Épico de ação mitológico A Odisseia [The Odyssey, Estados Unidos, Reino Unido], de Christopher Nolan, filmado totalmente em IMAX, apresenta a saga de Homero, narrada no livro de mesmo nome.
O filme é absolutamente perfeito. Tanto em narrativa, com um ritmo que não nos faz perceber as 3 horas de duração, quanto no design de produção que capricha nos cenários, no figurino e na adaptação do texto clássico.
Na trama, após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda com seu filho Telêmaco (Tom Holland) que amarga vinte anos de espera pelo retorno de seu pai após o término da Guerra de Troia. É um road movie pelo Mar Mediterrâneo, cheio de criaturas fantásticas e mitológicas.
Diante da invasão de pretendentes que dilapidam o palácio real para usurpar o trono vago, o jovem príncipe decide partir em uma jornada em busca de respostas sobre o paradeiro do pai, enquanto, em um ponto distante do Mediterrâneo, o herói vive exilado e perdido ao lado de Calipso (Charlize Theron).
O elenco é um destaque à parte. Atuações memoráveis de Matt Damon (que já fez Hollywood gastar milhões pra trazê-lo de volta pra casa), Anne Hathaway, e Tom Holland. Teremos vários nomes desse elenco indicados ao Oscar. Os três aqui certamente.
As provações de Odisseu permitem um bom trabalho do elenco de apoio, destaco a feiticeira Circe (Samantha Morton) em uma das passagens mais emblemáticas do épico, e o gigante Polifemo (Bill Irwin), cuja composição enaltece os efeitos práticos, em detrimento ao famigerado CGI. Destaco também a encarnação do profeta Tirésias (James Remar) e o vilão covarde e medroso Antínoo (Robert Pattinson).
Outro que merece o devido destaque é a direção de Christopher Nolan, também responsável pelo roteiro, que consegue trazer as para as telas, as peculiaridades do poema clássico escrito séculos antes de Cristo e que se perpetua com o passar dos anos. O compêndio de vinte e quatro cantos que tem como principal característica, o potencial se adaptar facilmente para qualquer período da humanidade, haja vista o grande número de estudos acadêmicos e aplicações dadas ao texto.
A montagem do filme é outro ponto alto, pois a estrutura não linear permite construir idas e vindas temporais na trajetória desse Odisseu, forçando o protagonista a confrontar as consequências destrutivas de seus próprios feitos em um enredo onde os homens que se enxergam como heróis precisam lidar com a devastação gerada por seus ideais.
Os figurinos que integram o design de produção, assinado por Ruth De Jong, que retoma a parceria com Christopher Nolan para redefinir o épico grego ao trocar a tradicional fantasia colorida por um realismo sombrio e visceral é bem assertivo. Receberá certamente muita premiação.
Por fim, mas não menos importante, o design de som e a trilha sonora acompanham as cenas são de uma grandiosidade assustadora, nos entregando fortes emoções ininterruptamente ao longo dos 170 minutos de duração do longa. É impossível ficar indiferente diante da grandeza desse filme.
Terror A Morte do Demônio: Em Chamas [Evil dead burn, Estados Unidos], de Sébastien Vanicek apresenta um trash, mas sem a devida construção de roteiro. Não vi os outros filmes da série, talvez por isso não tenha me empolgado com esse.
Após a perda do marido, uma mulher busca consolo nos sogros em sua casa isolada. À medida que, um a um, eles são transformados, ela descobre que os votos que fez em vida continuam valendo mesmo depois da morte.A Morte Do Demônio: Em Chamas traz a aventura mais selvagem e aterrorizante da franquia até hoje, incendiando as telonas com um novo capítulo de carnificina e caos demoníaco. Após a perda do marido, uma mulher busca consolo com seus sogros em sua casa isolada. Conforme eles são transformados em Deadites e transformando o encontro em uma reunião familiar infernal, ela descobre que os votos que fez em vida continuam valendo mesmo após a morte.
Na tarde desse 11 de julho, fiz uma surpresa para meus filhos. Na semana passada, havia comprado os ingressos para o show do Gabriel e Shirley no Teatro e guardamos segredo deles, para fazermos uma surpresa.
Meus filhos adoram ver os vídeos desses youtubers e apesar de eu achar meio besto, fiz esse agrado para meus meninos.
O Luca não acreditava na surpresa. De fato pegamos ele e o Sahel na surpresa, alegando irmos ao aniversário da filha do Fábio.
Deixei eles no Teatro e fui para uma sessão de cinema.
Live action Moana [Estados Unidos], de Thomas Kail é mais um filme desnecessário e cuja animação é superior a nova versão, assim como foi com Branca de Neve.
A jovem Moana responde ao chamado do oceano e, pela primeira vez, aventura-se além do recife de sua ilha de Motunui ao lado do infame semideus Maui, em uma jornada inesquecível para restaurar a prosperidade de seu povo.
Minions e Monstros [Minions & Monsters, Estados Unidos], de Pierre Coffin é uma ode ao cinema e surpreende sendo o melhor filme da franquia. Um passeio pela história do cinema, desde o cinema mudo aos blockbusters atuais.
