sábado, 19 de setembro de 2015

Evereste


Na noite deste 19 de setembro de 2015, fui com o Geovane ver em IMAX o drama Evereste (Everest, 2015) de Baltasar Komákur baseado em fatos reais, narrados no livro autobiográfico Into Thin Air: A Personal Account of the Mt. Everest Disaster, escrito pelo escritor, jornalista e alpinista Jon Krakauer, em 1997, apresenta uma história que não emociona, tenta tirar o fôlego do público, mas acaba expondo o egoísmo de homens que querem participar da seleta lista de escaladores que chegaram ao topo da maior montanha do mundo.

Inspirado nos incríveis acontecimentos em torno da montanha mais alta do mundo, Evereste documenta a jornada de grupos de expedição que são desafiados além de seus limites quando são acometidas por uma das maiores avalanches já registradas, ocorridas em 1996, quando três equipes rivais de alpinismo tentavam chegar ao ponto mais alto do mundo.

Dois destes grupos de alpinistas, liderados por Rob (Jason Clarke) e Scott (Jake Gyllenhaal) se unem na tentativa de escalar o monte Everest, mas a situação ficou complicada quando uma nevasca atingiu o local e causou vários acidentes e colocando, assim, a vida de todos em risco. Com a esposa grávida (Keira Knightley), Rob é menos aventureiro que Scott, se preocupando com a segurança dos membros de sua equipe, apesar disso, ele toma decisões precipitadas ao longo da escalando, colocando sua vida em risco, apesar de ser o único a pensar no outros, estando disposto a tentar proteger todos.

 

Produzido por Tim Bevan e Eric Fellner, da Working title; Brian Oliver e Tyler Thompson da Cross Creek, além de Nicky Kentish Barnes e o próprio Kormákur. Estrelado por Jason Clarke, Josh Brolin, John Hawkes, Robin Wright, Michael Kelly, Sam Worthington, Keira Knightley, Emily Watson e Jake Gyllenhaal. Infelizmente o elenco não é tão bem aproveitado. Alguns personagens surgem de repente, e quando estão encapuzados, fica difícil saber quem é quem.

 

Saber o que provavelmente ocorrerá ao final da história prejudica o filme, e ao depararmos com decisões bobas que levam um alpinista a perder a vida por uma causa extremamente egoísta de conquistar o topo de uma montanha, mostra que cada um colhe o que planta. Destaque para os excelentes efeitos visuais e as cenas fabulosas da expedição. Apesar do 3D não ser necessário, recomenda-se ver o filme na tecnologia IMAX.





Segue trailer IMAX de Evereste:
 

Visita ao Lar Nossa Senhora de Lourdes

Na tarde deste sábado, 19 de setembro de 2015, fui com a família e o Grupo de Passos, visitar o Lar Nossa Senhora de Lourdes.

Foi uma tarde de muito amor, carinho e atenção a idosos que estão vivendo seus últimos dias de vida num local que oferece dignidade para eles, porém não o carinho e atenção de uma visita familiar, haja vista que muitos deles estão lá abandonados pelos seus.
Nos reunimos no G Barbosa da Maestro Lisboa e seguimos em comboio ao local. Levamos alguns suprimentos, mas o mais importante foi dedicar um pouco de nosso tempo para amar pessoas tão especiais que se encontram em situação tão delicada.

Ao final, a constatação de que precisamos fazer essas visitas mais vezes, pois o que ganhamos é ainda superior ao que levamos para oferecer.

Segue mais fotos:

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

GR na casa do Fabrício e da Jordana


Neste 18 de setembro de 2015, estivemos como Grupo de Relacionamento participando da primeira reunião na casa do casal Fabrício e Jordana.
Foi uma reunião marcada pela presença de uma brisa divina que soprava no local. Cantamos louvores: Como Zaqueu do Régis Danese e Não Posso Me Calar do Daniel Almeida. E fizemos uma dinâmica voltada para o casal anfitrião, onde cada um partilhava rapidamente algo relacionado ao tema constante em seu balão e perguntava algo nesse sentido ao casal.

Pudemos conhecer um pouco mais sobre a trajetória de vida do Fabrício e Jordana, e saber algumas curiosidades sobre cada irmão presente a reunião. No final, um momento de oração e felicitações ao nosso líder Josias, que fizera aniversário na semana. Um jantar de creme de galinha com arroz foi servido, acompanhado de um "botijão" de refrigerante!

As crianças brincaram e se divertiram no quarto. Também tivemos a visita do casal Cauã e Deise.

Segue mais fotos:
 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Maze Runner – Prova de Fogo



Na noite desta quinta-feira, 17 de setembro de 2015, fui com meu filho Pedro Sahel ver a estreia de Maze Runner – Prova de Fogo (Maze Runner: Scorch Trials, 2015) de Wes Ball, baseado no segundo capítulo da trilogia literária escrita por James Dashner, é mais um filme alucinante, que leva os personagens a fugirem de seus perseguidores enfrentando vários desafios, até decidirem parar de fugir e enfrentá-los.



Após saírem do labirinto e superarem muitos desafios, Thomas (Dylan O'Brien) e seus amigos que o acompanharam em sua fuga da Clareira precisam agora lidar com uma realidade bem diferente. Após pensarem que estavam a salvo em uma nova realidade. Acontece que Thomas descobre mais pistas sobre a misteriosa e poderosa organização conhecida como C.R.U.E.L. e percebem que estão sendo usados para uma suposta cura, assim, decidem fugir do abrigo.

No entanto, a superfície da Terra foi queimada pelo sol e na fuga, Thomas e seus amigos são surpreendidos pelos Cranks, criaturas que querem parecem zumbis e querem devorá-los vivos.  Eles lutam para sobreviver nesse mundo hostil, tendo que fazer uma travessia numa paisagem desolada, cheia de obstáculos inimagináveis (como uma chuva de raios!) e desafiadores em um mundo devastado, sem água, comida ou abrigo, até chegarem a Scorch e se juntarem aos combatentes resistentes, enfrentando as forças superiores da C.R.U.E.L.

 

A mudança repetina de uma das personagens principais faz com que a trama perca um pouco da sua força, assim como a constatação final de que não valeu à pena fugir esse tempo todo dos perseguidores, para só então decidir que a melhor saída é enfrentar o inimigo e não mais fugir.

 

Destaque para a qualidade dos efeitos especiais, embora o uso do 3D seja desnecessário. A dublagem apresenta os problemas de sempre, vozes já conhecidas em algum dos personagens, o dublador do vilão (Ainda Gillen) não estava nem um pouco inspirado, tornando suas cenas desinteressantes. É um filme meio digno de um blockbuster adolescente. Agora é esperar o capítulo final da trilogia, torcendo para que ela não seja divida em duas partes...

 




Veja o trailer dublado de Maze Runner – Prova de Fogo:



domingo, 13 de setembro de 2015

IV Corrida da Amizade - Tabuleiro/Limoeiro - 10 Km

Na manhã do dia 13 de setembro de 2015, tive a oportunidade de correr 10 Km com o amigo e irmão Jorge Dias, entre Tabuleiro do Norte e Limoeiro do Norte, na IV Corrida da Amizade.
A corrida gratuita, contou com a participação de 82 pessoas que toparam o desafio da prática da atividade física sob o calor da região. 
A corrida atrasou um pouco, mas foi um excelente treino para a última etapa do CCO (Campeonato Cearense de Orientação. Teve 4 pontos de água no percurso, no entanto lamento o risco que muitos motoristas ofereciam ao passarem em alta velocidade pelos corredores.
Segue vídeo do Papalégua Team, que participaram da prova e fizeram o registro:

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O Agente da U.N.C.L.E.



No noite de 9 de setembro de 2015, após o CR, fui ao UCI Cinemas ver o filme baseado na série homônima dos anos 1960, O Agente da U.N.C.L.E. (The Man from U.N.C.L.E., 2015) de Guy Ritchie apresenta boas cenas de ação, tem senso de humor, mas um vazio existencial na trama e a falta de simpatia do público tornam a obra algo desnecessário.


Nos anos 1960, durante a Guerra Fria, os até então inimigos mortais Napoleon Solo (Henry Cavill) agente da CIA e Illya Kuryakin (Armie Hammer) espião da KGB, precisam deixar de lado as animosidades para unirem forças numa missão. Eles são incumbidos de derrubar uma organização criminosa e evitar uma catástrofe mundial. A grande missão da improvável dupla EUA-Rússia é combater a terrível organização T.H.R.U.S.H., encontrar um cientista que desenvolve armas nucleares e evitar uma catástrofe mundial.


Algumas cenas de ação dividem à tela em vários quadros, como se estivéssemos diante de um gibi. A trilha sonora chama a atenção, especialmente quando ouvimos Che Vuole Questa Musica Stasera? clássico italiano de Peppino Gagliardi tocar durante uma cena de ação. A química entre o elenco também funciona, mas ao final da exibição do filme, fica um vazio de que o entretenimento não valeu à pena.





Veja o trailer de O Agente da U.N.C.L.E.:




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