Neste domingo, 18 de maio de 2014, estive em mais um culto na Igreja Batista Central de Fortaleza, após uma ausência de 2 domingos aos cultos dominicais no período vespertino, em função da viagem de nosso PG a Natal e do falecimento da Erotildes.
Sinto falta de participar do culto quando me ausento e lamento não ter uma fonte similar aos registros deste blog, onde possamos saber como foi o grande ajuntamento. Apesar da igreja disponibilizar o vídeo da mensagem, nem sempre temos a disponibilidade de assistí-lo.
Neste domingo, o Arte e celebração era comandado pelo Orlando Neri. No louvor, foi entoado "Tu és Bom" de Israel Houghton, "Nada Além do Sangue" do Fernandinho e "Seguirei Teus Passos" de Daniel Costa.
Nelson cumprimenta e sugere abraço aos visitantes, lê Salmo 23 na nova versão internacional e recolhe as ofertas. O louvor cantou então "Usa-me Senhor" de Daniel Costa. Nelson conta sua história e o lema do Exército da Salvação, inclusive citando o texto de Tiago 2:14-19 e falou acerca da parceria com a Secretaria de Justiça e os trabalhos realizados nas casas de detenção, bem como do convênio com a Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS).
Esteve presente o secretário da STDS Josbertine e toda a sua equipe. Em sua fala, Josbertine pediu 1 minuto de silêncio e orações pelos familiares das vítimas do acidente rodoviário ocorrido em Canindé nesta manhã. Foi realizada a assinatura simbólica do convênio e exibido vídeo sobre exploração sexual infantil, seguido pelo louvor "Pra Cima Brasil" de João Alexandre, com o belíssimo som da safona.
Posteriormente, o Pr. José Edson leu o texto de Mateus 5:11-16 e ministrou sobre a causa que a igreja está vestindo a camisa. Em sua fala, o pastor ressaltou a importância de sermos sal neste mundo, da devastação que a exploração sexual traz para as vítimas e porque devemos cuidar de nossas casas. O culto encerrou, após ser exibido um vídeo sobre a manifestação popular que foi às ruas contra a exploração sexual infantil, o apelo e a lembrança para orarmos diariamente por esta causa.
Segue vídeo e esboço da mensagem:
domingo, 18 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
Método Padovan de Reorganização Neurofuncional no Clube das Mamys
Na manhã deste sábado, 17 de maio de 2014, estive com a família em mais uma reunião do Clube das Mamys, desta feita para aprender um pouco mais sobre o Método Padovan de Reorganização Neurofuncional com a fonoaudióloga Daniella Barreto.
A fonoaudióloga falou sobre a abordagem terapêutica que recapitula as fases do neuro-desenvolvimento e podem ser utilizadas como estratégia para habilitar e reabilitar o sistema nervoso, proporcionando excelentes resultados na comunicação oral e escrita, voz, audição e psicomotricidade, para todas as faixas etárias.
Foram mostrados alguns vídeos que mostraram a eficácia do método. Emocionante até e já rendeu algumas brincadeiras com nosso filho lá em casa... No final, houve sorteios de prêmios, mas não ganhamos. No entanto, as mães receberam um delicioso brinde da Doce Ateliê que sempre patrocina com quitutes saborosos.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Filme - Back To Front: Peter Gabriel Live
Na noite deste 13 de maio de 2014, tive uma sessão exclusiva do show "Back To Front: Peter Gabriel Live" no UCI Cinemas do Shopping Iguatemi. Estava acompanhado apenas do meu filho e com pipoca e suco, pudemos curtir um show com boa música no cinema.
Tive a oportunidade de conhecer o excepcional filme-concerto de Peter Gabriel, chamado Back to Front, que celebra um dos artistas mais inovadores dos tempos modernos. Este músico inglês, foi líder da banda de rock progressivo Genesis e posteriormente, lançou-se numa bem-sucedida carreira solo, sendo também um notório ativista dos direitos humanos. Dirigido pelo diretor vencedor do BAFTA, Hamish Hamilton, o filme dá ao público do cinema uma visão exclusiva, pois capta a emoção de uma performance ao vivo espetacular.
