sábado, 20 de outubro de 2018

Série B 2018: Fortaleza 1 x 0 Paysandu #100AnosDeAmor


Na tarde de 20 de outubro de 2018, fui com o Michel Leitão ao Castelão ver o jogo do centenário do Fortaleza, onde a torcida apresentou mais um mega mosaico #100AnosDeAmor e fez uma linda festa. O jogo, foi difícil e culminou numa vitória que levou o Leão aos 60 pontos na tabela, deixando praticamente à uma vitória do sonhado acesso.



Como de costume, a festa foi maravilhosa, como só a torcida do tricolor do Pici sabe fazer. O mosaico cobriu o estádio todo. O desenho trazia as cores do clube e a frase “100 anos de amor”. O Fortaleza venceu a partida por 1 x 0, com gol de Gustavo nos acréscimos.


O Leão começou o jogo pressionando o Paysandu, mas foram os visitantes os donos da primeira chance. Thomaz se aproveitou de escorregão de Tinga e, aos 7 minutos, finalizou com perigo. Aos 10, Guilherme Santos encontrou Hugo Almeida sozinho na área. O atacante driblou o goleiro Boeck, mas ficou sem ângulo e estragou a jogada. A partida ficou marcada por muita entrega e poucas oportunidades criadas. O Tricolor com a bola, enquanto o Papão se defendia à procura do contra-ataque. A emoção só voltou à tona aos 34, quando Marlon ganhou da marcação e encontrou Marcinho. O rápido atacante chegou atrasado e não aproveitou o passe. E no último minuto, o Fortaleza teve a melhor chance da primeira etapa. Dodô cobrou escanteio fechado e o artilheiro Gustavo, na segunda trave, acertou o travessão.

O Paysandu voltou melhor para os 45 minutos finais e teve duas chances na sequência. Na primeira, com segundos de bola rolando, Willyam chutou cruzado e Boeck se esticou para defender na pequena área. Aos 2, Ligger se enrolou com a marcação, Hugo aproveitou o rebote e chutou para boa defesa do goleiro tricolor.

Em noite de pouca inspiração, o Fortaleza só empolgou a torcida aos 21 minutos, quando Gustavo tabelou com Dodô e a bola sobrou para Romarinho chutar forte, por cima do gol. Na sequência, Gustavo tentou duas, mas a bola bateu em Diego Ivo e depois o goleiro Renan defendeu.

O técnico Rogério Ceni foi para o tudo ou nada e tirou o zagueiro Jussani para colocar o atacante Wilson. E quando o placar marcava 38 jogados, a partida foi paralisada por cerca de cinco minutos. Romarinho passou mal, ficou sem ar após pancada no rosto e a ambulância precisou entrar em campo para atendimento ao atacante. Ele deixou o gramado consciente.

Nos minutos finais, quando já parecia sem força, o Fortaleza marcou. Aos 48, Wilson, escolhido por Ceni, foi à linha de fundo e cruzou para Gustagol cabecear firme, para o chão, e fazer a Arena Castelão explodir na comemoração do centenário.

E aos 52 minutos do segundo tempo, os tricolores respiraram fundo duas vezes. Claudinho se antecipou em cruzamento na pequena área, mas não pegou em cheio e chutou para fora. Depois, Hugo Almeida chutou bem de fora da área para Boeck espalmar. Fim de jogo: dia de festa, teste cardíaco e três pontos.

FICHA TÉCNICA
FORTALEZA 1 x 0 PAYSANDU

Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 20 de outubro de 2018, sábado
Horário: 19h (Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Henrique Neu Ribeiro (SC) e Eder Alexandre (SC)
Público e renda: 57.223/R$ 1.292.382,00
Cartões amarelos: FORTALEZA: Marlon e Romarinho. PAYSANDU: Diego Ivo e Fernando Timbó.

GOL

Fortaleza: Gustavo, aos 48 minutos do 2T.

FORTALEZA: Marcelo Boeck; Tinga, Ligger, Diego Jussani (Wilson) e Bruno Melo; Nenê Bonilha, Felipe e Dodô; Marlon (Romarinho) (Leonan), Marcinho e Gustavo Henrique
Técnico: Rogério Ceni

PAYSANDU: Renan Rocha; Maicon Silva, Diego Ivo, Fernando Timbó e Guilherme Santos; Renato Augusto, Willyam (Marcos Júnior), Felipe Guedes (Matheus Silva) e Thomaz; Mike (Claudinho) e Hugo Almeida.
Técnico: João Brigatti

Segue trechos do mega mosaico:
https://www.facebook.com/ronald.luis.98/videos/10215226565635503/?t=0



Caminhada com Haddad no Centro de Fortaleza




Neste sábado, foi dia de acordar mais cedo, vestir vermelho, pegar a bandeira e ir às ruas pela democracia, em busca da virada e em defesa da democracia com a família, em uma caminhada com mais de 30 mil pessoas pelo centro de Fortaleza, em prol da democracia, com a presença do candidato Fernando Haddad do Partido dos Trabalhadores.


Saímos da Praça da Bandeira, em direção a Praça do Ferreira. pelas ruas entoando cânticos de apoio à Haddad. “Brasil urgente Haddad presidente!”, “Olê, olê, olê, olá... Haddad, já!”, “Ele Não!”.


O mais legal foi poder envolver meus filhos desde cedo na luta política. Cabe a mim ensiná-los desde cedo a terem consciência política, para não se juntarem a milhares de analfabetos políticos que tem coragem de votarem num deputado que há 28 anos na política (após ter sido expulso do exército brasileiro), nunca fez nada pelo povo e que se mostra ser um fascista, daqueles que o ídolo maior é o maior torturador que já se tem notícia no país.


Caso o opositor seja eleitor, conforme indica as pesquisas, eles saberão que a “Terra da Luz”, pioneira na libertação dos escravos, declarou que continua do lado certo da história, e ratificou o apoio maciço ao candidato da democracia, e não ao da tirania e opressão.


Participaram do ato, além de Fernando Haddad, o governador reeleito Camilo Santana (PT), a presidente do PT, Gleisi Hoffmann; e Guilherme Boulos (Psol), que também disputou as eleições e, no segundo turno, declarou apoio a Haddad.



Segue vídeo com o ato político na íntegra:
https://www.facebook.com/humbertocostapt/videos/2213232138891533/?t=0

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Legalize Já - Amizade Nunca Morre


Drama musical Legalize Já - Amizade Nunca Morre (Brasil, 2017) de Johnny Araujo e Gustavo Bonafé apresenta a fundação da banda Planet Hemp, um dos maiores expoentes do rap, rock 'n roll, psicodelia, hardcore e raggae nacional, de forma emocionante ao focar na amizade entre seus fundadores. Cadê o Planet Hemp do atual momento político que vivemos? Suas músicas nunca foram tão apropriadas...

Skunk (Ícaro Silva) é um jovem músico, revoltado com a opressão e o preconceito diários sofrido pelas comunidades de baixa renda, que busca expor sua insatisfação através da música. Um dia, ao fugir da polícia, ele literalmente esbarra em Marcelo (Renato Góes), um vendedor de camisas de bandas de heavy metal. O gosto pelo mesmo estilo musical os aproxima, assim como a habilidade de Marcelo em compor letras de forte cunho social e questionador. Impulsionado por Skunk, ele adentra o universo da música e, juntos, formam a banda Planet Hemp.

O dia a dia difícil da classe média baixa do Rio de Janeiro, à margem dos arcos da lapa, ressoa de modo muito atual, embora a história se situe no início da década de 1990. O longa aborda de modo relevante uma série de temas, como problemas financeiros, gravidez, filhos, doenças sexualmente transmissíveis, relacionamento e opressão policial, se tornando um arauto sobre liberdade, vida artística, quebra de preconceitos e paradigmas. 

Marcelo é um vendedor ambulante, que luta para ganhar alguns trocados e sobreviver. Diante da gravidez da namorada Sônia (Marina Provenzzano), e o fato de seu pai (Stepan Nercessian) o expulsar de casa, além dos constantes conflitos com a polícia que toma os bens dos ambulantes para ganharem uma renda extra na corrupção, vemos Marcelo chegando ao cargo de vendedor numa loja de eletrodomésticos, até abandonar tudo e deixar se levar por sua paixão e investir na carreira projetada por Skunk, jovem negro, com sérios problemas de saúde que vive num quarto alugado pelo argentino Brennand (Ernesto Alterio), dono de bar e figura paterna.

O foco do filme é o encontro inesperado desses dois sonhadores: Marcelo Peixoto e Luis Antônio, que marcaram para sempre a história da música nacional e deram origem ao Planet Hemp, banda que marcou uma época na maré da contra-cultura, falando a respeito da população que vive a margem da sociedade.  A fotografia monocromática, predominando o preto e branco, surge como referencial à realidade nua e crua das ruas. O granulado da imagem torna nosso contato com a história ainda mais áspero. 

No entanto, o filme não é uma trama de decadência, justamente o oposto, sobre a ascensão de jovens discriminados e tidos como delinquentes sociais, que através de sua arte, com muito talento levaram sua música ao topo das paradas musicais, onde muitos almejar conseguir. 

Um dos trechos mais interessantes, é quando Marcelo compra de volta a mercadoria que havia sido levada pela polícia, e gasta todo seu dinheiro comprando de volta também a mercadoria de uma senhora que trabalhava ao seu lado, momento que reluz a índole do sujeito, longe de pensar apenas no que é seu. Outra cena marcante, no início da carreira da banda, quando eles vão tocar num culto de uma igreja evangélica pentecostal. Sensacional.

Acompanhe o trailer de Legalize Já - Amizade Nunca Morre:

100 Anos do Fortaleza


Neste 18 de outubro de 2018, o Fortaleza Esporte Clube completou 100 anos de existência e como torcedor, eu fiz a festa onde estive. A cidade esteve toda iluminada e como de costume, a festa foi linda por toda cidade.


Comprei a ideia do atestado de solicitação de torcedor, e divulguei aos tricolores da instituição onde trabalho. Todos toparam vir trajados à caráter, e fizemos a festa.


Teve até bolo e parabéns!!! Muitas conquistas e vitórias ao Tricolor de Aço!
Segue matéria publicada no informativo interno do IAC:


domingo, 14 de outubro de 2018

Corrida Centenário do Fortaleza


Na manhã deste 14 de outubro, fui para o Centro de Formação Olímpica participar da Corrida Centenário do Fortaleza e fez parte das comemorações dos cem anos de existência do Fortaleza Esporte Clube. O principal objetivo do evento foi o de incentivar os torcedores, a população local, os profissionais da imprensa, sócios e colaboradores à prática de atividades físicas saudáveis. Em 2012, o Clube ofereceu a primeira corrida de rua de um time de futebol na cidade, Corrida Leões do Pici, com a participação de 1.200 atletas, iniciando assim um contato com outra modalidade esportiva tão importante como o futebol, o atletismo.



A prova propôs um percurso diferenciado na capital cearense, envolvendo a maior praça esportiva de futebol do estado, com largada e chegada no Centro de Formação Olímpica do Nordeste – CFO, no bairro Passaré, seguindo até as imediações do aeroporto pelas principais avenidas que tangenciam a Arena Castelão.


Para alegria dos corredores, os sol não apareceu, então à prova foi debaixo de chuva, o que acabou me deixando um pouco gripado. Gostei do percurso, mas acho que foi infeliz a ideia de atravessar a pista do aeroporto, pois gerou um enorme congestionamento e muita insatisfação de eleitores do Coiso e torcedores do Kanal.

Conclui a prova em 1h e 10 minutos, um tempo bom, pois devido minhas lesões, não tenho conseguido estabelecer uma rotina de treinos.

Segue largada da prova:
https://www.facebook.com/FortalezaEC/videos/1897405780568345/?t=59

sábado, 13 de outubro de 2018

10 Segundos Para Vencer


Drama nacional 10 Segundos Para Vencer (Brasil, 2017) de José Alvarenga Jr. é a biografia de Eder Jofre, um dos maiores boxeadores que o Brasil já teve, conhecido como Galinho de Ouro, por ter sido eleito o maior peso galo da história do boxe, e considerado um dos maiores boxeadores de todos os tempos. Excelente filme nacional, com conteúdo esportivo.


O filme apresenta de modo emocionante e respeitoso a extraordinária trajetória do boxeador brasileiro bicampeão mundial Éder Jofre (Daniel de Oliveira), que se tornou um dos maiores boxeadores da história. Um homem divido entre a paixão pelo esporte e a vida em família. Seu pai (Osmar Prado) o ajudou na busca desse sonho, de ser um verdadeiro campeão. Com uma infância difícil no bairro do Peruche, em São Paulo, conseguiu deter Eder, que se consagrou campeão mundial em 1961, nos Estados Unidos.

A relação tensa entre pai e filho permeia boa parte do filme, com atuações soberbas dos protagonistas. Merece destaque a fotografia exuberante de Lula Carvalho. Longa que cobre a vida de Jofre do fim dos anos 1950, quando Éder ainda era uma criança, até o início dos anos 1970 será lançado em breve no formato de minissérie na Rede Globo.

Veja o trailer de 10 Segundos Para Vencer:

Nasce Uma Estrela





Quarta versão do filme homônimo de 1937, Nasce Uma Estrela (A Star Is Born, Estados Unidos, 2018) de Bradley Cooper entretém, diverte e emociona, numa fenomenal estreia de Cooper na direção, num filme com canções fortes e marcantes e com o talento de Lady Gaga sendo evidenciado cinematograficamente.

O filme acompanha Jackson Maine (Bradley Cooper), um cantor no auge da fama, que certo dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber algo. É quando conhece Ally (Lady Gaga), uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante e cantando num bar de drags queens e está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso. Jackson se encanta pela mulher e seu talento, decidindo acolhê-la debaixo de suas asas. Ao mesmo tempo em que Ally ascende ao estrelato, seu parceiro Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool, que o levam ao esquecimento. Os momentos opostos acabam por minar o relacionamento amoroso dos dois.

O longa é encantador, desde seu início até os créditos finais. A qualidade do filme está em todas as tomadas de câmera, no roteiro enxuto que nos faz mergulhar na história que está sendo contada, na montagem correta e ágil, e especialmente nas atuações do casal protagonista. Lady Gaga convenceu Bradley Cooper a não dublar as canções do filme durante as gravações, logo é ele quem está cantando ao vivo em todas elas e Cooper não decepciona em sua extensão vocal. Méritos para direção musical do longa, com canções de altíssimo nível.

O filme ganha em relevância ao tratar o romance de modo natural e sentimental, além de abordar indiretamente a questão da dependência química que acomete muitos astros, sendo bem verdadeiro nesse sentido. Sem dúvidas, um dos melhores filmes do ano.

Segue o trailer de Nasce Uma Estrela:


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Goosebumps 2 - Halloween Assombrado


Comédia de terror infanto-juvenil Goosebumps - Halloween Assombrado (Goosebumps - Haunted Halloween, Estados Unidos, 2018) de Ari Sandel, sequência de Goosebumps: Monstros e Arrepios (2015) e baseado na franquia literária infantil Goosebumps, do escritor R.L.Stine, mas ambos são filmes desinteressantes, que desperdiçam uma boa premissa em tramas bobas.

O filme deixa a desejar por não ser uma continuação do anterior. Vemos aqui outros personagem, vivenciando situação semelhante ao que já fora mostrado no primeiro filme. Este se passa em Wardenclyffe, Estados Unidos, às vésperas do Halloween, quando Sonny (Jeremy Ray Taylor) e Sam (Caleel Harris) que são grandes amigos, que encontram um livro incompleto guardado dentro de um baú, em uma casa abandonada. Ao abri-lo, eles despertam o boneco Slappy (Avery Lee Jones), que surge inesperadamente. Criação do autor R.L. Stine (Jack Black), ele usa os jovens e ainda a irmã de Sonny, Sarah (Madison Iseman), para criar sua própria família de monstros.

O filme brinca com o complexo de Napoleão — transtorno associado à violência e a pessoas de baixa estatura de Slappy, mas tirando isso, o restante tem pouca graça. Falta o espírito de aventura que vimos no recente Jumanji - Bem Vindo à Selva (2016). Jack Black limita-se apenas a uma participação especial já no final do filme, e sem tanta relevância.

Veja trailer de Goosebumps - Halloween Assombrado:

domingo, 7 de outubro de 2018

Cristo Reina (Inauguração da Nova Tenda)


Na noite desse 7 de outubro, fui com a família para o culto de inauguração da nova tenda, com muito louvor e ação de graças ao Deus Criador. Foi benção!!!

Segue vídeo do culto:

Eleições 2018 - 1º Turno


Nesse 7 de outubro, fui com a família exercer meu direito de cidadão e escolher os políticos que me representarão nos próximos 4 anos. Fui à minha sessão no fim da tarde, e de lá segui direto para o Culto que marcou a reinauguração da Tenda.

Para Deputado Federal, votei como nos anos anteriores, escolhendo Chico Lopes (6565) do PCdoB, sendo que dessa vez ele não foi eleito para a Câmara. Para deputado Estadual, fui com o vereador Acrísio Sena (13123) do PT que foi eleito para Assembleia Legislativa Estadual.


Meus senadores foram Cid Gomes (123) do PDT e Eduardo Girão (900) do Pros. Cid pelo que fez pelo Ceará ao longo de seus 8 anos de governo e Eduardo pelo trabalho que fez à frente do Fortaleza em 2017, sendo um homem do bem, cidadão de paz e o único que era capaz de derrotar o golpista Eunício Oliveira do PMDB. Foi um excelente voto útil...


Para o Governo, não poderia ser diferente, Camilo (13) do PT, pelo belo trabalho que tem feito à frente do Estado do Ceará. E para a presidência, após o golpe de 2016, não poderia votar em outro partido que não fosse o PT. Então fui de Fernando Haddad (13) do PT, pois apesar dos erros cometidos pelo PT nos últimos anos de governo Dilma, sou trabalhador e reconheço quem mais fez pelo povo brasileiro.

sábado, 6 de outubro de 2018

Cross Urbano Caixa 2018 - Arena Castelão


Na noite desse 6 de outubro, participei mais uma vez do Cross Urbano Caixa, na Arena Castelão. Acho o percurso muito desafiador e é sempre bom correr no estádio onde vejo as partidas do meu time. A prova também é muito boa para levar acompanhante (esposa e filhos), que ficam bem acomodados enquanto estou correndo.



Ação Social no Lagamar


Na tarde desse 6 de outubro de 2018, estive em mais uma ação social no Lagamar. Teve pipoca, algodão doce, pintura, maquiagem e muito louvor e ensino através de teatro. Foi mais uma tarde maravilhosa que passamos ao lado de sorrisos tão contagiantes.

Ajudamos na ação apresentando uma peça teatral. Segue algumas fotos:




quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Venom



Aventura, ação e sci-fi baseado no personagem da Marvel Comics Venom (Venom, Estados Unidos, 2017) de Ruben Fleischer se mostra vazio, genérico e sem propósito, além do de faturar nas bilheterias, é óbvio. Demonstra definitivamente a saturação do gênero de super heróis. O filme não faz parte do Universo Cinematográfico Marvel. A história de Venom se passa em um universo próprio. Desnecessário.

Um dos mais enigmáticos, complexos e durões personagens da Marvel chega ao cinema. O filme do anti-herói se passa em São Francisco, Estados Unidos, quando conhecemos Eddie Brock (Tom Hardy) um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. 

Após acessar um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos. Ele resolve então denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido. Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela dra. Dora Skirth (Jenny Slate) com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias.

Muita coisa que acontece no filme não é bem explicado pelo roteiro raso, especialmente no que diz respeito ao parasita, ou simbionte que se instala no protagonista. As melhores cenas de ação já haviam sido mostradas no trailer. O longa até tinha potencial, caso a esquizofrenia do personagem fosse levada à sério e não virasse uma piada. Quando o filme não cria empatia, pouco importa o que acontecerá com os personagens, ficamos inertes ao que se é mostrado em tela. O 3D é desnecessário, está ali só para aumentar a renda dos cofres dos produtores.

A relação entre Eddie e Venom, que é a priori absurda e assustadora, passa a ser aceita com leveza pelo humano, à ponto de se tornarem grandes amigos. Fico a imaginar como seria o terror psicológico de um ser humano comum que, de repente, começa a ouvir uma outra voz dentro de si. O melhor do filme se passa nas cenas pós créditos, quando vemos um trecho da animação Homem Aranha no Araverso (2018) de Bob Persichetti.

Segue trailer de Venom:

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Buscando...


Suspense dramático surpreendente, inovador e inventivo Buscando... (Searching, Estados Unidos, 2018) de Aneesh Chaganty cativa em seu emocionante início, à la  Up - Altas Aventuras (2009), e chama atenção pelo seu formato de se passar diante da tela de um computador. Aborda os relevantes temas da perda de um ente querido pelo câncer, da amizade necessária entre pai e filhos e da proteção/exposição que damos e fazemos aos nossos filhos, mostrando que é comum um pai não conhecer o próprio filho(a).


O filme inicia com a aquisição de um computador por uma família americana, de descendência asiática. Vemos a criação dos usuários (pai, mãe e filha), a abertura das primeiras pastas, como a que contém fotos dos primeiros dia de aula da criança, o adoecimento da mãe que a levou ao óbito e assim vemos a passagem de tempo de forma fluída. É quando somos jogados na trama, onde Margot (Michelle La) uma jovem de 16 anos desaparece, e seu pai David Kim (John Cho) pede então ajuda às autoridades locais. A detetive Rosemary Vick (Debra Messing) assume o caso. Sem sucesso nas buscas, David decide invadir o computador de sua filha para procurar pistas que possam levar ao seu paradeiro. A narrativa do filme é bem estilizada, nos colocando diretamente como um usuário na frente de um computador e usando literalmente a área de trabalho do Windows, as mídias sociais, os vídeos caseiros, as imagens de câmeras de segurança, e coisas do gênero. Como vivemos isso em nosso mundo real, criamos uma identificação muito grande com o que está sendo mostrado em tela.

Indiretamente o filme mergulha em temas como a falta de privacidade em tempos de vida online, e os impactos que as novas tecnologias exercem nos relacionamentos em meio a loucura da relação social com a cibercultura. O mundo virtual não é vilanizado, como muitos filmes fazem, mas ele é parte importante do mundo real que estamos inseridos, com relações sociais . Assim, o filme expõe claramente que podemos usar a Internet para o bem, como para procurar uma pessoa desaparecida. Somos todos investigadores quando queremos descobrir algo e temos uma ferramenta tão poderosa em nossas mãos.

O trabalho da direção de Aneesh Chaganty em seu filme de estreia é louvável, Ele consegue manipular a atenção da plateia, sempre de forma sutil, usando zoom, tomadas panorâmicas, mostrando os detalhes sem ser gratuito, nos colocando na pele do protagonista, como se estivéssemos ali em sua busca. As filmagens do filme duraram apenas treze dias, em compensação, os trabalhos de edição e animação demorou cerca de dois anos para serem concluídos. Vencedor do prêmio da audiência no Festival de Sundance. Altamente recomendado.
Acompanhe o trailer de Buscando...:


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

A Primeira Noite de Crime


Suspense A Primeira Noite de Crime (The First Purge, Estados Unidos, 2018) de Gerard McMurray é o quarto filme da franquia The Purge, e funciona como uma prequel dos anteriores: Uma Noite de Crime (2013), Uma Noite de Crime: Anarquia (2014) e 12 Horas para Sobreviver - O Ano Da Eleição (2016). Continua sendo uma apologia a violência gratuita, com um plano de governo para abater minorias, em tempos sombrios na política brasileira, onde estamos prestes a viver quatro anos de "The Purge" caso o candidato fascista seja eleito...



Quando um novo partido político, o New Founding Fathers of America, ascende, é anunciado um novo experimento social. São 12 horas sem lei, em que o governo incentiva as pessoas a perderem toda e qualquer inibição. A participação não é obrigatória, mas como estímulo, U$ 5.000 dólares é dado para quem fica na cidade, e mais prêmios para quem participa.

Os personagens não tem carisma, de modo que tanto faz se eles morrerem ou não. Tudo é muito gratuito e fútil. Tem um ritmo lento e sonolento para um filme que poderia explorar muito mais da ação e do terror que a situação pode causar. Me encaixo num perfil do que não participaria de tal atrocidade, e esse tipo de pessoa não é vista nesse filme. 

Acho que a ideia de expurgo proposta pelo filme, por mais que seja um pretexto para a ação, ela é inapropriada e já está exaurida em seu quarto filme, por mais que se proponha um debate de temas como lutas de classe, raça e o capitalismo. Não ficarei surpreso, se após o resultados das eleições brasileiras, vermos gente sendo despertada pelo radicalismo proposto pelo filme e agindo de forma intolerante, haja vista o discurso de ódio pregado pelo que se intitula messias salvador da pátria brasileira. Sabemos que Trump gostaria de levar a América a uma guerra racial, xenófaba. Por mais que o filme seja uma obra de ficção, fica cada vez mais difícil achar que isso seja apenas um faz de conta.

Assista ao trailer A Primeira Noite de Crime:

sábado, 29 de setembro de 2018

Sansão


Drama bíblico Sansão (Samson, Estados Unidos, 2017) de Bruce Macdonald e Gabriel Sabloff é inspirado no Livro dos Juízes, e baseado na história bíblica do homem escolhido por Deus como o último juiz de Israel. Ainda são raros os filmes cristãos com ação e efeitos especiais, mas esta produção da Pure Flix (David A. R. White) começa a investir numa produção com apelo popular, fazendo de Sansão quase um super herói. Destaca-se no filme a cena em que vemos Sansão enfrentar mil soldados filisteus com apenas a queixada de um burro como sua arma



Na história, Sansão (Taylor James) é um homem com uma força sobrenatural que recebeu um chamado divino para libertar seu povo da escravidão, ele leva uma vida de decisões impulsivas que o fazem ser facilmente encontrado numa luta contra o opressor império filisteu. Depois que ele é traído por um cruel príncipe filisteu Rallah () e uma bela e tentadora mulher, que fazem com que ele perca sua noiva Taren (Frances Sholto-Douglas), ele é então capturado e cegado por seus inimigos. O jovem hebreu parte então em uma jornada para defender seu povo, sacrificando o que for preciso para vingar seu amor, seu povo e seu Deus. Finalmente, Sansão invoca Deus mais uma vez por sua força sobrenatural e transforma sua cegueira e prisão em vitória final.

As principais características do texto bíblico estão no filme, desde os cabelos longos, a força sobre-humana, a luta contra um leão, o massacre de um exército com as próprias mãos, a paixão por Dalila e a posterior traição, quando tem seus cabelos cortados e perde sua força. Mas chama atenção, que o filme inova em apresentar um jovem malicioso, com bom humor, que não para de paquerar com as mulheres de sua época, conquistando com seus músculos qualquer uma que cruze seu caminho. Assim, o filme foca mais nas lutas e nas manifestações de força do protagonista, que na adoração a Deus, que já é peculiar do público cristão. O filme conta ainda com participações de Jackson Rathbone, Billy Zane, Caitlin Leahy, Rutger Hauer e Lindsay Wagner.

Segue trailer de Sansão:

O Que de Verdade Importa


Comédia dramática O Que de Verdade Importa (The Healer, Espanha, Estados Unidos, Canadá, 2017) de Paco Arango não bastasse oferecer toda sua renda líquida de bilheteria para combater o câncer infantil, e divulgar o movimento #PessoasQueCuram, ainda traz consigo uma mensagem de encher os olhos sobre superação e que no mundo real milagres ocorrem diariamente.




Vivendo em Londres o engenheiro Alec Bailey (Oliver Jackson-Cohen) tenta, sem muito êxito, ganhar a vida consertando eletrodomésticos mas sua situação financeira está cada vez pior, pois o dinheiro que ganha não é suficiente para pagar as suas contas. Ele vive uma vida de solteiro, se relacionando inclusive com mulheres casadas. Carrega consigo o trauma da perda de seu irmão gêmeo. Inesperadamente, surge em sua vida Raymond Heacock (Jonathan Pryce), um tio desconhecido que vive numa pacata cidade de Nova Escócia, no interior do Canadá e que lhe propõe pagar por todas as suas dívidas em troca de que Alec, se mude para para perto dele. Desconfiado mas, sem muita opção diante dessa proposta irrecusável, ele aceita a proposta do tio e inicia aí uma incrível jornada de descoberta, aprendizado e redenção.

Assim, o filme trata acerca dos benefícios que as relações pessoais podem causar em nossas vidas e de como a fé é capaz de mover montanhas, ou até mesmo curar enfermidades. É interessante, que a mudança do personagem principal, não ocorre da noite para o dia, mas de forma gradual, como ocorre na vida real. O fardo de ter o dom da cura, também é bem trabalhada pelo filme, mesclando o real com a fantasia. A relação amorosa de Alec com Cecilia (Camila Luddington) também funciona de modo orgânico, flertando inclusive com temas atuais sobre relacionamento homo afetivo.

Veja o trailer dublado de O Que de Verdade Importa:

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Pé Pequeno


Animação dSony Pictures Imageworks Pé Pequeno (Smallfoot, Estados Unidos, 2018) de Karey Kirkpatrick, baseada no livro Yeti Tracks de Sergio Pablos, apresenta uma fábula que inverte o mito do abominável homens das neves, sendo uma aventura para todas as idades, com músicas originais e lições preciosas sobre lutar por aquilo que você acredita.


Um yeti, criatura conhecida como o "Abominável Homem das Neves", está indo na contramão do que todos os seus semelhantes acreditam: ele tem a certeza que os seres humanos, para eles até então um mito, realmente existem, mesmo que todos da sua espécie neguem. Mas ele não desisti tão facilmente de provar sua tese.

A revelação deste traz preocupação à comunidade dos Yetis sobre o que pode existir além de seu pequeno vilarejo nas neves em uma nova e divertida história sobre amizade, coragem e a alegria da descoberta. As referências são pertinentes e atuais sobre nossa sociedade, especialmente da questão do choque cultural.

A parte técnica do filme, com vistas nebulosas cobertas de nuvens do Himalaia surpreende, assim como os pelos dos seres, muito bem finalizados.. O diretor Karey Kirkpatrick, diretor vencedor do prêmio Annie por Os Sem-Floresta e indicado ao prêmio Annie pelos roteiros de A Fuga das Galinhas. Um dos pontos altos da animação é a divertida inclusão de um rap na trilha sonora.
Veja trailer de Pé Pequeno:

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

22 Milhas


Ação de espionagem 22 Milhas (Mile 22, Estados Unidos, 2018) de Peter Berg tem uma história simples, cenas de ação bem coreografadas, tiros à torto e à direita, mas pouca relevância cinematográfica, devido a um roteiro raso, e um tanto quanto machista sobre americanos que existem para resolver problemas reais relacionados a democracia e a paz mundial.

Gosto demais dos filmes de Peter Berg em parceria com o ator Mark Walberg, que refletem sempre situações reais, como O Grande Herói (2013)Horizonte Profundo: Desastre no Golfo (2016) e O Dia do Atentado (2016) que são filmaços, no entanto, seu novo projeto não me agradou, pois se resume a levar determinado personagem de um ponto a outro.

Depois de ser auxiliado por uma unidade de comando tático ultrassecreta, um agente da CIA chamado James Silva (Mark Wahlberg) tem que transportar um informante da Indonésia do centro da cidade para refúgio em um aeroporto a 22 milhas de distância. Fica implícito que o filme é a narração dele num depoimento, mas nada justifica no filme essa narrativa interrogatória.

Gosto da agilidade de Berg na sequencia que narra a série de problemas enfrentados por Silva, que o levaram a se tornar um exímio controlador de emoções e se tornou um prodígio militar rapidamente após perder seus familiares e ser acolhido pelo governo.

James Silva lidera uma equipe formada por Alice (Lauren Cohan) de The Walking Dead, que reluta em continuar na equipe ou voltar para casa para cuidar da filha. Ronda Rousey, lutadora de MMA, também integra o time de elite, mas ela sequer tem nome ou fala no filme...

A equipe tem a missão de, encontrar o paradeiro de uma carga de césio que pode ser utilizada por russos para produzir uma bomba atômica pior do que as lançadas pelos EUA em Hiroshima e Nagasaki. Eles estão num país asiático (De repente, aparece o misterioso policial tailandês Li Noor (Iko Uwais), um contato de Alice, interpretado pelo ator, lutador, coreógrafo de lutas e dublê. Ele se entrega na embaixada americana e afirma saber ter o segredo sobre o paradeiro do césio guardado em um HD encriptado. Se conseguir asilo nos Estados Unidos, Noor revela a senha do dispositivo. A melhor cena do filme é uma luta de Uwais algemado num centro médico.

Veja o trailer de 22 Milhas:

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