terça-feira, 26 de dezembro de 2017

O Rei do Show


Musical O Rei do Show (The Greatest Showman, Estados Unidos, 2016) de Michael Gracey em sua estreia cinematográfica, empolga com músicas bem escritas, números musicais bem ensaiados e uma história biográfica de P.T. Barnum que prende a atenção e possui coesão entre o que está sendo narrado e as apresentações musicais.

De origem humilde e desde a infância sonhando com um mundo mágico, P.T. Barnum (Hugh Jackman) desafia as barreiras sociais se casando com a filha do patrão do pai, Charity (Michelle Williams), e dá o pontapé inicial na realização de seu maior desejo abrindo uma espécie de museu de curiosidades. O empreendimento fracassa, mas ele logo vislumbra uma ousada saída: produzir um grande show estrelado por freaks, fraudes, bizarrices e rejeitados de todos os tipos.


P. T. Barnum, considerado um dos pais do circo moderno, foi um showman que tinha uma tendência natural de enganar seu público, como um mágico numa apresentação. Após perder seu pai e viver nas ruas, ele consegue se casar com a mulher que ele amava desde a infância e constituir família, ele decide montar um circo na esperança de ficar famoso. Durante a saga de Barnum, o filme aborda uma importante questão de sua vida, sua paixão cega pela cantora Jenny Lind (Rebecca Ferguson) que também possui números arrebatadores cantando solo.


O roteiro de roteiro de Jenny Bicks (Sex and the CityRio 2) e Bill Condon (ChicagoDreamgirls – Em Busca de um Sonho) destaca também o romance entre Anne Wheeler (Zendaya) e o nobre Phillip Carlyle (Zac Efron), eles tem uma cena linda ao som de Rewrite the Stars, abordando inclusive questões ligadas ao preconceito, mesmo com o filme sendo contado quase que como um conto ou uma fábula. Tudo embalado com canções bem pop, como a excelente This is Me, com a participação de quase todos os coadjuvantes, além das principais The Greatest Show que abre o filme e Never Enough, onde Rebecca Ferguson é dublada por uma cantora profissional, Loren Allred, que nos deixa de queixo caído. O filme chama a atenção ainda pelos questionamentos em relação ao que é arte, explícito nas cenas recorrentes do crítico James Gordon Bennett (Paul Sparks)

O potente e original musical celebra o nascimento do show business e o sentimento maravilhoso de quando sonhos se realizam. Inspirado pelo ambicioso e imaginativo P. T. Barnum, o filme conta a história do visionário que criou o hipnotizante espetáculo que se tornou uma sensação mundial. Michael Gracey uniu músicas de Benj Pasek e Justin Paul (vencedores do Oscar por La La Land). Sabe aqueles filmes cheios de frescor que deixam nossos olhos marejados diante de tudo que é mostrado, eis aqui um belo exemplar.


Segue trailer de O Rei do Show:

Dia de Lazer na Assefaz

Neste 26 de dezembro de 2017, estive com a família no Centro de Lazer da Assefaz, curtindo o recesso no trabalho e aproveitando as férias com a criançada.

O clube não teve grande movimentação, então foi ótimo ficar na tranquilidade aproveitando a piscina. Almoçamos um filé de frango delicioso preparado pela Margarida e só voltamos pra casa no fim da tarde. Segue mais fotos:



segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Star Wars - Os Últimos Jedi


Aventura Star Wars - Os Últimos Jedi (Star Wars - The Last Jedi, Estados Unidos) de Rian Johnson, oitavo episódio da maior franquia cinematográfica, finalmente conseguiu fazer eu tolerar o filme, apesar das quase três horas de duração, com muita encheção de linguiça. Quem me conhece sabe o esforço que faço para gostar dos filmes e esse é uma continuação direta de Star Wars - O Despertar da Força (Star Wars: Episode VII - The Force Awakens, 2015) de J.J. Abrams.


Não gosto do frisson causado nas salas de cinemas com uma franquia de filmes tão fracos, apesar de toda legião de fãs. Acho muito brega aquele letreiro de abertura, e percebo que todos os filmes tem um arco semelhante, do bem contra o mal, mas com resoluções inacreditáveis, de personagens que sempre estão no lugar certo, na hora certa.

Neste filme, a tranquila e solitária vida de Luke Skywalker (Mark Hammil) em uma ilha isolada, sofre uma reviravolta quando ele conhece Rey (Daisy Ridley), uma jovem que mostra fortes sinais da Força. O desejo entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre Jedi e assim tomar uma decisão que mudará sua vida para sempre, se vai para o lado negro, ou se permanece no lado da esperança. Luke de início não dá credibilidade a garota e teme ensiná-la e ver ela tomando o mesmo rumo de Kylo Ren(Adam Driver) que foi para o lado negro e junto com o General Hux (Domhnall Gleeson), são humilhados pelo líder supremo Snoke (Andy Serkis, irreconhecível) que lidera a Primeira Ordem para um ataque total contra Leia (Carrie Fisher) e a Resistência da Aliança Rebelde pela supremacia da galáxia. 

O filme intercala então cenas de Rey e Luke, com cenas de estratégias de combate, tentativas de invasão, exploração de planetas exóticos com a trupe de Poe Dameron (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega), que conhecem Rose (Kelly Marie Tran). Os secundários estão muito bem, lamentando apenas as pequenas, mas relevantes participações de DJ (Benicio Del Toro) e Holdo (Laura Dern). Assim, destaco a direção de Rian Johnson, especialmente nas cenas de ação que contam com bons efeitos de edição de som, mixagem e efeitos especiais. Como de costume, a trilha sonora de John Williams também chama a atenção. Vale o entretenimento.

Segue trailer de Star Wars - Os Últimos Jedi:

Fala Sério, Mãe!

Comédia dramática Fala Sério, Mãe! (Brasil, 2016) de Pedro Vasconcelos surpreende com um texto maduro adaptado da obra homônima de Thalita Rebouças e emociona ao narrar de forma simples a trajetória de vida de uma menina primogênita de três irmãos, focando no relacionamento mãe e filha.

Quando teve sua primeira filha, Maria de Lourdes (Larissa Manoela), Ângela Cristina (Ingrid Guimarães) não sabia as aventuras e desventuras que estavam por vir. Mãe de primeira viagem, ela vive uma montanha-russa de emoções, medos, frustrações e tem um caminhão de queixas para descarregar. Por outro lado, a filha Malu, como prefere ser chamada, também tem suas insatisfações. Embora teimosa, sofre com os cuidados excessivos e com o jeito conservador da mãe. O longa acompanha a história de amor entre mãe e filha que começa às turras e termina na mais plena parceria e amizade.

Confesso que tinha preconceito para com a obra literária, mas agora entendo porque tantas garotas lotam as livrarias, bienais e eventos nos quais Thalita Rebouças participa. Fiquei muito feliz em saber que nem só de mal conteúdo vivem os adolescentes, especialmente as meninas que curtem essa autora, da qual agora até eu virei fã da jornalista e escritora brasileira, que escreve livros direcionados ao público adolescente.

O filme é dividido em duas partes, a primeira narrada pela mãe, com Ingrid Guimarães entregando todo seu talento num papel incrível e numa atuação majestosa dessa atriz que nos faz rir e chorar com uma facilidade sem tamanho. Sua personagem é identificável facilmente com toda mãe que se preze. A segunda metade, narrada pela filha, na fase da adolescência, com interpretação da talentosíssima Larissa Manoela, que é tão boa atriz, que isso influenciou em seu papel, pois ela sempre foi perfeita em suas falas, e na vida real, às vezes agimos e falamos como Ângela Cristina, mas a maturidade virá e Larissa certamente brilhará ainda mais. Passei a admirar o trabalho dessa menina depois do fabuloso Meus 15 Anos (Brasil, 2016), de Caroline Fioratti.


A química entre as duas atrizes acontece. A autora dos livros tem uma participação especial, interpretando uma empresária, que é a primeira pessoa a dar oportunidade profissional à jovem protagonista. A direção de Pedro Vasconcelos não atrapalha o roteiro e o brilho das atrizes, especialmente Ingrid que arrebenta na parte cômica e emociona nas cenas dramáticas. No filme temos também a participação especial de Paulo Gustavo, ator que interpreta a Dona Hermínia nos filmes Minha Mãe é Uma Peça (Brasil, 2013) de André Pellenz e Minha Mãe é Uma Peça 2 (Brasil, 2016) de César Rodrigues.


A trilha sonora do filme é bem popular, desde hits de Fábio Júnior, canções adolescentes de Shawn MendesTiago Iorc e Ana Vilela, a empolgação de Tim Maia, até o tradicional funk carioca. As canções cantadas por Larissa Manoela também são boas.

Veja o trailer de Fala Sério, Mãe!:


domingo, 24 de dezembro de 2017

Natal da Família Rodrigues do Nascimento

Na noite desse 24 de dezembro de 217, após assistimos o culto natalino na IBRM (Igreja Batista Regular do Mucuripe) fomos para a casa da Vaninha celebrar a noite de natal com uma farta ceia e a tradicional troca de presentes.

A atração da noite, além das músicas natalinas na TV, foi o bingo da amizade, onde todos foram premiados e foram chamadas palavras que eram os votos para 2018. Foi um sucesso!

O amigo secreto começou com a Lindinha, que me presenteou com um carregador de celular, depois tive a oportunidade de presentear a tia Lourdinha. Havia comprado um ventilador para ela, mas tive que usar quando o meu quebrou no dia seguinte a compra. As trocas continuaram, lembro que a tia Lourdinha tirou a Mariana, que tirou a tia Sandra, que presenteou a Sara, que tirou o Ariel, que presenteou a Simone, que tirou o Sahel, que presenteou a Ana Geyse, que tirou o Fernando, que tirou o Izahel, que presenteou o João Lucas, que tirou a vó Lindinha. Destaco a troca de presentes exclusiva que fizeram a Vaninha e a Sâmia, pois uma tirou a outra!

No cardápio da noite teve creme de galinha, salpicão, fricassê, além de peru, arroz de camarão, legumes, farofa. De entrada, foi servido rabanada! E de sobremesa, teve sorvete e brownie. Segue mais fotos:






sábado, 23 de dezembro de 2017

Ballet Bolshoi: O Quebra Nozes


Apresentação do espetáculo da companhia de Ballet Bolshoi: O Quebra Nozesda temporada 2017/2018 da companhia russa foi acompanhada por mim e meus meninos, que tiraram um belo cochilo ao som de música clássica. Baseado na história de E.T.A. Hoffmann, a produção embalada pela música icônica de Tchaikovsky, tem cenários e figurinos belíssimos criados especialmente para combinar com o delicado conto que explora os sentimentos universais. 

Um dos maiores clássicos do mundo foi exibido pela UCI Cinemas neste 23 de dezembro (sábado), às 15h30. Esta versão coreográfica, criada para o Bolshoi por Yuri Grigorovich, é cheia de romantismo e reflexões filosóficas sobre o amor ideal e encanta toda a família nesta época festiva e reflexiva do ano.

A história que se passa na véspera de Natal, mostra o padrinho de Marie, Drosselmeyer, lhe dando um brinquedo estranho: um quebra-nozes de madeira esculpida na forma de um pequeno homem. À meia-noite, quando as celebrações crescem, todos os brinquedos magicamente ganham vida. O quebra-nozes cresce ao tamanho humano e assume o comando dos soldados de chumbo, voando para o resgate de Marie, que está ameaçada pelo Rei Rato e seu exército de ratos.


Segue trecho da temporada passada de Ballet Bolshoi: O Quebra Nozes:

A Estrela de Belém


Nesta tarde desse 23 de dezembro de 2017, aproveitei o clima natalino para rever a animação A Estrela de Belém (The Star, Estados Unidos, 2016) de Timothy Reckart que apresenta de forma criativa e simpática a história do nascimento de Cristo (o primeiro natal), na visão dos animais que estavam no estábulo.

Segue meus comentários sobre A Estrela de Belém.

Veja trailer dublado de A Estrela de Belém:

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Amigo Doce no Financeiro do Agropolos


Na tarde desse 22 de dezembro de 2017, antes de entrar num recesso natalino, participei de um amigo doce no Financeiro do Agropolos. Apesar de estar há poucos dias no setor, me entrosei de modo rápido e fácil com a equipe.

Fui presenteado pela Rayane e tirei a Jack. Cada um dizia algumas palavras, enquanto tirávamos fotos para registro. No final, fizemos um momento de oração, pelo ano que findava e pedindo as bençãos para o ano vindouro.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

O Maior Pintor do Mundo no Muralha


Na noite deste 21 de dezembro de 2017 estive com a família e o Grupo de Relacionamento participando do musical O Maior Pintor do Mundo no Projeto Muralha, no Parque Itamaraty.

Como de costume, deu tudo certo. A laje da Dona Rita fico pronta, a decoração estava belíssima e as canções e apresentações de dança ficaram lindas. O evangelho foi anunciado de forma criativa e mais uma semente foi plantada nos corações das pessoas daquela comunidade, especialmente das crianças que participaram do musical.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

O Poder e o Impossível



Drama inspirado em fatos reais O Poder e o Impossível (6 Below - Miracle On The Mountain, Estados Unidos, 2017) de Scott Waugh conta uma bonita história de superação, mas sem a emoção que esse tipo de filme costuma passar. Ficamos inertes vendo como tudo ocorreu na vida de Eric LeMarque, mas sem nenhuma empatia pelo ser humano que ele era até o fatídico episódio.


A tradução do filme no Brasil pra variar não foi das melhores. Milagre na Montanha seria o melhor título. O filme não tem uma montagem correta. Começamos ouvindo a narração explicativa na voz de Josh Hartnett, inclusive com a citação de um trecho de Romanos 7 "o bem que eu quero fazer eu não faço mas o mal que eu não quero fazer eu faço", e terminamos com um sermão inspirador do verdadeiro Eric LeMarque, que deu origem à história.

No entanto o roteiro de Madison Turner apesar de ter em mãos uma história impressionante, não é sutil, tem flashbacks mal encaixados (como os que denotam a ausência da figura paterna), de modo que acompanhamos a história fascinante, mas sem se emocionar com ela, pois é como se fosse um castigo por tudo que ele cometera até então. Como se comover com alguém que vai esquiar drogado...? Casa um colhe o que planta... O que dizer da cena em que uma funcionária da estação de esqui ensina que comer gelo é prejudicial à saúde... E a barra de chocolate que poderia ser a salvação de Eric, é simplesmente dada ao cachorro... E a luta para comer um pedaço de sua perna... Parece que nunca comeu casca de ferida...

O jovem Eric (Josh Hartnett) é um atleta profissional de hóquei no gelo, que atravessa uma fase ruim na carreira. Após abandonar a equipe, ele se entrega às drogas e fica longe do esporte. Um dia, para compensar os problemas, decide praticar snowboard numa montanha, mas toma um atalho proibido. Com a chegada de uma nevasca, não consegue mais encontrar o caminho de volta. Perdido, sofrendo com frio, fome, sede e com um ferimento grave na perna, tendo que encontrar forças para sobreviver. A clara mensagem contra as drogas, é desperdiçada ao longo do calvário de Eric, perdendo a força e o potencial da jornada. Talvez algumas falhas de direção explique o fato do filme não ser arrebatador.

A jornada de Eric isolado na estação de esqui, sozinho e sem comunicação, faz com que ele embarque em uma jornada de auto-conhecimento e fé enquanto luta para sobreviver. Ela estava com uma audiência marcada, na qual seria "condenado" a fazer os 12 passos do Celebrando a Restauração. Devido o imprevisto, ele não comparece perante o juiz, o que causa estranheza em sua mãe (Mira Sorvino), pois ele havia ligado pra ela confirmando que estaria presente. Ela então vai em sua busca e inicia a operação de resgate. Por mais que saibamos que Deus não nos prova além do que podemos suportar, fica claro que cada um pode encontrar dentro de si mesmo a força para sair de seus problemas. Não gosto dos filmes que tentam manipular as sensações do público, e isso fica claro nos créditos finais, quando o letreiro informa que apesar de ter perdido a parte inferior das duas pernas, isso foi o que de melhor poderia ter acontecido com Eric... Infelizmente existem pessoas que precisam da dor para dar doze passos rumo à mudança no estilo de vida.



Acompanhe o trailer de O Poder e o Impossível:

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Com Amor, Van Gogh


Impressionante animação biográfica, Com Amor, Van Gogh (Loving Vincent, 2017) de Dorota Kobiela, Hugh Welchman, conta com um roteiro de drama policial e se destaca por ser todo feito com tinta óleo em tela por uma equipe composta por 100 pintores, que pintou em estúdios poloneses, utilizando as mesmas técnicas do artista holandês, cada um dos 65 mil frames do filme. Algo inacreditável, com um resultado satisfatório, sendo muito mais que uma bela, justa e merecida homenagem ao gênio das artes chamado Vincent.

O enredo do filme desenrola-se através de entrevistas às figuras mais próximas do pintor e através de reconstruções dramáticas dos eventos que levaram à sua morte. No filme são apresentadas 120 das melhores pinturas de Vincent Van Gogh. Já a trama é desenhada a partir das cartas escritas pelo próprio Van Gogh. Numa delas ele escreveu: "Bem, a verdade é que não conseguimos expressar-nos se não através dos nossos quadros", e é aquilo que se faz aqui deixando os seus quadros contar a história da sua intimidade, e sobretudo daquilo que lhe aconteceu. 


O filme se torna fascinante por proporcionar uma viagem quase literal pelo universo do gênio pós-impressionista. O filme não se esgota em si mesmo, pois utiliza a técnica do artista noutra obra, que conta a intrigante história de sua morte, transmitindo sentimentos que extrapolam a mera experiência sensorial. 


Por mais que a história vá ficando cansativa, o filme sintetiza teorias a respeito de Va Gogh a um suspense estilo Agatha Christie. É simplesmente impressionante ver o resultado do trabalho realizado.

O filme se passa em 1891, um ano após o suposto suicídio de Vincent Van Gogh, quando Armand Roulin (Douglas Booth) encontra uma carta enviada por Van Gogh ao seu irmão Theo , que jamais chegou ao seu destino. Após conversar com o pai, carteiro que era amigo pessoal de Van Gogh, Armand é incentivado a entregar ele mesmo a correspondência. Desta forma, ele parte para a cidade francesa de Arles na esperança de encontrar algum contato com a família do pintor falecido. Lá, inicia uma investigação junto às pessoas que conheceram Van Gogh, no intuito de decifrar se ele realmente se matou.

Merece ser exibido em looping nos museus ao redor do mundo. Visualmente é extraordinário, e apesar da história irregular, mostra que não foi indicado ao Globo de ouro 2018 à toa, estando entre as melhores animações de 2017. Merece o prêmio pela estética proposta e por ser o primeiro longa-metragem totalmente feito em óleo sobre tela.

Segue trailer de Com Amor, Van Gogh:

domingo, 17 de dezembro de 2017

Pipocando na corrida Vida


Na manhã desse 17 de dezembro de 2017, me juntei a cerca de 3.500 corredores e pipoquei com o João Batista, na Corrida Vida, percorrendo 12 Km em 1h28min, num ritmo de 07:19 min/km.

Neste ano, foram poucas as corridas de rua que participei, me inscrevi apenas no 8º Circuito de Corrida Pague Menos, que dispensa apresentações por ser a melhor corrida de rua de Fortaleza e no Cross Urbano Caixa 2017 - Etapa Fortaleza na Arena Castelão, que tem um percurso também diferenciado.

Minha prioridade esportiva são os eventos ligados a Orientação e felizmente o calendário 2017 não deixou a desejar com várias, provas, etapas e treinos. Nas corridas de rua, me sinto como fizesse parte de um gado, tendo que correr em meio a multidão, num percurso predeterminado, dentro dos cones.

Tenho aprendido a usufruir da paisagem e dos locais onde corremos, de modo que destaco o belo percurso proposto, saindo da praça das flores, seguindo pela Av. Desembargador Moreira até a Av. Pontes Vieira, virando em direção ao Cocó, tendo a oportunidade de subir no viaduto que liga a Av. Antonio Sales a Av. Engenheiro Santana Júnior. Pra finalizar, um retão, com direito à subida na Av. Santos Dumont, retornando pela Rua Zuca Acciolli e Av. das Castanholeiras para voltar pela Av. Pe. Antonio Tomás até a Praça das Flores.



sábado, 16 de dezembro de 2017

Revendo Extraordinário


Revi Extraordinário (Wonder, Estados Unidos, 2016) de Stephen Chbosky, emocionante filme baseado na obra de R. J. Palacio. Chorei ainda mais que na primeira assistida. Reparei nos detalhes de cenografia e adorei as citações a Star Wars, com o novo filme da franquia sendo exibido na sala ao lado. Segue meu comentário sobre o filme aqui.

Veja trailer dublado de Extraordinário:

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Confraternização de fim de ano da SCidades



Na tarde dessa sexta-feira, 15 de dezembro de 2017, estive no espaço JC Festas Buffet, participando da confraternização de fim de ano da Secretaria das Cidades, custeada pelos colaboradores.

A festa iniciou por volta das 12h. Foi servido um cardápio composto por feijoada, vatapá de frango, panelada e muqueca de arraia, agradando a todos os gostos. Além disso, havia petiscos como linguiça e batata frita. De bebidas, além das alcoólicas, sucos e refrigerante.

Uma banda de samba animava o ambiente. Alguns cliques registravam o momento, até o momento mais esperado da tarde: o sorteio dos brindes. Infelizmente não ganhei nada, mas alguns colegas foram premiados com liquidificador, ventilador e celular. E por não estar presente, um outro perdeu a a chance de ganhar uma TV, por não estar presente. Foi uma baita festa, num local maravilhoso, bem organizado e com muita animação.


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Encontro dos Orientistas do Ceará (Festa de Encerramento do Ano Esportivo 2017)

Na noite deste 14 de dezembro de 2017, estive com a família no Encontro dos Orientistas do Ceará, no Círculo Militar de Fortaleza, onde foi realizada a Festa de Encerramento do Ano Esportivo 2017.

Este ano foi repleto de competições, com provas quase todo fim de semana numa extensa e variada programação. Houve a disputa de campeonatos e circuitos, provas noturnas e treinos, além disso, participação em cursos, eventos de divulgação e ainda participei de competições nacional e regional.

Estive ao longo da semana e no evento, dando um suporte ao cerimonial e recepção. Com o Alberto, a Dhebora, ambos do CODL e o Eric, bolsista do IFCE.


Houve entrega de troféus e medalhas, depois muita música dançante e sorteio de brindes. A entrada foi grátis para adultos e crianças, sendo necessário apenas o pagamento de bebidas e petiscos consumidos.
As medalhas e troféus ficaram muito bonitos. Conquistei a medalha de ouro do Circuito Park Tour 2017, ficando na 1ª posição da categoria Homem Adulto Bravo (HAB), ao lado do Marcus Vinícius e do Edivânio, num pódio completo do CODL! No Campeonato Cearense de Orientação (CCO) não consegui estar no pódio, ficando na 5ª colocação de minha categoria, em função de me ausentar em duas das sete etapas do circuito.

Foi uma linda festa para prestigiar os atletas vencedores. Teve vários sorteios de brindes, muita música e animação.



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Formatura de ABC do Pedro Sahel


Na noite desta quarta-feira, 13 de dezembro de 2017, celebramos a formatura de ABC do meu primogênito, Pedro Sahel, numa linda festa no Buffet Golden Kids.


O evento iniciou pontualmente às 19h, com as chegada dos convidados. A mesa do Sahel ficou pequena, eram 18 convidados, que puderam representar muitos outros que gostaríamos que estivessem ali compartilhando conosco desse momento único.


A decoração estava esplendorosa. Logo na entrada, lápis denotavam o tema da festa. As fotos dos formandos embelezavam ainda mais a passagem de todos. No salão principal, tudo estava perfeito. A turma Aquarela da Leitura tiravam suas fotos e registravam importante momento.

Após um atraso natural de evento dessa estirpe, a festa começou e a emoção rolou solta. Ao anunciarem Pedro Sahel, acompanhando de sua madrinha Yasmin, chuva de confetes caíram sobre eles. Teve várias apresentações de dança e música. Sahel como de costume realizava cada movimento com capricho e dedicação, foram vários dias de ensaios e mais ensaios.

De início, uma bela canção destacava a bíblia sagrada, deixava claro que o maior conhecimento que as crianças podem adquirir, vem do Criador. A participação da tia Penellopy era uma justa homenagem aquela que iniciou a caminhada de alfabetização das crianças, nos seis primeiros meses do ano.

Noutro emocionante momento, os pais foram convidados a ficarem de frente para as crianças, e receberem uma linda lembrança das mãos dos pequenos, uma almofada com a foto da família. Já era difícil conter as lágrimas, ainda mais ao ver os olhos marejados da Suyelen, amiguinha do Sahel.

A festa foi avançando e as apresentações não paravam. Considero isso de extrema importância para o desenvolvimento dos pequenos. Cada um deles teve uma participação significativa na cerimônia. Destaco o árduo trabalho da Lívia e da Karinini em tudo que foi tão bem executado na festa.

Após o recebimento dos diplomas e colocação do anel de ABC, houve o momento de juramento, com a tia Karinini expondo os motivos da escolha do Sahel como orador da turma. As palavras da professora tocaram o coração desse pai que escreve essas palavras, pois tenho convicção que tudo que nosso filho transmite ao próximo, é fruto do amor, carinho e dedicação que ele recebe no lar.

Por fim o momento de dançar a valsa. Primeiro com a madrinha Yasmin, depois com a mãe, uma das mais emocionadas, que literalmente desceu do salto para curtir a festa.
Somos grato a todos que proporcionaram esse momento de extrema alegria. A dedicação de todos os envolvidos foi de extrema importância para que o êxito dos pequenos fosse alcançado. A festa foi linda e memorável. Cada criança exalava felicidade.. 

As apresentações foram ótimas! Destaco o empenho incansável da Lívia e da Tia Karinini pela dedicação. Ficamos extremamente satisfeitos com tudo. Amamos a extensa programação, o ambiente, a decoração, os serviços (salgados e sucos deliciosos, além do belo jantar!). Só no fim da festa, as crianças foram aproveitar o parque disponível. Foi tudo maravilhoso.

Segue mais algumas fotos:



















  
 







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