Antes do filme 'Universidade Monstros', foi exibido o curta-metragem 'O Guarda-Chuva Azul', que certamente ganhará o Oscar de melhor animação em curta-metragem.
Que a Pixar consegue animar o mundo dos objetos, não é mais novidade, mas fazer com poesia, e emocionar em poucos minutos, é uma proeza digna de elogios. Duas janelas e
uma porta, dois parafusos e uma abertura, tudo na cidade, se transforma em
um rosto que, formam sorrisos ou bocejos,
e ganham vida quando a chuva cai. O que os humanos fazem quando cai
chuva: abrem seus guarda-chuvas. Em meio aos guarda-chuvas pretos, surge um azul e um vermelho...
Com uma linda trilha sonora, somos apresentados a este casal de guarda-chuva que se apaixonam um pelo outro, quando um semáforo fecha. Ao abrir o sinal, uma
terrível tempestade acaba separando os dois. As placas, caixas de
correio e demais objetos da cidade ganham vida e de forma criativa tentam reunir o casal.
Esta linda história de amor emociona e cativa. Segundo o diretor Saschka Unseld,
a ideia do filme surgiu quando ele caminhava por São Francisco em um
dia chuvoso e se deparou com um guarda-chuva jogado na sarjeta. A triste
cena o inspirou a criar uma história para o objeto.
sábado, 22 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Copa das Confederações 2013: Brasil 2 x 0 México
Na tarde do dia 19 de junho de 2013, estive na Arena Castelão, vendo o jogo entre Brasil e México, na abertura da segunda rodada da Copa das Confederações 2013. Adquiri meu ingresso com bastante antecedência, e paguei apenas R$ 28,50 na meia entrada da Categoria 4, restrita aos brasileiros.
O dia foi marcado pelas manifestações ocorridas no entorno do estádio, que dificultaram a chegada dos torcedores. Eu tive o privilégio de acompanhar o Cilas e o Diego, que haviam conseguido uma credencial para estacionar no estádio. Estavam conosco o Airton e a Raissa, cunhado e sobrinha do Cilas.
Após alguns rodeios, desviamos da Av. Alberto Craveiro, foco das manifestações e fomos pela Dedé Brasil, porém o acesso estava restrito a veículos, e tivemos que ir pela Juscelino Kubtscheki. Fomos barrados pela Força Nacional, que escoltava o ônibus da Seleção Brasileira. Então conseguimos passar pelas barreiras impostas e entrar no estacionamento E14.
Nosso ponto de revista, estava bem tranquilo. Fomos conduzidos por uma voluntária até o elevador e marcamos nosso ponto de encontro. Então cada um seguiu para seu portão de entrada e tentou adentrar ao estádio.
Foi minha primeira vez na nova Arena Castelão. Que coisa linda! Rapidamente localizei minha poltrona e fiquei admirando o estádio e a chegada da torcida para ver o jogo. Os atletas entraram em campo para o aquecimento e ficaram batendo bola enquanto as arquibancadas iam enchendo.
O pré-jogo Fifa é algo fantástico. Entrada de bandeiras, e hino nacional, que foi cantado à capela pela torcida, num momento de arrepiar.
O time foi contagiado pela torcida e partiu pra cima. Com 8 minutos de jogo, Neymar acertou um chutaço e abriu o placar. A torcida fez a festa. Após um bom início de jogo, o Brasil diminuiu o ritmo.
No segundo tempo o México pressionou pelo gol do empate. Ao Brasil coube contra atacar, e já nos acréscimos, num lance espetacular do Neymar, onde ele se livrou de dois marcadores e cruzou para o Jô empurrar a bola para a rede, dando números finais à partida. Os gols podem ser vistos clicando aqui.
A torcida que lotou o estádio fez a festa. Saímos do estádio satisfeito com o resultado. Pegamos um trânsito na BR-116, mas chegamos em casa a tempo de ver o segundo tempo do jogo entre Itália e Japão em Recife.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Exploração Sexual - Jogue Contra (Disque 100)
Na noite deste domingo, 16 de maio de 2013, estive com a família em mais um culto da IBC. Deixamos as crianças no GF e fomos a tenda. Louvores eram entoados, levando o povo de Deus a adorá-lo.
O Pr. José Edson deu alguns avisos, entre eles a mudança do escritório da igreja para o Pedras, e conduziu o momento de oferta. O Daniel Almeida então cantou 'Esquinas Cruéis' de João Alexandre, para introduzir o momento de reflexão.