No entanto, o filme não se prende exclusivamente ao show, ele traz uma visão mais profunda do artista Peter Gabriel, expandindo a experiência através da utilização de reportagens sutis e entrevistas complementares com todos os componentes da banda. David Rhodes na guitarra, Tony Levin no baixo, David Sancious nos teclados, Manu Katché na bateria e Jennie Abrahamson e Linnea Olsson nos vocais.
Filmado ao vivo em outubro de 2013 no O2 de Londres e com uma impressionante Ultra Alta Definição 4K e som surround 5.1 , Peter Gabriel se reuniu com sua banda da turnê original de 1986 para marcar o 25 º aniversário do álbum marco So. O show inclui hits clássicos como "Solsbury Hill", "Digging in the Dirt", "Sledgehammer", "Mercy Street", "Don’t Give Up" e "Into Your Eyes".
O show/filme é dividido em três partes. A primeira com uma espécie de versão acústica. Destaque para "Shock The Monkey". Depois o show ganha fôlego com a entranda da banda completa, onde destaco "Why Don't You Show Yourself?". Por fim os melhores momentos do show com canções do álbum So, onde destaco o encerramento com "Biko". O grande destaque, são as mesclas de imagens do show recente, com shows antigos, o excelente uso das luzes e um "arrebatamento" numa das canções. Curti e recomendo. Nota: 9,0/10,0.
Segue trailer:
Back To Front: Peter Gabriel Live Trailer from Joss Crowley on Vimeo.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Campeonato Brasileiro Série C 2014 - Fortaleza 1 x 0 Águia de Marabá/PA
Na noite deste 12 de maio de 2014, fui com a família para o Estádio Presidente Vargas ver o Leão jogar mais uma partida válida pela Série C do Campeonato Brasileiro de futebol 2014. Lá, ficamos com o Adriel, o Miquéias, o Júnior, a Renata e o Mateus.
A partida foi tensa do início ao fim. O Fortaleza buscava o gol o tempo todo, enquanto que o Águia apostava nos contra ataques. A persistência em se quebrar um tabu de 6 empates contra o Águia, que já durava 4 anos tornou o jogo ainda mais emocionante.
O time enfrentava dificuldades, Marcelinho Paraíba não acertava os laçamentos e o time dependia do esforço do incansável Guto e do talento do Edinho. Após a entrada de Waldison e Fernandinho, o setor esquerdo do Fortaleza tornou-se mais produtivo e após um bate rebate na área, Robert colocou a bola nas redes e anotou o único tento do jogo.
O jogo marcou a despedida do Fortaleza no PV, que fechará para servir de local de treinamento para seleções durante a Copa do Mundo.
Ficha Técnica
Fortaleza: Ricardo; Tiago Cametá, Eduardo Luiz, Max Oliveira e Radar (Fernandinho); Guto, Walfrido, Marcelinho Paraíba (Patric) e Edinho; Robert e Romarinho (Waldison). Técnico: Marcelo Chamusca
Águia de Marabá: Bruno Colaço; Leonardy, Émerson, Joécio e Bernardo; Esdras (Arnaldo), Felipe Baiano, Luís Fernando (Lineker) e Gilmar Baiano (Eduardinho); Aleilson e Valdanes. Técnico: Daryo Pereira
Local: Estádio Presidente Vargas
Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Assistentes: Francisco Jailson da Silva e Alex Batista da Silva (RN)
Cartões amarelos: Felipe Baiano (A), Luís Fernando (A), Valdanes (A) e Max Oliveira (F)
Renda: R$ 175.529,00
Público: 9.859 pagantes (234 não pagantes)
Gol: Robert, aos 42min do 2º tempo
Dia das Mães 2014 - Homenagem a Erotildes
O dia das mães de 2014 foi um dia triste. O tempo cinza, nublado e chuvoso simbolizava as lágrimas derramadas nos rostos de todos familiares e amigos que se despediram da Erotildes, que foi para o Pai por volta das 23h deste 10 de maio de 2014.
Tive a oportunidade de conduzir o Sandro e a Nágela até o Hospital São Mateus na noite em que a Eró partiu. Foram eles que estiveram com a Erotildes nos seus últimos suspiros de vida. O Fernando, coincidentemente, ou não, esteve em Fortaleza nesse fim de semana e também lamentou a partida da Eró.
Despertei para o domingo do dia das mães, recebendo a ligação de minha genitora informando o ocorrido. Poucas horas antes, havia estado com a família, conversado com o Valdeglace durante à tarde, sendo que à noite ele retornara para Brasília, tendo sabido da notícia fatídica ao desembarcar do avião.
Então, estando distante de minha digníssima mãe, e com luto, fui para a Igreja Batista Central desempanhar o meu papel no cuidado com as crianças no Geração Futuro. Visitei o Pedro Lucas, filho do Ygor e da Débora, nascido há 12 dias, e que ainda não tiínhamos tido o privilégio de conhecer pessoalmente.
No almoço, fizemos um churrasco na casa da minha sogra, mas as lembranças do dia das mães do ano anterior, que ainda contou com a presença do Maradona era palpáveis, de modo que o luto estava estampado no rosto de todos que ali estiveram. Palavras de conforto foram ditas e após um momento de oração, nos alimentamos em comunhão.
À noite, fui com a família para a Igreja Batista Regular do Mucuripe, onde a Erotildes era velada. Participamos do culto em homenagem a Eró, onde hinos e louvores eram cantados e alguns irmãos ofereciam carinhosamente seus talentos. Me vi às lágrimas quando o Wilson tocou no violino lindas melodias, bem como o Pr. Vieira com sua gaita.
Neste culto, também citei algumas palavras, do exemplo de mãe, amiga, irmã e companheira que a Eró deixará nas memórias de todos que tiveram o privilégio de se relacionar com ela. Falei também que embora triste, meu coração se alegra com o término do sofrimento da Erozinha em seus últimos dias, citando a promessa de Deus filhos que honram pai e mãe, que terão seus dias prolongados. Recordei inclusive com lamento, de um momento na minha infância, talvez de meu primeiro velório, quando vi o sofrimento de uma mãe (Eró) sepultando seu próprio filho, o Vavá.
Neste 12 de maio, estive novamente ao lado da família, participando do enterro da Eró. Cheguei na Igreja Batista Regular do Mucuripe quando a Malena, filiha da Eró, fazia uma linda oração de entrega a Deus, confortando o coração dos filhos, familiares e amigos, indepedente dos que estavam presente ou não. Tive a oportunidade inclusive de ajudar a carregar o caixão, de levar algumas irmãs ao cemitério, inclusive a Magda, filha guerreira da Erotildes que sempre esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis.
A despedida da Eró atraiu muitas pessoas, afinal ela era muito querida por todos. Lembro que meu falecido pai tinha muito respeito e admiração pela Eró. Minha mãe Sâmia infelizmente estava distante, mas sempre demonstrou um amor e um carinho recíproco pela Erotildes. A Sara também gostava muito da Eró e certamente deve estar muito triste. O Fernando, me deixou a incubência de comprar uma coroa de flores em nome da família, para prestarmos uma última homenagem. E assim fiz, fazendo questão de colocar no túmulo.
Lembrarei dos bons momentos vividos com a Eró e minha última recordação será de quando a carreguei no colo num de seus retornos do hospital, onde era também tão querida e amada por médicos, enfermeiras e equipe que sempre a atendia com tanto esmero. Farei questão de contar aos meus filhos a pessoa maravilhosa que a Eró foi. Erotildes, descanse em paz.
Tive a oportunidade de conduzir o Sandro e a Nágela até o Hospital São Mateus na noite em que a Eró partiu. Foram eles que estiveram com a Erotildes nos seus últimos suspiros de vida. O Fernando, coincidentemente, ou não, esteve em Fortaleza nesse fim de semana e também lamentou a partida da Eró.
Despertei para o domingo do dia das mães, recebendo a ligação de minha genitora informando o ocorrido. Poucas horas antes, havia estado com a família, conversado com o Valdeglace durante à tarde, sendo que à noite ele retornara para Brasília, tendo sabido da notícia fatídica ao desembarcar do avião.
Então, estando distante de minha digníssima mãe, e com luto, fui para a Igreja Batista Central desempanhar o meu papel no cuidado com as crianças no Geração Futuro. Visitei o Pedro Lucas, filho do Ygor e da Débora, nascido há 12 dias, e que ainda não tiínhamos tido o privilégio de conhecer pessoalmente.
No almoço, fizemos um churrasco na casa da minha sogra, mas as lembranças do dia das mães do ano anterior, que ainda contou com a presença do Maradona era palpáveis, de modo que o luto estava estampado no rosto de todos que ali estiveram. Palavras de conforto foram ditas e após um momento de oração, nos alimentamos em comunhão.
À noite, fui com a família para a Igreja Batista Regular do Mucuripe, onde a Erotildes era velada. Participamos do culto em homenagem a Eró, onde hinos e louvores eram cantados e alguns irmãos ofereciam carinhosamente seus talentos. Me vi às lágrimas quando o Wilson tocou no violino lindas melodias, bem como o Pr. Vieira com sua gaita.
Neste culto, também citei algumas palavras, do exemplo de mãe, amiga, irmã e companheira que a Eró deixará nas memórias de todos que tiveram o privilégio de se relacionar com ela. Falei também que embora triste, meu coração se alegra com o término do sofrimento da Erozinha em seus últimos dias, citando a promessa de Deus filhos que honram pai e mãe, que terão seus dias prolongados. Recordei inclusive com lamento, de um momento na minha infância, talvez de meu primeiro velório, quando vi o sofrimento de uma mãe (Eró) sepultando seu próprio filho, o Vavá.
Neste 12 de maio, estive novamente ao lado da família, participando do enterro da Eró. Cheguei na Igreja Batista Regular do Mucuripe quando a Malena, filiha da Eró, fazia uma linda oração de entrega a Deus, confortando o coração dos filhos, familiares e amigos, indepedente dos que estavam presente ou não. Tive a oportunidade inclusive de ajudar a carregar o caixão, de levar algumas irmãs ao cemitério, inclusive a Magda, filha guerreira da Erotildes que sempre esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis.
A despedida da Eró atraiu muitas pessoas, afinal ela era muito querida por todos. Lembro que meu falecido pai tinha muito respeito e admiração pela Eró. Minha mãe Sâmia infelizmente estava distante, mas sempre demonstrou um amor e um carinho recíproco pela Erotildes. A Sara também gostava muito da Eró e certamente deve estar muito triste. O Fernando, me deixou a incubência de comprar uma coroa de flores em nome da família, para prestarmos uma última homenagem. E assim fiz, fazendo questão de colocar no túmulo.
Lembrarei dos bons momentos vividos com a Eró e minha última recordação será de quando a carreguei no colo num de seus retornos do hospital, onde era também tão querida e amada por médicos, enfermeiras e equipe que sempre a atendia com tanto esmero. Farei questão de contar aos meus filhos a pessoa maravilhosa que a Eró foi. Erotildes, descanse em paz.
domingo, 11 de maio de 2014
Tulipa Ruiz no show MPB Petrobras
Na noite deste domingo, 11 de maio de 2014, fui com a família para o anfiteatro do Centro Cultural Dragão do Mar, ver a apresentação de uma das revelações da nova safra da música popular brasileira, a
cantora e compositora santista Tulipa Ruiz, que retorna a Fortaleza como
atração do projeto MPB Petrobras.
Chegamos no anfiteatro e nos deparamos com o excelente show de abertura do cantor local Gustavo Portela num espetáculo cênico e musical intitulado Le Son Sur Scène, com canções próprias, parcerias e versões. Confesso que gostei mais do show de abertura do que da apresentação da cantora e compositora santista. Costumo valorizar o que é da terra, e não apenas o que vem de fora... Vou conhecer mais o trabalho desse artista conterrêneo e quem sabe depois um post exclusivo sobre ele...
No repertório da Tulipa Ruiz, o foco serão as canções de seu segundo disco, Tudo Tanto (2012), que contou com a produção de seu irmão, o guitarrista Gustavo Ruiz, e participações de Criolo, Kassin, Lulu Santos e Daniel Ganjaman, entre outros.
A melhor música da noite foi "Megalomania", que ainda sequer foi gravada. Gostei também de "Like This"e de ouvir a canção que não para de tocar nas rádios locais "Só sei dançar com você". Apesar de achar a cantora um tanto quanto exagerada, foi muito bom conhecer o trabalho dessa cantora, cujo a voz me lembra um pouco de Gal Costa quando era mais jovem... Interessante também o público da cantora, mas me abstenho de maiores comentários. Pena que tive que sair do show antes da sensacional "Efêmera"
Chegamos no anfiteatro e nos deparamos com o excelente show de abertura do cantor local Gustavo Portela num espetáculo cênico e musical intitulado Le Son Sur Scène, com canções próprias, parcerias e versões. Confesso que gostei mais do show de abertura do que da apresentação da cantora e compositora santista. Costumo valorizar o que é da terra, e não apenas o que vem de fora... Vou conhecer mais o trabalho desse artista conterrêneo e quem sabe depois um post exclusivo sobre ele...
No repertório da Tulipa Ruiz, o foco serão as canções de seu segundo disco, Tudo Tanto (2012), que contou com a produção de seu irmão, o guitarrista Gustavo Ruiz, e participações de Criolo, Kassin, Lulu Santos e Daniel Ganjaman, entre outros.
A melhor música da noite foi "Megalomania", que ainda sequer foi gravada. Gostei também de "Like This"e de ouvir a canção que não para de tocar nas rádios locais "Só sei dançar com você". Apesar de achar a cantora um tanto quanto exagerada, foi muito bom conhecer o trabalho dessa cantora, cujo a voz me lembra um pouco de Gal Costa quando era mais jovem... Interessante também o público da cantora, mas me abstenho de maiores comentários. Pena que tive que sair do show antes da sensacional "Efêmera"
sábado, 10 de maio de 2014
Circuito de corridas Night Run 2014 - Etapa Marte
Na noite deste 10 de maio de 2014, participei da 1ª etapa do Circuito de corridas Night Run 2014, intitulado Etapa Marte. Me inscrevi para correr os 10Km, mas devido a forte chuva que caiu nesta
noite em Fortaleza, optei por fazer apenas o percurso de 5Km num tempo
de 36 minutos e 17 segundos.
Com largada
e chegada no estacionamento do Centro de Eventos de Fortaleza, que cobra o preço exorbitande de R$ 15,00 no estacionamento, tinha tudo para ser uma prova brilhante, pois o palco coloria a grande festa, dois astronautas anivam o público que não parava de tirar fotos da #atmosferanightrun
Acontece que faltando 15 minutos para o início da prova, os primeiros pingos de chuva começaram a se transformar num daqueles temporal que surpreendeu a todos. A cidade como todos sabem não tem estrutura para chuvas. Então, largamos com águas no tornozelo, num equipamento recém construído que é o Centro de Eventos.
O percurso envolvia os túneis de acesso ao Centro de Eventos e tivemos que passar por outras áreas alagadas, correndo o risco de esgorregões, tropeções e outras dificuldades de percurso. Eu tive que correr sem óculos, então já comprometia minha visão, some-se a isso o fato de correr à noite. O kit valeu o preço cobrado, vei uma excelente sacola térmica, uma pulseira noturna, camisa manga longa e uma garrafa bem estilizada. Além da belíssima medalha!
Correr com tênis e roupa molhada, não é nem um pouco confortável. Tive que me contentar com assaduras sendo formadas ao longo do percurso, um dos motivos que me fizeram desistir de correr os 10 Km, o outro foi o fato de estar acompanhado da esposa e do filho, que ficaram debaixo d'água enquanto eu corria...Cruzar a linha de chegada, foi mais um momento de vitória e conquista alcançada.
Acontece que faltando 15 minutos para o início da prova, os primeiros pingos de chuva começaram a se transformar num daqueles temporal que surpreendeu a todos. A cidade como todos sabem não tem estrutura para chuvas. Então, largamos com águas no tornozelo, num equipamento recém construído que é o Centro de Eventos.
O percurso envolvia os túneis de acesso ao Centro de Eventos e tivemos que passar por outras áreas alagadas, correndo o risco de esgorregões, tropeções e outras dificuldades de percurso. Eu tive que correr sem óculos, então já comprometia minha visão, some-se a isso o fato de correr à noite. O kit valeu o preço cobrado, vei uma excelente sacola térmica, uma pulseira noturna, camisa manga longa e uma garrafa bem estilizada. Além da belíssima medalha!
Correr com tênis e roupa molhada, não é nem um pouco confortável. Tive que me contentar com assaduras sendo formadas ao longo do percurso, um dos motivos que me fizeram desistir de correr os 10 Km, o outro foi o fato de estar acompanhado da esposa e do filho, que ficaram debaixo d'água enquanto eu corria...Cruzar a linha de chegada, foi mais um momento de vitória e conquista alcançada.
Filme - Até o Fim
Na manhã deste sábado, 10 de maio de 2014, fui pegar meu kit de corrida Night Run na Centauro do Shopping Iguatemi e aproveitei para ver o filme em cartaz no Cinema de Arte "Até o Fim" com o amigo Marcos Barbosa.
Um navegador experiente (Robert Redford) está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um contâiner leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino.
Durante todo o filme, o único ator em cena é Robert Redford. Não há diálogos, e ele pronuncia poucas palavras apenas pedindo socorro no rádio, ou gritando por socorro quando cruza com um navio. Redford então tem o filme todo para si, o que justificaria sua indicação a categoria de melhor ator na última edição do oscar, o que infelizmente não aconteceu.
A parte técnica do longa é um show à parte, especialmente a edição e mixagem de som. Seria um filme difícil de prender a atenção e muito fácil de se tornar cansativo, uma vez que a história é apenas mostrada em tela, com poucas informações sendo passadas gratuitamente ao espectador.
Vemos várias cenas marcantes, especialmente quando ele vê o veleiro naufragando, é bastante intimista e mostra o quanto o velejador amava aquela embarcação. Os 3 atos do filme estão bem delineados. Vemos claramente a apresentação do personagem, o seu dilema e a resolução.
A perseverança do personagem de Redford fala mais do que milhares de palavras de um roteiro sentimentalista, sendo capaz inclusive de emocionar a platéia. Somos seres finitos, mas enquanto houver vida, há esperança.
O diretor J.C. Chandor entrega um excelente trabalho, que mistura reflexão e o instinto de sobrevivência, frente a esperança diante de uma fatalidade. Assim, o filme parece tão real, que ficamos a imaginar quem Redford está interpretando. Recomendo. Nota: 8,0/10,0.
Segue trailer:
Um navegador experiente (Robert Redford) está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um contâiner leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino.
Durante todo o filme, o único ator em cena é Robert Redford. Não há diálogos, e ele pronuncia poucas palavras apenas pedindo socorro no rádio, ou gritando por socorro quando cruza com um navio. Redford então tem o filme todo para si, o que justificaria sua indicação a categoria de melhor ator na última edição do oscar, o que infelizmente não aconteceu.
A parte técnica do longa é um show à parte, especialmente a edição e mixagem de som. Seria um filme difícil de prender a atenção e muito fácil de se tornar cansativo, uma vez que a história é apenas mostrada em tela, com poucas informações sendo passadas gratuitamente ao espectador.
Vemos várias cenas marcantes, especialmente quando ele vê o veleiro naufragando, é bastante intimista e mostra o quanto o velejador amava aquela embarcação. Os 3 atos do filme estão bem delineados. Vemos claramente a apresentação do personagem, o seu dilema e a resolução.
