Adaptação de He-Man, Mestres do Universo [Masters of the Universe, Estados Unidos], de Travis Knight, diverte com sua história clássica e um tanto quanto brega. Só faltou tocar a música do Balão Mágico, pra mim ser teletransportado pra minha infância.
Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto. Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com os aliados mais próximos e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo, enfrenta o maligno Esqueleto para salvar o planeta Eternia e proteger os segredos do Castelo de Grayskull.
O pequeno príncipe Adam (Nicholas Galitzine). Agora, ele conseguiu recuperar essa conexão e precisará voltar para Eternia, sua cidade natal. No entanto, uma ameaça mortal terá que ser derrotada para salvar todos os seus conterrâneos: o diabólico Esqueleto (Jared Leto) está tentando destruir tudo.
Para que tudo dê certo, ele terá que desvendar seu passado e ainda assim contar com ajuda de seus aliados mais próximos, como Teela (Camila Mendes) e Duncan/Homem-de-Armas (Idris Elba). Adam, terá que enfrentar seus medos e abraçar o seu verdadeiro destino como He-Man.
Adaptar um desenho animado em que um homem ganha poderes místicos ao realizar um brado com uma espada não é uma missão fácil. Ainda mais quando ele se transforma em uma versão musculosa e com poucas roupas logo na sequência. Por mais cringe que o filme pareça, ele agrada.
Keydna está gravando um média metragem e me convidou para estar em uma cena, gravada lá na Guaiuba.
A missão era ser pai de várias crianças e ficar brincando com elas num açude. Levei o Luca e chamei Carlos Neto, Guilherme e Davi para serem "meus filhos".
Foi muito legal estar atuando na frente das câmeras, apesar de não ter falas.
Brincar com crianças, é sempre um privilégio.
Ana Vitória também fez parte das filmagens, no balançador.
Neste UCI Day, comemorando 10 anos de sua estreia, vi com o Sahel La La Land: Cantando Estações (2016) de Damien Chazelle.
O pianista Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz Mia (Emma Stone), e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva Los Angeles, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo, enquanto perseguem fama e sucesso.
A sequência de aberta continua fenomenal.com um plano-sequência bem complexo, no qual as pessoas abandonam seus carros em um engarrafamento para cantarem. Outro que se descata na trrama é o jazz – vertente musical que combina os instrumentos de forma “conflituosa e complementar, mas que está quase morrendo”, provoca o personagem, numa alusão que pode ser facilmente aplicada ao musical como gênero cinematográfico.
Mais do que uma homenagem (há várias) à "Era de Ouro" dos musicais, a nostalgia nos remete a clássicos como Dançando na Chuva (1952) e Juventude Transviada (1955). Veja trailer:
Suspense Backrooms: Um Não-Lugar [Backrooms, Estados Unidos], de Kane Parsons mistura ficção científica e terror psicológico. Escrito por Will Soodik, o filme é baseado na websérie de Parsons e inspirado na creepypasta homônima.
O filme se passa em uma dimensão paralela, quando uma terapeuta é forçada a enfrentar o desconhecido para trazer seu paciente desaparecido de volta ao mundo real. O filme prende a atenção, mas acho que não gostei da experiência, pois não leva a lugar nenhum, embora talvez esse seja o objetivo.
Inspirado em um curta-metragem popularmente conhecido na internet. Clark (Chiwetel Ejiofor), um vendedor de móveis, a história toma rumo quando ele faz uma descoberta perturbadora do porão de sua loja. Se tornando em uma espécie de labirinto, diversos lugares novos surgem, possivelmente dando de cara a outra realidade. Inquieto com a situação, Clark convence Kat (Lukita Maxwell), sua funcionária, e Bobb (Finn Bennett), namorado dela, para conhecer a extensão e entender um pouco mais sobre ela. No entanto, quando Clark desaparece, a Dra. Mary Kline (Renate Reinsve), sua terapeuta, resolve ir atrás dele, mas também acaba se perdendo pelo labirinto.
Neste 28 de maio, a equipe de Linguagens e Códigos do 9º ano D apresentou o roteiro Superman (1978) na SACC 2026 no CPMGEF.
Após semanas de ensaio e meses de preparação, entregamos uma bela apresentação, que certamente será nota 10, pois o roteiro foi bem trabalhado adaptando o filme ao tema: o herói como símbolo de esperança, coragem e justiça.
Homenageamos o filme de Richard Donner, estrelado por Christopher Reeves e fomos além, trouxemos para a nossa realidade.
Transformamos a sala de aula num cinema. Com direito a um hall espetacular.
Com pipoqueiro na frente, painel na entrada, bilheteria, tapete vermelho, luzes de led e uma exposição com itens de colecionador.
Quando os pais se envolvem na educação do filho, o resultado vem. Grato a todos que se envolveram.
Segue apresentação completa:
Segue vídeos com feedbacks recebidos pelos jurados: