Nesse dia 23 de dezembro, fomos em família para a Barraca Sr. Venâncio na Praia do Futuro. A Barraca Seu Venancio é a materialização do sonho de um empreendedor chamado Fabiano Venancio, que largou a estabilidade de um cargo alto em uma das maiores barracas de praia do Ceará e resolveu colocar um trailler vendendo comidas, bebidas e agregando música de qualidade. Do investimento inicial e a consolidação na região como o melhor bar de calçada, evoluiu para a barraca de praia funcionando diariamente e realizando eventos com foco na qualidade, atendimento, tranquilidade e alegria.
Comemos um caranguejo, uma deliciosa carne do sol e uma maminha no capricho.
Nos divertimos, tomamos banho de mar, e aproveitamos uma manhã maravilhosa. Segue mais registros:
Neste 21 de dezembro, apresentamos o espetáculo O Natal Escondido nos cultos da Ponte Fortaleza, onde interpretei o Papai Noel.
A família foi prestigiar a apresentação no culto da manhã.
A peça mostrava o presente, o passado e o futuro de Lúcia, interpretado pela Joana no passado, pela Isabelly no presente e pela Larissa no futuro. Minha interação era num sonho, no coração da Lúcia do presente.
Que privilégio poder servir com todos vocês! Não temos dimensão do alcance dessa mensagem nos corações e nas mentes de quem prestigiou esse espetáculo.
Sou grato especialmente ao Daniel Silas por se permitir ser um instrumento nas mãos de Deus para escrever tão lindo texto que bebe das escrituras sagradas, passa por Tim Keller, cita C.S.Lewis e se utiliza até de Nolan e Hans Zimmer pra nos entregar um presente 🎁 tão precioso! Tenhamos todos um feliz Natal!
Alguns cristãos não estão preparados para ver um crente de vermelho, representando um velho barbudo, mas no contexto da peça, fez total sentido um personagem que representa as futilidades natalinas.
Interpretei um papai Noel que se acha, bem boçal e que se irritou ao percebeu que perdeu espaço no coração de Lúcia para o verdadeiro sentido do Natal.
Foram 2 meses de ensaios e preparação para a apresentação. Tive dificuldades de memorizar o texto, mas conseguimos na reta final ter maior domínio sobre as falas. O elenco foi magnífico!
Blockbuster Avatar: Fogo e Cinzas [Avatar: Fire and ash, Estados Unidos], de James Cameron apesar do apuro técnico, apresenta a mesma história já mostrada nos filmes anteriores, deixando um pouco a desejar na narrativa. "O fogo do ódio dá lugar às cinzas da dor".
Após a devastadora guerra contra a Administração de Desenvolvimento de Recursos (RDA) e a perda do seu filho mais velho Neteyam (Jamie Flatters). Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana) devem enfrentar uma nova ameaça: o Povo das Cinzas, uma nova e agressiva tribo Na’vi, conhecida por sua violência extrema e sede de poder liderada pelo implacável Varang (Oona Chaplin). O misterioso clã é composto por guerreiros que controlam o fogo e cuja lealdade pode desequilibrar o destino do planeta. Eles temem pela segurança de Spider (Jack Champion), que é o estranho no ninho da vez.
A trama mergulha no coração do bioma volumoso e biodiverso da região vulcânica de Pandora, onde a sobrevivência depende do fogo. Diante de novos esforços humanos de colonização e do recente inimigo, a família de Jake deve lutar por sua sobrevivência e pelo futuro de Pandora, caso queiram as suas vidas normais novamente. Tudo isso vai levar eles aos seus limites emocionais e físicos.
É muito bom poder ver filmes sobre pertencimento e família no cinema. A identificação é nítida e clara.
Na tarde/noite desse sábado, 13 de dezembro, levei os meninos para a 9ª etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, na quadra instalada no Marina Park.
Vimos os jogos das semi-finais do masculino e feminino. Foi bem divertido.
Lembro que na minha adolescência amava ir aos jogos da etapa de Fortaleza, na Praça 31 de março na Praia do Futuro.
Ao final dos jogos, chamaram estrelas do skate, dentre elas a fadinha Rayssa Leal. Claro que garantimos nosso clique!
Clássico O Iluminado (The Shining, 1980) teve relançamento, e fomos conferir.
Na trama, uma família enfrenta um rigoroso inverno isolada em um hotel. Enquanto o pai se torna cada vez mais instável e violento, seu filho entra em contato com os próprios poderes paranormais e passa a ter visões terríveis do passado e do futuro daquele lugar.
A cópia restaurada da obra de Kubrick, que trata de uma família que se muda para um hotel, onde o pai acaba sofrendo distúrbios mentais ainda funciona perfeitamente, sendo uma obra fora de seu tempo.
Filme 70 anos da Universidade Federal do Ceará, resgata os 70 anos de história da UFC. O lançamento acontece no dia 7 de janeiro, às 19h, no Cineteatro São
Luiz. Acesso gratuito.
Jornalista e escritor Lira Neto em depoimento
para o filme. Foto: Wolney Oliveira
“Uma espécie de célula-mãe de todo conhecimento gerado no estado”
(Ronaldo Salgado, jornalista e professor), “Um papel muito grande para a vida
econômica, política e cultural do Ceará” (João de Paula, médico e ex-presidente
do Diretório Central dos Estudantes), “Se não existisse UFC o Ceará estaria
atrasado 70 anos” (César Aziz Ary, engenheiro civil e professor). Estes são
alguns dos depoimentos que estão no longa-metragem “70 anos da Universidade
Federal do Ceará”, com lançamento no dia 7 de janeiro, às 19h, no Cineteatro
São Luiz, em Fortaleza.
Idealizado pelo reitor Custódio Almeida e o cineasta Wolney Oliveira,
o filme é uma das ações que celebram sete décadas da UFC, completadas em 2024,
reconhecida pelo Ministério da Educação como uma das melhores instituições de
ensino superior do País, com resultados reconhecidos pelos principais rankings
internacionais. Apresentado pelo Ministério da Cultura e Lei Rouanet, o
longa-metragem tem o patrocínio de SP Combustíveis e Cagece. Apoio cultural:
Enel e Cegás. Apoio Institucional: Governo do Ceará, por meio da Secretaria da
Cultura (Secult Ceará), via Mecenas do Ceará, e da Secretaria das Cidades. A
realização é da Associação Cultural Cine Ceará, Universidade Federal do Ceará,
Lei Rouanet, Ministério da Cultura, Governo Federal.
Com direção de Joe Pimentel e Wolney Oliveira, o filme traz um resgate
histórico da instituição, ao mesmo tempo em que reafirma o seu protagonismo na
construção do Ceará nos campos econômico, político, social e cultural. Momentos
marcantes, como fatos referentes à ditadura militar, passeatas ocorridas nos
anos de 1970 e 1980, a interiorização da universidade através dos projetos de
extensão e pesquisa, homenagens, como o título de Doutora Honoris Causa
concedido a Maria Bethânia, entre tantos outros acontecimentos em sete décadas,
são resgatados em documentos, fotografias, vídeos e depoimentos de mais de 40
personalidades que têm ou tiveram, de alguma forma, suas vidas ligadas à UFC,
como alunos, ex-alunos, professores, servidores, ex-reitores e o reitor Custódio
Almeida.
Nomes como a professora e jornalista Adísia Sá, o sociólogo e
professor emérito da UFC Eduardo Diatahy, os arquitetos e professores Neudson
Braga e Romeu Duarte, o sociólogo e professor André Haguette, o presidente da
Enel e ex-aluno da UFC, José Nunes, endossam a presença marcante da
universidade nos mais diversos campos do conhecimento e no desenvolvimento do
Estado. Como linhas condutoras dos fatos relatados entram depoimentos do
jornalista e servidor da universidade Marco Fukuda e do jornalista e escritor
Lira Neto, este, autor do livro “UFC: biografia de uma universidade”, lançado
em julho deste ano também como parte das ações alusivas aos 70 anos da
instituição.
Do início da primeira universidade do Estado, fundada pelo jurista e
professor Martins Filho, Lira Neto, que é ex-aluno da instituição, destaca:
“Ainda não havia a compreensão de que o ensino superior não era algo ligado ao
beletrismo, mas uma instituição que surge a partir de uma proposta de
contribuir para o desenvolvimento local”. Sobre o primeiro reitor da
instituição, Adísia Sá pontuou: “Martins era inteiro. Ninguém pode falar no
Ceará, na Educação, na Universidade, no saber cearense, sem falar em Martins”.
A criação da Pró-Reitoria de Cultural da UFC, tornando a cultura um
eixo estruturante da instituição, é um dos capítulos da história mais recente
destacados no documentário. Nas palavras do reitor Custódio Almeida: “Cultura é
um atravessamento. Não é simplesmente uma área que fica ao lado das outras, mas
uma área que atravessa todas as outras. É um fio que perpassa tudo e a
universidade precisa disso”.
“70 anos da Universidade Federal do Ceará”
Ficha Técnica
2025 | Brasil | 70 min. | Livre
Direção: Joe Pimentel e Wolney Oliveira | Diretora
Assistente: Maria Pinheiro | Assistente de Direção: Vicente Ferraz e
Isabela Veras | Roteiro: Bucanero Filmes e Marcus Sá | Produção
Executiva: Helena Colaço | Direção de Fotografia: Bruno Pimentel,
Rogério Resende e Eusélio Gadelha (Xuxu) | Fotografia Adicional: Alex
Meira | Assistência de Câmera: Thiago Oliveira e Wellington Vieira | Direção
de Produção: Andrea Ribeiro | Assistente de Produção: Carol Mesquita
| Edição: Rui Ferreira e Joe Pimentel | Consultoria de Edição:
Marcus Sá e Maria Pinheiro | Produção de Finalização: Isabela Vieira | Finalização
de Imagem: Cabeça Pós | Colorista e Finalizador: Alexandre Ribeiro |
Técnico de Som: Leo Hernandez e Lênio Oliveira | Edição de Som e
Mixagem: Pedro Sá | Trilha Sonora Original: João Victor Barroso | Motion
Graphics: Léo Kemps | Design Gráfico: Dedé Oliveira | Identidade
Visual: Samuel Furtado | Imagens Super 8: Arlindo Barreto
Sinopse
O documentário apresenta a trajetória da Universidade Federal do
Ceará, sétima universidade pública de ensino superior criada no Brasil e a
grande pioneira no Estado do Ceará. Celebra o marco dos seus 70 anos de sua
existência e evidencia sua imensurável e extensa contribuição social,
intelectual, econômica e cultural, apresentando ao grande público suas
histórias, personalidades, feitos e contribuições.
SERVIÇO
“70 anos da Universidade Federal do Ceará” (Dir.
Joe Pimentel e Wolney Oliveira, 70min.) - Lançamento no dia 7 de janeiro de
2026, às 19h, no Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500, Centro –
Fortaleza, Ceará). Gratuito e aberto ao público. Exibição com acessibilidade
através dos aplicativos Movie Reading e Cine Assista.
Comédia dramática francesa Uma Jornada de Bicicleta (À bicyclette !, 2025) é um road movie de luto, ao mesmo tempo triste e engraçado. Faz bem, pois mostra, sem moralizar ou dar lições, como, a partir de um drama, é possível seguir em frente, se reerguer, amar a vida e rir novamente.
Em Uma Jornada de Bicicleta, Mathias leva seu melhor amigo Philippe numa viagem de bicicleta por diferentes cantos da Europa. De La Rochelle até Istambul, do Atlântico até o Mar Negro, os dois amigos de longa data partem numa aventura em a memória é o verdadeiro guia.
Do Atlântico ao mar Negro, Mathias leva seu melhor amigo Philippe em uma viagem de bicicleta. Juntos, eles refazem o percurso que Youri, seu filho, havia iniciado antes de desaparecer tragicamente. É daquelas histórias que fazem o coração pedalar junto.
Dirigido e estrelado por Mathias Mlekuz, ao lado do carismático Philippe Rebbot e do jovem Josef Mlekuz, o filme mistura humor, emoção e uma boa dose de humanidade com aquele espírito très français que transforma cada encontro e paisagem em poesia.
Do Atlântico ao mar Negro, dois amigos embarcam em uma viagem de bicicleta que vai muito além do destino. Mathias leva Philippe para refazer o trajeto iniciado por seu filho, Youri, antes de desaparecer tragicamente. O resultado é uma jornada de afeto e superação, onde o riso e a saudade dividem o mesmo guidão. Um road movie com alma, que mostra que pedalar às vezes é a melhor forma de seguir em frente.
Vencedor do Prêmio Valois de Música de Filme – Festival do Cinema Francófono de Angoulême e Indicado ao Festival Internacional de Cinema de Comédia de Alpe d’Huez