A perseverança do personagem de Redford fala mais do que milhares de palavras de um roteiro sentimentalista, sendo capaz inclusive de emocionar a platéia. Somos seres finitos, mas enquanto houver vida, há esperança.
O diretor J.C. Chandor entrega um excelente trabalho, que mistura reflexão e o instinto de sobrevivência, frente a esperança diante de uma fatalidade. Assim, o filme parece tão real, que ficamos a imaginar quem Redford está interpretando. Recomendo. Nota: 8,0/10,0.
Segue trailer:
terça-feira, 6 de maio de 2014
Filme - O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro
Na noite do dia 6 de maio de 2014, vi "O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro", filme que bateu recorde de arrecadação no ano de 2014, tendo sido beneficiado pelo feriado de 1º de maio e se tornando um marco das novas estreias às quintas-feiras.
Peter Parker (Andrew Garfield) adora ser o Homem-Aranha, por mais queisso o coloque em situações bem complicadas, especialmente com sua namorada Gwen Stacy (Emma Stone) e sua tia May (Sally Field). Apesar disto, ele equilibra suas várias facetas da forma que pode. No momento, Peter está mais preocupado é com o fantasma da promessa feita ao pai de Gwen, de que se afastaria dela para protegê-la. Ao mesmo tempo ele precisa lidar com o surgimento de um vilão: Electro (Jamie Foxx) e o retorno de um velho amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan).
Esta continuação é mais dinâmica que o 1º filme. Acho que me desprendi um pouco mais da trilogia clássica de Sam Raimi, no entanto o filme não me agradou totalmente em função de seus vilões fracos. O Electro só traz ameaça no título, não passa de um homem ingênuo que teve a infelicidade de se tornar um vilão meio que sem querer... O Duende verde já é freguês de longa data do aracnídeo. E o Rino, só aparece na cena final (uma cena que seria melhor encaixada se aparecesse no pós créditos...)
Achei o filme demasiadamente longo (talvez para caber os 3 vilões), sendo que as melhores cenas surgem no relacionamentre entre Peter Parker e Gwen Stacy. A fotografia das cenas envolvendo o casal está bem construída, sendo o ponto alto do longa, assim como as piadas envolvendo o personagem principal, desde um simples toque de celular, passando pelo uso de um capacete de bombeiro a algumas frases soltas.
O roteiro falha ao dar muito destaque a subtrama envolvendo o desaparecimento dos pais de Peter Parker é interessante, especialmente na cena em que a tia May revela ser sua mãe, por tê-lo criado. Os efeitos especiais estão caprichados, algumas cenas de ação exploram bem o uso do 3D. Eu gostava de ver adaptações de quadrinhos no cinema. Hoje vemos os próprios quadrinhos em tela, e pra quem não tem o hábito da leitura em quadrinhos, a experiência pode se tornar enfadonha, embora o filme não seja de todo ruim. Nota: 7,0/10,0.
Trailer:
Filme - Getúlio
Na tarde do dia 6 de maio de 2014, fui com o Márcio Oliveira ao UCI Cinemas do Shopping Iguatemi ver o filme nacional "Getúlio". De lanche, um kalzone com Sprite. Detalhe para a luz do cinema que só foi apagada no meio da sessão...
O filme narra os últimos dias do presidente Getúlio Vargas, que governou o país durante 15 anos, tendo sido deposto pelo exército e voltado a presidência anos depois pelo voto popular até um tiro mudar a história. No filme, vemos que ele sofreu um linchamento da imprensa da época, que sem provas o condenou, lembrando um pouco inclusive a situação atual que vivemos, onde uma foto postada num blog é capaz de fazer com que as pessoas linchem uma pessoa inocente.
