sábado, 13 de abril de 2013

Mercado Municipal de São Paulo



Na manhã do dia 13 de abril de 2013, após sair do Santa Maloca, fui ao Mercado Municipal de São Paulo.
Cheguei pela estação São Bento e fiquei conhecendo algumas lojas e armarinhos da famosa Rua 25 de março, no centro de São Paulo.

Comprei alguns itens para o Sahel (escova de dentes, mamadeira) e fui ao mercado esperar a Vasti, a Velane e o Geovane. Como o dia estava chuvoso, não foi possível a Maria ir com o Sahel...
No mercado, experimentei pastel de frango catupiry, com suco de maracujá, pois meu estômago não tem preparo para digerir mortadela com pão... Demos uma volta rápida no mercado e fomos com as meninas às compras...

Salvo pela Santa Maloca!

 
Na noite do dia 12 de abril de 2013, após muitos passeios culturais em São Paulo, me dirigi para o Hostel Alice, onde passaria a noite em função do espetáculo Corteo do Cirque du Soleil. Ao chegar no albergue, por volta das 19:30h, descobri que não havia vaga!!! Eu não fiz a reserva, pois esperava ter outro local para passar a noite... Fui muito bem atendido no Hostel Alice, e informado que havia outro albergue próximo, então fui até o Santa Maloca, onde felizmente encontrei um local para passar à noite.

A Santa Maloca está localizada no bairro da Vila Madalena, há 800 metros do metrô Vila Madalena, na rua Rodésia, n° 140. Não dá nem dez minutinhos andando... O bairro é um verdadeiro caldeirão da boemia paulistana. A Vila é famosa por ser um reduto artístico e cultural, além da ter uma grande concentração de bares e casas noturnas que fazem daqui, roteiro certo das melhores noites de São Paulo.

Mas, vem cá: que diabos é Maloca? Na cultura indígena, maloca é uma grande barraca, coberta de palmas secas, que aloja várias famílias. No albergue, os quartos são coletivos, para 6 pessoas dormirem em 3 beliches. Uma hospedagem que preza pela hospitalidade única brasileira e pelo calor desse povo. Você vai se sentir em uma casa tipicamente paulistana. E lá me senti em casa...

O local mostrou-se bastante aconchegante. Tomei um banho rápido, busquei informações peguei um taxi e fui em direção ao Parque Vila-Lobos ver o Cirque du Soleil. Na volta, peguei um Táxi com o Luiz Carlos e a Mônica e desci lá debaixo de chuva...

Como funciona 24h, não tive problemas. Tomei outro banho e fui ler até dormir... Já passavam de meia-noite e ainda não tinha ninguém no quarto. Os outros hóspedes chegaram durante a madrugada... Um roncava feito um porco, outro fez o favor de deixar o GPS ligado, indicando o tempo todo que havia chegado ao local de destino...

Após desfrutar de um belo descanso, tomei um belo café da manhã, na cozinha compartilhada. Precisava de bastante energia para continuar desbravando uma das maiores cidades do mundo... Foi quando fui em direção ao metrô da Vila Madalena e fui ao Centro encontrar-se com a Vasti, a Velane e o Geovane.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Corteo - Cirque du Soleil




Na noite do dia 12 de abril de 2013, após me hospedar no Santa Maloca, fui ao Parque Vila-Lobos, um local enorme, onde estava armado o Cirque du Soleil.

Tirei algumas fotos do público que chegava ao local, outros tiraram fotos minhas e fiquei pela área de convivência olhando os produtos que eram vendidos ali.

Os valores de bebidas, pipoca e lanches eram caríssimos, ainda comprei uma Coca-Zero para matar a sede do biscoito recheado que fora minha janta. Depois fui para minha poltrona e posteriormente o Luiz e a Mônica chegaram para ver o espetáculo.

O espetáculo começou pontualmente às 21:00h com a trupe do circo se apresentando à platéia e dando início a um espetáculo indescritível.



Corteo significa "cortejo" em italiano, é uma procissão alegre, uma parada festiva imaginada por um palhaço. Este espectáculo reúne a paixão do ator com a graça e a força do acrobata, para transportar o público a um mundo teatral de prazer, comédia e espontaneidade situado num espaço misterioso entre o céu e a terra.


No espetáculo, o palhaço imagina o seu próprio funeral, numa atmosfera de festa e observado por amáveis anjos. Contrastando o grande e o pequeno, o ridículo e o trágico, a magia da perfeição e o charme da imperfeição, o espetáculo evidencia a força e a fragilidade do palhaço, mas também a sua sabedoria e ternura, para ilustrar o aspecto humano de cada um de nós.

A música, ora lírica, ora divertida, transforma Corteo numa festa intemporal onde a ilusão brinca com a realidade. E também há espaço para participação da platéia durante o show. Imperdível!


Segue trailer:

http://www.cirquedusoleil.com/pt/shows/corteo/default.aspx?splash=http://www.cirquedusoleil.com/pt/shows/corteo/media/official-video.aspx

No shopping Tatuapé


Na noite do dia 12 de abril de 2013, estive com a família e os amigos no Shopping Tatuapé em São Paulo.

Tentei comprar uma meia para o Sahel, mas a caixa da Renner ficava à espera da cliente que estava na minha frente, na fila preferencial, trazer novos produtos. Me afobei e desisti da compra... Compramos na C&A.

Fomos jantar na praça de alimentação do shopping, que estava lotada! Comemos no Giraffa's e ganhamos o jogo americano do Cebolinha!

Na volta, o Sahel distribuiu simpatia no vagão do metrô...

Filme: Uma Vez Entrei Num Jardim

No final da tarde e início de noite do dia 12 de abril de 2013, acompanhando o festival É Tudo Verdade no Cine Livraria Cultura, vi o documentário 'Uma Vez Entrei Num Jardim'.

Reencontrando seu antigo professor de árabe, o palestino Ali Al Azhari, o diretor israelense Avi Mograbi cria o cenário ideal para uma discussão sobre como os persistentes conflitos no Oriente Médio vêm afetando as vidas de todos os moradores da região, independente de qual seja a sua cultura ou religião.
 
Juntos, os dois refletem sobre os conflitos entre as duas sociedades, e sobre a maneira como estes problemas afetam a vida dos moradores, tanto palestinos quanto israelenses.  

Optando por uma narrativa que incorpora momentos intimistas e procura encaixar diversos pontos de vista, o filme atravessa a história de uma região cujas fronteiras foram drasticamente alteradas após a II Guerra Mundial e, desde então, não encontrou uma forma pacífica de acomodar todos os povos ali residentes, dividindo famílias e abortando histórias de amor.
 
O filme, foi agraciado com o Prêmio Especial do Júri para Documentário Longa ou Média-Metragem. Acho que mais pela popularidade do diretor Avi-Mogravi do que pela qualidade do filme, que por se tratar de um conflito que não faz parte de nossa realidade, acabou não atraindo tanto minha atenção.


Vejam o trailer:


Filme: Salma


Na tarde do dia 12 de abril de 2013, ainda na programação do Festival É Tudo Verdade, no Cine Livraria Cultura, vi o filme 'Salma'.

Quando Salma ainda era uma pré-adolescente, morando em uma cidade no sul da Índia, seus pais decidiram trancá-la em casa até que se casasse com o homem a quem foi prometida. Durante 25 anos, ela não foi autorizada a sair, nem a estudar. Enclausurada, ela encontrou uma válvula de escape: a poesia. Salma desenvolveu sua arte ao longo das décadas e encontrou maneiras de fazer com que os textos saíssem de casa, chegando às mãos de um editor. Hoje, ela é a poeta em língua Tamil mais famosa do seu país.

A história de Salma, hoje com 44 anos, não difere da de muitas outras mulheres de sua aldeia, numa comunidade muçulmana Tamil do sul da Índia. Criada por uma tia até os 5 anos porque seu pai queria um filho homem, ela retorna à casa dos pais onde, ao atingir a puberdade, aos 13, é trancada num quartinho com a irmã. Dada em casamento, ela apenas muda de dono, sendo igualmente trancafiada pela família do marido. Seu caminho de libertação será a poesia, que ela escreve às escondidas, no banheiro da casa, ocultando em sua roupa pedacinhos de papel e uma caneta. Seus poemas saem destas paredes e chegam às mãos de um editor, tornando-a famosa – desafiando a mentalidade à sua volta.

Gosto de ser apresentado a realidade de outra cultura em filmes, e este filme faz isso em relação a mulher indiana. Para esse tema, preferiria ter visto uma adaptação cinematográfica do livro 'A Cidade do Sol'... Vejam o trailer de 'Salma':

Filme: O Universo Graciliano

 
No início da tarde do dia 12 de abril de 2013, estive no Cine Livraria Cultura vendo o filme 'O Universo Graciliano' na programação do Festival É Tudo Verdade 2013.

No filme, o diretor Sylvio Back recupera a obra e a vida do autor falecido em 1953, e responsável por grandes livros da literatura brasileira, como "São Bernardo", "Vidas Secas", "Angústia", "Infância" e "Memórias do Cárcere".

Por meio de mais de vinte depoimentos, o filme traça um panorama da vida e da obra do autor Graciliano Ramos, combinando diversos materiais de arquivo com entrevistas de pessoas próximas ao escritor. O grande problema é que o filme resume-se a isso. O assunto muda constantemente, assim como os planos de câmera, que acabam sendo bastante ousados em alguns momentos.

Entre os entrevistados estão Luiza Amado, filha de Graciliano, o arquiteto Oscar Niemeyer, o escritor Lêdo Ivo e seu advogado e confidente Paulo Mercadante, recompõe-se o perfil do homem e do autor, revendo episódios como sua atuação na política, como prefeito de Palmeira dos índios, sua militância comunista e sua prisão pelo Estado Novo. O filme traz ainda imagens inéditas da Maceió da década de 30.

É Tudo Verdade 2013

Na tarde do dia 12 de abril de 2013, estive no Cine Livraria Cultura, localizado no interior do Conjunto Nacional, na Av. Paulista, que fazem parte do Circuito Cinearte de exibição, para ver a programação de filmes do festival É Tudo Verdade 2013.

Vi 3 filmes neste festival. Uma sessão tripla em São Paulo e sem gastar nenhum tostão... São Paulo possui uma infinidade de atrações culturais...
Entre um filme e outro, almocei no Spoleto do Shopping Certer 3. Como não estava na hora do rush, fiz meu prato tranquilamente...

Vi também uma exposição muito interessante com as melhores fotos de 2012, no hall do Conjunto Nacional.

No final da aventura, fui correndo para o albergue onde passaria a noite. Nos próximos posts, comento sobre os filmes que vi no festival...

Pinacoteca de São Paulo

Na manhã do dia 12 de abril de 2013, após visitar o Museu da Língua Portuguesa, atravessei a rua e fui na Pinacoteca de São Paulo. Também paguei R$ 3,00 para acessar o recinto.

A Pinacoteca do Estado é um museu de artes visuais, com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade, pertencente à Secretaria de Estado da Cultura. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, é o museu de arte mais antigo da cidade. Está instalada no antigo edifício do Liceu de Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, que sofreu uma ampla reforma com projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, no final da década de 1990.

O acervo original da Pinacoteca foi formado com a transferência, do então Museu do Estado, hoje Museu Paulista da Universidade de São Paulo, de 26 obras de importantes artistas que atuaram na cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antonio Parreiras e Oscar Pereira da Silva. Atravessou seu primeiro século de atividades acumulando realizações e formou um significativo acervo, hoje com cerca de nove mil obras. Passou por uma marcante transformação assumindo-se, gradativamente, como um museu de arte contemporânea, comprometido com a produção de seu tempo, com destacada presença no cenário artístico do País. 


A Pinacoteca realiza cerca de 30 exposições e recebe aproximadamente 500 mil visitantes a cada ano. O primeiro andar recebe as exposições temporárias e o segundo é dedicado a mostra de longa duração de nosso acervo. A área central abriga o Projeto Octógono Arte Contemporânea, e no térreo estão as áreas técnicas, o auditório e a cafeteria. Desde 2006 é administrada pela APAC – Associação Pinacoteca Arte e Cultura.
O foco principal de todo trabalho desenvolvido pela Pinacoteca do Estado de São Paulo é aprimorar a qualidade da experiência do público com as artes visuais por meio do estudo, salvaguarda e comunicação de seus acervos, edifícios e memórias; da consolidação e ampliação desses acervos; e do estímulo à produção artística.

Adorei conhecer esse espaço cultural da capital paulista. Gosto muito desse tipo de espaço cultural e lamento apenas não ter tido muito tempo para desfrutar de todo espaço.

Museu da Língua Portuguesa


Na manhã do dia 12 de abril de 2013, fui conhecer a estação Luz, do metrô de São Paulo, e aproveitei para entrar no Museu da Língua Portuguesa, que fica localizado ali naquela estação.

Duas motivações principais respaldam a escolha da Estação da Luz para abrigar o Museu: o edifício, um patrimônio histórico do Século XIX; e o fato de estar localizada em São Paulo, a cidade que tem a maior população de falantes do português no mundo.

Paguei uma quantia de R$ 3,00 para ter acesso e direito a ver um vídeo. No entanto, fiquei tão encantado com o espaço, que acabei perdendo o horário do vídeo...

De início, uma tela enorme exibia filmes falando acerca da língua falada, escrita, no viés da religião, culinário, futebol, etc. Simplesmente espetacular a chamada Grande Galeria, uma tela de 106m de extensão com projeções simultâneas de filmes que mostram a Língua Portuguesa no cotidiano e na história de seus usuários.


Depois visitei o Beco das Palavras, uma sala com jogo etimológico interativo que permite ao visitante brincar com a criação de palavras, conhecendo suas origens e significados.

Posteriormente, vi a Linha do Tempo, uma linha com recursos interativos onde o visitante poderá conhecer melhor a história da Língua Portuguesa.

Em seguida, desfrutei do espaço chamado Palavras Cruzadas,  totens dedicados às influências das Línguas e dos povos que contribuíram para formar o Português falado no Brasil. Existe ainda um totem dedicado ao Português falado nos demais países lusófonos.
Por fim, vi o Mapa dos Falares, onde o visitante pode escolher uma localidade e apreciar (ver e ouvir) depoimentos de diversas pessoas, verificando, assim, os diversos “falares” do brasileiro. Adorei o passeio.

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