O Pr. Armando subiu ao palco, e antes de ministrar a palavra, reforçou alguns avisos do Pr. José Edson e exortou acerca de algumas pessoas que se aproveitam da caridade de alguns irmãos, e vão à igreja apenas para pedir esmolas.
Então, o Pr. Armando conduziu a palavra, voltada para a questão da exploração sexual em todos os sentidos, inclusive a infantil, que deixa traumas e feridas enormes na alma, no corpo e no espírito, e voltando a atenção para o Atos de Compaixão.
No final do culto, todos foram convocados à vestir a camisa desta causa, e se engajar na programação que incluia a participação no SAL, uma caminhada pela Av. Beira-mar e panfletagem no Castelão e no Fan Fest, na Praia de Iracema.
Tive a oportunidade de estar envolvido em toda essa programação. Participei do SAL, que teve momento de loucor, inclusive onde foi cantado 'Deixa o Menino Jogar' do Natiruts e teve a participação do Daniel Almeida com 'Não Posso Me Calar'.
Houve um espaço para o testemunho da Ritázia, que já fora abusada na sua infância e e esteve envolvida no submundo da prostituição. Momento marcante para os que ali estiveram.
Em seguida, o Pr. Armando ministrou a palavra, citando as diversas manifestações que se espalham pelo Brasil e dando enfase ao texto de Provérbios 38:1 que diz "abre a tua boca em favor dos q não podem se defender, seja defensor de todos os desamparados... defenda os direitos dos pobres e necessitados."
Na terça-feira, retornei com a família e pude fazer panfletagem, vestido com a camisa e junto com o pequeno grupo, levando o Reino do Bem as pessoas que caminhavam pelo principal point de nossa capital. Depois nos reunimos para uma foto no anfiteatro da Beira-Mar e fomos caminhando até a feirinha. Foram dias abençoados na presença do Senhor.
sábado, 15 de junho de 2013
Um sábado no Beach Park
No sábado, 15 de junho de 2013, fui com o Sahel e a Sara no Beach Park, ter um dia de lazer, e comemorar o aniversário da Carol Flaustich, que levou com os Rodrigo as crianças (Isaías e Ester) para conhecerem o famoso parque aquático.
A Cristiane e a Luiza também foram, mas nos encontramos apenas no meio da tarde, depois de muito banho já tomado.
Chegamos ao parque por volta das 11h, tiramos algumas fotos na entrada do parque, o Sahel não quis conversa com os bonecos que entretiam os visitantes (tartaruga, hipopótamo e foca).
Começamos nos divertindo no Acqua Circo. Não alugamos armário e ficamos observando nossas trouchas. Como não encontramos a turma do Pequeno Grupo, fomos para um local mais reservado, à procura de sombra para almoçarmos. Ficamos então na Arca de Noé.
A Mariana preparou uma saborosa macarronada, que nos alimentou e nos deu mais energia para uma tarde de diversão. Descansamos bastante pela Corretenza Encantada, só não quando ficamos numa bóia dupla e ao descermos acabarmos virando!
Demos uma volta pela Acqua Show, mas lá o Sahel ficava meio assustado devido o balde d'água que virava despejando bastante água nas pessoas. Apesar disso, ainda escorreguei em alguns toboáguas com ele.
Fomos à procura de nossos amigos, demos outra volta pelo Acqua Circo, pela Arca de Noé, pela Ilha da Fantasia, mas só encontrávamos água. Foi quando decidimos ir para o Maremoto, relaxar na piscina com ondas. Lá fomos encontrados pela Cris!
Então brincamos mais um pouco no Acqua Show, e pude ir com o Rodrigo no Ramubrinká, no Kalafrio, e no Insano. A Sara então foi na Moréia Negra, tanto com a Luiza, quanto comigo, que ainda fui no Atlantis. As crianças ainda se divertiram no Acqua Circo até o fechamento do parque, quando fomos tomar banho e retornamos para casa. Graças ao cartão da Luiza, ainda ganhei desconto no estacionamento! Foi um dia de muito lazer e diversão! E o Brasil ganhou do Japão por 3 x 0 na estréia da Copa das Confederações...
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Filme: A Filha do Pai
Na noite do dia 14 de junho de 2013, após uma sessão espetacular de 'Além da Escuridão: Star Trek', vi com o Saulo o filme francês 'A Filha do Pai' na programação do Cinema de Arte do UCI Cinemas do Shopping Iguatemi.
O filme fez parte do Festival Varilux de Cinema Francês 2012, e eu não tive na época a oportunidade de assistí-lo. É inspirado no livro de Marcel Pagnol, que já tinha adaptado seu próprio romance para o cinema em 1940 (La fille du puisatier), filme francês dirigido por Marcel Pagnol, em plena guerra. O livro e o filme fazem parte dos grandes clássicos populares franceses.
O filme se passa em 1939 e conta a história de Patricia (a linda Astrid Bergès-Frisbey, que esteve no Brasil durante o Festival Varilux de Cinema Francês 2012), a filha do poceiro Pascal Amoretti (Daniel Auteuil, diretor do filme) que enquanto caminhava para levar o almoço para seu pai, conhece Jacques (Nicolas Duvauchelle).
Ela tem 18 anos, ele 26. Ela é uma moça bela e bem educada, ele é um charmoso piloto de avião. Eles se reencontram pela segunda e última vez em uma romântica noite de luar.
Após o encontro apaixonado, Jacques é enviado para combater na Segunda Guerra Mundial. Algum tempo depois, Patrícia descobre que está grávida de Jacques Mazel, jovem aviador, rapaz de boa família, mas seus pais se recusam a reconhecer a criança.
A cena em que Amoretti leva as filhas perante os avós, para solicitar providências relativas ao casamento, em função da gravidez, mas a família Mazel não dá a devida importância ao caso, e Amoretti se sente humilhado, apesar de manter-se honrado.
Seu pai ficará dividido entre seu senso de honra e o profundo amor que sente por sua filha. A princípio, Amoretti expulsa a filha de casa. Mas depois à procura e demonstra todo o amor que só quem avô sabe explicar.
Pouco depois, Jacques Mazel desaparece, pois seu avião sofre um acidente atrás das linhas alemães. Seus pais então procuram alento da suposta perda do filho, no neto até então renegado.
Após o armistício, os Mazel tentam se reconciliar com Amoretti, com muita dificuldade, na esperança de recuperar um pouco do filho na criança que rejeitaram de forma tão desprezível.
Temos então alguns temas interessantes neste filme: o amor proibido, a diferença de idade entre um casal, gravidez acidental, conflito entre famílias e a relação pai e filha. Tudo tratado com bom humor e de forma simples. As soluções surgem paulatinamente, e terminam num final feliz.
Uma falha de roteiro, surge quando Pascal visita sua irmã Nathalie, a jovem cantarola o tema de Romeu & Julieta (1968). Porém, a música só foi composta por Nino Rota décadas depois do período em que A Filha do Pai se passa. Esse detalhe não diminui o filme, pelo contrário, serve é como um ester egg, com referência para o clássico Romeu & Julieta.
Vejam o trailer:
O filme fez parte do Festival Varilux de Cinema Francês 2012, e eu não tive na época a oportunidade de assistí-lo. É inspirado no livro de Marcel Pagnol, que já tinha adaptado seu próprio romance para o cinema em 1940 (La fille du puisatier), filme francês dirigido por Marcel Pagnol, em plena guerra. O livro e o filme fazem parte dos grandes clássicos populares franceses.
O filme se passa em 1939 e conta a história de Patricia (a linda Astrid Bergès-Frisbey, que esteve no Brasil durante o Festival Varilux de Cinema Francês 2012), a filha do poceiro Pascal Amoretti (Daniel Auteuil, diretor do filme) que enquanto caminhava para levar o almoço para seu pai, conhece Jacques (Nicolas Duvauchelle).
Ela tem 18 anos, ele 26. Ela é uma moça bela e bem educada, ele é um charmoso piloto de avião. Eles se reencontram pela segunda e última vez em uma romântica noite de luar.
Após o encontro apaixonado, Jacques é enviado para combater na Segunda Guerra Mundial. Algum tempo depois, Patrícia descobre que está grávida de Jacques Mazel, jovem aviador, rapaz de boa família, mas seus pais se recusam a reconhecer a criança.
A cena em que Amoretti leva as filhas perante os avós, para solicitar providências relativas ao casamento, em função da gravidez, mas a família Mazel não dá a devida importância ao caso, e Amoretti se sente humilhado, apesar de manter-se honrado.
Seu pai ficará dividido entre seu senso de honra e o profundo amor que sente por sua filha. A princípio, Amoretti expulsa a filha de casa. Mas depois à procura e demonstra todo o amor que só quem avô sabe explicar.
Pouco depois, Jacques Mazel desaparece, pois seu avião sofre um acidente atrás das linhas alemães. Seus pais então procuram alento da suposta perda do filho, no neto até então renegado.
Após o armistício, os Mazel tentam se reconciliar com Amoretti, com muita dificuldade, na esperança de recuperar um pouco do filho na criança que rejeitaram de forma tão desprezível.