A intimidade de Getúlio Vargas (Tony Ramos), então presidente do Brasil, em seus 19 últimos dias de vida. Pressionado por uma crise política sem precedentes, em decorrência das acusações de que teria ordenado o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda (Alexandre Borges), ele avalia os riscos existentes até tomar a decisão de se suicidar. Político controverso, tido por ele próprio como ditador, já na cena inicial ele diz em voice off: “eu fui um ditador e não me arrependo”. Assim, o filme nos expõe a figura mítica do ex-presidente, sua família misteriosa, as intrigas do palácio presidencial, reuniões com ministros, enfim. O Diretor João Jardim apresenta uma excelente aula de história, tornando o filme obrigatório para alunos do ensino médio.
Tony Ramos nos entrega uma atuação espetacular. Ele é o dono do filme e sua caracterização, assim como sua atuação beira à perfeição. Sabe-se que devido sua caracterização como Getúlio Vargas, ele precisava durante as filmagens, se submeter diariamente a uma maratona de 2 horas de maquiagem, onde raspava parte do cabelo e inclusive depilava parte dos pelos do peito.
O desing de produção (direção de arte) está bem apresentado. O corpo de Getúlio Vargas visto em cena foi especialmente produzido por uma senhora vinda de Los Angeles, que era especialista em "trajes para pessoas obesas". Foram esculpidos três corpos usados por Tony Ramos durante as filmagens, que incluiam não somente uma barriga postiça mas também braços e pernas "gordos". O figurino está correto, a fotografia colabora com o filme como um todo.
As tomadas de câmera privilegiam detalhes cenográficos, especialmente os que envolvem o Palácio do Catete, local que era sede do governo federal na época em que o político se matou com um tiro no peito, em 24 de agosto de 1954. e que hoje abriga o Museu da República no Rio de Janeiro, local este que já tive a oportunidade de conhecer. Recomendo, pois é um filme obrigatório. Nota: 9,0/10,0.
Segue trailer:
O filme narra os últimos dias do presidente Getúlio Vargas, que governou o país durante 15 anos, tendo sido deposto pelo exército e voltado a presidência anos depois pelo voto popular até um tiro mudar a história. No filme, vemos que ele sofreu um linchamento da imprensa da época, que sem provas o condenou, lembrando um pouco inclusive a situação atual que vivemos, onde uma foto postada num blog é capaz de fazer com que as pessoas linchem uma pessoa inocente.
A intimidade de Getúlio Vargas (Tony Ramos), então presidente do Brasil, em seus 19 últimos dias de vida. Pressionado por uma crise política sem precedentes, em decorrência das acusações de que teria ordenado o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda (Alexandre Borges), ele avalia os riscos existentes até tomar a decisão de se suicidar. Político controverso, tido por ele próprio como ditador, já na cena inicial ele diz em voice off: “eu fui um ditador e não me arrependo”. Assim, o filme nos expõe a figura mítica do ex-presidente, sua família misteriosa, as intrigas do palácio presidencial, reuniões com ministros, enfim. O Diretor João Jardim apresenta uma excelente aula de história, tornando o filme obrigatório para alunos do ensino médio.
Tony Ramos nos entrega uma atuação espetacular. Ele é o dono do filme e sua caracterização, assim como sua atuação beira à perfeição. Sabe-se que devido sua caracterização como Getúlio Vargas, ele precisava durante as filmagens, se submeter diariamente a uma maratona de 2 horas de maquiagem, onde raspava parte do cabelo e inclusive depilava parte dos pelos do peito.
O desing de produção (direção de arte) está bem apresentado. O corpo de Getúlio Vargas visto em cena foi especialmente produzido por uma senhora vinda de Los Angeles, que era especialista em "trajes para pessoas obesas". Foram esculpidos três corpos usados por Tony Ramos durante as filmagens, que incluiam não somente uma barriga postiça mas também braços e pernas "gordos". O figurino está correto, a fotografia colabora com o filme como um todo.
As tomadas de câmera privilegiam detalhes cenográficos, especialmente os que envolvem o Palácio do Catete, local que era sede do governo federal na época em que o político se matou com um tiro no peito, em 24 de agosto de 1954. e que hoje abriga o Museu da República no Rio de Janeiro, local este que já tive a oportunidade de conhecer. Recomendo, pois é um filme obrigatório. Nota: 9,0/10,0.
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