os corpos dos desaparecidos durante a guerra civil. Quando surge a notícia que sua ela está viva, Tomás, munido de um caderninho, parte ao encontro dela.
Aí realmente vemos a real distância (que é muito maior que os 150Km citados na sinopse do filme). Há uma distância emocional, cultural, e o encontro entre ambos acaba sendo frio e consequentemente enfadonho para o público... A procura é nobre e válida, mas fiquei imaginando, que seria melhor para o Thomas encontrar o corpo de sua filha, do que encontrá-la com vida...
O filme esteve representado pelo seu realizador Sergio Ramirez, que citou em sua fala acerca do cinema guatelmateco. 'Distância' é seu primeiro longa-metragem de ficção, talvez por isso seus defeitos sejam tão notórios.
O filme é arrastado. E após ter visto o excelente curta 'Querença', imaginei que a história do personagem Thomaz Choc poderia ter sido contada em um curta. Seria mais simples e objetivo. A cena final, com a participação de um tradutor, é tão demorada, que mostra como o filme é lento...
O longa trata dos problemas surgidos após a Guerra Civil que assolou a Guatemala por mais de 30 anos, deixando milhares de pessoas mortas, desaparecidas e/ou foram tiradas de seus lares violentamente. Rodado em castelhano e em dois idiomas maia, o longa narra a história de Dom Thomás, um homem da comunidade maia que um dia recebe a notícia da aparição de sua filha, desaparecida duas décadas antes durante a cruel guerra civil que afligiu a Guatemala.
Vinte anos se passaram desde quando ela, ainda uma criança de três anos, foi sequestrada pelo exército no meio da guerra que viveu a Guatemala. Apesar da dor da ausência, e para que sua história não fosse esquecida, Thomas escreveu sua experiência de resistência, luta e sobrevivência em um caderno, com a esperança de algum dia entregá-lo a sua filha.
O protagonista empreende então uma viagem para reencontrar-se com sua filha na qual irá esbarrar com diferentes personagens representantes das diferentes facetas da sociedade guatemalteca. O grande problema é a distância, que pode ser física, temporal, cultural e até emocional quando se trata de seres humanos. E o agricultor Thomas passa seus dias ao lado de antropólogos que procuram os corpos dos desaparecidos durante a guerra civil. Quando surge a notícia que sua ela está viva, Tomás, munido de um caderninho, parte ao encontro dela.
Aí realmente vemos a real distância (que é muito maior que os 150Km citados na sinopse do filme). Há uma distância emocional, cultural, e o encontro entre ambos acaba sendo frio e consequentemente enfadonho para o público... A procura é nobre e válida, mas fiquei imaginando, que seria melhor para o Thomas encontrar o corpo de sua filha, do que encontrá-la com vida...
Curta Metragem: Querença
Na noite do dia 02 de junho de 2012 estive no Theatro José de Alencar, vendo o curta-metragem 'Querença' na programação do 22º Cine Ceará.
O curta foi apresentado por Iziane Filgueiras Mascarenhas, que subiu ao palco com boa parte da equipe que trabalhou na película. A empolgação da realizadora era notória. A mesma, agradeceu aos patrocinadores e apoiadores e em seguida vimos o belissimo filme, que prova que seia possível existir filmes western com a temática do cangaço.
Por curiosidade, procurei o significado do termo querença. Ação ou efeito de querer alguém ou alguma coisa. Desejo, vontade. Afeto, estima ou demonstração de. E num significado mais animalesco, sítio a que os animais se apegam instintivamente. E é exatamente isto o que o filme nos expõe.
Num tempo e lugar onde as mulheres eram apenas parte dos pertences de um homem, Lidia teima em existir, mais do que viver até…. Era uma cangaceira com o poder de desejar. Esse é um filme de cangaço, onde pela primeira vez, uma mulher, uma cangaceira, protagoniza sua história.
Nesta ficção de 33mm, com cerca de 20 minutos, somos apresentados aos cangaceiros que faziam parte bando de Lampião. O próprio é muito bem representado em tela, assim como Maria Bonita e Corisco, dispensando inclusive desenvolvimento destes personagens, apenas da história de Lidia com Zé Baiano. Méritos também para a fotografia do curta, que é um primor. O plano sequência do clímax da história é de tirar o fôlego.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Enquanto isso, no Rio de Janeiro
Entre os dias 29 e 30 de maio, estive na cidade maravilhosa à trabalho. Aproveitei para acompanhar a gravação do DVD do Gilberto Gil no Theatro Municipal, ver filmes na Mostra Ingmar Bergman, acompanhar a premiação do Cinefoot e fazer um tour no Centro Cultural Banco do Brasil.
Também revi alguns amigos de outros estados que estiveram reunidos nestes dois dias com outros colegas de trabalho. Que tal aproveitar a foto acimae brincarmos de 'Onde está o Ronald?'
Também revi alguns amigos de outros estados que estiveram reunidos nestes dois dias com outros colegas de trabalho. Que tal aproveitar a foto acimae brincarmos de 'Onde está o Ronald?'
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Filme: Luz de Inverno
Na noite do dia 30 de junho de 2012, vi o filme 'Luz de Inverno', dentro da mostra Ingmar Bergman, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. Como já tinha comprado no dia anterior o ingresso para mostra, bastou pegar a senha uma hora antes da sessão.
O filme aborda acerca do silêncio de Deus. Só por este aspecto, eu já não gostei do filme, pois em minha modesta opinião, até quando Deus silencia, de alguma forma ele está falando conosco. No entanto, como no dia anterior, vi o documentário 'A Ilha de Bergman', e percebi que esta foi uma das angustias na vida de Bergman, e que ele soube explorar essa sua angustia nesse filme, que é a segunda parte da chamada trilogia do silêncio.
'Luz de inverno' trata ainda da perda da fé. Seja do pastor/padre, seja dos fiéis e ainda aprofunda as reflexões ao abordar o tema suicídio. Uma das frases fortes do filme diz: “Acreditar que Deus não existe faz a vida ter sentido. É um alívio! Dor e morte tornam-se coisas naturais”. Lembro que na época, o mundo vivia a eminente eclosão de uma guerra nuclear. Porém, minha fé não permite que eu tenha essa visão. Creio que Deus existe e ainda assim a dor e a morte fazem sentido para mim. Jesus Cristo, o próprio filho de Deus, veio ao mundo e experimentou dores e morte de cruz.
O que mais explorei do filme, foram os momentos de 'humor'. É ilário o personagem que toca as músicas na missa, e enquanto o pastor/padre está lendo a bíblia ou falando à igreja, ele está totalmente displicente. Esse personagem representa muito bem vários frequentadores de cultos, que não tem compromisso nenhum com Deus. Outro momento ilário, é a missa que é celebrada no final do filme, com a igreja vazia.
O filme aborda acerca do silêncio de Deus. Só por este aspecto, eu já não gostei do filme, pois em minha modesta opinião, até quando Deus silencia, de alguma forma ele está falando conosco. No entanto, como no dia anterior, vi o documentário 'A Ilha de Bergman', e percebi que esta foi uma das angustias na vida de Bergman, e que ele soube explorar essa sua angustia nesse filme, que é a segunda parte da chamada trilogia do silêncio.
'Luz de inverno' trata ainda da perda da fé. Seja do pastor/padre, seja dos fiéis e ainda aprofunda as reflexões ao abordar o tema suicídio. Uma das frases fortes do filme diz: “Acreditar que Deus não existe faz a vida ter sentido. É um alívio! Dor e morte tornam-se coisas naturais”. Lembro que na época, o mundo vivia a eminente eclosão de uma guerra nuclear. Porém, minha fé não permite que eu tenha essa visão. Creio que Deus existe e ainda assim a dor e a morte fazem sentido para mim. Jesus Cristo, o próprio filho de Deus, veio ao mundo e experimentou dores e morte de cruz.
O que mais explorei do filme, foram os momentos de 'humor'. É ilário o personagem que toca as músicas na missa, e enquanto o pastor/padre está lendo a bíblia ou falando à igreja, ele está totalmente displicente. Esse personagem representa muito bem vários frequentadores de cultos, que não tem compromisso nenhum com Deus. Outro momento ilário, é a missa que é celebrada no final do filme, com a igreja vazia.
Suécia inovadora
Na noite do dia 30 de maio de 2012, ainda no Centro Cultural Banco do Brasil e acompanhado do Glaydstone, após vermos a Galeria de valores e pegarmos ingresso para o filme 'Luz de Inverno' da Mostra Ingmar Bergman, desfrutamos da exposição 'Suécia inovadora'.
A exposição apresentada pela Embaixada da Suécia aborda 20 problemas enfrentados pela sociedade em áreas de Tecnologia Limpa, Ciências para a Vida, Jogos e Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) e como a inovação está sendo aplicada para enfrentar esses problemas. Algodão impermeável, carregador ecológico e despoluidor de água estão entre as novidades que seus criadores sonham em popularizar.