Uma aula de cinema para crianças apresentando a Era de Ouro de Hollywood. Diferente dos outros Minions, James é solitário, criativo e insatisfeito em ser apenas mais um membro da tribo a serviço de outra pessoa. Ele quer realizar filmes e, ao fazer isso, sem querer liberta uma gangue de criaturas que têm a intenção de destruir o mundo.
O Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema, um dos mais longevos festivais de cinema do Brasil abre, no dia 1º de julho, as inscrições para as mostras competitiva da 36ª edição, que acontecerá de 07 a 13 de novembro de 2026, festejando “Fortaleza, 300 anos de luz e cinema”.
Os interessados em participar da seleção podem se inscrever gratuitamente até o dia 15 de agosto de 2026. No site www.cineceara.com estão disponíveis o formulário de inscrições e o regulamento.
Supergirl [Supergirl, Estados Unidos], de Craig Gillespie parece uma continuação de Guardiões da Galáxia e se mostra irrelevante.
Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El (Milly Alcock), também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
Nesse 27 de junho, a banda maranhense Fogo e Glória esteve no Eusébio, e claro que a Mariana quis ir conferir. Chegamos no fim da tarde e fomos ao encontro da marcha que estava ocorrendo da praça da bíblia até a praça principal.
No caminho, curtimos os hits da banda que toca sempre que a esposa faz faxina lá em casa. A banda fez um show no trio elétrico e eu e a Mariana fomos os que mais curtimos no trajeto.
No fim, ainda fomos ao camarim demonstrar gratidão a banda que tem feito um som que curtimos demais. Era um sonho da minha esposa, poder ouvir Fogo e Glória ao vivo e realizamos.
Fomos ver a classificação brasileira para a segunda fase na Copa na igreja em comunhão com os irmãos.
Porto Seguro esteve em peso bem representado. Teve pratinho na chegada e jogos para a criançada que cantou o hino a pleno pulmões.
O time jogou bem e abriu rapidamente o placar após pressão de Rayan, a bola sobrou pro Vini driblar o goleiro e marcar. O juiz roubou um gol do Vini, mas em seguida ele marcou de cabeça.
Eu usei a peruca do Luca e fiz a festa incentivando nossa seleção. No segundo tempo Matheus Cunha marcou o terceiro gol.
Triller de ficção científica Dia D [Disclosure day, Estados Unidos], de Steven Spielberg.
Se você descobrisse que não estamos sozinhos e se alguém mostrasse, provasse isso, você ficaria assustado? Estamos cada vez mais perto do... Dia D.
Com argumento de Steven Spielberg, o roteiro foi escrito por David Koepp apresenta na trama um mundo entra em pânico após um evento inexplicável ser transmitido ao vivo na televisão. Nele, fenômenos estranhos ao redor do planeta parecem estar cada vez mais próximos. Assim, segredos militares são expostos desencadeando uma crise global jamais vista antes. Agora, a inteligência alienígena se torna cada vez mais evidente, e os estudiosos, cientistas, autoridades e civis precisam aprender a lidar com a ideia de uma sociedade que nunca esteve sozinha. O final é bem reflexivo, sobre ouvirmos o outro. Dia D é um filme sobre crenças, não no sentido religioso, mas por aquilo que se acredita. "Não tenha medo do que você não conhece"
Na trama de Dia D, um especialista em segurança cibernética, Dr. Daniel Kellner (Josh O'Connor), e uma meteorologista da TV, Margaret Fairchild (Emily Blunt), descobrem uma conspiração do governo de décadas para encobrir evidências sobre a vida alienígena e seu contato com a humanidade. Eles partem em uma missão perigosa contra o líder corporativo Noah Scanlon (Colin Firth) para finalmente revelar as provas e a verdade para oito bilhões de pessoas.
O filme revela a vida alienígena quando na verdade está falando sobre nossa própria sociedade. Em meio a tantos conflitos e guerras que tomam nossas redes sociais e noticiários diariamente, serve como um apelo à empatia, de esperança pelo futuro da humanidade. Quando o cinema e as imagens não nos trazem apenas conhecimento, mas transformação.
Nesse sábado revi Toy Story 5 em IMAX 3D, porque o melhor filme do ano, merece a melhor tela de cinema.
Novamente levamos os brinquedos, mas desta vez, apenas os protagonistas do quinto filme.
A UCI estava distribuindo tatuagens e cartela de adesivos.
Ganhamos a tatoo, mas os adesivos apenas na Cinépolis, pois não somos clientes Unique.
Curtimos o filme novamente, até as cenas pós créditos (são duas). É sempre bom poder rever um filme no cinema. O 3D do Imax como o óculos é grande, não é tão ruim quanto o tradicional.
A animação da Pixar faturou alto na estreia e reforçou a força de uma das franquias mais lucrativas do cinema. No Brasil, o desempenho também foi destaque. Entre quinta-feira e domingo, o longa arrecadou R$ 185 milhões e levou 1,25 milhão de pessoas aos cinemas. Com a soma das pré-estreias pagas, o resultado chegou a R$ 207,7 milhões e 1,4 milhão de espectadores. Segue teaser: