sábado, 16 de setembro de 2017

Fortaleza 2 x 0 Tupi - Quartas-de-finais Série C 2017


Na tarde deste 16 de setembro de 2017, fui com o Adriel e o Luca Izahel para o jogo do acesso do Fortaleza.
Fomos cedo, por volta das 14h e como tivemos que deixar a Mariana na Messejana, acessamos a Arena via Av. Juscelino Kubitschek, que apresentava ótimo trânsito. Estacionamos na Rua da árvore como de costume, e fomos estorquidos pelo flanelinha que nos tirou R$ 5,00.

Acessamos a área especial pelo Portão A4, entrando pelo estacionamento do subsolo. A festa da torcida tricolor como de costume estava belíssima. Na entrada do time, um mosaico com as iniciais do clube foram vistas nas arquibancadas.


O time entrou em campo e se esforçou para construir um placar favorável, mas esbarrávamos na limitação técnica de nosso time. Mas quem disse que pra conseguir o acesso precisa ter técnica? Já vi muito time ruim subir, e ótimos elencos amarelarem. No primeiro tempo o placar ficou inalterado. Destaca-se a importante defesa de Marcelo Boeck numa cabeçada do Tupi que tinha destino certo. Foi a hora da torcida entrar em campo.

No retorno do intervalo, a torcida apoiou o time como sempre e o elenco tricolor se doou. Hiago viu Bruno Melo passando, enfiou pela linha de fundo, e ele rolou para trás para batida de Leandro Lima, gol do Fortaleza. A torcida foi a euforia. E o Tupi se viu nocalteado. O time continuou agredindo em busca do segundo gol e conseguiu ampliar o placar depois que Hiago chutou e a bola bateu na mão do zagueiro do Tupi. Bruno Melo chamou a responsabilidade e converteu. Uma boa vantagem fora conquistada.

O placar poderia ter sido maior, não fosse a ruindade do Hiago em desperdiçar duas chances claras de gol, cara a cara com o goleiro rival. Destaco a torcida que não vaiou o time em nenhum momento e incentivou o tempo todo. Destaco também a liderança de nosso capitão Marcelo Boeck, impedindo o time de comemorar com a torcida, evitando o clima de já ganhou. Essa vantagem foi mérito de todos. Primeira vitória em jogos de mata mata da Série C. Quase 40 mil torcedores nas arquibancadas. Foi uma partida inesquecível.

No final ainda tirei uma foto com o Clodoaldo, maior craque que vestiu o manto tricolor e que recentemente pediu perdão e foi perdoado pela instituição Fortaleza. Veja vídeo emocionante:


Veja também os gol e melhores momentos desse jogo decisivo para o retorno do Fortaleza a série B:






quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Feito na América


Suspense, aventura, biografia e ação em Feito na América (American made, Estados Unidos, 2016) de Doug Liman traz um Tom Cruise mais carismático do que de costume, num filme muito bacana sobre a vida de Barry Seal, um piloto oportunista da Trans World Airlines, que na década de 1980, traficava drogas e armas para a CIA e o cartel de Medellín ao mesmo tempo.

Barry Seal (Tom Cruise) trabalha como piloto comercial e leva uma vida boa, e decide aceitar um convite da CIA para deixar tudo ainda melhor e ganhar mais dinheiro. O negócio parece um tanto suspeito, mas seu amigo Schafer (Domnhall Gleeson) garante que tudo é dentro da legalidade quando você faz as coisas para os mocinhos. Só que a coisa pode engrossar quando começa uma investigação das entregas suspeitas que ele anda fazendo...


O interessante é que as várias atividades ilegais ocorreram diante dos olhos dos presidentes Ronald Reagan, George H.W. Bush e do então governador do Arkansas, Bill Clinton. Muito interessante mais uma história envolvendo o mundo ao redor de Pablo Escobar.

Veja o trailer de Feito na América:


O Que Será de Nozes 2


Animação O Que Será de Nozes 2 (The Nut Job 2: Nutty by nature, Canadá, Estados Unidos, Coreia do Sul, 2017) de Carl Brunker diverte adultos e crianças abordando temas sociopolíticos interessantes e relevantes.

A aventuras de Surly e seus amigos, Buddy, Andie e Precious continuam. Desta vez, ele acostuma a comunidade a viver em uma loja de nozes, numa rotina mansa, sedentária e sem nenhum esforço, apenas diversão. em uma loja de castanhas. Até que a loja explose obrigando os bichos a voltarem a viver no parque, encarando de novo a vida na natureza, e o prefeito Oakton que decide demolir o Liberty Park e construir um perigoso parque de diversões no local.

Muito bacana ver lições de incentivo a atividade física, buscar o próprio sustento e mostrar claramente como a gestão pública procura atender a interesses privados. Destaque para a dublagem de Jackie Chan mostrada nas cenas pós créditos.

Confira o trailer de O Que Será de Nozes 2:


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

David Gilmour: Live At Pompeii


Espetáculo David Gilmour: Live At Pompeii (2017) de Gavin Elder, retorna 45 anos depois de David Gilmour, dos Pink Floyd, ter filmado Live At Pompeii no lendário anfiteatro romano, para dois concertos espetaculares, incluídos na sua turnê de 1 ano para promoção do seu novo àlbum Rattle That Lock. É um pouco estranho, pois os solos são mais interessantes que as músicas.
Este foi o primeiro concerto rock para um público no anfiteatro romano de pedra e, por apenas duas noites, 2.600 pessoas puderam assistir exatamente no local onde os gladiadores teriam lutado no primeiro século DC. As imagens são fabulosas, pena que o show deixou um pouco a desejar.

Trata-se de um espetáculo audiovisual, com lasers, pirotecnia e um enorme ecrã circular no qual filmes especialmente criados complementam as músicas selecionadas, mas acima de tudo são os solos de guitarras que surpreendem em performances fabulosas. O espetáculo inclui músicas da carreira de David, bem como muitos clássicos dos Pink Floyd, incluindo One Of These Days, a única música que tocada no concerto da banda em 1971. Ambos os concertos tiveram performances muito especiais de The Great Gig In The Sky de The Dark Side Of The Moon, que David raramente toca como artista a solo. Este filme resume a gravação desses dois dias de shows inclui os destaques de ambos os concertos, filmados em 4k pelo realizador Gavin Elder.

Confira trailer de David Gilmour: Live At Pompeii:


A Torre Negra



Baseado no livro O Pistoleiro, da franquia literária A Torre Negra, de Stephen King, chega aos cinemas A Torre Negra (The Dark Tower, Estados Unidos, 2016) de Nikolaj Arcel com o plano de lançar mais uma franquia cinematográfica e talvez ainda uma série com passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. No entanto o filme é chato e enfadonho, sendo desprovido de carisma. 

Na trama, conhecemos Roland Deschain (Idris Elba), conhecido como Pistoleiro, é o último descendente do clã de Gilead e representante da linhagem de exímios pistoleiros. Ele parte numa jornada para impedir a completa destruição do Mundo Médio e para isso tem de encontrar a Torre Negra, eixo do qual depende todo o tempo e espaço. Nessa busca ele tenta alcançar o misterioso Homem de Preto (Matthew McConaughey), pois acha que ele sabe o caminho para chegar ao tão desejado destino.

Não há química entre o herói e o vilão. O menino Jake (Tom Taylor) fica perdido no meio da confusão, assim como o espectador que não compreende o que está acontecendo. O filme não sabe a que gênero pertence. Quer ser terror, aventura, ficção científica e acaba não sendo nenhum deles.



Confira o trailer de A Torre Negra:

terça-feira, 12 de setembro de 2017

It: A Coisa


Terror/Suspense aventuresco baseado num romance de Stephen King, It: A Coisa (It, Estados Unidos, 2016) de Andrés Muschietti surpreende pela qualidade de seu conteúdo, não sendo um mero filme de terror, mas um drama infanto juvenil divertido, mostrando como verdadeiras amizades lhe ajudam a vencer todo tipo de medo.

No final da década de 80, numa pequena cidade no Estado de Maine, nos Estados Unidos, sete crianças conhecidas como The Losers Club (o clube dos Perdedores) se deparam com os problemas da vida, bullying e um monstro sobrenatural que toma a forma de um palhaço chamado Pennywise  (Bill Skarsgård)que é malvado, e cuja história de assassinato e violência remonta há séculos.


Tudo começa quando Georgie some repentinamente, ele é o irmão caçula do líder do Clube, Bill (Jaeden Lieberher). O clubinho é ainda formado por Richie (Finn Wolfhard, de Stranger Things), Eddie (Jack Dylan Grazerm), Beverly (Sophia Lillis), Ben (Jeremy Ray Taylor), Stanley (Wyatt Oleff) e Mike (Chosen Jacobs). Cada um deles com suas características, suas histórias e seus medos.

É o típico filme que aborda o período de férias escolares, sendo bem oitentista. Cada uma das crianças protagonistas possuem seus próprios demônios: temos casos de pedofilia, famílias abusivas, racismo, entre outras tramas bastante pesadas. O diretor foi bastante audacioso em criar uma história bastante obscura, mesmo usando crianças como protagonistas, e com um filme que não é direcionado para os pequenos.

O elenco infantil está muito bem, sendo cada um a seu modo, extremamente carismático. Impossível não me identificar com o gordinho (Jeremy Ray Taylor) apaixonado pela única menina da turma... Trata-se de um blockbuster bem realizado, que consegue nos apresentar protagonistas com um roteiro devidamente aprofundado e interessante, sendo capaz de nos prender na poltrona. É uma literal metáfora sobre a passagem da infância para a vida adulta, especialmente na cena da menstruação da única garota da turma (Sophia Lillis). 

No fim, fica claro como a inocência da infância é deixada para trás quando nos deparamos com situações que expõem nossos medos. O filme lembra clássicos como Os Goonies (The Goonies, 1985) de Richard Donner e Conta Comigo (Stand by Me, 1986) de Rob ReinerAgora é aguardar ansiosamente pelo Capítulo 2, que vai mostrar os mesmos personagens 27 anos depois. Algo magnífico!

Segue trailer de It: A Coisa:


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Lady Macbeth


Drama Lady Macbeth (Reino Unido, 2016) de William Oldroyd que não é inspirado na obra clássica de William Shakespeare, mas adaptação do romance Lady Macbeth de Mtsensk do russo Nikolai Leskov, publicado originalmente na revista Epokha, editada por Dostoievski tenta ser marcante, mas é extremamente sombrio com uma mensagem de violência que chega a ser grosseira ao narrar uma história de rebeldia e resistência feminina. 

O filme se passa numa Inglaterra rural, em 1865, quando Katherine (Florence Pugh) para viver oprimida pelo seu casamento de conveniência com Alexander (Paul Hilton) que tem o dobro da sua idade e pelo pai desteBoris Macbeth (Christopher Fairbank) , um homem frio e impiedoso que comprou a moça para presentear o filho. 

A jovem agora se vê integrante de uma família sem amor. É só quando ela embarca em um caso extraconjugal com Sebastian (Cosmo Jarvis), um trabalhador da propriedade do marido que as coisas começam a mudar. Katherine sente libertar-se dentro de si uma força tão poderosa que nada a deterá para conseguir o que deseja.  Ela só não contava que isso iria desencadear vários assassinatos.

O filme tem conquistado público e crítica por onde tem passado. Considerado por muitos um dos melhores lançamentos do ano. É fato que o trabalho de direção é primoroso, a atriz está muito bem, mas o filme não me desceu.

Confira o trailer Lady Macbeth:


sábado, 9 de setembro de 2017

Visita ao Joquei Club para colocação de etiquetas


Neste 9 de setembro de 2017, estive com a Manu, o João, o Lobinho, o Jourderian e o Valentim (que será o árbitro da prova) na visita a área da 6ª etapa do XIII Campeonato Cearense de Orientação, que está sendo organizada pelo Clube de Orientação Desporto e Lazer - CODL e pelo Clube Azimute.




Não conhecia o Jockey clube Cearense, foi uma baita oportunidade, logo nos preparativos de um evento de orientação. Vimos um pouco da estrutura que será oferecida aos atletas e também visitamos os 38 locais que receberão pontos de controle e etiquetamos o local.






Foi um árduo trabalho, que levou cerca de 6h embaixo de um sol escaldante. Chegamos pouco depois das 7h, tomamos café num ponto de encontro e em seguida chegamos ao destino, iniciando os trabalhos por volta das 8h. Concluímos próximo das 14h.







sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Como Nossos Pais


Drama nacional Como Nossos Pais (Como nossos pais, Brasil, 2016), de Laís Bodanzky não é adaptação da canção de mesmo nome de Elis Regina, embora utilize esta canção em dois momentos. Trata-se de uma obra extremamente feminista, que enfrenta os valores familiares tradicionais, ataca a fé cristã, acha que a maioria dos homens são iguais e se mostra dispensável. 

A trama apresenta Rosa (Maria Ribeiro), 38 anos, uma mulher que se encontra em uma fase peculiar de sua vida, marcada por conflitos pessoais e geracionais: ao mesmo tempo em que precisa desenvolver sua habilidade como mãe de suas filhas, manter seus sonhos e objetivos profissionais, além de enfrentar as dificuldades do casamento com Dado (Paulo Vilhena), Rosa também continua sendo filha de sua mãe Clarice (Clarisse Abujamra), com quem possui uma relação cheia de conflitos.


A cena em que Rosa é demitida, após uma falha no trabalho em uma video-conferência em inglês é bizarra, assim como a facilidade para ir em Brasília e marcar um encontro com o Ministro da Casa Civil (Herson Capri), após saber que é filha do mesmo. Até a camisa a mulher tira, só pra deixar claro que as mulheres devem ter os mesmos direitos dos homens, Mas, o que dizer de uma filha que com a mãe à beira da morte, lhe compra uma carteira de cigarros?

Qual o papel da mulher na contemporaneidade? Encontramos a melhor definição dessa mulher virtuosa na Bíblia sagrada, no livro de Provérbios, capítulo 31. O pai de criação de Rosa, Homero (Jorge Mautner) é o típico mulherengo e Pedro (Felipe Rocha) é apresentado como o homem ideal, mas que é utilizado apenas para incentivar as mulheres à traição. Não embarquei nos conflitos de Rosa com sua mãe, seu marido e suas filhas. Logo não engoli o roteiro escrito pela Laís Bodanzky com Luiz Bolognesi. O filme foi o vencedor do último Festival de Gramado. Gostei muito do trabalho anterior da diretora, o maravilhoso As Melhores Coisas do Mundo (2010). 

Assista ao trailer de Como Nossos Pais:


Polícia Federal - A Lei é Para Todos


Nacional Polícia Federal - A Lei é Para Todos (Brasil, 2016) de Marcelo Antunez surpreende ao apresentar os bastidores da Operação Lava-Jato, que desencadeou uma série de investigações sobre a corrupção no Brasil na vibe de Tropa de Elite. O filme acompanha desde o início do processo, até a condução coercitiva do ex-presidente Lula... Apesar das cenas pós créditos, que apresentam as malas direcionadas a Aécio Neves através de seu primo, o filme é partidário ao ter como objetivo tentar de alguma forma impedir a reeleição de Lula em 2018.

Durante a realização da Operação Bidone, a Polícia Federal apreende no interior um caminhão carregado de palmito, que trazia escondido 697 kg de cocaína. A investigação recai na equipe montada por Ivan Romano (Antonio Calloni), sediada em Curitiba e composta também por Beatriz (Flávia Alessandra), Júlio (Bruce Gomlevsky) e Ítalo (Rainer Cadete). As conexões do tráfico os levam ao doleiro Alberto Youssef (Roberto Birindelli) e, posteriormente, ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (Roney Facchini), que revela uma imensa estrutura envolvendo construtoras e o governo, de forma a desviar dinheiro público. À medida que a investigação avança, o grupo liderado por Ivan se aproxima cada vez mais de alguns dos políticos mais influentes do país.

O filme apresenta uma montagem coerente, que prende a atenção do espectador ao mostrar a visão da Polícia Federal no desencadear dos acontecimentos. Mas o grande problema é o roteiro que tem um viés partidário ao longo do filme que acaba comprometendo em sua narrativa de fatos, apesar do acerto inicial de mostrar como a apreensão de um caminhão de palmito levou até uma importante investigação anticorrupção. Marcelo Serrado interpreta o juiz Sérgio Moro, que recebe na projeção um destaque maior do que o necessário, sendo quase alçado a herói nacional. O filme foi rodado meio que às pressas, nas cidades de Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. E claramente a intensão de lançar ele no dia 7 de setembro, após a condenação de Lula por Sérgio Moro denotam o viés partidário do filme de coxinhas para coxinhas.


Calloni se destaca na atuação, com sua liderança da equipe de "Vingadores" da polícia, assim como o Marcelo Serrado que entrega uma atuação sólida e bem construída. Flávia Alessandra é a mais fraca do elenco, tem que ficar repetindo didaticamente o que acabou de ser mostrado, pra ficar claro na mente do espectador o que está acontecendo. Apenas no terceiro ato do filme, vemos a utilização de arquivos da Rede Globo e da presidente Dilma, dando uma direção clara de quem eles querem atingir. A dose se torna exagerada, com a atuação caricata de Ary Fontoura na interpretação de um Lula arrogante e sem escrúpulos.

A direção de Marcelo Antunez (co-diretor das comédias banais  Qualquer Gato Vira-Lata 2 e Até que a Sorte nos Separe 3) está coerente e surpreende com os momentos tensos do filme, especialmente a cena inicial de captura de Alberto Youssef (Roberto Birindelli) no Hotel Luzeiros, em São Luiz (me hospedei lá em 2011). Antunez já afirmou que pretende fazer uma trilogia, inclusive o final já deixa claro a existência de uma continuação, apresentando os fatos ocorridos após a condução coercitiva e o andamento das investigações, especialmente os fatos da delação da JBS e as acusações contra Aécio Neves e Michel Temer que certamente farão parte de uma eventual continuação.


Assista ao trailer Polícia Federal - A Lei é Para Todos:



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Visita a Família Marcelino


Na tarde desse 7 de setembro de 2017, fui com a família visitar o novo apartamento da família Marcelino. Levamos pão e fizemos um farto lanche após conhecermos cada cômodo do novo lar. Apesar de ter ajudado na mudança, tudo ainda estava uma bagunça. Agora já estava mais habitável...



Descemos para a área de lazer, e aproveitamos a brinquedoteca e o parquinho com as crianças e o salão de jogos. As crianças adoraram! E nós também...




Emoji: O Filme em 3D


Neste feriado de 7 de setembro de 2017, revi a animação Emoji: O Filme (The Emoji Movie, Estados Unidos, 2016) de Anthony Leondis dessa vez em 3D. Apesar de ser fraquinho, o filme tem seus momentos divertidos e cumpre seu papel de entreter sem compromisso.

A animação revela o mundo secreto nunca antes visto do interior de um smartphone. Escondida na aplicação de mensagens de texto está Textopolis, uma cidade fervilhante onde vivem os emojis, nas esperança de serem selecionados pelo utilizador do telefone. Neste mundo, cada emoji tem apenas uma expressão facial. Todos exceto Gene (T. J. Miller), um exuberante emoji que nasceu sem filtro e está repleto de múltiplas expressões. 

Determinado a tornar-se normal, Gene pede ajuda ao seu melhor amigo, Hi-5 (James Corden) e à emoji especialista em descobrir códigos, Jailbreak (Ilana Glazer). Juntos, vão dar início a uma app-ventura através de algumas das mais conhecidas aplicações para smartphone, cada uma com o seu mundo divertido e selvagem, até descobrirem o código que tornará Gene "normal". Mas quando um enorme perigo ameaça o telefone, o destino de todos os emojis passa a depender destes três amigos que passam a ter como missão salvar o seu mundo antes que seja apagado para sempre.

Segue trailer de Emoji: O Filme:

Lino 3D


Animação brasileira Lino (Brasil, 2016) de Rafael Ribas não mostra a que veio, se apresentando falho em seu roteiro ambicioso de apresentar um homem em situação social complicada, com situações que não prendem a atenção das crianças, tampouco dos adultos, sendo dispensável.

São raras as oportunidades que temos de ver uma animação nacional na tela grande. A última que vi foi As Aventuras do Pequeno Colombo, (Brasil, 2015) 
 de Rodrigo Gava, exibido numa sessão para crianças no Cine Ceará 2016, não tendo encontrado espaço no circuito comercial. Cito o destaque que a animação nacional teve com a obra O Menino e o Mundo (The Boy and The World, Brasil, 2015) de Alê de Abreu.


Lino (Selton Mello) trabalha como um animador de festas infantis, não tem amigos, acumula dívidas e é muito azarado. Além disso, não aguenta mais vestir todos os dias uma horrorosa fantasia de um gato gigante e suportar sempre a mesma rotina de maus tratos feitos pelas crianças, que zombam dele em seu emprego. Tentando livrar-se de seu azar e 
determinado a mudar sua vidaele contrata os serviços de um suposto feiticeiro não muito talentoso, mas, inesperadamente, a magia acaba transformando Lino justamente em um felino enorme. 


Não há o que discutir da qualidade técnica da animação, que não deixa a desejar às grandes produções americanas. A ideia de inserir uma bebê na trama, soa genérica, e imita filmes que fizeram isso com qualidade, como Monstros S/A (Monstros, Inc, 2001) de Pete DocterLee Unkrich. Os policiais do filme são bobos e passam o filme inteiro peidando e achando que estão sendo engraçados. A questão social abordada inicialmente, acaba ficando em segundo plano na resolução da trama.

Confira o trailer de Lino:


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Meus 33 anos!


Na noite deste 5 de setembro de 2017, fui surpreendido com uma festa surpresa organizada com muito carinho e dedicação pela minha esposa amada, aliada a D. Sâmia, a tia Lourdinha e a Simone.


Praticamente sem recursos, ela fez uma jantar, um bolo e convidou os familiares e amigos para celebramos meus 33 anos. Eu sabia que haveria uma "surpresa", mas fui pego de surpresa com o modus operandis, enquanto me colocava para lavar louças.


Até presentes eu ganhei! Muitos deles extremamente necessários e que foram úteis inclusive para arcar com algumas despesas que não teria como honrar no prazo devido. Agradecido pela celebração proposta pela esposa. Sei o quanto é trabalhoso fazer uma festa como esta, por mais simples que seja. Obrigado a todos por serem parte da minha família, por estarem sempre presentes em minha vida. Cada um de vocês dá mais sentido ao meu viver. E pensar que 33 anos já se passaram... Obrigado Deus, por mais um aniversário, pela saúde, família, amigos. te servir e te conhecer é o maior privilégio da minha existência. Que possa levar teu amor e salvação aqueles que não tem intimidade contigo. Essa é a minha oração nesse dia.

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