Eu de tão encantado com as atrações, saí logo tropeçando nos fios e desligando alguns aparelhos... A boa notícia é que não causei nenhum dano, e eles reiniciaram e voltaram a funcionar normalmente... rsrs
Com uma população menor do que a da cidade de São Paulo, a Suécia é o país de origem de vários produtos hoje incorporados ao cotidiano das pessoas no mundo inteiro. A nacionalidade sueca é um traço comum entre invenções diversas, como o zíper, o fósforo, o celular (o primeiro modelo foi desenvolvido pela Ericsson, em 1956) e também o Bluetooth. Com toda essa tradição, o país escandinavo estreou nesta terça-feira a 'Exposição Suécia Inovadora', no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro. A mostra, que vai até 8 de julho e tem como foco o desenvolvimento sustentável, é um dos eventos preparatórios para a Rio+20 e integra a Semana da Inovação Brasil-Suécia.
A exposição apresenta 20 soluções inovadoras, dispostas em estandes cilíndricos, criadas por empresas suecas para enfrentar problemas do dia a dia. Uma das mais surpreendentes é o sistema Solvatten, um recipiente portátil que transforma água suja em potável com o uso da energia solar. O produto já tem sido testado na África.
Entre as curiosidades da mostra, também está a tecnologia OrganoClick, capaz de criar um algodão à prova de água, através da simulação de processos químicos que ocorrem na própria natureza. Na prática, o material pode dar origem a tecidos e roupas resistentes à chuva, por exemplo. A empresa que detém a patente da novidade também promete madeira à prova de fogo e sacolas de papel que não rasgam ao ficarem úmidas.
Outra atração é o carregador de celular ecológico, da Powertrekk. O equipamento é levado à tomada uma vez e, depois, precisa apenas de água para transformar hidrogênio em energia elétrica para alimentar celulares, luminárias e lanternas, tudo via USB.
Conforme Pierre Liljefeldt, oficial da Embaixada da Suécia no Brasil, ele acha importante ver como os três pilares da sociedade - o governo, as empresas e a academia - podem trabalhar juntos para ter um impacto real na vida das pessoas, porque, às vezes, é difícil entender como esses encontros da ONU afetam o nosso dia a dia. Eu achei super bacana e inclusive me diverti bastante!
A exposição apresentada pela Embaixada da Suécia aborda 20 problemas enfrentados pela sociedade em áreas de Tecnologia Limpa, Ciências para a Vida, Jogos e Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) e como a inovação está sendo aplicada para enfrentar esses problemas. Algodão impermeável, carregador ecológico e despoluidor de água estão entre as novidades que seus criadores sonham em popularizar.
Eu de tão encantado com as atrações, saí logo tropeçando nos fios e desligando alguns aparelhos... A boa notícia é que não causei nenhum dano, e eles reiniciaram e voltaram a funcionar normalmente... rsrs
Com uma população menor do que a da cidade de São Paulo, a Suécia é o país de origem de vários produtos hoje incorporados ao cotidiano das pessoas no mundo inteiro. A nacionalidade sueca é um traço comum entre invenções diversas, como o zíper, o fósforo, o celular (o primeiro modelo foi desenvolvido pela Ericsson, em 1956) e também o Bluetooth. Com toda essa tradição, o país escandinavo estreou nesta terça-feira a 'Exposição Suécia Inovadora', no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro. A mostra, que vai até 8 de julho e tem como foco o desenvolvimento sustentável, é um dos eventos preparatórios para a Rio+20 e integra a Semana da Inovação Brasil-Suécia.
A exposição apresenta 20 soluções inovadoras, dispostas em estandes cilíndricos, criadas por empresas suecas para enfrentar problemas do dia a dia. Uma das mais surpreendentes é o sistema Solvatten, um recipiente portátil que transforma água suja em potável com o uso da energia solar. O produto já tem sido testado na África.
Entre as curiosidades da mostra, também está a tecnologia OrganoClick, capaz de criar um algodão à prova de água, através da simulação de processos químicos que ocorrem na própria natureza. Na prática, o material pode dar origem a tecidos e roupas resistentes à chuva, por exemplo. A empresa que detém a patente da novidade também promete madeira à prova de fogo e sacolas de papel que não rasgam ao ficarem úmidas.
Outra atração é o carregador de celular ecológico, da Powertrekk. O equipamento é levado à tomada uma vez e, depois, precisa apenas de água para transformar hidrogênio em energia elétrica para alimentar celulares, luminárias e lanternas, tudo via USB.
Conforme Pierre Liljefeldt, oficial da Embaixada da Suécia no Brasil, ele acha importante ver como os três pilares da sociedade - o governo, as empresas e a academia - podem trabalhar juntos para ter um impacto real na vida das pessoas, porque, às vezes, é difícil entender como esses encontros da ONU afetam o nosso dia a dia. Eu achei super bacana e inclusive me diverti bastante!
Galeria de valores - Centro Cultural Banco do Brasil
Na noite do dia 30 de maio de 2012, estive com o amigo Gladystone no Centro Cultural Banco do Brasil, do Rio de Janeiro. Iríamos assistir ao filme 'Monika e o desejo' na Mostra Ingmar Bergman, mas como es ingressos estavam esgorados, aproveitamos para ver as exposições nos museus, e ficamos encantados com a Galeria de valores. Ficamos fascinados...
Trata-se de um espaço interativo que conta a história da moeda, no
Brasil e no mundo,
com cerca de 2.000 peças do acervo numismático do Banco do Brasil. Dono
de um dos maiores e mais importantes acervos numismáticos do país,
o Banco do Brasil disponibilizou duas mil moedas da sua coleção de 38
mil para essa exposição permanente. Com peças que remontam a Antiguidade e caminham pela história
mundial até o presente, os visitantes podem fazer uma viagem sobre como
a invenção do dinheiro transformou o mundo.
Vendo a história do dinheiro, podemos acompanhar a história do mundo, pois as suas mudanças vão acompanhando o desenvolvimento tecnológico, econômico e da própria sociedade. As cédulas e moedas seriam reflexos do seu próprio tempo. Olhar moedas e cédulas é como folhear um livro de História, pois através delas desfilam o estilo, o comportamento e a economia de cada época. São testemunhas, peças contemporâneas dos fatos e que participaram do cotidiano dos períodos históricos.
Na exposição, vimos que o dinheiro é uma das mais importantes invenções que ajudaram a criar o homem moderno. A troca rendia os produtores a seu local de origem, o dinheiro possibilitou a mobilidade e o comércio.
A Galeria de Valores é dividida em vários ambientes. No primeiro, vemos várias moedas em formatos curiosos, como argola, faca e pá, além de outras feitas de materiais incomuns como porcelana e couro. Nesta área, o visitante caminha sobre um chão recoberto de níqueis dos mais diversos tempos e recebe muitas informações históricas sobre o desenvolvimento destes.
Noutra sala, é possível entender toda a trajetória do dinheiro no país, desde os primeiros florins cunhados pelos holandeses em 1646, quando ocuparam parte da região Nordeste com a missão de Maurício de Nassau, até os exemplares das moedas feitas quando houve a coroação do Imperador D. Pedro I. Estão expostas também todas as cédulas já produzidas no Brasil e que trazem rostos de personalidades como Cecília Meirelles, Carlos Drummond de Andrade, Duque de Caxias, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e outros.
No ambiente seguinte os visitantes passeiam pelo trajeto do dinheiro no mundo, de que forma ele transformou o comércio, já que possibilitou que os mercadores viajassem para vender os seus produtos, foi evoluindo através do câmbio que permitiu a criação de uma equivalência entre moedas diferentes até chegar ao dinheiro virtual das transações eletrônicas.
Vendo a história do dinheiro, podemos acompanhar a história do mundo, pois as suas mudanças vão acompanhando o desenvolvimento tecnológico, econômico e da própria sociedade. As cédulas e moedas seriam reflexos do seu próprio tempo. Olhar moedas e cédulas é como folhear um livro de História, pois através delas desfilam o estilo, o comportamento e a economia de cada época. São testemunhas, peças contemporâneas dos fatos e que participaram do cotidiano dos períodos históricos.
Na exposição, vimos que o dinheiro é uma das mais importantes invenções que ajudaram a criar o homem moderno. A troca rendia os produtores a seu local de origem, o dinheiro possibilitou a mobilidade e o comércio.
A Galeria de Valores é dividida em vários ambientes. No primeiro, vemos várias moedas em formatos curiosos, como argola, faca e pá, além de outras feitas de materiais incomuns como porcelana e couro. Nesta área, o visitante caminha sobre um chão recoberto de níqueis dos mais diversos tempos e recebe muitas informações históricas sobre o desenvolvimento destes.
Noutra sala, é possível entender toda a trajetória do dinheiro no país, desde os primeiros florins cunhados pelos holandeses em 1646, quando ocuparam parte da região Nordeste com a missão de Maurício de Nassau, até os exemplares das moedas feitas quando houve a coroação do Imperador D. Pedro I. Estão expostas também todas as cédulas já produzidas no Brasil e que trazem rostos de personalidades como Cecília Meirelles, Carlos Drummond de Andrade, Duque de Caxias, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e outros.
No ambiente seguinte os visitantes passeiam pelo trajeto do dinheiro no mundo, de que forma ele transformou o comércio, já que possibilitou que os mercadores viajassem para vender os seus produtos, foi evoluindo através do câmbio que permitiu a criação de uma equivalência entre moedas diferentes até chegar ao dinheiro virtual das transações eletrônicas.
Filme: Brasil Bom de Bola
Na madrugada do dia 29 para o dia 30 de maio de 2012, estive no Cinefoot vendo o filme 'Brasil Bom de Bola', documentário do Canal 100, sobre a evolução do futebol no país, desde a primeira Copa,
em 1930, até a conquista definitiva da Taça Jules Rimet em 1970.
Estava um pouco cansado, e como houve um atraso na programação de encerramento do cinefoot, o filme entrou madrugada a dentro... E sem falar que algum modo já vira as imagens da conquista das copas pela televisão, então o filme se tornou menos interessante em certo sentido.
Estava um pouco cansado, e como houve um atraso na programação de encerramento do cinefoot, o filme entrou madrugada a dentro... E sem falar que algum modo já vira as imagens da conquista das copas pela televisão, então o filme se tornou menos interessante em certo sentido.
Premiação e Homenagens Cinefoot
Na noite do dia 29 de maio de 2012, estive no Espaço Itaú de Cinema, o Artplex Botafogo para a cerimônia de premiação do Cinefoot - Festival de cinema de futebol.
O encerramento estava previsto para as 21h, mas como haviam alguns convidados ilustres, tiveram que esperar se os mesmos viriam ou não, para só então liberarem os ingressos para o grande público que aguardava pacientemente na fila.
A sala estava abarrotada. Eu fui ficando pelas escadas, pois não havia mais poltronas disponíveis. O primeiro homenageado da noite foi o Goytacaz, clube carioca que completa 100 anos em 2012. O clube alvianil foi representado pelo presidente Jomar Garcia, pelo vice-presidente de Comunicação e Marketing Márcio Rocha e pelo ator Tonico pereira, representando a torcida do Goytacaz, já que o artista é reconhecidamente um dos maiores divulgadores da marca Goytacaz F.C..
Posteriormente, foi a vez de homenagear Nelson Rodrigues e o centenário do Fla-Flu. O jornalista Nelson Rodrigues Filho que recebeu as homenagens para o seu pai e destacou a importância do confronto para o futebol brasileiro. dizendo: – O Fla-Flu, para mim, é o maior clássico do mundo. O velho dizia que o Fla-Flu nasceu quarenta minutos antes do nada. Nenhum clássico tem essa definição. O velho conseguia ver no confronto entre os dois times a rivalidade e a paixão do torcedor pelo futebol concentradas. Ele descobriu como isso mexe com a alma do brasileiro – contou.
O Fluminense foi representado na solenidade pelos vice-presidentes de Relações Institucionais, Alexey Dantas, e de Marketing, Idel Halfen. Os dois, ao lado de Mauro Chaves, diretor de Responsabilidade Social e do Museu do Flamengo, Mauro Chaves, receberam a placa comemorativa aos 100 anos do Fla-Flu. Que prestou os seguintes agradecimentos:– Quero agradecer o CINEFoot pela iniciativa e lembrar que, neste ano, além do centenário do Fla-Flu e de Nelson Rodrigues, completaremos 60 anos da conquista da Copa Rio, o nosso Campeonato Mundial. Por isso, temos que comemorar muito. O Fluminense e o Flamengo precisam fazer esforços em conjunto para que esse momento gere frutos para os clubes e torcidas – disse Alexey Dantas.
Em seguida, Oscar Maron Filho foi homenageado pelo seu trabalho no cinema futebolístico. E a filha dele com a atriz Maria Gladys Mello da Silva (que estava na platéia) recebeu a homenagem. Achei interessante o depoimento acerca de seu falecimento, que ocorreu enquanto participava de uma mesa-redonda no Festival Internacional de Cinema da Índia, em Goa. Lá, Oscar Maron exibira o filme sobre Mario Filho. Durante o bate-papo, sofreu um infarto e não resistiu, aos 55 anos de idade.
Os premiados da noite foram o longa‐metragem 'Copa União', dos diretores Diogo Dahl e Raphael Vieira, e o curta-metragem 'Gaúchos Canarinhos', de Rene Goya Filho, foram os grandes vencedores da Taça CINEfoot 2012. Ambos os filmes garantiram o título através do voto do próprio público do festival.
O encerramento estava previsto para as 21h, mas como haviam alguns convidados ilustres, tiveram que esperar se os mesmos viriam ou não, para só então liberarem os ingressos para o grande público que aguardava pacientemente na fila.
A sala estava abarrotada. Eu fui ficando pelas escadas, pois não havia mais poltronas disponíveis. O primeiro homenageado da noite foi o Goytacaz, clube carioca que completa 100 anos em 2012. O clube alvianil foi representado pelo presidente Jomar Garcia, pelo vice-presidente de Comunicação e Marketing Márcio Rocha e pelo ator Tonico pereira, representando a torcida do Goytacaz, já que o artista é reconhecidamente um dos maiores divulgadores da marca Goytacaz F.C..
Posteriormente, foi a vez de homenagear Nelson Rodrigues e o centenário do Fla-Flu. O jornalista Nelson Rodrigues Filho que recebeu as homenagens para o seu pai e destacou a importância do confronto para o futebol brasileiro. dizendo: – O Fla-Flu, para mim, é o maior clássico do mundo. O velho dizia que o Fla-Flu nasceu quarenta minutos antes do nada. Nenhum clássico tem essa definição. O velho conseguia ver no confronto entre os dois times a rivalidade e a paixão do torcedor pelo futebol concentradas. Ele descobriu como isso mexe com a alma do brasileiro – contou.
O Fluminense foi representado na solenidade pelos vice-presidentes de Relações Institucionais, Alexey Dantas, e de Marketing, Idel Halfen. Os dois, ao lado de Mauro Chaves, diretor de Responsabilidade Social e do Museu do Flamengo, Mauro Chaves, receberam a placa comemorativa aos 100 anos do Fla-Flu. Que prestou os seguintes agradecimentos:– Quero agradecer o CINEFoot pela iniciativa e lembrar que, neste ano, além do centenário do Fla-Flu e de Nelson Rodrigues, completaremos 60 anos da conquista da Copa Rio, o nosso Campeonato Mundial. Por isso, temos que comemorar muito. O Fluminense e o Flamengo precisam fazer esforços em conjunto para que esse momento gere frutos para os clubes e torcidas – disse Alexey Dantas.
Em seguida, Oscar Maron Filho foi homenageado pelo seu trabalho no cinema futebolístico. E a filha dele com a atriz Maria Gladys Mello da Silva (que estava na platéia) recebeu a homenagem. Achei interessante o depoimento acerca de seu falecimento, que ocorreu enquanto participava de uma mesa-redonda no Festival Internacional de Cinema da Índia, em Goa. Lá, Oscar Maron exibira o filme sobre Mario Filho. Durante o bate-papo, sofreu um infarto e não resistiu, aos 55 anos de idade.
Os premiados da noite foram o longa‐metragem 'Copa União', dos diretores Diogo Dahl e Raphael Vieira, e o curta-metragem 'Gaúchos Canarinhos', de Rene Goya Filho, foram os grandes vencedores da Taça CINEfoot 2012. Ambos os filmes garantiram o título através do voto do próprio público do festival.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Filme: A Ilha de Bergman
Na noite do dia 29 de maio de 2012, estive com o Glaydstone no Centro Cultural Banco do Brasil vendo o filme 'A Ilha de Bergman' dentro da programação da Mostra Ingmar Bergman.
O documentário de Marie Nyreröd foi excelente para conhecer um pouco da filmografia desse consagrado diretor sueco, que até então eu conhecia apenas de ouvir falar. Com 88 anos de idade, o diretor revê sua vida e os mais de 60 anos dedicados ao cinema, além da longa trajetória no teatro e na TV, em meio a trechos de seus filmes e raras cenas de bastidores tiradas de seu arquivo pessoal.
Pela primeira vez, o mestre sueco Ingmar Bergman (1918-2007) revela seu mundo na desolada e misteriosa ilha de Fårö, no Mar Báltico. O portão azul de sua casa traz o aviso em sueco: “Área Privada. Cuidado com os cachorros”. Mas nenhum cachorro viveu lá desde que o cão da raça dachsund de Liv Ullmann deixou o local há mais de trinta anos. Na verdade, o aviso quer dizer é que ali vive um homem que quer ser deixado em paz. Um homem cujas únicas companhias são o mar e os próprios demônios.
Nesse sentido, não gostei muito da personalidade desse diretor, que além de ter tido muitas mulheres, não deu a devida atenção aos filhos e não guarda nenhum remorso por isso. Porém, valeu à pena conhecer um pouco mais sobre sua filmografia, embora não tenha me interessado tanto por suas obras.
O documentário de Marie Nyreröd foi excelente para conhecer um pouco da filmografia desse consagrado diretor sueco, que até então eu conhecia apenas de ouvir falar. Com 88 anos de idade, o diretor revê sua vida e os mais de 60 anos dedicados ao cinema, além da longa trajetória no teatro e na TV, em meio a trechos de seus filmes e raras cenas de bastidores tiradas de seu arquivo pessoal.
Pela primeira vez, o mestre sueco Ingmar Bergman (1918-2007) revela seu mundo na desolada e misteriosa ilha de Fårö, no Mar Báltico. O portão azul de sua casa traz o aviso em sueco: “Área Privada. Cuidado com os cachorros”. Mas nenhum cachorro viveu lá desde que o cão da raça dachsund de Liv Ullmann deixou o local há mais de trinta anos. Na verdade, o aviso quer dizer é que ali vive um homem que quer ser deixado em paz. Um homem cujas únicas companhias são o mar e os próprios demônios.
Nesse sentido, não gostei muito da personalidade desse diretor, que além de ter tido muitas mulheres, não deu a devida atenção aos filhos e não guarda nenhum remorso por isso. Porém, valeu à pena conhecer um pouco mais sobre sua filmografia, embora não tenha me interessado tanto por suas obras.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Gilberto Gil no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Na noite do dia 28 de maio de 2012, tive o privilégio de estando no Rio de Janeiro, acompanhar o espetáculo 'Gil Sinfônico: Concerto de cordas e máquinas de ritmos' no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que fez parte da Série MPB & Jazz, que junta o melhor da música popular com o melhor da música erudita. O resultado é fenomenal!
Estava acompanhado do amigo Glaydstone. Ao chegarmos ao Rio na tarde do dia 28 de maio, nos dirigimos para o theatro e pegamos os ingressos que havíamos adquirido pela Internet desde o dia 15 de maio. Fomos no hotel, tomamos um banho, jantamos e fomos ao Theatro.
Me senti muito bem em meio a elite carioca. Estavam presente muitos famosos como Cissa Guimarães Caetano Veloso, Gabriel O Pensador, Fernanda Torres e Patrícia Pillar estiveram no espetáculo. Estar no municipal é bom demais. O local é lindo e possui uma grandeza imponente. Pegamos o roteiro do show e fomos nos acomodar em nossa minúscula poltrona na galeria do Theatro. Com todos os ingressos vendidos antecipadamente, o local estava lotado.
Além da banda do Gilberto Gil composta pelo filho Bem Gil (violao), Nicolas Krassik (violino), Gustavo di Dalva (percussão, com arranjos na bateria, pandeiro, tamborim, berimbau e outros instrumentos), Eduardo Manso (responsável pelos efeitos eletrônicos) e Jaques
Morelenbaum (violoncelo). A apresentação contou com a participação da orquestra sinfônica da Petrobras, que teve a regência de Carlos Prazeres e em alguns momentos, do Jaques
Morelenbaum.
A noite celebrava também os 70 anos de idade do Gilberto Gil, que acontece dia 26 de junho, então a festa era completa. Assim, Gil se mostrava emocionado em alguns momentos e deveras empolgado em outros. A canção 'Máquina de Ritmo' abriu o show, em seguida vieram canções antigas e novas de modo alternado.
Antes de cantar 'Futurível', Gil citou que fizera esta canção quando se encontrava preso na cela de uma cadeia... citando inclusive Caetano. Em sua fala Gil disse: “Esta é uma canção antiga que eu fiz quando eu estive preso na cadeia com Caetano. Um dia na prisão o sargento Juarez me perguntou: ‘Você quer um violão?’. ‘É possível?’, perguntei. No dia seguinte me trouxe um violão que ele tinha. Com esse violão, eu fiz quatro músicas, uma delas é Futurível”
O repertório contou ainda com canções de: Caymmi 'Saudade da Bahia', Jobim 'Outra Vez', Gonzaga 'Juazeiro' e Hendrix 'Up from the Skies'. Algumas músicas eram acompanhadas pela orquestra, já em 'Não tenho medo da morte' Gil fez um solo impecável, com o ritmo feito pelas mãos num batuque sobre o violão, cantando praticamente à capela. Em 'Lamento Sertanejo', um fez um belíssimo dueto com Morelenbaum. Para mim, o melhor momento do show, foi ouvir a belíssima canção 'Estrela'.
Gil encerrou o show com a instrumental 'Um Abraço no João', inspirada em 'Um Abraço no Bonfá', de João Gilberto.Por conta da gravação, Gil voltou ao palco e repetiu 'Domingo no Parque' e 'Estrela'.
Confesso que não gostava tanto das músicas do Gil, mas me preparando para o show, que inclusive foi gravado pelo cineasta Andrucha Waddington e será lançado em DVD. Certamente ele estará em breve na minha estante. No final do espetáculo, achei que os R$ 11,50 pago pelo ingresso foi pouco, pois valeu muito à pena cada momento vivido nesta noite.
Estava acompanhado do amigo Glaydstone. Ao chegarmos ao Rio na tarde do dia 28 de maio, nos dirigimos para o theatro e pegamos os ingressos que havíamos adquirido pela Internet desde o dia 15 de maio. Fomos no hotel, tomamos um banho, jantamos e fomos ao Theatro.
Foto: Juliana Rezende
Me senti muito bem em meio a elite carioca. Estavam presente muitos famosos como Cissa Guimarães Caetano Veloso, Gabriel O Pensador, Fernanda Torres e Patrícia Pillar estiveram no espetáculo. Estar no municipal é bom demais. O local é lindo e possui uma grandeza imponente. Pegamos o roteiro do show e fomos nos acomodar em nossa minúscula poltrona na galeria do Theatro. Com todos os ingressos vendidos antecipadamente, o local estava lotado.
A noite celebrava também os 70 anos de idade do Gilberto Gil, que acontece dia 26 de junho, então a festa era completa. Assim, Gil se mostrava emocionado em alguns momentos e deveras empolgado em outros. A canção 'Máquina de Ritmo' abriu o show, em seguida vieram canções antigas e novas de modo alternado.
Antes de cantar 'Futurível', Gil citou que fizera esta canção quando se encontrava preso na cela de uma cadeia... citando inclusive Caetano. Em sua fala Gil disse: “Esta é uma canção antiga que eu fiz quando eu estive preso na cadeia com Caetano. Um dia na prisão o sargento Juarez me perguntou: ‘Você quer um violão?’. ‘É possível?’, perguntei. No dia seguinte me trouxe um violão que ele tinha. Com esse violão, eu fiz quatro músicas, uma delas é Futurível”
O repertório contou ainda com canções de: Caymmi 'Saudade da Bahia', Jobim 'Outra Vez', Gonzaga 'Juazeiro' e Hendrix 'Up from the Skies'. Algumas músicas eram acompanhadas pela orquestra, já em 'Não tenho medo da morte' Gil fez um solo impecável, com o ritmo feito pelas mãos num batuque sobre o violão, cantando praticamente à capela. Em 'Lamento Sertanejo', um fez um belíssimo dueto com Morelenbaum. Para mim, o melhor momento do show, foi ouvir a belíssima canção 'Estrela'.
Gil encerrou o show com a instrumental 'Um Abraço no João', inspirada em 'Um Abraço no Bonfá', de João Gilberto.Por conta da gravação, Gil voltou ao palco e repetiu 'Domingo no Parque' e 'Estrela'.
Confesso que não gostava tanto das músicas do Gil, mas me preparando para o show, que inclusive foi gravado pelo cineasta Andrucha Waddington e será lançado em DVD. Certamente ele estará em breve na minha estante. No final do espetáculo, achei que os R$ 11,50 pago pelo ingresso foi pouco, pois valeu muito à pena cada momento vivido nesta noite.
domingo, 27 de maio de 2012
Churrasco entre irmãos
Na noite do dia 27 de maio de 2012, estive reunido com os irmãos do meu PG e do PG antigo (antes da multiplicação) para comermos as sobras do churrasco realizado pela manhã no outro PG, na casa dos irmãos lá na Cidade 2000.
Após o culto que contou inclusive com a participação do Carlinhos Félix, e teve a conversão do Lucildo, fomos para lá. Jogamos algumas partidas de futebol no PS2 e ceiamos um delicioso churrasco entre irmãos.
Por ocasião desse inesperado evento, acabei não indo para o show da Leila Pinheiro no Anfiteatro do Dragão do Mar, desperdiçando assim as cortesias que havia ganho...
Após o culto que contou inclusive com a participação do Carlinhos Félix, e teve a conversão do Lucildo, fomos para lá. Jogamos algumas partidas de futebol no PS2 e ceiamos um delicioso churrasco entre irmãos.
Por ocasião desse inesperado evento, acabei não indo para o show da Leila Pinheiro no Anfiteatro do Dragão do Mar, desperdiçando assim as cortesias que havia ganho...
Carlinhos Félix na IBC
Na tarde deste domingo, 27 de maio de 2012, o pastor, cantor e compositor Carlinhos Félix esteve na IBC, participando do culto. A Mariana não estava comigo, ficara no Industrial em função de minha viagem a trabalho. Acabei indo sozinho ao culto, mas como já conheço várias pessoas na igreja, não fico mais deslocado.
O louvor contou com a belissima participação de Carlinhos Félix. A mensagem sobre 'Nossa Igreja, Nossa Missão - Amar, Relacionar, Proclamar' pregada pelo Pr. Armando Bispo foi tremenda. E no final do culto, o amigo Lucildo ainda aceitou a Cristo como seu Senhor e Salvador. Foi uma benção!
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