Temos então alguns temas interessantes neste filme: o amor proibido, a diferença de idade entre um casal, gravidez acidental, conflito entre famílias e a relação pai e filha. Tudo tratado com bom humor e de forma simples. As soluções surgem paulatinamente, e terminam num final feliz.
Uma falha de roteiro, surge quando Pascal visita sua irmã Nathalie, a jovem cantarola o tema de Romeu & Julieta (1968). Porém, a música só foi composta por Nino Rota décadas depois do período em que A Filha do Pai se passa. Esse detalhe não diminui o filme, pelo contrário, serve é como um ester egg, com referência para o clássico Romeu & Julieta.
Vejam o trailer:
Filme: Além da Escuridão - Star Trek
Na noite do dia 14 de junho de 2013, estive com o Saulo no UCI Cinemas do Shopping Iguatemi, vendo o filme 'Além da Escuridão - Star Trek'. Um dos melhores filmes do ano! Tão bom quanto o 'Star Trek' de 2009. Vida longa e próspera, é o que todos queremos para esta franquia!
Não gosto de Star Wars. E não gostei da idéia do diretor J.J.Abrams largar Star Trek, em detrimento da franquia de George Lucas, mas nos cinemas, o dinheiro sempre fala mais alto. Adorei o primeiro filme do J.J.Abrams da saga 'Star Trek', respeitando os fãs da série e justificando a retomada da saga nos cinemas.
Os projetos que J.J.Abrams (Super 8, Missão Impossível III) participa sempre tem me agradado. O sentido de urgência que ele impõe em seus filmes, coloca tensão e nos prende na poltrona. Foi muito bom ver a renovação da Enterprise para uma nova geração, a qual eu me incluo, embora tenha visto apenas alguns episódios da antiga saga. O filme, é baseado na série Jornada nas Estrelas, exibida na TV americana entre 1966 e 1969, e que já rendeu 11 filmes para a telona, este é o 12º.
Em sua nova missão, a tripulação da nave Enterprise é enviada para um planeta primitivo, que está prestes a ser destruído devido à erupção de um vulcão. Spock (Zachary Quinto) é enviado para dentro do vulcão, onde deve deixar um dispositivo que irá congelar a lava incandescente. A tensão já começa nas primeiras cenas do filme, e continua até os créditos finais. Méritos para o tebalho de montagem do filme.
Entretanto, problemas inesperados fazem com que ele fique preso dentro do vulcão, sem ter como sair. Para salvá-lo, James T. Kirk (Chris Pine) ordena que a Enterprise saia de seu esconderijo no fundo do mar, o que faz com que a nave seja vista pelos seres primitivos que habitam o planeta.
Esta é uma grave violação das regras da Frota Estelar, o que faz com que Kirk perca o comando da nave para o capitão Pike (Bruce Greenwood). A amizade entre Kirk e Spock é a coluna vertebral do longa, no entanto, o filme coloca os personagens principais o tempo todo em perigo, e embora saibamos que eles irão sobreviver, a experiência cinematográfica é fenomenal, com muita ação de tirar o fôlego e algumas reviravoltas.
A situação muda por completo quando John Harrison (Benedict Cumberbatch), um renegado da Frota Estelar, coordena um ataque a uma biblioteca pública, que oculta uma importante base da organização. Não demora muito para que Kirk seja reconduzido ao posto de capitão da Enterprise e enviado para capturar Harrison em um planetóide dentro do império klingon, que está à beira de uma guerra com a Federação.
A trilha sonora de Michael Giacchino deixa qualquer trekker satisfeito logo nas primeiras cenas do filme. O futuro utópico mostrado no filme, de certa forma é crível. Além da aventura em si, o filme está repleto de drama e comédia em diversos momentos, inclusive nos momentos de tensão.
Os roteiristas leram vários livros de ficção científica escritos por Arther C. Clarke (Roteirista de 2001: Uma Odisséia no Espaço) e Larry Niven em busca de inspiração para o filme. O filme funciona permeitamente sozinho, para quem não viu o anterior, ou desconhece Jornada nas Estrelas.
Vi o filme em 3D, lamentando o fato de Fortaleza ainda não ter sala Imax. Abrams rodou o filme usando câmeras IMAX e, posteriormente, ele foi convertido para o formato 3D. Trata-se da primeira vez na história do cinema que um filme rodado em IMAX foi convertido para 3D.
Vejam o trailer:
Não gosto de Star Wars. E não gostei da idéia do diretor J.J.Abrams largar Star Trek, em detrimento da franquia de George Lucas, mas nos cinemas, o dinheiro sempre fala mais alto. Adorei o primeiro filme do J.J.Abrams da saga 'Star Trek', respeitando os fãs da série e justificando a retomada da saga nos cinemas.
Os projetos que J.J.Abrams (Super 8, Missão Impossível III) participa sempre tem me agradado. O sentido de urgência que ele impõe em seus filmes, coloca tensão e nos prende na poltrona. Foi muito bom ver a renovação da Enterprise para uma nova geração, a qual eu me incluo, embora tenha visto apenas alguns episódios da antiga saga. O filme, é baseado na série Jornada nas Estrelas, exibida na TV americana entre 1966 e 1969, e que já rendeu 11 filmes para a telona, este é o 12º.
Em sua nova missão, a tripulação da nave Enterprise é enviada para um planeta primitivo, que está prestes a ser destruído devido à erupção de um vulcão. Spock (Zachary Quinto) é enviado para dentro do vulcão, onde deve deixar um dispositivo que irá congelar a lava incandescente. A tensão já começa nas primeiras cenas do filme, e continua até os créditos finais. Méritos para o tebalho de montagem do filme.
Entretanto, problemas inesperados fazem com que ele fique preso dentro do vulcão, sem ter como sair. Para salvá-lo, James T. Kirk (Chris Pine) ordena que a Enterprise saia de seu esconderijo no fundo do mar, o que faz com que a nave seja vista pelos seres primitivos que habitam o planeta.
Esta é uma grave violação das regras da Frota Estelar, o que faz com que Kirk perca o comando da nave para o capitão Pike (Bruce Greenwood). A amizade entre Kirk e Spock é a coluna vertebral do longa, no entanto, o filme coloca os personagens principais o tempo todo em perigo, e embora saibamos que eles irão sobreviver, a experiência cinematográfica é fenomenal, com muita ação de tirar o fôlego e algumas reviravoltas.
A situação muda por completo quando John Harrison (Benedict Cumberbatch), um renegado da Frota Estelar, coordena um ataque a uma biblioteca pública, que oculta uma importante base da organização. Não demora muito para que Kirk seja reconduzido ao posto de capitão da Enterprise e enviado para capturar Harrison em um planetóide dentro do império klingon, que está à beira de uma guerra com a Federação.
A trilha sonora de Michael Giacchino deixa qualquer trekker satisfeito logo nas primeiras cenas do filme. O futuro utópico mostrado no filme, de certa forma é crível. Além da aventura em si, o filme está repleto de drama e comédia em diversos momentos, inclusive nos momentos de tensão.
Os roteiristas leram vários livros de ficção científica escritos por Arther C. Clarke (Roteirista de 2001: Uma Odisséia no Espaço) e Larry Niven em busca de inspiração para o filme. O filme funciona permeitamente sozinho, para quem não viu o anterior, ou desconhece Jornada nas Estrelas.
O elenco está novamente muito entrosado. Apesar de vários personagens, cada um tem o seu devido destaque. Chis Pine e Zachary Quinto conferem todo o carisma para o capitão James T. Kirk e para Spock. A amizade, confiança e solidariedade são temas apresentados durante a projeção. O vilão Benedict Cumberbatch está assustador na interpretação de John Harrison, conferindo uma autenticidade ao medo que seu personagem impõe.
A ala feminina está bem representada por Zoe Saldana e Alice Eve, respectivamente Nyota Uhura e Dra. Carol Marcus. A primeira evolui bastante seu personagem, em especial no seu relacionamento com Spock. Já a novata da turma, é muito bem encaixada pelo roteiro, tendo também relevância na trama. Ela e seu pai, Almirante Marcus, interpretado por Peter Weller são as novidades do elenco.
Os coadjuvantes também tem destaque especial no retorno de seus personagens. Karl Urban (Dr. Leonard 'Bones' McCoy), John Cho (Hikaru Sulu), Anton Yelchin (Pavel Chekov
Montgomery 'Scotty' Scott) e o alívio cômico Simon Pegg na pele de Christopher Pike. Nenhum desses personagens está fora da homogeineidade do filme, sendo todos eles necessários e relevantes para o sucesso da trama.
Destaque também para os veteranos Bruce Greenwood reprisando o papel de Christopher Pike e a mais que especial participação de Leonard Nimoy, o Spock legítimo da série. O plot cliado no primeiro filme, permite novas aventuras e ainda deixa espaço para homenagens diversas aos fãs da série.
Vi o filme em 3D, lamentando o fato de Fortaleza ainda não ter sala Imax. Abrams rodou o filme usando câmeras IMAX e, posteriormente, ele foi convertido para o formato 3D. Trata-se da primeira vez na história do cinema que um filme rodado em IMAX foi convertido para 3D.
Vejam o trailer:
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